segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Brasil será país "maduro" em 2040

Brasil será país "maduro" em 2040 O Brasil passou por mudanças acentuadas no padrão demográfico nesta década. De acordo com as informações preliminares do Censo, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população brasileira passa por um processo de envelhecimento que deverá durar 30 anos, levando à expectativa de que o país deixe de ser majoritariamente jovem, como hoje, e se torne um país maduro em 2040. "O Brasil deixará de ser um país jovem para se tornar um país adulto. As pessoas idosas de hoje terão mais filhos do que netos, já que a tendência é de que as novas gerações tenham cada vez menos filhos. Esse é um processo que vai durar nos próximos 30 anos. Então, em 2040 o Brasil já será um país adulto", disse o presidente do IBGE, Eduardo Pereira Nunes. Apesar de a proporção das faixas etárias mais baixas estar caindo, a população brasileira total só vai começar a decrescer na hora em que o número de nascimentos for menor do que o número de óbitos, o que ainda não ocorre. Os brasileiros com idade entre zero a quatro anos somavam 9,64% da população total em 2000, proporção reduzida para 7,17% do total este ano, de acordo com os dados preliminares do Censo. A queda da taxa de fecundidade é um movimento liderado pelas grandes cidades. Levando-se em conta apenas a área urbana, a população mais nova caiu de 9,25% em 2000 para 7,02%, enquanto na área rural a participação das crianças mais jovens ainda é de 8,16% em 2010. Além da queda na taxa de fecundidade, o envelhecimento da população brasileira é decorrência também do aumento da expectativa de vida. "No Brasil, o processo de envelhecimento da população está acontecendo de uma forma mais acelerada do que foi em outros países", disse Pereira Nunes. Até o levantamento atual do Censo, ainda não concluído, na população com mais de cem anos de idade, há 17.615 pessoas. No total registrado no país em 2000, havia cerca de 14 mil pessoas com mais de cem anos de vida. O maior número absoluto de pessoas com essa idade foi registrado na Bahia, onde foram contadas até agora 2.473 pessoas centenárias. A expectativa do IBGE é terminar a coleta de dados antes do prazo de 31 de outubro. Até agora, já foram recenseados 57 milhões de domicílios, cerca de 89% do total, e 153 milhões de habitantes. (Juliana Ennes - Valor Online) Você já respondeu o Censo 2010? Comente, /*--*/ Até breve, muito breve...

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Um remédio para dormir

Um remédio para dormir. Especialistas alertam para o uso indiscriminado de medicamentos entre aposentados. Como se fosse água com açúcar ou chá de camomila, o paciente pede "o senhor poderia me receitar uma caixa de Vallium? É que meu pai, um senhor muito idoso, só dorme com esse remedinho". O médico, prontamente, prescreve. Longe do consultório, nas rodas de amigos e na família, há sempre quem tenha uma caixa sobressalente para casos de "emergência". A ciranda prossegue e os psiquiatras alertam: são os próprios médicos que recomendam o uso de tranquilizantes. O problema é que eles nem sempre enxergam quando termina a necessidade e começa a dependência. Pelo menos, 9,7% dos jovens, 19,5% dos maiores de 50 anos e 24% dos idosos maiores de 65 tomam regularmente Lorax, Lexotan, Vallium, Diazepan ou remédio semelhante para diminuir a ansiedade, de acordo com pesquisa conjunta da UNIFESP, UFBA e UFRS. Mais recentemente, um levantamento feito pelo Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas (OBID) constatou um aumento do uso desses remédios. Segundo o levantamento, 56% da população acima dos 35 anos já fez uso desse tipo de medicação. Sendo o Diazepan e o Lexotan os mais usados, com um índice de 3,05% e 1,54%, respectivamente. Desde então, essa situação não mudou muito, na opinião do coordenador da pesquisa e de dois profissionais dos maiores núcleos de estudo sobre drogas no Brasil. Nem a comunidade científica se esforçou para conscientizar os médicos sobre o uso indiscriminado dos remédios tranquilizantes. Os receituários partem, na grande maioria das vezes, de clínicos gerais, cardiologistas, reumatologistas e outros especialistas. "Muitas vezes, os médicos prescrevem tranquilizantes para acalmar os ânimos e melhorar a saúde física. Só que esquecem de alertar para o risco de dependência do medicamento", diz o psiquiatra e pesquisador do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Atenção ao Uso de Drogas, Jairo Werner. A origem do problema pode estar na formação do médico, defende a maioria. "As escolas de medicina pouco abordam as questões do psiquismo humano e as drogas", afirma o psiquiatra da UNIFESP, Sérgio Blay, um dos autores da pesquisa sobre os psicotrópicos. Por trás da compulsão pelo remédios, podem estar dores psíquicas, a necessidade de luto, de entendimento das perdas, de orientação familiar, de diálogo. Mas os médicos ignoram tanto as causas latentes quanto a possibilidade de diagnósticos e tratamento dos males psíquicos. "Falta insistir no assunto em programas de educação continuada, congressos, encontros de especialidade", completa Sérgio Blay. "É preciso saber quando termina o papel do médico e quando começa o do psiquiatra", completa Jairo Werner. As campanhas contra as drogas, na opinião dos psiquiatras, também são equivocadas. Nelas, estimatiza-se a imagem do jovem como viciado, enquanto os tranquilizantes ou ansiolíticos como objeto de dependência e os idosos, seus principais usuários, sequer são citados. "Acredito que 10% dos dependentes químicos que atendo têm como objeto de vício as drogas legalizadas", afirma Werner. Nos casos mais graves, eles furtam receituários ou mesmo os próprios medicamentos dos hospitais. Nos mais brandos e, portanto, menos detectáveis, os dependentes sofrem a diminuição da capacidade de raciocínio, riscos de tontura e desmaio, perdas de memória e problemas de sono. Além dos médicos, é preciso alertar a população sobre o uso de medicamentos sem a orientação médica. Muitos são os "amigos" que trocam remédios entre si. "Há uma banalização dos medicamentos, como solução imediata para os males", analisa Jairo Werner. Como explicava o site do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID), que pertence à UNIFESP, a população valoriza o poder de cura dos medicamentos legalizados, ainda que existam restrições sobre a compra deles, e subestima as drogas ilegais. Como se as drogas pudessem ser separadas em categorias, boas ou más. Mas, o uso de cada medicamento pode pender para o bem ou para o mal, depende principalmente dos que as receitam e dos seus usuários. "O bom profissional é o que sabe e busca ajustar a dose para cada paciente", afirma José Carlos Galduroz, coordenador do CEBRID. (Fonte: Mais de 50) É preciso pensarmos sempre se realmente precisamos do medicamento que estamos comprando, além é claro, da indicação médica para o mesmo. Comente logo abaixo; Uma ótima sexta-feira para você! E um excelente fim de semana!! Até breve, muito breve. /*--*/

Especialistas recomendam que adultos deixem "modismo" e voltem a tomar leite

Especialistas recomendam que adultos deixem "modismo" e voltem a tomar leite O Ministério da Saúde americano adverte: a intolerância ao leite é rara e o produto está liberado para grande parte dos adultos, e não o contrário. Não se justifica retirá-lo da dieta sem ter certeza de que o problema realmente existe. O alerta feito nos Estados Unidos tenta combater teorias contra o leite que ultrapassaram as fronteiras e chegaram a vários países, entre eles o Brasil. Por aqui, cientistas organizaram um tribunal científico sobre o produto, cujas análises foram publicadas no livro Leite para Adultos - Mitos e Fatos Frente à Ciência (Editora Varella). O leite de vaca é saudável, apontam. A intolerância e as alergias são raras. E não há evidências científicas de que cause doenças respiratórias como a asma, por exemplo. Por outro lado, ainda é controverso que o leite seja benéfico para úlceras, como diz a sabedoria popular. A nutricionista Adriane Antunes, professora de Nutrição na Faculdade de Ciências Aplicadas da Universidade Estadual de Campinas e uma das organizadoras do livro, ao lado de Maria Teresa Pacheco, do Instituto de Tecnologia de Alimentos, de São Paulo, diz que "o leite é um alimento muito rico do ponto de vista nutricional e seu consumo por pessoas sem componentes restritivos é salutar". Segundo Adriane, cortar o leite na idade adulta se tornou um tipo de modismo, impulsionado por polêmicas como as geradas pelas campanhas que nasceram nos EUA: a Got Milk? - pela substituição dos refrigerantes pelo leite - e Not Milk - pelo veto do produto nas dietas em razão de supostos riscos do alimento. Não há motivo, portanto, para a maioria da população não seguir a orientação que consta no Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, que recomenda três porções de leite e derivados por dia - uma porção é um copo de leite, por exemplo. Segundo o documento, o leite é a melhor fonte de cálcio, mineral essencial para a saúde dos ossos, mas o país registra redução de consumo. A recomendação só não deve ser seguida se houver diagnóstico claro de problemas, como as alergias e a intolerância - possível por meio de testes específicos. No entanto, alguns profissionais no Brasil ainda defendem restrições com veemência para alguns pacientes. (Fonte: R7 ) Você consome leite diariamente? Comente, aguardamos a sua resposta. Até breve! /*--*/

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Fortalecer classe média é chave para desenvolvimento

Fortalecer classe média é chave para desenvolvimento Segundo Jim O'Neill, próximo governo deve manter estabilidade macroeconômica para 'manter ímpeto'. Políticas públicas para fortalecer a classe média podem ser a chave para que o Brasil deixe de ser apenas um país emergente para se estabelecer como um país desenvolvido, na avaliação do economista britânico Jim O'Neill, considerado "pai" dos Brics. O'Neill, que está deixando o cargo de economista-chefe do banco de investimentos Goldman Sachs para gerir a divisão de administração de ativos da instituição, cunhou o acrônimo Bric para se referir aos quatro gigantes emergentes da economia mundial - Brasil, Rússia, Índia e China. O economista é um dos especialistas ouvidos pela BBC Brasil como parte da série 'O que falta ao Brasil?, que discute os desafios do Brasil para se tornar um país desenvolvido. "Se há uma diferença específica entre uma economia tipicamente desenvolvida e uma em desenvolvimento, é talvez o tamanho da classe média. E a melhor maneira para (a classe média) aumentar e prosperar é por meio da elevação da renda real", avalia O'Neill. Uma pesquisa divulgada neste mês pela Fundação Getúlio Vargas, com base em dados da última Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE, indica que esse crescimento da classe média parece já estar em curso. Segundo o estudo, a classe C passou no ano passado a representar mais da metade da população brasileira (50,5%), com a incorporação de 29 milhões de pessoas entre 2003 e 2009, e ultrapassou as classes A e B em pode de compra. Jim O'Neill credita essa evolução brasileira à estabilidade promovida pelo atual governo, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e pelo governo anterior, de Fernando Henrique Cardoso. "Acho que o período após a eleição do sucessor de Lula é muito importante", afirma. "Sob sua liderança, o Brasil emergiu em uma maneira impensável nos 30 anos anteriores, com um crescimento forte do PIB, inflação baixa e estável e aumento da prosperidade, mas mais importante, uma classe média em crescimento rápido." Para O'Neill, o próximo governo, para "manter o ímpeto e transformar o Brasil de uma economia em desenvolvimento para uma economia desenvolvida", deve manter a estabilidade macroeconômica para que a inflação se mantenha baixa. "Isso permitiria que mais dezenas de milhões de brasileiros comuns vissem suas rendas aumentarem, permitindo que a classe média aumente ainda mais dramaticamente", afirma. (BBC Brasil/Agência Estado) Você acredita que fortaler a classe média, pode ser a chave para que o Brasil se transforme em um país desenvolvido? Até breve...muito breve! Aguardamos a sua opinião! /*--*/

Superbactéria é alerta para hospitais

Superbactéria é alerta para hospitais A superbactéria KPC (Klebsiella pneumoniae carbapenemase), que pode ter causado 18 mortes no Distrito Federal neste ano, já circula por UTIs de grandes hospitais de São Paulo desde 2008. Só no Hospital das Clínicas, foram 70 casos no período. A situação preocupa porque não há antibiótico capaz de contê-la. Ao mesmo tempo, ela encontra terreno fértil para a proliferação nos hospitais por falta de higiene. O alerta é de Artur Timerman, 57, um dos infectologistas mais conceituados no país. "Se você vai a qualquer um dos grandes hospitais de São Paulo, público ou privado, vai ver que o índice de lavagem de mãos não chega a 40%", diz o chefe do serviço de controle de infecções hospitalares do hospital Edmundo Vasconcelos. Timerman também atua no Dante Pazzanese e no Albert Einstein. No Brasil, os primeiros registros de KPC são de 2005, em São Paulo. Há casos no Paraná, Rio, Recife, João Pessoa, Vitória e Rio Grande do Sul. Nos EUA, o problema é endêmico em várias regiões. A seguir, trechos da entrevista de Timerman à Folha. Folha - A velocidade dos registros da KPC tem aumentado muito no Brasil. O momento é preocupante? Artur Timerman - A situação é perigosa. Temos isolado cada vez mais bactérias intratáveis, e a KPC é a que mais preocupa no momento. E o que se faz diante disso? É preciso uma vigilância mais estrita, um isolamento mais rigoroso. A KPC tem a ver com a gravidade da doença, mas também com a falta de cuidados básicos, como lavar as mãos corretamente. Mas isso não ocorre por quê? Para começar, não há funcionários suficientes. Para cada paciente grave, deveríamos ter um atendente [de enfermagem]. Hoje, a média é de um atendente para cinco ou seis pacientes. Isso leva à infecção cruzada, se ele não lava a mão de forma correta. Os cateteres de acesso venoso, as sondas urinárias, os tubos do pulmão têm de ser trocados sempre que preciso e isso nem sempre acontece. Sem contar o uso indiscriminado de antibióticos. Às vezes, você vê paciente tomando seis antibióticos. Parece que querem matar as bactérias afogadas de antibióticos. A maior preocupação é só com os pacientes internados ou as pessoas da comunidade também correm algum risco? Risco sempre tem. A história da bacteriologia mostra isso. A UTI é o foco onde as bactérias surgem e depois se espalham para a comunidade. Não é logo que vai haver a disseminação, mas é um risco em potencial. Não é para causar pânico, mas a situação é de alerta. Estamos no limiar de uma situação que pode vir a ser muito grave. Estamos perdendo a batalha para as superbactérias? A corrida já foi perdida. Nenhum dos antibióticos novos trata a KPC. Paciente com KPC deveria ser isolado, manuseado por uma pessoa só, para evitar a transmissão cruzada. Preocupa porque é fácil falar, mas difícil de implementar. Em qualquer um dos grandes hospitais de São Paulo, público ou privado, o índice de lavagem de mãos não chega a 40%. Falo de lavar as mãos direito, um minuto lavando dos dois lados. O que pode ser feito? As autoridades, os hospitais têm que se mexer, senão vai virar uma calamidade. Alguns autores já vêm tratando essa fase como início da "era pós-antibiótico". Ou seja, temos superbactérias e não temos recursos de tratamento. (CLÁUDIA COLLUCCI - Folha de S.Paulo) Mais um motivo para lavarmos sempre as mãos, e lavarmos bem, sem relógios, pulseiras, aneis, etc. Você já notou quantas vezes lava as mãos em um único dia? Comente! Até breve... /*--*/

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Quitomzilla do Firefox para fumantes

Quitomzilla do Firefox para fumantes. Quem diria que tecnologia poderia auxiliar no combate ao tabagismo? Estranho, mas verídico. Com a intenção de ajudar o fumante a largar o terrível vício ao cigarro, o Firefox criou uma extensão batizada de ‘Quitomzilla’. Como? Ele envia ao usuário um lembrete de quanto foi poupado para a saúde e quanto de dinheiro foi economizado desde o último cigarro. Para utilizar este serviço a pessoa deve instalar esse plug-in, depois ajustá-lo desde quando parou de fumar. Ou seja, basta utilizar o calendário que a extensão oferece. Assim que terminar de marcar o início do tratamento em seu calendário, o navegador do Firefox ganhará mais um ícone, uma boca sorridente, lá no canto inferior direito. É aí que está localizado o contador. Toda vez que o cursor é posto em cima deste contador, é indicado quanto dinheiro deixou de ser gasto e quantos cigarros deixaram de ser fumados na abstinência. Outro esforço muito bem vindo na dura luta para largar um vício. (Fonte: ACT (Aliança do Controle do Tabagismo) Fumantes, não deixem de baixar este plug-in, acesse o link abaixo. addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/444/ Até breve /*--*/

Terceira idade detém 17% do poder de compra

Terceira idade detém 17% do poder de compra Idosos se destacam em número e em potencial na expansão da economia nacional. Há menos de 10 anos, os bancos se recusavam ou criavam muitos impedimentos na hora de conceder empréstimo para maiores de 60 anos. Hoje, a terceira idade tem papel importante na economia do País. Só em julho, os bancos conveniados ao INSS somaram R$ 2,3 bilhões em 809.211 operações de empréstimo consignado para aposentados e pensionistas. É só uma demonstração da força desse grupo que, segundo o instituto alemão GfK, movimenta R$ 13 bilhões ao ano, 17% do poder de compra no País. Eles não ficam mais só no mercado de shows, espetáculos e bailinhos dançantes. Idosos estão nas academias de ginástica, nas universidades e ocupam local de destaque no segmento de estética. A montadora Fiat contabiliza que 12% dos compradores de seus carros têm mais de 50 anos. A estimativa é a de atingir 20% em 2020. No Turismo, o programa oficial ‘Viaja Mais, Melhor Idade’ registrou que 500 mil já fizeram viagens pelo sistema, que começou com destinos em baixa temporada e um ano para financiar. Hoje, tem roteiros internacionais e até três anos para parcelar. Eles fazem dinheiro Eles não só gastam como fazem dinheiro. A Associação Brasileira de Franchising do Rio (ABF Rio) detectou que um em cada cinco franqueados tem mais de 60 anos ou é aposentado. Ao entrar para a inatividade, idosos aplicam suas economias ou verbas de aposentadoria na abertura de negócios. Assim, a ABF-Rio criou o Programa Produtiva Idade, para cadastrar idosos e convidá-los para palestras e atividades gratuitas didáticas. (Fonte: O Dia Online) Um ótimo dia para você! Até breve...muito breve!