sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Com os passos mais firmes

Com os passos mais firmes O número impressiona: cerca de 90% das fraturas ósseas em idosos decorrem de quedas que geralmente acontecem em atividades cotidianas, como andar pela casa ou passear pela rua. As consequências desses acidentes aparentemente simples são variadas, mas podem causar internações e até levar à morte. Foi justamente de olho na possibilidade de diminuir esses riscos entre pessoas com mais de 60 anos que um estudo realizado na Universidade Federal do Paraná chegou à confirmação de que a prática regular de exercícios de musculação é altamente eficaz para prevenir quedas e evitar fraturas em idosos. A pesquisa, realizada como dissertação de mestrado em Educação Física pela fisioterapeuta Leslie Persch, fez tanto sucesso esse ano que um artigo desenvolvido a partir dela se tornou o segundo em número de downloads na Clinical Biomechanics, uma das revistas científicas mais respeitadas do mundo. Para a pesquisa, idosas selecionadas fizeram um treinamento de 12 semanas de musculação só para os membros inferiores, com aulas de uma hora três vezes por semana. Nas reuniões, as participantes faziam uma série de exercícios para quadril, joelho e tornozelos com cargas adequadas à sua força. “Ao final, tivemos resultados surpreendentes. Naturalmente, há uma diminuição na força muscular conforme as pessoas envelhecem, mas algumas idosas mostraram até 200% mais força depois do treinamento, principalmente nos joelhos, e ganharam índices importantes de massa muscular, o que aumentou a proteção dos ossos e diminuiu sua fragilidade”, diz a autora, que é professora do curso de Fisioterapia da Universidade Positivo (UP). Outro benefício foi que as idosas passaram a levantar mais os pés ao andar e o passo ficou maior, assim como acontece com as pessoas mais jovens. Leslie explica que isso é importante porque, com o passar do tempo, o pé não levanta tanto em relação ao solo e os passos ficam mais lentos e arrastados – o que aumenta a possibilidade de acidentes, como enroscar os pés em tapetes e tropeçar em degraus e no meio-fio. “Com essa melhora, o número de quedas deve diminuir substancialmente, assim como a incidência de fraturas”, comenta. Segundo o professor do departamento de Educação Física da UFPR e responsável pelo projeto de pesquisa, André Rodacki, uma conclusão importante é que alguns grupos musculares precisam ser mais exercitados entre os idosos. “Tanto os flexores quanto os extensores de joelho (músculos responsáveis por dobrar a perna) têm papel importante, já que quanto mais fracos eles estão, maiores os riscos de quedas.” Artigo Publicada como artigo no fim de 2009, a dissertação de mestrado de Leslie rendeu frutos. “O pessoal da UFPR continua com pesquisas nessa área e agora estamos desenvolvendo na Universidade Positivo o Centro de Estudos em Geriatria, dentro do curso de Fisioterapia, para desenvolver estudos relacionados a esse tema”, conta Leslie. Quanto ao artigo ser um dos mais lidos da revista Clinical Biomechanics, Rodacki garante que é ótimo por revelar a qualidade do trabalho desenvolvido. “É muito gratificante ver o reconhecimento dos especialistas e descobrir que a pesquisa é utilizada como referência em outros países. Melhor ainda é provar que os brasileiros também fazem estudos de qualidade e podemos ser um polo de pesquisas científicas”, acrescenta Leslie. (Fonte: Saúde-Gazeta do Povo) "BORALÁ" se EXERCITAR, mas é claro, sempre com ACOMPANHAMENTO de um profissional, pois ao contrário, a musculação poderá trazer resultados inesperados. Até breve...muito breve! /*--*/

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Dieta pode equivaler a remédio

Dieta pode equivaler a remédio Colesterol pode cair até 20% com mudança alimentar. Fazer mudanças na dieta pode ser tão eficaz para controlar problemas de colesterol quanto usar estatina, droga mais receitada para o tratamento da doença. Segundo especialistas, cortar do cardápio alimentos gordurosos e incluir vegetais podem diminuir em até 20% os índices. De acordo com a Associação Brasileira de Nutrologia, para conseguir o resultado, é preciso diminuir o consumo de gordura de origem animal, comer mais fibras e alimentos com fitoesterois (compostos presentes em óleos vegetais e adicionados a margarinas). “Se a pessoa tiver uma dieta desregrada e mudar os hábitos alimentares, os resultados são ainda mais rápidos”, explica o presidente da Associação, Durval Ribas Filho. Há, porém, um limite para os efeitos da mudança alimentar: de acordo com especialistas, em torno de 30% das alterações no colesterol são causadas pela dieta. Além disso, a genética também é um fator determinante. A dieta também não elimina a avaliação médica. “A mesma dieta não funciona para todos”, diz Ribas Filho. (Fonte: O Dia Online) AGRADECEMOS muito aos acessos! O blog das FUNDAÇÕES SANEPAR é atualizado diariamente! Continue clicando e mantenha-se informado. Até breve, QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA QUINTA-FEIRA!

Décimo-terceiro sai a partir do dia 24 de novembro

Décimo-terceiro sai a partir do dia 24 de novembro A partir do dia 24, os aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) receberão a segunda parcela do 13º benefício. A grana equivale à metade do abono de Natal e será depositada até o dia 7 de dezembro para 23,6 milhões de beneficiários. A primeira metade do 13.º foi paga antecipadamente pela Previdência Social no final de agosto e no início de setembro, de acordo com o número final do cartão de benefício - mesmo critério que será usado agora. O abono de final de ano será liberado com o pagamento dos benefícios referentes a novembro. Quem ganha um salário mínimo e tem cartão de pagamento com final de 1 a 5 receberá a grana entre os dias 24 e 30 deste mês.Os demais beneficiários receberão o pagamento entre os dias 1.º e 7 de dezembro. (Fonte: Assprevisite / Agora S.Paulo) E você, já planejou o que irá fazer com seu 13º salário? Comente, Até breve...muito breve /*--*/

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

A bebida certa para levar na bolsa

A bebida certa para levar na bolsa Garrafinhas, copos e caixinhas com bebidas lácteas vêm fazendo parte do lanche da manhã ou da tarde de quem quer matar a fome rapidamente. Pela praticidade das embalagens são ideais para levar na bolsa ao trabalho, escola ou faculdade. Mas embora exista uma enorme variedade de sabores e combinações, nem todas são benéficas à saúde se ingeridas em excesso ou todos os dias. Confira o aspecto nutricional de algumas das mais consumidas: Leite Fermentado Por ser considerado um alimento funcional, que contribui para o processo de digestão, é indicado para quem tem problemas de intestino preso. “Ele recompõe a flora intestinal, mas para isso precisa ser consumido diariamente, por pelo menos três meses seguidos”, explica a nutricionista da Paraná Clínicas Dagmárcia Tumeo. Mas o consumo por mais de uma vez ao dia não é indicado porque pode provocar diarreia. Por isso, quem optar por ele na hora do lanche, deve consumir ou pela manhã ou à tarde. Além disso, ele precisa de refrigeração. Portanto, se o lanche for feito fora de casa, o ideal é que ele seja transportado em meia hora e colocado em geladeira assim que chegar ao local. Para durar mais tempo, por no máximo duas horas, pode ser guardado em isopor sem gelo. Iogurte Existem em diversas opções, como os integrais com ou sem frutas e os desnatados. A primeira vantagem em relação às bebidas lácteas não fermentadas, como os achocolatados, é que ele é mais denso por possuir mais leite, e não o soro do leite, como acontece no segundo caso. Por isso, é mais nutritivo – fonte de proteínas, cálcio, zinco e vitaminas A e B – e facilita a digestão.“Ele também ajuda pessoas com baixa imunidade, porque estimula o sistema de defesa do organismo e aumenta a absorção de minerais e vitaminas”, diz Dagmácia. Os benefícios são para todos os tipos de iogurte, mas para quem está de dieta ou precisa controlar a quantidade de açúcar, o indicado é consumir o desnatado. Mas se a pessoa não gostar de um iogurte sem muito sabor, pode incrementar com cereais integrais, como granola ou aveia, que auxiliam na absorção de gordura.A nutricionista e professora da Faculdade Evangélica do Paraná (Fepar) Kettelin Arbos diz que o iogurte com frutas tem a vantagem de ser mais rico em vitaminas, minerais e antioxidante por causa da fruta. “Mas mesmo com as vantagens, as pessoas que têm colesterol elevador devem tomar cuidado e olhar sempre a embalagem do produto. Hoje em dia existem várias opções de boas bebidas com 0% de gordura.” Para todos os tipos, a quantidade diária indicada é de três porções. Assim como o leite fermentado, ele pode ficar fora de geladeira por meia hora. Se precisar mais, é necessário colocá-lo em um isopor. Achocolatado A vantagem desta bebida em relação às outras é que não precisa ficar em geladeira. Mas, pelo lado nutricional, segundo Dagmárcia a bebida leva na composição uma substância, a xantina, que reduz o potencial nutritivo da bebida. “Embora ricos em proteínas, têm muita gordura e açúcar e por isso não devem ser consumidos todos os dias”, explica a nutricionista. Os achocolatados possuem gordura hidrogenada na composição, que é a gordura trans. Por isso, na hora de comprar, é importante olhar na embalagem. “Ele também é o que apresenta maior valor calórico, entre as outras bebidas lácteas, como iogurte e leite fermentado”, diz Kettelin. Mas para quem vai escolhê-lo para o lanche, a dica é combinar com uma fruta e um cookie integral. Vitamina Existem umas variedades de vitaminas prontas no mercado, com um ou vários tipos de frutas. Assim como os achocolatados, elas também não precisam de refrigeração, são ricas em proteínas, mas têm a desvantagem de levar gordura trans na fórmula. Por isso, olhar o rótulo é indispensável, inclusive para verificar se contém glúten, que pode prejudicar a saúde de quem sofre de intolerância a ele. A maioria delas têm açúcar e, portanto, não são recomendadas para quem está de dieta. (Fonte: Saúde- Gazeta do Povo) Iogurte, Leite Fermentado, Achocolatado ou Vitamina? Qual destas bebidas lácteas você mais consome? Comente logo abaixo. QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA QUARTA-FEIRA!

Chegou a aposentadoria! E agora?

Chegou a aposentadoria! E agora? Tantas ideias, desejos, vontade de continuar produzindo, mas, o que fazer de fato? Chegou o momento de lidar com a aposentadoria. Como passou rápido... De fato, quando chega o momento em que os profissionais se deparam com a mudança tão significativa e que exige o repensar sobre o que fazer e que nova rotina criar, os questionamentos são inúmeros e o desejo de encontrar alternativas que a princípio são desconhecidas ocupa grande parte do pensamento. Mais do que nunca, as empresas têm se dedicado à construção de programas de preparação para a aposentadoria, com foco na compreensão do que é aposentadoria, o que este momento significa para os profissionais que chegam a esta etapa da vida e como lidar com a mudança que naturalmente ocorre. No início do século XX um dos resultados da luta da classe operária foi pela conquista da proteção dos operários mais velhos, gerando legislação previdenciária, porém, como defende Magalhães em A Invenção Social da Velhice, o foco desta conquista não foi, na ocasião, a vida após o trabalho e sim a defesa e o amparo financeiro dos mais velhos. As velhas teorias utilizadas para o processo de aposentadoria contribuíram com o preconceito em torno do aposentado. Entre elas podemos citar a "teoria do desengajamento", que preconizava o afastamento progressivo do indivíduo do seio da sociedade e visto como necessário, pois desta maneira o trabalhador teria um tempo maior para suas realizações, uma vez que entendiam que estava próximo à morte. A "teoria da atividade" que se contrapunha a anterior, continha em sua essência a idéia contrária à passividade, mas concordava com a primeira na medida em que esperava que a própria sociedade encontrasse atividades alternativas para os idosos excluídos da produção. O que muda hoje? Estudos sobre a expectativa de vida demonstram o aumento gradativo da média de vida de homens e mulheres. E vida com qualidade, graças ao avanço da ciência. Veja, com relação as mulheres, pesquisas demonstram que as brasileiras vivem atualmente seis anos a mais do que os homens. Conforme dados do IBGE, há a demonstração de que a esperança de vida ao nascer, para o ano 2020 será de 75 anos, sendo 72 anos para os homens e 78 anos para as mulheres. Acompanhamos a mudança de comportamento das pessoas, incluindo as mais velhas e, em paralelo, o fortalecimento da cultura que entende o envelhecimento como fator biológico e não psico-socio-espiritual. Portanto, o desejo de produzir e de continuar atuante na sociedade é atual, é parte presente de homens e mulheres que alcançam a maturidade. Desta forma, concluímos que a preocupação com a aposentadoria, apesar de não ser um tema atual, não encontrou no passado contexto tão propício para a sua aplicação. Os profissionais se aposentam de uma situação de trabalho e não das suas vidas. Pensar e planejar o momento da aposentadoria é viver o direito de escolher a forma como cada um quer colher o que plantou até o momento. É viver o que chamamos de Terceira Carreira. Na primeira carreira ele desenvolveu conhecimento, buscou certificação e se preparou para o mercado de trabalho. Na segunda, aplicou, inovou, multiplicou o conhecimento e enfrentou os desafios de um ambiente onde as mudanças foram e continuam sendo uma constante. A aposentadoria é a sinalização da chegada da terceira fase, onde é possível planejar e exercer o direito de escolha por uma vida produtiva, saudável e feliz. Assessorar estes profissionais a encontrarem dentro de si as respostas para esta nova fase é o que realmente os programas de preparação para aposentadoria devem ter como objetivo. Por quê? Porque esta é a hora para se reinventar. (Fonte: Ivonette da Nova Cardozo) OS PROFISSIONAIS SE APOSENTAM DE UMA SITUAÇÃO DE TRABALHO E NÃO DAS SUAS VIDAS. Comente, até breve...muito breve! /*--*/

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Amor, um remédio natural

Amor, um remédio natural Só quem já se apaixonou sabe o quanto gostar de alguém é bom. O coração dispara, as mãos ficam suadas, as bochechas ficam rosadas, surgem as famosas “borboletas” no estômago, você fica distraído e não consegue pensar em outra coisa. Você pode até tentar negar, mas não tem jeito: está complemente apaixonado. Um dos sentimentos mais celebrados pelos poetas e músicos, o amor e sua fase inicial, a paixão, virou foco de pesquisas no mundo todo nas últimas décadas e as descobertas trazem uma boa notícia: amar faz muito bem à saúde. “Na medida certa, o amor não faz qualquer mal. Aliás, se pudesse receitá-lo aos meus pacientes para evitar ou atenuar certos problemas, com certeza seria uma das minhas primeiras recomendações”, garante Marcus Vinicius Malachias, cardiologista e presidente do Departamento de Hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). E Malachias não está sozinho nesta tese. Segundo estudos recentes, se apaixonar é um excelente recurso para fugir de doenças graves, como a depressão. Isso porque alguns sinais da paixão são bem conhecidos, como taquicardia, respiração ofegante, frio na barriga, insônia e redução do apetite, mas há outros que são muito mais significativos. “Há um aumento da pressão arterial e a própria resposta imunológica melhora. Com isso, o corpo fica ainda mais protegido contra infecções e doenças”, explica a médica fisiologista e autora do livro Sexo, Amor, Endorfinas e Bobagens, Cibele Fabichak. Segundo ela, o amor também faz bem porque, dentro do turbilhão de hormônios que se alteram durante a paixão, alguns têm sua quantidade aumentada, como a dopamina, a noradrenalina, as endorfinas, o cortisol, a testosterona e os estrógenos, elementos ligados à sensação de bem-estar, de felicidade e do desejo sexual. “Por isso, a paixão é um antidepressivo natural, pois eleva o humor e amplia as sensações de prazer.” Outro ponto positivo é que pessoas apaixonadas costumam dar mais valor à sua saúde e se preocupam em não ficar doentes. “O amor faz com que a pessoa fique mais feliz, a vida se torne mais interessante e ela descubra um motivo ainda mais forte para se cuidar e estar sempre ao lado de quem gosta”, comenta Lincoln Cesar Andrade, médico psiquiatra da Paraná Clínicas e do Centro de Estudos do Amor e da Sexualidade Humana (Cenasex). Para quem acha que isso é coisa de pessoas românticas, a ciência já provou esses benefícios. “Um estudo mostrou que homens que se separavam e não se casavam novamente tinha uma diminuição na expectativa de vida porque, devido à tristeza pelo fim do relacionamento, ficavam mais deprimidos e menos resistentes a doenças”, conta Ailton Amélio da Silva, psicólogo e professor da Universidade de São Paulo (USP). Além desses benefícios, os especialistas garantem que amar vale a pena porque não tem contra-indicação. “A paixão causa alterações na glicemia e na pressão arterial, mas são modificações tão suaves que não podem prejudicar a saúde de pessoas que são hipertensas ou diabéticas, nem mesmo desencadear um problema desses em quem é saudável”, garante Cibele. Quando tudo vira dor O coração dispara, as mãos ficam trêmulas e suadas, as bochechas ficam rosadas... Os mesmos bons sintomas do amor podem ser acompanhados de respiração ofegante, ansiedade e angústia. O corpo fica todo dolorido, você sente uma dor que parece não ter fim e não consegue mais comer, trabalhar, se divertir ou dormir porque só pensa na pessoa amada por dias e noites inteiras. Se amar faz bem, sentir amor em excesso é doentio e faz muito mal à saúde. E se engana quem pensa que as consequências são só emocionais: facilmente o pico de estresse e nervosismo pode resultar em dores físicas.“Há vários casos de pessoas que sentem tanta dor após o fim de um relacionamento que passam a somatizar sintomas e sofrem com crises de ansiedade, náuseas, insônia, falta de apetite, dores musculares e oscilação do humor e podem chegar a quadros de gastrite, alergias, cefaleia e depressão”, explica o médico neurologista José Geraldo Speciali. Isso tudo pode acontecer quando o amor deixa de ser uma reação saudável para se tornar algo patológico e o carinho dá lugar à obsessão. “Em geral, essa fronteira entre a paixão e o transtorno é bastante difícil de ser identificada, mas quando o amor passa a atrapalhar a vida da pessoa e ela começa a magoar a si mesma, ao companheiro ou às pessoas próximas, está na hora de ligar o sinal de alerta e procurar a ajuda de um psiquiatra”, diz Andrade. (Fonte: Saúde- Gazeta do Povo) O que você acha deste remédio natural? Comente, até breve /*--*/

Brasileiro trabalhou mais para comprar cesta básica

Brasileiro trabalhou mais para comprar cesta básica Com a alta nos preços dos produtos da cesta básica verificada em 16 das 17 capitais, em outubro, o tempo de trabalho necessário para comprar o conjunto de alimentos subiu. Enquanto em setembro foram necessárias 91 horas e 4 minutos para adquirir produtos essenciais, no décimo mês do ano, a jornada exigida foi de 94 horas e 11 minutos. Os números são da Pesquisa Nacional da Cesta Básica, divulgada no dia 04/11 pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). Em outubro do ano passado, a mesma cesta exigia cerca de três horas a mais de trabalho. Cesta exige mais tempo de trabalho em SP Em outubro, São Paulo foi a capital onde as pessoas mais precisaram trabalhar para comprar a cesta básica, com 109 horas e 29 minutos. Em seguida, aparece a cidade de Porto Alegre (106 horas e 29 minutos) e, em terceiro, Curitiba (100 horas e 4 minutos). As capitais onde as pessoas tiveram de trabalhar menos, na comparação com as demais cidades, em outubro, foram Aracaju (74 horas e 22 minutos), João Pessoa (80 horas e 23 minutos) e Fortaleza (83 horas e 25 minutos). (Fonte: InfoMoney) Comente sobre esta matéria! Até breve...muito breve, QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA TERÇA-FEIRA!