quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Preços de genéricos: 52,41% mais baratos

Preços de genéricos: 52,41% mais baratos Pesquisa feita pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor de São Paulo (Procon-SP) encontrou diferenças de preço de até 1.181,52% entre os medicamentos genéricos e de até 122,23% entre os remédios com marcas comerciais. O levantamento foi feito de 3 a 5 de novembro em 15 drogarias de cinco regiões do município de São Paulo. O Procon-SP constatou também que, em média, os medicamentos genéricos são 52,41% mais baratos que os com marcas comerciais. Entre os medicamentos genéricos, a maior diferença constatada foi no preço do diclofenaco sódico, com 20 comprimidos de 50 miligramas (mg). O maior preço encontrado foi R$ 11,79 (em um estabelecimento da zona oeste), enquanto o menor preço foi de R$ 0,92 (em um estabelecimento da zona Sul). A diferença em valor absoluto é de R$ 10,87, ou 1.181,52%. Entre os medicamentos com marcas comerciais, a maior diferença encontrada foi no preço do remédio Amoxil (amoxicilina), do fabricante Glaxosmithkline, 21 cápsulas de 500 mg. O maior preço encontrado foi de R$ 49,18 (em um estabelecimento da zona oeste) e o menor, R$ 22,13 (em uma drogaria da região oeste). A diferença é de R$ 27,05 em valor absoluto, ou 122,23%. Um estabelecimento da região sul foi o que apresentou a maior quantidade de produtos com menor preço (43 produtos dos 52 encontrados), do total de itens comparados. O órgão recomenda aos consumidores que, antes comprar medicamentos, façam uma criteriosa pesquisa de preço e consultem a Lista de Preços Máximos (PMC) dos remédios, disponível no site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) - www.anvisa.gov.br - e nas listas de preços que devem estar disponíveis ao consumidor nas farmácias e drogarias. (Fonte: Agência Brasil) É preciso estar atento aos preços de medicamentos, muitas vezes com poucas ligações às farmácias ou até mesmo pouquíssimos passos a mais, encontramos grandes diferenças que certamente o nosso bolso agradecerá. E se o medicamento é o mesmo, porque não economizar? Comente, até breve...muito breve!
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Famílias têm 30% da renda comprometida até o Natal

Famílias têm 30% da renda comprometida até o Natal O Banco Central do Brasil já alertou para o excessivo endividamento das famílias brasileiras em 2010. Dados divulgados pela autoridade monetária mostram que, nos últimos cinco anos, o número de brasileiros com dívidas superiores a R$ 5.000,00 saiu de 10 para 25,7 milhões. Na média, cada tomador teria uma dívida de R$ 20.185, o equivalente a quase 40 salários mínimos. A maior parte das dívidas se concentra no chamado empréstimo pessoal e se refere ao crédito consignado e às operações tradicionais, com débito em conta-corrente ou mesmo em carnês, seguida dos veículos e, por fim, os financiamentos para casa própria. O Bacen deixou o alerta de que o número de endividados pode ser maior, já que o estudo só avaliou a população bancarizada. Seus analistas temem que um percentual não desprezível desses endividados possam ter contraído dívidas superiores às suas capacidades de pagamento, favorecendo a inadimplência nos próximos períodos. O crescimento da economia, o aumento do emprego, da renda e a farta oferta de crédito são as principais razões para o aumento do endividamento. Agora é a vez do IPEA, com seu Índice de Expectativa das Famílias. A instituição mostrou que, em outubro, 51,4% das famílias brasileiras estavam endividadas. Revela ainda que as famílias que ganham entre cinco e dez salários mínimos e as que recebem de dois a quatro estão mais endividadas: 57,7% e 57,6%, nesta ordem. Essas famílias declaram ter dívidas, contra 43,6% dos brasileiros que ganham até um salário mínimo. O estudo revela outro aspecto curioso. Mostra que o percentual daqueles que se dizem muito endividados é maior entre os que afirmam não ter renda (16,7%). Entre os mais endividados estão famílias com renda maior do que dez salários mínimos: 11,9% afirmam estar muito endividados. Entre os que recebem de um a dois salários mínimos, o grau de endividamento alcançou 49,9%. Entre os que ganham de quatro a cinco salários, o percentual atingiu 54,7% e, dos que ganham acima de dez, 48,8% têm dívidas. Em relação aos que declaram não ter renda, 45,8% estão endividados. A pesquisa constatou que as mulheres contraem mais dívidas que os homens, 53% delas têm dívidas e 8,3% estão muito endividadas. Já entre o público masculino, os percentuais são 48,5% e 7,6%, respectivamente. Essa situação é agravada com a aproximação das festas de final de ano. Estudo realizado pelo Instituto de Pesquisas Fractal aponta que mais de 30% da renda dos entrevistados estão comprometidas com pagamentos de empréstimos até o Natal. Além disso, 11% dos endividados declararam que não será possível pagar suas dívidas. Os resultados apontam para um consumo movido a crédito e para uma inflação de demanda sustentada pelo estímulo ao endividamento excessivo. Poupança e investimentos individuais foram ao longo dos últimos anos desestimulados. As famílias consumiram muito. Entretanto, os números apontam para sua fragilidade financeira. A elevação das taxas de juros pode agravar ainda mais o quadro dessas famílias e tornar a inadimplência um fenômeno expressivo no quadro do crédito brasileiro no 1º trimestre de 2011. A investigação da Fractal revelou ainda um aumento nos gastos em alimentação. Em média, a população entrevistada na cidade de São Paulo, dedica cerca de 26% de seus ganhos com esses itens de consumo. Em camadas ainda mais pobres, o percentual chegou a até 32,5%. Esse comportamento explica o uso intensivo de cartões de crédito nos supermercados, em todas as classes. Com a alta dos preços e dos juros, o poder aquisitivo se contrai e será necessário reduzir os gastos para equilibrar os orçamentos familiares. Mas o Ministério da Fazenda insiste em afirmar que o endividamento das famílias brasileiras é um dos menores do mundo. Compara nosso grau de endividamento ao dos países desenvolvidos e conclui que a proporção do endividamento das famílias no país em relação ao Produto Interno Bruto é baixo, embora, tomado os últimos anos, o mercado de crédito brasileiro tenha crescido a uma taxa de 15% ao ano. No esforço de mostrar crescimento, o governo voltou-se à expansão do crédito. O país manteve seus investimentos calcados na poupança externa. Incentivou todas as formas de gastar e estimulou o endividamento individual. As iniciativas de solução ao problema do crédito ficaram cingidas aos agentes privados, que têm empreendido esforços para ensinar as famílias, principalmente as de menor poder aquisitivo, como estruturar sua saúde financeira e abrir possibilidades para a formação de suas poupanças, evitando o endividamento excessivo. (Fonte:Celso Grisi - Executivos Financeiros) É preciso estar de olho no orçamento familiar, para então ter ótimas festas de final de ano, sem preocupações com as dívidas que deixamos pelo ano... QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA QUARTA-FEIRA! Comente logo abaixo; /*--*/

Analgésico é ligado a alergias em crianças

Analgésico é ligado a alergias em crianças

O uso do paracetamol em crianças pode estar ligado ao desenvolvimento de alergias e asma mais tarde em suas vidas, segundo um estudo.

Mas maiores pesquisas são necessárias para esclarecer essa descoberta, e os benefícios do paracetamol para controlar a febre ainda são maiores do que o potencial para o desenvolvimento posterior de alergias, disse Julian Crane, professor da Universidade de Otago, em Wellington, autor do estudo.

"O problema é que o paracetamol é dado livremente às crianças", afirmou.

O relatório, publicado na revista "Alergia Clínica e Experimental", é baseado no Estudo Cohort em Asma e Alergia, da Nova Zelândia, que investigou o uso de paracetamol em 505 crianças na cidade de Christchurch e 914 crianças entre 5 e 6 anos de idade na mesma cidade para ver se desenvolviam sinais de sensibilidade para asma ou alergias.

"A maior descoberta foi que crianças que usam paracetamol antes dos 15 meses de idade (90 %) tinham mais de três vezes maior probabilidade de se tornarem sensíveis a substâncias alérgicas e duas vezes mais probabilidade de desenvolver asma aos 6 anos em relação às crianças que não usam paracetamol", disse Crane, em comunicado.

"No entanto, ainda não sabemos por que isso ocorre. Precisamos de testes clínicos para ver se essas associações são causais ou não, e esclarecer o uso dessa medicação."

Mas as descobertas mostram um risco maior para aqueles com graves sintomas de asma.

Ele disse que na falta de outras opções e estudos confirmando uma ligação causal, o paracetamol deveria continuar sendo usado por enquanto.

"Se eu tivesse um filho com febre, eu lhe daria paracetamol", acrescentou. (Fonte: Folha.com)

É aquela velha história...'tudo com moderação, sempre!'

ainda mais se tratando de medicamentos!

Comente.

Até breve...muito breve!

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terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Crise anunciada

Crise anunciada

Especialistas dizem como vencer os dilemas e encarar as transformações que ocorrem a partir da meia idade.

Estabilidade no trabalho, casamento sólido, casa própria quitada. Assim deve estar a vida aos 40 anos. Quem dá conta de tanta exigência? As transformações vão além do espelho. As mudanças que o tempo provoca nos corpos e mentes de homens e mulheres podem desencadear terremotos em todas as áreas, da afetiva ao desempenho profissional. Os dilemas da meia idade, asseguram especialistas, não dependem de gênero. As pressões vêm de todos os lados. É tempo de emprego estável, de ser dono da própria casa, de ter uma boa conta bancária, de exibir um corpo saudável e em forma, além de uma prole equilibrada. Poucos dão conta. "Essa é uma fase em que os questionamentos tornam-se frequentes e a pessoa apresenta sintomas de ansiedade por se importar muito com o que os amigos observam de suas próprias mudanças físicas", afirma a psicóloga Catharina Arnoldi. Se a cabeça não está bem o corpo padece. "Os primeiros sintomas de que a crise está se instalando são dores de cabeça, enxaqueca, problemas de pressão. Diante da vulnerabilidade do organismo, é comum surgirem dificuldades respiratórias como bronquite, asma, pneumonia, falta de ar. Além de problemas de pele, acidez estomacal, disenterias, gastrite. Ou seja, cada um expressa de uma forma", aponta Catharina. Homens e mulheres são afetados com a mesma intensidade, mas em aspectos distintos. Enquanto elas se envolvem mais com as questões familiares e afetivas, o sexo oposto preocupa-se mais com o aspecto profissional e financeiro. "Os homens têm mais dificuldade em admitir o problema e procurar ajuda. Preocupam-se, fundamentalmente em não demonstrar fragilidade", avalia a psicóloga. Adaptação torna-se, assim, uma palavra-chave. "A palavra crise vem do grego krisis, e significa decisão. Portanto, uma crise se refere a um momento decisivo em algum assunto de importância. Toda crise gera mudanças pois quebra a continuidade, mudanças que obrigam a abandonar algumas coisas e adotar outras", analisa a psicóloga Ana Maria Heinsius. A fase, portanto, pode significar revisão e, muitas vezes, mudança de rota. "Conviver e aceitar o fato de estar envelhecendo é o primeiro passo para não sofrer tanto com a tal crise. E se você se estuda, faz um acompanhamento do seu corpo, fica mais atento como ele funciona, terá mais facilidade de detectar a crise antes que as doenças se instalem", conclui Catharina.

(Fonte: Mais de 50)

Toda crise gera mudanças, pois quebra a continuidade,

aí então é chegada a hora de abandonar algumas coisas

e adotar outras, sempre colocando na balança o que

será melhor para você!

A idade pouco importa, você deve estar sempre em BUSCA da sua FELICIDADE! Comente,

QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA TERÇA-FEIRA!

4 mitos sobre pressão arterial

4 mitos sobre pressão arterial

1. Quando a pressão está baixa, colocar uma pitada de sal embaixo da língua resolve?

MITO: Pode elevar temporariamente o nível da pressão, mas não é a melhor forma de resolver. Para elevar a pressão, o corpo deverá reter líquido e isso não acontece imediatamente com a ingestão de sal. A forma ideal para amenizar os desconfortos da pressão baixa é tomar muito líquido, por exemplo, água e, caso esteja muito sintomático, deitar-se no chão mantendo as pernas levantadas acima da cabeça.

2. Hipertensos não podem fazer atividade física?

MITO: Eles podem fazer, mas após avaliação de um cardiologista, dependendo da idade, com a realização prévia do teste de esforço. Além disso, pode ser muito útil o acompanhamento por parte de um professor de educação física. Os exercícios promovem melhor adaptação do coração e dos vasos às alterações fisiológicas que ocorrem nos momentos de estresse físico e mental, ajudam na perda de peso, melhoram o controle do diabetes e diminuem o estresse, pois propiciam maior socialização do indivíduo.

3. Musculação ajuda a controlar a pressão alta?

MITO: O hipertenso pode fazer musculação apenas após avaliação criteriosa do cardiologista, lembrando que essa prática pode até mesmo piorar a hipertensão.

4. Histórico familiar de pressão alta indica que a pessoa será hipertensa?

MITO: Ela deve ficar atenta, mas não necessariamente terá o problema, embora o fator genético seja fundamental. Fatores como fumo, álcool, sedentarismo, má alimentação e obesidade também são relevantes para determinar quem será ou não hipertenso.

(Fonte: Uol - Redação do Portal “O que eu tenho?”)

Sempre que passamos mal, com pressão baixa, logo corremos

colocar sal embaixo da língua, mas não é o correto, pois precisamos

que o corpo retenha líquido e o melhor a fazer é beber sempre a famosa

e boa ÁGUA!

Comente, até breve...muito breve!

Ah, você já tomou água hoje?

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Bebedeiras nos fins de semana aumentam o risco cardíaco, diz estudo

Bebedeiras nos fins de semana aumentam o risco cardíaco, diz estudo

Homens moradores da cidade de Belfast, Irlanda do Norte, local aonde beber grandes quantidades de bebidas alcoólicas nos fins de semana é um fato comum, são muito mais propensos a sofrer complicações cardiovasculares do que os homens franceses, cujo consumo total de álcool costuma ser maior,no entanto, é distribuído uniformemente ao longo da semana. Esta é a principal constatação de pesquisadores franceses da Universidade de Toulouse (França).

Um estudo que inclui cerca de 10.000 homens de meia-idade descobriu que os homens de Belfast apresentam um risco relativo 76% maior de sofrer uma infarto do miocárdio (ataque cardíaco) ou morte de origem cardíaca, quando comparados com os homens franceses da mesma idade, após o ajuste de outros fatores de risco cardiovascular.

O consumo regular e moderado de álcool ao longo da semana, padrão típico dos homens de meia idade na França, está associado a um baixo risco de doença isquêmica do coração (obstruções das artérias do coração por placas de gordura), enquanto que as grandes ingestões de álcool nos fins de semana (padrão binge drinking), mais prevalente entre os homens de Belfast, confere um maior risco cardiovascular", disseram os autores do estudo.

Os abstêmios franceses eram significativamente mais propensos a sofrer eventos cardiovasculares do que os bebedores regulares, que apresentaram uma taxa de risco um pouco menor. Esta associação não foi observada entre os homens de Belfast.

"Existem fortes evidências que o consumo moderado e regular de bebidas alcoólicas, seja o vinho, cerveja ou destilados, ajuda a prevenir um ataque cardíaco. Embora o presente estudo apresente limitações, os homens de meia idade devem estar cientes de que, se eles são bebedores irregulares e pesados, as possíveis propriedades cardioprotetoras do consumo moderado de álcool se perde, e, ao contrário, eles podem estar sob um risco aumentado de ter um ataque cardíaco. Vale a pena ressaltar que o consumo regular e moderado de álcool não deve ser estimulado com a finalidade de proteger o coração", concluem os autores do estudo.

(Fonte: Uol – Saúde - British Medical Journal)

QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA SEMANA!

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Quantos anos a mais você quer?

Quantos anos a mais você quer? Descubra os hábitos que prolongam a vida e saiba como ganhar até dez anos extras. O brasileiro vive mais e, ano a ano, ganha mais tempo, diz o IBGE. Chegamos a uma expectativa média de 73,17 anos, em 2009, segundo os últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Se a esperança de vida já se alonga, é possível esticar, na prática, esse tempo, apregoam cientistas em todo o mundo. Sabendo escolher a pesquisa a seguir, é possível ganhar até dez anos além. O casamento, por exemplo, quem diria, pode render pelo menos quatro anos, dependendo do tipo de união e de convivência que se estabeleça. Consumir álcool com moderação, mas diariamente, também rende frutos na tábua da longevidade. Nós reunimos os principais estudos que demonstram a chave para chegar lá. Confira abaixo. Comer chocolate: um ano. Um estudo realizado na Universidade de Harvard resultou em uma ótima notícia para os chocólatras. Os participantes da pesquisa que comiam de uma a três barras de chocolate meio amargo por mês viviam cerca de um ano a mais que os abstêmios do doce. O chocolate pode prolongar a vida porque o cacau, sua matéria prima, é riquíssimo em antioxidantes, e isso evita o envelhecimento da pele, ajuda a controlar o colesterol e traz diversos outros benefícios. “Ele ajuda a combater o envelhecimento precoce”, explica a nutricionista Andréia Gomes. Sem exageros, o chocolate pode ser comido sem culpa. Beber álcool: de dois a cinco anos. Um estudo publicado no The Journal of Epidemiology and Community Health (Jornal de Epidemiologia e Saúde Comunitária, em tradução livre) comprovou que além de trazer benefícios à saúde, como o Maisde50 já mostrou, o álcool pode aumentar a expectativa de vida. A pesquisa acompanhou 1.400 homens por 40 anos e observou que aqueles que ingeriam uma média de 20 gramas de álcool por dia viviam cerca de dois anos a mais que os que não bebiam ou exageravam na quantidade. Se também fossem consumidas dois gramas diárias de álcool vindo do vinho, mais três anos eram acrescentados. “Uma taça de vinho tinto ao dia é altamente recomendada”, diz Gomes. Ser feliz: dez anos. Um grupo de pesquisadores da Universidade de Kentucky estudou um grupo de freiras e observou que aquelas que eram mais felizes e repletas de emoções positivas viviam cerca de uma década a mais que as outras. Então, nada de estresse e preocupação. Para viver mais, é preciso relaxar, aproveitar as coisas simples e fazer da busca pela felicidade uma prioridade na vida. Manter o peso ideal: de três a dez anos. Estudiosos da Universidade de Oxford descobriram, com base em pesquisas principalmente européias e norte americanas, que a obesidade moderada pode reduzir a vida em três anos, enquanto que a severa pode roubar uma década inteira da expectativa de vida de uma pessoa. “A gordura em excesso pode promover o aparecimento de doenças degenerativas”, afirma Gomes. Comer bem: até 6,6 anos. Especialistas da Universidade de Erasmus, na Holanda, desenvolveram uma dieta saudável e saborosa que pode esticar a vida em cerca de 6,6 anos. O cardápio se baseia em frutas, vegetais, peixes, alho, amêndoas, chocolate e vinho. Além de aumentar a longevidade, a dieta ajuda a combater problemas cardíacos. E não pesa no bolso. Praticar exercícios: 3,7 anos. Também na Universidade de Erasmus, pesquisadores acompanharam mais de cinco mil pessoas de meia idade e idosas e observaram que aqueles que praticavam exercícios moderadamente viviam até 3,7 anos a mais que os outros. O principal fator do aumento do tempo de vida é que exercícios físicos ajudam a impedir doenças cardíacas. Fazer uma caminhada de 30 minutos cinco dias por semana já dá conta do recado. Ter uma atitude positiva: 7,5 anos. Ver o avançar da idade com bons olhos aumenta a expectativa de vida, é o que descobriram pesquisadores da Universidade de Yale. Acompanhando um grupo de 600 indivíduos com mais de 50 anos e suas percepções de envelhecimento, os cientistas notaram que aqueles que eram otimistas e aceitavam bem as mudanças que o tempo trazia à mente e ao corpo viviam em média 7,5 anos a mais que os que se postavam negativamente com relação ao processo. Sorrir para a segunda metade da vida é uma das chaves para vivê-la por mais tempo. Se casar: de quatro a dez anos. O casamento pode aumentar a vida em até quatro anos para mulheres e dez para homens, segundo um estudo da Universidade de Chicago. Homens casados vivem mais porque adotam menos riscos e um estilo de vida mais saudável. Já as mulheres casadas estendem a vida graças ao bem estar financeiro proporcionado pelo casamento. (Fonte: Mais de 50) Siga estas dicas e tenha muitos anos a mais, Afinal, nenhuma delas é ruim, não? Sempre com moderação /*--*/ Até breve...muito breve!