sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Familiares gastadores: como lidar e fazê-los economizar mais?

Familiares gastadores: como lidar e fazê-los economizar mais? A situação é comum para muitas famílias brasileiras: com o orçamento apertado, é necessário diminuir os gastos, mas alcançar o equilíbrio financeiro é muito mais difícil do que se esperava. Isso porque, embora alguns membros se esforcem para diminuir os gastos, outros não conseguem ter a mesma iniciativa, prejudicando as contas da casa. Para a consultora em saúde financeira Suyen Miranda, é possível adotar algumas medidas para lidar com essas pessoas e fazer com que contribuam mais na economia de dinheiro. Filhos consumistas Se falta ajuda dos filhos adolescentes para gastar menos e reduzir as despesas, a dica de Suyen é conversar com eles de forma amigável, sem o tom de dono da verdade, para explicar que as contas de consumo são maiores do que a entrada de dinheiro. "Noto que é raro o adolescente que tem uma visão clara de quanto as coisas da casa custam, pois os pais raramente compartilham dados sobre o preço da escola, da luz, etc e isso faz com que os filhos acreditem que há um depositário sem fim de dinheiro para bancar tudo isso. E eles não pensam assim por mal, simplesmente porque não foram estabelecidos limites claros no tocante a dinheiro", explica. Já se os filhos, ou até mesmo o cônjuge, só pensam em comprar coisas de marcas, caras e modernas, é necessário explicar que, antes de gastar, é preciso planejar a compra. "Ninguém pode comprar tudo o que quer na hora que quer, mesmo quando tem recursos para isso, pois, antes de tudo, quem lida bem com o dinheiro tem controle e planejamento para a realização de seus objetivos", diz a consultora. Ela também lembra que isso vale para o jovem que recebe mesada, pois quanto mais cedo for modificado esse comportamento, mais aumentam as chances de ter uma vida financeiramente saudável. Já se o descontrole vem do cônjuge, a conversa franca e direta é a dica de Suyen. "Vale o parceiro tomar a iniciativa de mostrar que as contas da casa estão num patamar, e que o consumo desenfreado ou mesmo não planejado tem afetado não só as contas, mas principalmente o emocional de quem está bancando tudo isso", explica. (Fonte: Roberta de Matos Vilas Boas) Acredito que a principal lição é: Explicar aos filhos que as contas de consumo são maiores do que a entrada de dinheiro! Comente a matéria logo abaixo. QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA SEXTA-FEIRA E UM MA-RA-VI-LHO-SO FIM DE SEMANA!/*--*/

Doces também têm sódio

Doces também têm sódio Mineral, que está presente no sal grosso e no de cozinha, também é encontrado em alimentos que contêm adoçantes e conservantes. Há quem evite alimentos muitos salgados por medo dos efeitos negativos do sódio, elemento presente no sal e que, se consumido em excesso, pode causar hipertensão. Só que o componente faz parte de uma gama de alimentos muito maior – e que inclui bolos, cereais, biscoitos, panetones, refrigerantes e o tão tradicional pão francês. Isso ocorre, como explica a nutricionista e professora da Faculdade Evangélica, Kettelin Argo, porque o sódio faz parte de ingredientes comuns na culinária, como conservantes (nitrito de sódio e nitrato de sódio), adoçantes (ciclamato de sódio e sacarina sódica), fermentos (bicarbonato de sódio) e realçadores de sabor (glutamato monossódico). Ou seja, para fazer uma massa de pão, bolo ou biscoito de qualidade, também é preciso de sódio. O assunto preocupa a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No último dia 18 de novembro, a entidade divulgou uma pesquisa que aponta que a quantidade do componente nos alimentos industrializados é grande. O sódio nos doces, às vezes, não tem níveis significativos – o problema é que os porcentuais somam-se a todos os outros alimentos que a pessoa ingere durante o dia, e muitas vezes ela se esquece deles. Tudo entra na conta total do sódio. Um adulto pode ingerir, no máximo, 2.400 mg de sódio por dia. Um bom exemplo são os refrigerantes, que, mesmo sem ter quantidade significativa do mineral, apresentam bastante diferença entre as versões light e normal. De acordo com a pesquisa da Anvisa, os refrigerantes à base de cola têm uma média de 54 mg de sódio por litro, enquanto suas versões de baixa caloria tem 97 mg por litro. O mesmo acontece com os refrigerantes de guaraná – são 81 mg de sódio por litro da versão normal contra 147 mg por litro na variação light. “Isso acontece por conta do ciclamato de sódio presente nas versões de baixa caloria dos refrigerantes”, explica a engenheira de alimentos e professora da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) Cinthia Bittencourt Spricigo. A Anvisa determinou a redução da concentração de dois adoçantes nas bebidas light: a sacarina e o ciclamato, principalmente pelo teor de sódio que estas substâncias agregam ao produto. “As empresas têm três anos para se adequarem à nova legislação. O prazo final para implementação das modificações termina em março de 2011”, diz Kettelin Argo. Alimentação infantil A cena é tão comum nos filmes quanto na vida real: os cereais matinais figuram na lista dos preferidos das crianças e adolescentes. Mas é preciso estar atento aos níveis de sódio que o produto pode ter. A portaria 36/1998 da Anvisa regulamenta que, nos alimentos para crianças de até três anos, o mineral não exceda a quantia de 100 mg por 100 gramas do produto. Por isso, uma porção de 30 gramas de cereal de chocolate (uma tigelinha), que tem 192 mg de sódio, não é recomendada para esta faixa etária. “Uma criança de um a três anos deve consumir, por dia, no máximo 225 mg desse mineral – ou seja, uma única porção de cereal equivale a quase 90% das suas necessidades diárias”, explica a nutricionista Kettelin Argo. Para crianças um pouco mais velhas, que podem ingerir até 400 mg de sódio, a mesma porção representa mais de 50% das necessidades diárias. Outro problema com relação às crianças é a quantidade ingerida de determinados produtos. Cada três biscoitos recheados de chocolate têm, em média, 89 mg de sódio. Se ela ingerir o pacote todo, ou seja, aproximadamente 165 g, estará ingerindo 490 mg do mineral. (Fonte: Gazeta do Povo) Quem não ficou com água na boca de ver esta imagem? Bomba de chocolate! Literalmente uma bomba, mas difícil de resistir! Confesso que até demorei para encontrar esta imagem, A imagem! Mas é preciso ir com calma, nada de sair devorando... O consumo do sal em excesso, pode causar a hipertensão. Até breve...muito breve!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Estratégias para educar financeiramente os filhos

Estratégias para educar financeiramente os filhos Engana-se quem pensa que a educação financeira já faz parte da rotina das famílias brasileiras. Não poderia ser diferente, se pensarmos nos anos e anos que o Brasil viveu em meio à hiperinflação. Mas os tempos de estabilização vieram para ficar e, agora, mais do que nunca, é possível planejar o orçamento, bem como ensinar aos filhos como fazer isso. De acordo com o educador financeiro Álvaro Modernell, os pais não conseguem educar os filhos financeiramente porque encontram três problemas: como se aproximar das crianças, como falar do assunto na linguagem delas e como despertar o interesse dos filhos para o assunto. "Cada um tem de encontrar uma maneira, não tem uma receita de bolo", ressaltou. Porém, tratar o tema de maneira muito séria não vai ser interessante para os pequenos. A forma mais adequada, na opinião de Modernell, seria aliar a educação financeira a um assunto de interesse das crianças. Como fazer isso? Ele exemplificou da seguinte maneira: seu filho adora futebol e quer uma bola nova. Antes de comprá-la, pesquise preços, escolha a melhor marca e reflita sobre a necessidade da aquisição. "Não diga o não pelo não nem o sim pelo sim. Neste último caso, você se livra de um problema dizendo sim, mas perde a oportunidade de educar seu filho financeiramente", disse Modernell. De acordo com ele, os filhos devem estar envolvidos no orçamento, mesmo que eles não queiram saber das contas da família. "Mostre com base em um interesse que ele possui". A partir de quando? Uma dúvida que muitos pais têm é em relação a que idade começar a falar de finanças com os filhos. A resposta do educador financeiro é "depende muito da maturidade da criança, mas, a partir dos cinco, seis, sete anos de idade, pode-se usar a estratégia do interesse". Já a planejadora financeira Myrian Lund disse que, a partir do momento em que a criança está alfabetizada e aprende a lidar com os números, o que acontece em torno dos sete anos, ela já pode começar a ser estimulada. "Primeiro ela tem de ter essa noção dos números", destacou. A planejadora ainda disse que, além de dar uma mesada, o que ajuda bastante na educação financeira, os pais devem aprender a premiar os filhos que conseguem guardar dinheiro. "É preciso estimular a juntar dinheiro, que é a grande cultura que falta hoje. Isso ainda é uma dificuldade na população em geral". Um outro passo interessante é, à medida que o filho crescer, fazer uma poupança para ele, com o dinheiro que for guardado ao longo do tempo. "Quando a criança junta, o ideal é que o dinheiro fique na mão dela. Depois, abre-se uma poupança com o nome dela, desvinculada da conta dos pais", acrescentou, para que não haja o risco de os adultos mexerem nesse dinheiro. Deixe as crianças darem sugestões Myrian afirmou que os pais têm de se acostumar a fazer uma "mesa redonda" com os filhos, para que eles os escutem. "Por exemplo: a conta de telefone disparou. Então, você faz uma reunião e diz estamos com problemas, o que faremos para resolver? Normalmente, os pais já chegam com uma solução, mas o que ajuda os filhos é colocar o problema e deixar que eles deem soluções". Para isso, porém, é preciso estar aberto ao diálogo, o que ajudará a criança a ter um relacionamento melhor com o dinheiro no futuro. (Fonte: Flávia Furlan Nunes) E você, como está lidando com seu filho sobre este assunto? Está sendo fácil? Comente logo abaixo, QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA QUINTA-FEIRA! /*--*/

Preços de genéricos: 52,41% mais baratos

Preços de genéricos: 52,41% mais baratos Pesquisa feita pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor de São Paulo (Procon-SP) encontrou diferenças de preço de até 1.181,52% entre os medicamentos genéricos e de até 122,23% entre os remédios com marcas comerciais. O levantamento foi feito de 3 a 5 de novembro em 15 drogarias de cinco regiões do município de São Paulo. O Procon-SP constatou também que, em média, os medicamentos genéricos são 52,41% mais baratos que os com marcas comerciais. Entre os medicamentos genéricos, a maior diferença constatada foi no preço do diclofenaco sódico, com 20 comprimidos de 50 miligramas (mg). O maior preço encontrado foi R$ 11,79 (em um estabelecimento da zona oeste), enquanto o menor preço foi de R$ 0,92 (em um estabelecimento da zona Sul). A diferença em valor absoluto é de R$ 10,87, ou 1.181,52%. Entre os medicamentos com marcas comerciais, a maior diferença encontrada foi no preço do remédio Amoxil (amoxicilina), do fabricante Glaxosmithkline, 21 cápsulas de 500 mg. O maior preço encontrado foi de R$ 49,18 (em um estabelecimento da zona oeste) e o menor, R$ 22,13 (em uma drogaria da região oeste). A diferença é de R$ 27,05 em valor absoluto, ou 122,23%. Um estabelecimento da região sul foi o que apresentou a maior quantidade de produtos com menor preço (43 produtos dos 52 encontrados), do total de itens comparados. O órgão recomenda aos consumidores que, antes comprar medicamentos, façam uma criteriosa pesquisa de preço e consultem a Lista de Preços Máximos (PMC) dos remédios, disponível no site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) - www.anvisa.gov.br - e nas listas de preços que devem estar disponíveis ao consumidor nas farmácias e drogarias. (Fonte: Agência Brasil) É preciso estar atento aos preços de medicamentos, muitas vezes com poucas ligações às farmácias ou até mesmo pouquíssimos passos a mais, encontramos grandes diferenças que certamente o nosso bolso agradecerá. E se o medicamento é o mesmo, porque não economizar? Comente, até breve...muito breve!
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Famílias têm 30% da renda comprometida até o Natal

Famílias têm 30% da renda comprometida até o Natal O Banco Central do Brasil já alertou para o excessivo endividamento das famílias brasileiras em 2010. Dados divulgados pela autoridade monetária mostram que, nos últimos cinco anos, o número de brasileiros com dívidas superiores a R$ 5.000,00 saiu de 10 para 25,7 milhões. Na média, cada tomador teria uma dívida de R$ 20.185, o equivalente a quase 40 salários mínimos. A maior parte das dívidas se concentra no chamado empréstimo pessoal e se refere ao crédito consignado e às operações tradicionais, com débito em conta-corrente ou mesmo em carnês, seguida dos veículos e, por fim, os financiamentos para casa própria. O Bacen deixou o alerta de que o número de endividados pode ser maior, já que o estudo só avaliou a população bancarizada. Seus analistas temem que um percentual não desprezível desses endividados possam ter contraído dívidas superiores às suas capacidades de pagamento, favorecendo a inadimplência nos próximos períodos. O crescimento da economia, o aumento do emprego, da renda e a farta oferta de crédito são as principais razões para o aumento do endividamento. Agora é a vez do IPEA, com seu Índice de Expectativa das Famílias. A instituição mostrou que, em outubro, 51,4% das famílias brasileiras estavam endividadas. Revela ainda que as famílias que ganham entre cinco e dez salários mínimos e as que recebem de dois a quatro estão mais endividadas: 57,7% e 57,6%, nesta ordem. Essas famílias declaram ter dívidas, contra 43,6% dos brasileiros que ganham até um salário mínimo. O estudo revela outro aspecto curioso. Mostra que o percentual daqueles que se dizem muito endividados é maior entre os que afirmam não ter renda (16,7%). Entre os mais endividados estão famílias com renda maior do que dez salários mínimos: 11,9% afirmam estar muito endividados. Entre os que recebem de um a dois salários mínimos, o grau de endividamento alcançou 49,9%. Entre os que ganham de quatro a cinco salários, o percentual atingiu 54,7% e, dos que ganham acima de dez, 48,8% têm dívidas. Em relação aos que declaram não ter renda, 45,8% estão endividados. A pesquisa constatou que as mulheres contraem mais dívidas que os homens, 53% delas têm dívidas e 8,3% estão muito endividadas. Já entre o público masculino, os percentuais são 48,5% e 7,6%, respectivamente. Essa situação é agravada com a aproximação das festas de final de ano. Estudo realizado pelo Instituto de Pesquisas Fractal aponta que mais de 30% da renda dos entrevistados estão comprometidas com pagamentos de empréstimos até o Natal. Além disso, 11% dos endividados declararam que não será possível pagar suas dívidas. Os resultados apontam para um consumo movido a crédito e para uma inflação de demanda sustentada pelo estímulo ao endividamento excessivo. Poupança e investimentos individuais foram ao longo dos últimos anos desestimulados. As famílias consumiram muito. Entretanto, os números apontam para sua fragilidade financeira. A elevação das taxas de juros pode agravar ainda mais o quadro dessas famílias e tornar a inadimplência um fenômeno expressivo no quadro do crédito brasileiro no 1º trimestre de 2011. A investigação da Fractal revelou ainda um aumento nos gastos em alimentação. Em média, a população entrevistada na cidade de São Paulo, dedica cerca de 26% de seus ganhos com esses itens de consumo. Em camadas ainda mais pobres, o percentual chegou a até 32,5%. Esse comportamento explica o uso intensivo de cartões de crédito nos supermercados, em todas as classes. Com a alta dos preços e dos juros, o poder aquisitivo se contrai e será necessário reduzir os gastos para equilibrar os orçamentos familiares. Mas o Ministério da Fazenda insiste em afirmar que o endividamento das famílias brasileiras é um dos menores do mundo. Compara nosso grau de endividamento ao dos países desenvolvidos e conclui que a proporção do endividamento das famílias no país em relação ao Produto Interno Bruto é baixo, embora, tomado os últimos anos, o mercado de crédito brasileiro tenha crescido a uma taxa de 15% ao ano. No esforço de mostrar crescimento, o governo voltou-se à expansão do crédito. O país manteve seus investimentos calcados na poupança externa. Incentivou todas as formas de gastar e estimulou o endividamento individual. As iniciativas de solução ao problema do crédito ficaram cingidas aos agentes privados, que têm empreendido esforços para ensinar as famílias, principalmente as de menor poder aquisitivo, como estruturar sua saúde financeira e abrir possibilidades para a formação de suas poupanças, evitando o endividamento excessivo. (Fonte:Celso Grisi - Executivos Financeiros) É preciso estar de olho no orçamento familiar, para então ter ótimas festas de final de ano, sem preocupações com as dívidas que deixamos pelo ano... QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA QUARTA-FEIRA! Comente logo abaixo; /*--*/

Analgésico é ligado a alergias em crianças

Analgésico é ligado a alergias em crianças

O uso do paracetamol em crianças pode estar ligado ao desenvolvimento de alergias e asma mais tarde em suas vidas, segundo um estudo.

Mas maiores pesquisas são necessárias para esclarecer essa descoberta, e os benefícios do paracetamol para controlar a febre ainda são maiores do que o potencial para o desenvolvimento posterior de alergias, disse Julian Crane, professor da Universidade de Otago, em Wellington, autor do estudo.

"O problema é que o paracetamol é dado livremente às crianças", afirmou.

O relatório, publicado na revista "Alergia Clínica e Experimental", é baseado no Estudo Cohort em Asma e Alergia, da Nova Zelândia, que investigou o uso de paracetamol em 505 crianças na cidade de Christchurch e 914 crianças entre 5 e 6 anos de idade na mesma cidade para ver se desenvolviam sinais de sensibilidade para asma ou alergias.

"A maior descoberta foi que crianças que usam paracetamol antes dos 15 meses de idade (90 %) tinham mais de três vezes maior probabilidade de se tornarem sensíveis a substâncias alérgicas e duas vezes mais probabilidade de desenvolver asma aos 6 anos em relação às crianças que não usam paracetamol", disse Crane, em comunicado.

"No entanto, ainda não sabemos por que isso ocorre. Precisamos de testes clínicos para ver se essas associações são causais ou não, e esclarecer o uso dessa medicação."

Mas as descobertas mostram um risco maior para aqueles com graves sintomas de asma.

Ele disse que na falta de outras opções e estudos confirmando uma ligação causal, o paracetamol deveria continuar sendo usado por enquanto.

"Se eu tivesse um filho com febre, eu lhe daria paracetamol", acrescentou. (Fonte: Folha.com)

É aquela velha história...'tudo com moderação, sempre!'

ainda mais se tratando de medicamentos!

Comente.

Até breve...muito breve!

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terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Crise anunciada

Crise anunciada

Especialistas dizem como vencer os dilemas e encarar as transformações que ocorrem a partir da meia idade.

Estabilidade no trabalho, casamento sólido, casa própria quitada. Assim deve estar a vida aos 40 anos. Quem dá conta de tanta exigência? As transformações vão além do espelho. As mudanças que o tempo provoca nos corpos e mentes de homens e mulheres podem desencadear terremotos em todas as áreas, da afetiva ao desempenho profissional. Os dilemas da meia idade, asseguram especialistas, não dependem de gênero. As pressões vêm de todos os lados. É tempo de emprego estável, de ser dono da própria casa, de ter uma boa conta bancária, de exibir um corpo saudável e em forma, além de uma prole equilibrada. Poucos dão conta. "Essa é uma fase em que os questionamentos tornam-se frequentes e a pessoa apresenta sintomas de ansiedade por se importar muito com o que os amigos observam de suas próprias mudanças físicas", afirma a psicóloga Catharina Arnoldi. Se a cabeça não está bem o corpo padece. "Os primeiros sintomas de que a crise está se instalando são dores de cabeça, enxaqueca, problemas de pressão. Diante da vulnerabilidade do organismo, é comum surgirem dificuldades respiratórias como bronquite, asma, pneumonia, falta de ar. Além de problemas de pele, acidez estomacal, disenterias, gastrite. Ou seja, cada um expressa de uma forma", aponta Catharina. Homens e mulheres são afetados com a mesma intensidade, mas em aspectos distintos. Enquanto elas se envolvem mais com as questões familiares e afetivas, o sexo oposto preocupa-se mais com o aspecto profissional e financeiro. "Os homens têm mais dificuldade em admitir o problema e procurar ajuda. Preocupam-se, fundamentalmente em não demonstrar fragilidade", avalia a psicóloga. Adaptação torna-se, assim, uma palavra-chave. "A palavra crise vem do grego krisis, e significa decisão. Portanto, uma crise se refere a um momento decisivo em algum assunto de importância. Toda crise gera mudanças pois quebra a continuidade, mudanças que obrigam a abandonar algumas coisas e adotar outras", analisa a psicóloga Ana Maria Heinsius. A fase, portanto, pode significar revisão e, muitas vezes, mudança de rota. "Conviver e aceitar o fato de estar envelhecendo é o primeiro passo para não sofrer tanto com a tal crise. E se você se estuda, faz um acompanhamento do seu corpo, fica mais atento como ele funciona, terá mais facilidade de detectar a crise antes que as doenças se instalem", conclui Catharina.

(Fonte: Mais de 50)

Toda crise gera mudanças, pois quebra a continuidade,

aí então é chegada a hora de abandonar algumas coisas

e adotar outras, sempre colocando na balança o que

será melhor para você!

A idade pouco importa, você deve estar sempre em BUSCA da sua FELICIDADE! Comente,

QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA TERÇA-FEIRA!