sexta-feira, 18 de março de 2011

Quer sair da casa dos pais? Veja o que levar em consideração

Não ter hora para chegar em casa, não precisar dar satisfações a ninguém sobre para onde e com quem vai, ficar mais perto do trabalho, da faculdade e dos amigos. Quando pensam em sair da casa dos pais, os jovens, geralmente, consideram apenas as vantagens. E esquecem um detalhe importante: conseguir a independência também envolve a independência financeira. Na verdade, o orçamento próprio representa 90% do que chamam de independência. Os outros 10% envolvem questões mais comportamentais e até psicológicas, mas que não são determinantes para uma vida a ser levada por conta própria. Morar sozinho ou com amigos sem ter nenhum tipo de responsabilidade financeira não requer nenhuma análise financeira sua. Mas se você pensa em sair da casa dos pais sem depender deles, é preciso olhar para o seu bolso e analisar se ele pode bancar você. Quem está entrando na vida adulta, iniciando uma carreira ou mesmo quem é mais experiente, mas que sempre viveu com os pais, terá alguma dificuldade em mensurar o peso financeiro de sair do ninho. E saber o valor exato de quanto custa essa decisão requer uma análise de si mesmo. “Quem é esse indivíduo?”, questiona o professor de pós-graduação da Trevisan Escola de Negócios, Ricardo Cintra. “Qual a fonte de renda que ele tem?”, completa. O especialista ressalta que saber se é possível sair da casa dos pais requer um planejamento financeiro muito bem apurado e que dimensione, detalhadamente, não apenas despesas e gastos, mas também reservas. “A primeira coisa que esse jovem tem de fazer é colocar tudo organizado em uma planilha”, ressalta o professor do Insper Ricardo Rocha. E é aí que as dúvidas surgem: o que considerar antes de decidir sair das casa dos pais? Você quer, mas e o seu bolso? Habitação, alimentação, transporte, faculdade, lazer, vestuário, despesas extras, despesas variáveis, saldo, receitas...olhar a planilha pela primeira vez pode gerar certo descontentamento e até assustar os jovens aspirantes a independentes. Mas é ela que vai dar a dimensão quase que exata se é possível dar esse passo. Sair da casa dos pais significa, quase que invariavelmente, pagar aluguel. “Nem acho interessante um jovem em início de carreira entrar em um financiamento de imóvel, dessa forma, o aluguel é a opção mais adequada nesse momento”, considera Rocha. E é o gasto com moradia que vai mais pesar na conta. “De maneira geral, esse gasto deve representar no máximo 30% da renda desse jovem”, calcula Cintra. Mas, fique atento, porque nesse percentual não entra apenas o valor do aluguel, mas também o do condomínio, água, energia, internet.... Ao lado dos gastos com moradia estão aqueles que se referem à alimentação. Ainda que a pessoa receba vale-refeição da empresa onde trabalha ou estagia, ele não é suficiente para arcar com os gastos que vai ter com o item. “Mesmo que ela almoce fora, ela vai ter de ter algum gasto com supermercado”, avalia Rocha. Lembre-se, o benefício é para o seu almoço. E como ficam as outras refeições? O item supermercado, se não for bem planejado, pode pesar no orçamento, pois, morando sozinho, você terá despesas que antes não tinha, como com material de limpeza, congelados, utensílios domésticos e outros itens que, aos poucos, você perceberá que são essenciais. Alimentação e supermercado não devem ultrapassar os 30%do total dos seus gastos mensais, calcula Cintra. Mais despesas A lista de despesas ainda não acabou. Nela, é preciso considerar outro item que pode pesar tanto quanto os demais: educação. Se você ainda faz faculdade e paga por ela, os gastos com o curso não podem ultrapassar os 30% da sua renda. Somando todos os itens mencionados até agora, você já tem 90% do seu orçamento comprometido. Nessa hora, é melhor refletir se não vale a pena deixar a ideia de sair da casa dos pais para depois. Mas, se você não paga faculdade ou mesmo se já está formado, pode completar a lista, que ainda conta com os gastos com transporte, normalmente arcados pela empresa onde você trabalha, e vestuário. Esses itens não pesam tanto no orçamento, considerando que não há necessidade de comprar roupas todos os meses e de que não se gasta com transporte muito além do que a empresa já cobre. E a lista segue com um item que gera controvérsias entre os jovens, o lazer. “O lazer não deveria ser uma necessidade primária, mas secundária”, afirma Cintra. Mas, para muitos, o item é de primeira grandeza – o que pode fazer qualquer orçamento estourar. Por isso, os gastos com lazer devem ser bem detalhados, para que você consiga saber o que dá para cortar ou não. Com esse item, os gastos não podem ultrapassar os 15% da renda. Se você está cogitando sair da casa dos pais, esses são os itens básicos que devem ser considerados, antes de você tomar essa decisão. Mas não são os únicos. “As pessoas esquecem os gastos menores”, considera Rocha. E são esses detalhes que podem encarecer o seu orçamento. Se no final de tudo isso a sua conta fechou certinho, não comemore. Para uma conta folgada A conta justinha impede que você tenha uma reserva para emergências. Essa reserva, na avaliação dos especialistas consultados, deve ser, ao menos de 5% a 10% da sua renda. Depois de colocar tudo isso na ponta do lápis, converse com alguém que já more sozinho há algum tempo para saber se você não está esquecendo de nada. “Aconselhar-se com colegas que estão nessa situação há pelo menos seis meses faz diferença”, acredita Cintra. Para ele, é possível um jovem com renda de R$ 1,5 mil sair da casa dos pais, mas colocando a criatividade em prática. “Compartilhar a moradia com amigos ajuda a diminuir os gastos com habitação”, diz o professor da Trevisan. Já com alimentação, comprar no supermercado e fazer a comida em casa podem promover uma economia e tanto. “Comer fora de casa pesa muito no orçamento”, afirma. Rocha, contudo, não acredita que, com menos de R$ 4,2 mil, dá para viver custeando a si próprio. “Quem tem uma renda mensal abaixo disso deve pensar bem”, diz. Nesse caso, o professor do Insper está considerando um jovem com estilo de vida da classe B e que não divida a moradia. Para ele, na hora de decidir sair ou não de casa, os jovens devem considerar uma questão: a capacidade de poupança. “Morar com os pais permite que esse jovem tenha uma poupança que ele não terá morando sozinho”, alerta. Aqueles que, mesmo com o orçamento justinho, querem seguir com o plano de morar sozinho, devem fazer ajustes no seu estilo de vida e adequá-lo aos seus ganhos. “Na hora em que eu assumo a responsabilidade de lidar com as minhas contas, tenho de realocar o meu orçamento”, reforça Rocha. Você está preparado para isso? (Fonte: InfoMoney) Ótimas dicas para os que estão pensando em sair da casa dos pais, é preciso sempre um bom planejamento, antes de qualquer decisão. Comente, até breve...muito breve! /*--*/

quinta-feira, 17 de março de 2011

Autoestima em sintonia com seu sucesso pessoal e financeiro

Existe uma mania que odeio em alguns brasileiros. Não é privilégio nosso, claro, mas temos uma tendência pessimista demais. Alguns dizem se tratar de cautela. Justificam o pessimismo exagerado como forma de estar prevenido e preparado para quando a oportunidade surgir. Esperar a oportunidade surgir e os problemas se resolverem são nossas especialidades. A culpa "é do sistema", nos vemos como vítimas. Quando o assunto é dinheiro, essa atitude pode ser fatal. Existem diversas variáveis que influenciam nossa capacidade de criar oportunidades e agir diante de realidades adversas, mas hoje irei citar e discutir uma das mais importantes: a autoestima. Crer na sua capacidade significa simplesmente que você é tão bom quanto qualquer outra pessoa. Trata-se de um princípio básico, mas poderoso, para dar cabo das coisas. Parece simples. Há, no entanto, diversos aspectos da autoestima que gosto de abordar. Antes de tudo, o seu ambiente cultural, familiar e educacional têm enorme influência e importância na formação de sua opinião, ponto de vista e de seu conceito sobre o mundo. Dito isso, lembre-se de sempre aplicar os conceitos que julgar úteis, pois esta é a maneira mais simples e fácil de fortalecer sua autoestima. Não existe regra, nem certo/errado. É preciso acreditar que, independentemente de suas ações, você terá sempre o mesmo valor e importância. Simplificando, a autoestima não depende do que você realmente é, mas sim das representações que faz de si mesmo, do que você pensa a seu respeito. E, então, de como age de acordo com esse quadro. Um exemplo simples que presenciei recentemente demonstra como não estamos preparados para lidar com a autoestima de uma maneira geral. Em uma cena normal do cotidiano, uma mãe está discutindo com seu filho de oito anos sobre suas teimosias. Ela então solta uma frase mais ou menos assim: "Você é uma criança muito ruim, irresponsável, que peste!". Passados alguns minutos, a mãe, fora de controle, repete as palavras em tom ainda mais rude. Tudo que ele fazia era falar muito alto, incomodando as pessoas. Ouvir mensagens assim, com relativa frequência, mexe com a autoestima do filho. Quanto ele já ouviu e ainda vai ouvir? Funciona? Ora, as crianças acreditam no que os adultos dizem. É preferível explicar e esbravejar sua crítica ao ato incorreto da criança, mas não transformá-la, prematuramente, em algo que ela não é. Momentos em que não nos controlamos acontecem, mas educar segundo o princípio da ferida não me parece inteligente. Crianças sem autoestima também crescem e se tornam adultos. Adultos que muitas vezes consideram perder um emprego como perder um amigo ou um parente. Elas sentem que perderam parte de si mesmas, entram em depressão , perdem o prazer de viver e muitas vezes adoecem. O exemplo pode ser associado às frustrações em geral. Você conhece alguém assim? Pois é, infelizmente eu também conheço. Agora adicione dinheiro, contas, investimentos e consumo a esse caldeirão de emoções, sentimentos represados, pressão cotidiana e baixa autoestima. A receita tem enormes chances de desandar. Gente sem amor próprio e motivação tende a ver o dinheiro como problema. Não raro, muitas consultorias e trabalhos de planejamento terminam por identificar uma falha maior no aspecto emocional. A falta de planejamento surge muito mais como consequência. Então pergunto: o que você faz? Você naturalmente irá começar a falar de trabalho, sua profissão, empresa em que atua etc. Que falta de imaginação. Experimente falar de você, do que gosta, porque decidiu-se por sua profissão e o que o diferencia das pessoas. O ouvinte vai interessar-se muito mais em você, que é o que realmente importa. Sobre autoestima e seu efeito no cotidiano, tenho algumas considerações: • Um bom começo é pensar se um determinado aspecto pessoal representa um obstáculo ou uma possibilidade. Há algo que você não gosta em você? Certo, mas também há algo que você faz melhor que ninguém. Pense nisso; • Explore sua beleza física. De todas as competências que alimentam a autoestima, o aspecto físico é o mais imediato, aquele que menos depende do contexto; • Elogios são sempre bem-vindos, mas depender deles para manter a sua autoestima elevada é um erro. Não podemos depender exclusivamente de algo que está fora de nosso controle. Aceite que nem todos irão reparar na sua transformação e viva com isso; • Evite a rotina. Ela impede você de diferenciar-se e valorizar-se; • Você não é Einstein e não conhece matemática como ele, mas isso não é motivo para se autodepreciar ou ficar deprimido. Saiba o suficiente e explore sua vocação; • Para imediatamente de se criticar. Relaxe. Aceite-se como você é e viva SUA vida. Quando você culpa a si mesmo exageradamente, tende a assumir grande parte da responsabilidade de todos os eventos ruins que ocorrem ao seu redor. O próximo passo pode ser a depressão; • É possível tornar nossa vida mais leve se diminuirmos o nosso senso crítico e dirigirmos o foco das nossas ações para a diversão; não para a perfeição. Não somos obrigados a aceitar o que o destino nos reserva. Polêmica, ou não, minha visão é de que podemos e devemos decidir. Àqueles que “tem tanta coisa para fazer”, que provavelmente dirão que este texto não passa de uma utopia, insisto: para vencer e manter sua autoestima, não adianta sonhar fora do escritório, ser feliz só depois do expediente. Valorize suas crenças, princípios e revolucione. A paz com seu bolso será uma das muitas consequências. Maravilhosas consequências. (Fonte: Dinheirama) Comente esta matéria logo abaixo, QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA QUINTA-FEIRA! /*--*/

Confira 8 dicas que fazem da alimentação uma aliada da saúde

Não é à toa que se fala tanto sobre alimentação balanceada. Ela realmente tem função fundamental na manutenção da saúde. Para tirar suas dúvidas sobre o que ingerir e as consequências de hábitos inadequados, confira as explicações abaixo do médico Vladimir Schraibman, especialista em gastrocirurgia e orientador de cirurgias robóticas da área de cirurgia geral e do aparelho digestivo do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo: 1) Erros alimentares trazem algumas consequências desagradáveis. Entre elas estão prisão de ventre, gastrite, disfunção da vesicular biliar, quadros como obesidade, desnutrição grave, disfunções hormonais; 2) Pães, carnes vermelha e massas em geral ingeridas em excesso podem levar à prisão de ventre, porque são pobres em fibras; 3) Ingestão excessiva de proteína pode agravar quadros renais, enquanto a de carboidratos pode levar à obesidade. A maioria das vitaminas consumidas em quantidade superior é eliminada pelo organismo; 4) Falta de vitaminas também leva a problemas diversos. A da vitamina C, por exemplo, pode causar escorbuto (caracterizada por hemorragias, alteração das gengivas e queda da resistência às infecções); 5) De modo geral, dietas equilibradas com carnes brancas, ausência de farinha branca, verduras, legumes, poucos conservantes e acidulantes, sem refrigerantes e doces, proporcionam um ótimo equilíbrio aos órgãos e ajudam no funcionamento correto deles; 6) Para se obter a quantidade ideal de vitaminas, proteínas e carboidratos, um adulto deve consumir, por dia, de seis a 11 porções (cada porção equivale ao volume de uma colher de sopa cheia) de cereais, pães, arroz e massas; três a cinco de vegetais; duas a quatro de frutas; três de carnes, peixes, aves, ovos, feijões e nozes; duas de leite, iogurte e queijos; e uma de gorduras, óleos e açúcar; 7) As refeições na terceira idade devem ser pouco abundantes e repartidas, com a meta de não sobrecarregar o estômago. É que, além de alterações na dentição, que dificultam a mastigação, as funções digestivas estão diminuídas. À medida que aumenta a idade, a tendência é que a alimentação se torne isocalórica, ou seja, com baixa caloria, já que se gasta menos energia; 8) A quantia que as crianças devem ingerir varia de acordo com o peso. De maneira geral, é mais que os adultos, pois, além de realizarem muitas atividades físicas, ainda necessitam de nutrientes para o crescimento. Visitas regulares ao pediatra indicam se a garotada está na curva de ganho de peso e de altura adequadas. Se o médico constatar deficiência, define uma dieta nutricional, que pode estar aliada com o tratamento medicamentoso. (Fonte: Terra.com) Você segue estas dicas em seu dia-a-dia? Consegue fazer com que a alimentação seja uma aliada da saúde? Comente, até breve...muito breve! /*--*/

quarta-feira, 16 de março de 2011

Água de comer

Água é essencial para o bom funcionamento do organismo, manutenção da temperatura corporal e até para beleza. “Devemos ingerir de 1,5 a 2 litros de líquidos por dia, por meio da ingestão de água, água de coco, sucos ou chás. Essa quantidade pode variar de acordo com o metabolismo de cada pessoa, a prática de atividades físicas, temperatura do ambiente e tipos de alimentos ingeridos”, diz a nutricionista Bruna Murta, da Rede Mundo Verde. Você acha difícil andar com uma garrafinha por aí? Pois saiba que certos alimentos podem contribuir para sua boa hidratação. “A quantidade de líquido pode diminuir de acordo com a ingestão de alimentos com alto teor de água”, explica a nutricionista. A ideia, então, é acrescentar ao cardápio frutas, verduras e legumes crus, naturalmente ricos em água. Esses alimentos hidratam e facilitam o trabalho dos rins, que eliminam a retenção de líquidos com eficiência. Entre eles estão: alface (95% de água), chuchu (95%), pepino (95%), rabanete (95%), nabo (94%), tomate (94%), couve-flor (92%), melancia (92%), melão (90%), abacaxi (87%), maçã (86%), cenoura (86%), goiaba (86%), clara de ovo (75%), banana (74%). Além de contribuir com a hidratação eles têm poucas calorias, colaborando para manutenção da boa forma. E o melhor: os alimentos com grande quantidade de água podem ajudar a combater a celulite. Um estudo realizado pelo dermatologista americano Howard Murad, autor do livro "A Solução para Celulite", diz que hidratação é importante para tratar o problema. Mas, mais eficaz do que beber oito copos de água por dia, seria a ingestão desses alimentos. Isso porque, segundo o especialista, as células são capazes de absorver melhor a água contida nos alimentos, principalmente aqueles ingeridos crus, como frutas e verduras. Assim, com o organismo bem hidratado, o problema que atormenta as mulheres seria minimizado. (Fonte: Yara Achôa, iG São Paulo) O dia está apenas começando mas...você já tomou um copo de água hoje? Comente, QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA QUARTA-FEIRA!

Erros ao se fazer o planejamento financeiro

Você anota todas as suas despesas e receitas em um bloquinho de notas, não gasta mais do que ganha, tem objetivos muito bem traçados para o seu dinheiro e, ainda assim, seu orçamento não é o mais organizado. Por que? Mesmo aqueles que têm vontade de manter as finanças em ordem e fazer um planejamento financeiro tradicional podem ter muitas dificuldades de seguir à risca as boas práticas de controle e organização financeira. Isso acontece porque existem erros muito comuns ao se fazer o planejamento. E você pode estar cometendo um deles. Um erro atrás do outro Tentar fazer um planejamento esquecendo as dívidas atuais é um dos principais erros, na avaliação da professora de Finanças do Insper, Ângela Menezes. “Quem tem dívidas tem de eliminá-las”, afirma. Trocar a dívida mais cara pela mais barata e utilizar, quando preciso, a negociação como meio de saná-las ajuda a equilibrar as contas. Será que não é por isso que a conta não fecha? Para saber, o primeiro passo é colocar tudo no papel, certo? Certo, mas é aqui que está o segundo erro mais comum. “Não dá para fazer planejamento sem colocar as despesas e os gastos de fato na planilha”, ressalta o professor de Finanças da FGV (Fundação Getulio Vargas), Fábio Gallo. E, quando o professor diz todas, são todas mesmo: da compra do mês ao cafezinho de todo o dia. “Muitas vezes, as pessoas esquecem e desprezam o miúdo. Mas ele é que faz a diferença”, reforça Gallo. E o segundo passo....antes do segundo passo, na verdade, é preciso terminar o primeiro. E esse é mais um erro das pessoas. Por mais simples que possa parecer, elas esquecem de terminar o que começaram, pois anotar não é tudo, é preciso comparar. “Ela faz o controle anotando, mas esquece que a gestão é que é importante”, afirma o professor. Colocar as despesas na planilha permite que você tenha uma real noção do que e com o que você gasta. Somar as despesas em grupos é outro erro apontado pelos especialistas consultados. “Isso acaba fazendo com que não se perceba em que está gastando”, afirma Gallo. Como alternativa, mantenha os grupos, mas abra as despesas. Um exemplo: no item lazer, o gasto somou R$ 120 no mês. Em vez de colocar apenas esse valor total, coloque para onde foi cada real: R$ 16, cinema; R$ 50, bar com amigos; R$ 20, teatro, etc. “Isso facilita você a ver o supérfluo, o variável, o que dá para cortar”, afirma Ângela, do Insper. Para ela, outro erro muito recorrente dos consumidores é tentar apenas fechar a conta. “Não ter uma reserva de 10% a 20% do seu salário é um dos piores erros no planejamento financeiro”, afirma a professora. Os ganhos Anotar os ganhos é fácil. É só somar o quanto se ganha no mês...errado! De novo. Para Gallo, da FGV, as pessoas erram ao colocar o salário na parte de receitas das planilhas. Primeiro, porque muitas delas acabam colocando o salário bruto, sem os descontos de impostos. Segundo, porque o ideal, na sua avaliação, é colocar os seus rendimentos em uma base anual. E isso inclui o salário líquido dos 12 meses, décimo terceiro, bônus, participação. Mas isso não acaba fazendo com que o consumidor perca a perspectiva e tenha a falsa ilusão de que ganha mais? “Não, porque os gastos têm de ser colocados nessa mesma base”, afirma o professor. No fim, comparando gastos anuais com ganhos anuais, o impacto é maior. E o consumidor passa a perceber o impacto daquele cafezinho fora de casa. “Ele percebe que tem de ser mais rigoroso”, diz Gallo. E, se esse método não é suficiente para fazer você perceber que precisa cortar, o professor ainda sugere: “você pode transformar o quanto seus gastos representam em dias de trabalho em um ano”. Se você gasta 20 dias de trabalho por ano com cafezinho, é melhor repensar se ele é tão necessário assim. (Fonte: Camila F. de Mendonça - InfoMoney) Ótimas dicas para um um bom planejamento financeiro. E você, já cometeu alguns destes erros citados na matéria? Comente logo abaixo. Até breve...muito breve! /*--*/

terça-feira, 15 de março de 2011

Idosos com vida social ativa desenvolvem menos problemas físicos

Dificuldades para se vestir, ir ao banheiro ou subir escadas. Esse tipo de limitação, típica da terceira idade, pode ser evitado se a pessoa mais velha começar a sair para jantar, conversar com amigos, ir para shows ou fazer viagens. De acordo com um estudo realizado nos Estados Unidos, quanto mais um idoso se envolve em atividades sociais, menores são as chances de ele desenvolver uma deficiência física. De acordo com os pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Rush, as atividades sociais sempre foram vistas como uma parte essencial da saúde do idoso. No entanto, os cientistas conseguiram agora fortes evidências científicas dessa relação. - As descobertas são importantes porque as atividades sociais são um fator que pode ser modificado para ajudar as pessoas mais velhas a evitar possíveis deficiências. O estudo, que será publicado na edição de abril da revista científica Journal of Gerontology, avaliou 954 idosos com idade média de 82 anos. No início do estudo, nenhum deles apresentava qualquer forma de limitação física. Durante a pesquisa, os participantes foram avaliados anualmente, com testes neurológicos e histórico médico. A atividade social foi calculada pelo número de vezes em que os participantes foram a restaurantes, a eventos esportivos, a encontros como bingo, fizeram viagens, trabalho voluntário e atividades da igreja, ou então visitaram amigos e parentes. Já para medir o nível de deficiência, os pesquisadores avaliaram se os participantes eram capazes de realizar, sozinhos, as seguintes atividades: alimentar-se, tomar banho, vestir-se, ir ao banheiro e andar por uma pequena sala. Eles ainda foram avaliados sobre sua capacidade de: subir e descer escadas, caminhar por quase 1 km, fazer trabalhos domésticos, usar o telefone, preparar comida e usar remédios. Os resultados mostraram que, entre os que tinham uma vida social ativa, as chances de não enfrentar limitações em atividades diárias eram duas vezes menores na comparação com aqueles que realizavam poucas atividades. De acordo com o médico Bryan James, um dos autores do estudo, ainda não está muito claro qual é a influência das atividades sociais. No entanto, o pesquisador afirma que, possivelmente, isso ocorre porque as atividades exigem esforços das redes neurológicas, dos músculos e dos ossos.- Essas partes do corpo são responsáveis por manter nossa independência funcional. (Fonte: R7.com) Comente esta matéria logo abaixo, QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA TERÇA-FEIRA!

Conta de telefone: veja alternativas eficientes na redução do custo

Os gastos com telefonia fixa chegam a comprometer 5,6% da renda dos brasileiros, segundo indicou pesquisa da UIT (União Internacional de Telecomunicações), divulgada pela ONU (Organização das Nações Unidas) no primeiro semestre de 2009. O resultado colocou o País na 113ª posição, entre os 154 países, no ranking da população que mais gasta com o serviço. Diante destes números, é possível imaginar como a conta do telefone fixo pode se tornar uma surpresa desagradável a cada mês, não é mesmo? No entanto, saiba que, ao mudar certos hábitos, é possível planejar e economizar. Mudança de hábito Pesquisa, controle e atenção são essenciais para evitar que as longas conversas ao telefone virem páginas e páginas de contas para pagar. Assim, seguem algumas dicas da Pro Teste - Associação de Consumidores, para reduzir os custos da telefonia fixa: • Atenção aos horários - é importante ficar atento aos horários em que a tarifa é mais baixa para as ligações locais, como entre meia-noite e 6h, de segunda a sexta-feira; após as 14h, aos sábados; e durante todo o dia, aos domingos e feriados. • Evite ligar para celular - deve-se avaliar, antes de ligar, se não vale a pena aguardar a pessoa estar disponível num telefone fixo para o contato. As chamadas para celulares devem ser feitas para casos de maior urgência, ou quando a ligação for de curta duração, de preferência fora dos horários de pico. • Pesquisa de operadoras - para chamadas de longa distância, pesquise promoções das operadoras e compare as tarifas cobradas entre elas. Para isso, pode-se acessar os sites das empresas ou da Anatel, onde há informações sobre as tarifas cobradas e é possível simular o valor das chamadas. • Internet discada - para quem usa a internet por linha discada, é preciso avaliar o tempo que fica navegando na rede para ver se não é o caso de contratar o serviço de banda larga. • Análise de serviços - avalie a necessidade de possuir todos os serviços oferecidos pela operadora, como chamada de espera, conferência etc. Se você não os utiliza com frequência, vale tentar cancelá-los. O valor individual pode até não representar um grande gasto, mas a soma dos serviços ao longo do tempo pode fazer a diferença. (Fonte: Finanças Práticas) De que maneira você procura reduzir os custos da conta de telefone? Comente, Até breve...muito breve! /*--*/