Ainda que o período da faculdade seja o melhor para que os estudantes tenham experiências diversas no mercado de trabalho, pular de estágio em estágio em um curto espaço de tempo pode prejudicar o início da carreira do estudante, dependendo da área e da empresa onde ele almeja atuar.
Ficar menos de seis meses estagiando em uma empresa, na avaliação dos especialistas consultados - o superintendente do Nube (Núcleo Brasileiro de Estágio), Carlos Alberto Cavalheiro, e a consultora da Cia de Talentos, Maria Cristina Barbosa -, não é o suficiente para que o estudante faça dessa experiência válida.
“Em menos de seis meses, o estudante não consegue mostrar o que ele sabe e quem ele é. Ele não consegue mostrar resultados”, afirma Cavalheiro. “A partir de seis meses, ele consegue absorver a cultura e os processos da empresa. É um período mínimo”, considera Maria Cristina.
As leituras do mercado
Apesar disso, a consultora acredita que o fato de muitos estudantes terem várias experiências no currículo não demonstra apenas aspectos negativos. “A leitura que o mercado pode fazer é que esse estudante busca desafios e aprendizado”, afirma Maria Cristina.
De fato, como está em período de experimentação, o estudante pode multiplicar essas experiências e mudar constantemente em busca da vaga de seu interesse. Isso é natural. “O estágio é um período de aprendizado. É ele que oferece embasamento para esse jovem”, diz.
Cavalheiro, por outro lado, alerta os estudantes que exageram no direito de ter novas experiências. “Em dois ou três meses não dá para aprender o trabalho. E isso é preocupante para a carreira desse jovem, porque essas mudanças contínuas podem ser interpretadas como instabilidade”, acredita. “Ele tem de dar um tempo para amadurecer no trabalho”.
Para o especialista, se a questão for desafios, cabe à empresa estimular esse jovem e acompanhar seu desenvolvimento para que ele permaneça tempo suficiente para aprender algo.
Os especialistas ponderam que as possíveis leituras que o mercado faz do estudante que muda constantemente não são estanques. “Uma empresa mais conservadora pode não contratar esse jovem. Mas uma que tenha um estilo mais dinâmico pode avaliar de outra forma”, considera Cavalheiro.
Antes da mudança
Independentemente da leitura que se pode fazer de um estudante com esse perfil, antes de optar pela mudança, os jovens em início de carreira devem fazer algumas ponderações. “Até parece algo óbvio, mas eles precisam ver o que estão aprendendo na empresa”, avalia Maria Cristina, da Cia de Talentos.
Para a consultora, os estudantes precisam ter visão de futuro e tentar perceber o quanto aquela experiência pode ser válida em decisões profissionais futuras. Para Conselheiro, do Nube, uma conversa com amigos e professores pode ajudá-los na hora de decidir entre ficar e sair da empresa.
Afinal, se em poucos meses não é possível assimilar experiências concretas, tampouco é suficiente para perceber se o trabalho será válido e agradará o estudante. “Quando o candidato gosta do trabalho e se identifica com a empresa, ele fica mais tempo”, ressalta Maria Cristina.
(Fonte: InfoMoney)
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QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA SEXTA-FEIRA
E um MA-RA-VI-LHO-SO fim de semana! /*--*/
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Mais cacau, mais saúde
Os chocolates meio amargo ou com mais cacau também chegaram às “parreiras” de ovos de Páscoa. Apesar de serem poucas as opções, ainda são as melhores. Acima de 50% de cacau, o chocolate passa a ter uma concentração efetiva de polifenois, mas o melhor é buscar aqueles com mais de 70% de cacau.
“Esses têm boa concentração de polifenois como o resveratrol, que é um bom protetor cardiovascular, ajuda na saúde arterial, vascular e deixa a pele mais resistente à radiação solar. Além disso, o chocolate com mais cacau não tem índice glicêmico tão alto como o ao leite. O ideal é comer de 5 a 25 gramas de chocolate ao dia”, diz a nutróloga Marcella Duarte.
A engenheira de alimentos Laura Beatriz Karam, professora do curso de Engenharia de Alimentos da PUCPR, diz que, segundo estudos, a prevenção a doenças cardiovasculares ocorre devido à diminuição do LDL sérico (colesterol que promove entupimento das artérias) e ainda pelo efeito protetor hipertensivo em portadores de hipertensão arterial sistêmica leve.
Se o chocolate meio amargo ainda não caiu no seu gosto, a nutróloga dá uma dica para quem quer migrar do ao leite para o meio amargo: comece com o de 50% de cacau e somente depois passe ao de 70%. “O gosto se desenvolve aos poucos, consumindo pequenas quantidades diárias”, diz ela. Os chocolates acima de 70% saciam mais rapidamente e não deixam aquela vontade de comer mais.
(Fonte: Gazeta do Povo)
A páscoa está chegando, e com ela os ovos de páscoa.
Está aí uma ótima dica sobre os chocolates meio amargo!
Comente, até breve...muito breve!
“Esses têm boa concentração de polifenois como o resveratrol, que é um bom protetor cardiovascular, ajuda na saúde arterial, vascular e deixa a pele mais resistente à radiação solar. Além disso, o chocolate com mais cacau não tem índice glicêmico tão alto como o ao leite. O ideal é comer de 5 a 25 gramas de chocolate ao dia”, diz a nutróloga Marcella Duarte.
A engenheira de alimentos Laura Beatriz Karam, professora do curso de Engenharia de Alimentos da PUCPR, diz que, segundo estudos, a prevenção a doenças cardiovasculares ocorre devido à diminuição do LDL sérico (colesterol que promove entupimento das artérias) e ainda pelo efeito protetor hipertensivo em portadores de hipertensão arterial sistêmica leve.
Se o chocolate meio amargo ainda não caiu no seu gosto, a nutróloga dá uma dica para quem quer migrar do ao leite para o meio amargo: comece com o de 50% de cacau e somente depois passe ao de 70%. “O gosto se desenvolve aos poucos, consumindo pequenas quantidades diárias”, diz ela. Os chocolates acima de 70% saciam mais rapidamente e não deixam aquela vontade de comer mais.
(Fonte: Gazeta do Povo)
A páscoa está chegando, e com ela os ovos de páscoa.
Está aí uma ótima dica sobre os chocolates meio amargo!
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quinta-feira, 7 de abril de 2011
A PARALISAÇÃO DOS MÉDICOS E O SANESAÚDE
Desde o início do movimento dos médicos, que deflagrou a paralisação de hoje, a Fundação Sanepar está muito atenta ao problema.
Na primeira fase das negociações, nossa Fundação ofereceu realinhamento no valor das consultas, que hoje é de R$ 45,00 para R$ 54,00 (majoração de 20%, muito superior a qualquer índice de inflação).
Não é verdade – pelo menos no que se refere ao SaneSaúde – que médicos e pacientes não sejam tratados com respeito. Se falta respeito nas relações com operadoras que visam lucros, não é honesto dispensar às Autogestões (como o SaneSaúde) o mesmo tratamento dado às empresas de mercado.
A Fundação Sanepar não cria obstáculos a exames e internações e não faz pressão para a redução de procedimentos, antecipação de altas e transferência de pacientes.
Nossos contratos com os médicos são absolutamente regulares.
Os reajustes das contribuições ao SaneSaúde têm sido inferiores aos índices editados pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) e à inflação.
O valor das consultas dos médicos e suas revisões no SaneSaúde, obedecem à CBHPM (Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos), tabela implantada pela Associação Médica Brasileira e pelo Conselho Regional de Medicina.
Passada a paralisação de hoje, a Fundação intensificará os esforços para buscar entendimento com a classe médica, sempre preservando o interesse de seus beneficiários.
QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA QUINTA FEIRA!
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Comportamento sedentário é difícil de ser modificado
Desde publicações em periódicos científicos passando por revistas, livros, jornais, etc... há uma enormidade de conhecimento acumulado que nos permite dizer que o exercício físico é pré-requisito para se viver bem e com saúde.Paralelamente, orientações gerais, metodologias de treinamento e os mais diversos métodos para a prática de exercícios físicos são propostos quase que continuamente.
A despeito dessa constatação o sedentarismo é ainda um dos grandes agentes para o aumento do número de doenças cardíacas, diabetes, obesidade e outros males que assolam a população mundial.
Eis o conflito estabelecido: se é senso comum os benefícios dos exercícios físicos por que o sedentarismo ainda é um desafio difícil de ser enfrentado?A despeito dessa constatação o sedentarismo é ainda um dos grandes agentes para o aumento do número de doenças cardíacas, diabetes, obesidade e outros males que assolam a população mundial.
Esta é uma pergunta com várias e boas respostas.
Depende da pessoa que a responde. Alguém, por exemplo, poderia falar sobre a evolução do cérebro humano e a adaptação do mesmo frente às novas e sucessivas tecnologias que promovem acima de tudo o conforto humano.
Quanto mais fácil, rápido e confortável, melhor. Em consequência, essa comodidade favorece o sedentarismo, muito embora a tecnologia não seja responsável de fato pelo sedentarismo de ninguém.
Quando me perguntam sobre sedentarismo e qual a melhor maneira de evitá-lo, eu costumo iniciar a resposta com poucas palavras: o hábito do exercício físico.
Os hábitos são a essência do comportamento.
Portanto, desde criança as pessoas deveriam se habituar a praticar exercício físico. Correr, andar de bicicleta, caminhar, andar de skate, praticar outros esportes... Enfim, tudo o que estiver ao alcance da criança favorece a criação de hábitos que naturalmente se solidificarão em comportamentos perenes.
Quanto mais avançar a idade, mais sacrificante será para a pessoa criar novos hábitos e comportamentos. É fácil enquanto criança manter o peso e criar mecanismos contra o sedentarismo.
Habituar a criança a comer alimentos saudáveis e se exercitar constantemente são as diretrizes desse caminho.
A questão é que isso só é possível com o envolvimento dos pais através do exemplo das atitudes. Quem estimula a prática dos exercícios e quem compra os alimentos são os pais.
Pais que praticam exercícios físicos com as crianças e de alguma forma as estimulam, possivelmente estão garantindo um comportamento ativo na adolescência e contribuindo de maneira significante para que esse estilo de vida se estenda pelo resto da vida.
Não há nada de determinismo, mas criação e solidificação de hábitos que se transformarão em comportamentos duradouros. Deixar as crianças crescerem sem exercício físico é abrir a porta para o comportamento sedentário.
O comportamento sedentário é difícil de ser modificado, pois esse promove facilidade e conforto, mesmo que de uma forma superficial, porém muito atraente para nosso cérebro que nos impulsiona sempre para a economia de energia.
Em resumo, criança com peso ideal e fisicamente ativa são os objetivos para se evitar o sedentarismo do futuro e todas as suas consequências. Mas lembre-se, um grande passo para essa verdadeira conquista é seguir o velho ditado popular: o exemplo vem de cima!
(Fonte: Vya Estelar - Renato Miranda)
(Fonte: Vya Estelar - Renato Miranda)
Você pratica algum tipo de exercício físico? Comente esta matéria.
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Quem dança, seus males espanta
Quando se fala em balé, logo se imagina uma jovem esbelta, no auge da mocidade, dando saltos e rodopios ao som de música clássica. Mas e se a bailarina não for assim tão nova? Seja fazendo a delicada coreografia de “O Lago dos Cisnes” ou requebrando o esqueleto com uma lambada caliente, há muitas mulheres com mais de 50 que dão um show de disposição e coordenação motora.
Nunca é tarde para aprender a dançar. Pat Sauer, comandante do espaço de arte Sauer Danças, diz que o tratamento é o mesmo para todas as idades. E lá, a maioria das alunas já passou dos 50. Elas chegam tímidas e inseguras, mas não demora para que este quadro se reverta. “Depois do primeiro passo, da primeira aula, tudo se transforma”, diz Sauer.
“Sempre adorei dançar”, diz a dona de casa Nina Rosa Amatto, de 65 anos. Com a dedicação voltada para a casa, a dança acabou ficando de lado. Mas agora, com os filhos criados, ela resolveu se matricular nas aulas, com total apoio de sua família. “Faltava completar este meu sonho”, afirma a dona de casa. E agora ela pode, com um sorriso no rosto, riscar a dança da lista de sonhos pendentes.
Já a professora de educação física Cora Meirelles, de 57 anos, foi bailarina dos seis aos 30 anos, mas precisou abandonar o balé para buscar um trabalho que desse mais segurança, tudo em nome dos filhos. Aos 53, fez uma cirurgia na coluna, e os médicos disseram que as chances de voltar a dançar eram mínimas. “Fiquei muito triste”, lamenta. Mas ela não se deu por vencida. “Resolvi ver o que eu podia fazer, então voltei a ter aulas de dança e surpreendi os médicos, a família, os professores, e a mim mesma”, comemora. A dança voltou a ser seu exercício físico principal, e ainda exerce um papel de atividade social e terapêutica. “Ao voltar a dançar, tive uma melhora na autoestima e quebra de diversos bloqueios psicológicos”, festeja.
A principal regra que vale para aprender novos passos de dança depois que os cabelos começam a branquear é a mesma que se aplica a qualquer outra pessoa: respeito aos limites. Dar o máximo de si sem levar o corpo ao extremo é a dica mais importante para quem quer se inserir no mundo da dança. Os exercícios praticados pelas turmas mais velhas são os mesmos das infantis ou mais jovens.
“A diferença está mesmo na intensidade”, explica Sauer, que defende a dança como um meio de dissolver sentimentos negativos, como a tristeza e a angústia. A professora de jazz Elena Serrador, aponta que a trilha sonora das aulas é outra diferença. “As músicas são escolhidas de acordo com a idade”, diz.
Eventualmente, podem surgir dificuldades, mas elas logo ficam para trás. “Nada que não seja superado com muita determinação”, diz a aposentada Maria Angela Ribeiro, de 56 anos. Meirelles ressalta que se exercitar com a dança é mais fácil do que parece graças à satisfação proporcionada. “É muito mais fácil alcançar os objetivos quando se faz algo com prazer. Difícil mesmo, só ficar sem fazer aula”, brinca.
A professora de jazz Sônia Machado entrega que o segredo para o sucesso com as turmas de mais idade é sempre se renovar em busca de novas informações e técnicas que possam trazer benefícios às alunas. E, principalmente, fazê-las entender que a dança age no corpo como qualquer outra atividade física e pode fazer muito bem à saúde física e mental. “O exercício físico faz bem ao corpo, à mente e à alma, aumentando a autoestima de todos”, afirma a professora. “A flexibilidade e a consciência postural melhoram bastante, assim como a emoção e a sensibilidade se aguçaram de forma muito positiva”, celebra Ribeiro.
(Fonte: Mais de 50)
Sua idade, estilo de vida...pouco importa. Para iniciar algo,
como por exemplo, a dança,
basta apenas dedicação! Com ela se vai longe!
Comente, até breve..muito breve!
terça-feira, 5 de abril de 2011
Quer viver mais? Então pare de se preocupar com isso
“É surpreendente como essas suposições, feitas tanto por cientistas como pela mídia, estão erradas”, diz o psicólogo Howard Friedman, autor do estudo. Friedman e o coautor, Leslie Martin, da Universidade La Sierra, refinaram e complementaram dados de uma pesquisa iniciada pelo pesquisador Louis Terman, com mais de 1.500 crianças que estavam com cerca de 10 anos, em 1921.
“Talvez nossa maior descoberta tenha sido a de que as características da personalidade e relações sociais da infância permitem prever o risco de essas pessoas morrerem décadas mais tarde”, diz Friedman.
O “Projeto Longevidade” – como ficou conhecido o estudo – acompanhou estas crianças ao longo de sua vida, coletando informações que incluíam histórico familiar e de relacionamentos, avaliações de personalidade dos pais e professores, hobbies, se tinham ou não animais de estimação, sucesso no trabalho, níveis de educação, se serviram o serviço militar e outros detalhes.
“Ficou claro que algumas pessoas são mais propensas a desenvolver doenças, levam mais tempo para se recuperar ou, ainda, morrem mais cedo, enquanto outras da mesma idade têm mais capacidade para se recuperar de eventos negativos”.
E para justificar estas diferenças, os pesquisadores tentaram buscar todo o tipo de explicação. Ansiedade, falta de exercício, trabalho excessivo, falta de religião, insociabilidade, não participar de grupos sociais, pessimismo, falta de acesso a cuidados médicos e padrões de comportamento tipo A (comportamento competitivo, desejo de ser o melhor, agressivo, impaciente, preocupado com prazos e cólera diante das protelações e frustrações da vida diária) são alguns dos fatores negativos já conhecidos. Mas o que atrapalhou a pesquisa foi que nenhuma dessas pessoas foi seguida passo a passo ao longo de suas vidas.
Quando Friedman e Martin começaram sua pesquisa em 1991, eles planejavam passar seis meses examinando os indicadores de saúde e longevidade entre os participantes da pesquisa de Terman. Mas o projeto seguiu por mais duas décadas, financiado em parte pelo Instituto Norte-Americano sobre Envelhecimento. O estudo também contou com a participação de cem alunos de graduação e pós-graduação que rastrearam atestados de óbito e analisaram entrevistas e avaliações.
“Chegamos a um novo entendimento sobre a felicidade e a saúde”, disse Martin. “Uma das conclusões que realmente surpreende é que dos participantes do Projeto Longevidade, os que foram mais alegres e tinham mais senso de humor viveram vidas mais curtas, em média, do que aqueles que eram menos alegres, ou seja, foram os mais prudentes que se mantiveram saudáveis e viveram por mais tempo.”
Parte da explicação encontra-se no comportamento. Friedman observou que aqueles que eram mais alegres e otimistas assumiram mais riscos com a saúde ao longo dos anos. “Embora uma abordagem otimista seja útil em uma crise, descobrimos que levar a vida apostando nesse sentimento de “tudo vai ficar bem” pode ser perigoso. Prudência e persistência, no entanto, levaram a uma série de benefícios na velhice destes participantes. Acontece que a felicidade não é uma causa de boa saúde. Ao contrário, felicidade e saúde caminham juntas porque têm raízes comuns”.
Algumas afirmações desmentidas pela pesquisa:
• Casamento: o casamento pode ser bom para a saúde dos homens, mas isso não importa realmente para as mulheres. Homens que mantiveram longos casamentos viveram por mais de 70 anos; menos de um terço dos homens divorciados viveu até 70 anos e os homens que nunca se casaram viveram mais que os que casaram mais de uma vez – mas não viveram tanto quanto os homens casados.
• Divórcio: ser divorciada é muito menos nocivo para a saúde das mulheres. Mulheres que se divorciaram e não casaram viveram quase tanto quanto as que mantiveram longos casamentos.
• Estresse e trabalho: não trabalhar muito ou não se estressar não é um conselho para manter a saúde e uma vida longa. Não trabalhem demais, não se estresse, não funciona como conselho para uma boa saúde e longa vida. O estudo sugere que aqueles que estavam mais envolvidos e comprometidos com seus trabalhos se deram melhor. Continuamente produtivos, homens e mulheres viveram muito mais tempo do que seus companheiros mais descontraídos.
• Escola: entrar na primeira série antes dos 6 anos pode ser um risco para sua vida. Ter tempo suficiente para brincar e ser capaz de se relacionar com colegas é importante para as crianças.
• Animais de estimação: brincar com animais de estimação não tem qualquer relação com uma vida mais longa. Animais de estimação podem às vezes melhorar o bem-estar, mas eles não são um substituto para os amigos.
• Amor: pessoas que se sentem amadas e cuidadas se sentem melhor, mas isso não as ajuda a viver mais tempo. Agora, ajudar e cuidar dos outros, sim. Os grupos sociais aos quais você faz parte muitas vezes determinam o tipo de pessoa que você será – saudável ou não.
Segundo os pesquisadores, nunca é tarde demais para escolher um caminho mais saudável. O primeiro passo é jogar fora as listas e parar de se preocupar com se preocupar.
“Algumas coisas minuciosas que as pessoas se preocupam, como a quantidade de ômega-6 ou ômega-3 presente nos alimentos que ingerimos, na verdade, são pistas falsas, que nos distraem das principais vias”, diz Friedman. “Quando nós reconhecermos padrões de longo prazo saudáveis e não saudáveis em nós mesmos, poderemos maximizar os padrões saudáveis.”
“Fazer mudanças aos poucos é uma grande estratégia”, aconselha Martin. “Você não pode mudar as coisas importantes sobre si mesmo da noite para o dia. Mas dar pequenos passos, um de cada vez, eventualmente, pode criar um caminho para uma vida mais longa.”
(Fonte:Uol –Ciência e Saúde -- Com informações da University of California)
Comente este estudo,
QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA TERÇA-FEIRA!
“Talvez nossa maior descoberta tenha sido a de que as características da personalidade e relações sociais da infância permitem prever o risco de essas pessoas morrerem décadas mais tarde”, diz Friedman.
O “Projeto Longevidade” – como ficou conhecido o estudo – acompanhou estas crianças ao longo de sua vida, coletando informações que incluíam histórico familiar e de relacionamentos, avaliações de personalidade dos pais e professores, hobbies, se tinham ou não animais de estimação, sucesso no trabalho, níveis de educação, se serviram o serviço militar e outros detalhes.
“Ficou claro que algumas pessoas são mais propensas a desenvolver doenças, levam mais tempo para se recuperar ou, ainda, morrem mais cedo, enquanto outras da mesma idade têm mais capacidade para se recuperar de eventos negativos”.
E para justificar estas diferenças, os pesquisadores tentaram buscar todo o tipo de explicação. Ansiedade, falta de exercício, trabalho excessivo, falta de religião, insociabilidade, não participar de grupos sociais, pessimismo, falta de acesso a cuidados médicos e padrões de comportamento tipo A (comportamento competitivo, desejo de ser o melhor, agressivo, impaciente, preocupado com prazos e cólera diante das protelações e frustrações da vida diária) são alguns dos fatores negativos já conhecidos. Mas o que atrapalhou a pesquisa foi que nenhuma dessas pessoas foi seguida passo a passo ao longo de suas vidas.
Quando Friedman e Martin começaram sua pesquisa em 1991, eles planejavam passar seis meses examinando os indicadores de saúde e longevidade entre os participantes da pesquisa de Terman. Mas o projeto seguiu por mais duas décadas, financiado em parte pelo Instituto Norte-Americano sobre Envelhecimento. O estudo também contou com a participação de cem alunos de graduação e pós-graduação que rastrearam atestados de óbito e analisaram entrevistas e avaliações.
“Chegamos a um novo entendimento sobre a felicidade e a saúde”, disse Martin. “Uma das conclusões que realmente surpreende é que dos participantes do Projeto Longevidade, os que foram mais alegres e tinham mais senso de humor viveram vidas mais curtas, em média, do que aqueles que eram menos alegres, ou seja, foram os mais prudentes que se mantiveram saudáveis e viveram por mais tempo.”
Parte da explicação encontra-se no comportamento. Friedman observou que aqueles que eram mais alegres e otimistas assumiram mais riscos com a saúde ao longo dos anos. “Embora uma abordagem otimista seja útil em uma crise, descobrimos que levar a vida apostando nesse sentimento de “tudo vai ficar bem” pode ser perigoso. Prudência e persistência, no entanto, levaram a uma série de benefícios na velhice destes participantes. Acontece que a felicidade não é uma causa de boa saúde. Ao contrário, felicidade e saúde caminham juntas porque têm raízes comuns”.
Algumas afirmações desmentidas pela pesquisa:
• Casamento: o casamento pode ser bom para a saúde dos homens, mas isso não importa realmente para as mulheres. Homens que mantiveram longos casamentos viveram por mais de 70 anos; menos de um terço dos homens divorciados viveu até 70 anos e os homens que nunca se casaram viveram mais que os que casaram mais de uma vez – mas não viveram tanto quanto os homens casados.
• Divórcio: ser divorciada é muito menos nocivo para a saúde das mulheres. Mulheres que se divorciaram e não casaram viveram quase tanto quanto as que mantiveram longos casamentos.
• Estresse e trabalho: não trabalhar muito ou não se estressar não é um conselho para manter a saúde e uma vida longa. Não trabalhem demais, não se estresse, não funciona como conselho para uma boa saúde e longa vida. O estudo sugere que aqueles que estavam mais envolvidos e comprometidos com seus trabalhos se deram melhor. Continuamente produtivos, homens e mulheres viveram muito mais tempo do que seus companheiros mais descontraídos.
• Escola: entrar na primeira série antes dos 6 anos pode ser um risco para sua vida. Ter tempo suficiente para brincar e ser capaz de se relacionar com colegas é importante para as crianças.
• Animais de estimação: brincar com animais de estimação não tem qualquer relação com uma vida mais longa. Animais de estimação podem às vezes melhorar o bem-estar, mas eles não são um substituto para os amigos.
• Amor: pessoas que se sentem amadas e cuidadas se sentem melhor, mas isso não as ajuda a viver mais tempo. Agora, ajudar e cuidar dos outros, sim. Os grupos sociais aos quais você faz parte muitas vezes determinam o tipo de pessoa que você será – saudável ou não.
Segundo os pesquisadores, nunca é tarde demais para escolher um caminho mais saudável. O primeiro passo é jogar fora as listas e parar de se preocupar com se preocupar.
“Algumas coisas minuciosas que as pessoas se preocupam, como a quantidade de ômega-6 ou ômega-3 presente nos alimentos que ingerimos, na verdade, são pistas falsas, que nos distraem das principais vias”, diz Friedman. “Quando nós reconhecermos padrões de longo prazo saudáveis e não saudáveis em nós mesmos, poderemos maximizar os padrões saudáveis.”
“Fazer mudanças aos poucos é uma grande estratégia”, aconselha Martin. “Você não pode mudar as coisas importantes sobre si mesmo da noite para o dia. Mas dar pequenos passos, um de cada vez, eventualmente, pode criar um caminho para uma vida mais longa.”
(Fonte:Uol –Ciência e Saúde -- Com informações da University of California)
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QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA TERÇA-FEIRA!
Educação Financeira
1 – Jogos e Livros também ensinam.
Aproveite momentos de lazer para introduzir conceitos de educação financeira. Jogos como O Banco Imobiliário (Monopólio), Leilão de Arte, Administrando seu Dinheiro, O Jogo da Vida e Mercado Imobiliário são boas referências. Brincando as crianças percebem a importância e princípios de fundamentos financeiros. Partindo para a literatura, o benefício é ainda mais direto. Ofereça também livros de educação financeira a seus filhos. Conheça os livros da coleção Turminha do Cifrão. Visite nossa seção de LIVROS e conheça nossos livros:
O Pé de Meia Mágico;O Poço dos Desejos;Paulina e o Ipê-amarelo;Quero Ser Rico;Versinhos de Prosperidade e Zequinha e a Porquinha Poupança.
2 – Comece com moedinhas
Crianças até quatro anos dificilmente diferenciam o valor das moedas e cédulas. Comece estimulando-as a manusear moedinhas, sem importar o valor das moedas. O que vale é a quantidade e o tamanho. Aos poucos, diferencie moedas pequenas das grandes, atentando para a proporção dos valores. A partir dos cinco ou seis anos, introduza nas atividades de educação financeira as notas, de preferência apenas com um ou dois valores diferentes – continua valendo a quantidade. Aos poucos, conforme a percepção de cada criança, introduza nos exercícios uma variedade maior de notas e ajude-as a perceber as relações de valor entre as moedinhas e as notas.
3 – Incentive as crianças a poupar
É saudável que a criança mantenha sempre um cofrinho. A partir dos dois anos, dê-lhes diariamente pelo menos uma moedinha para guardar, não importa o valor. O importante é criar o hábito. Quando o cofrinho estiver cheio, abra-o e conte as moedinhas junto com a criança. Separe uma parte e diga que será utilizado para comprar algo que ela queira muito (mesmo que o valor não seja suficiente) e faça ela sentir o prazer de poder comprar aquilo que ela deseja, com o dinheiro que juntar. A outra parte do dinheiro coloque no banco e diga que vai deixar guardado, acumulando para quando ela crescer.
4 – Dê mesadas com regularidade
A mesada deve ser instituída com regularidade a partir dos seis ou sete anos de idade. O mais importante não é o valor, é a regularidade dos “pagamentos”. Cumpra o que for combinado. Não atrase e jamais antecipe.
5 – Dê apenas a mesada
A partir dos dez anos, evite dar às crianças mais dinheiro do que o valor da própria mesada regular, principalmente sem motivo ou controle. Todos devem acostumar-se, desde cedo, a viver dentro do seu padrão de renda e a fazer seu orçamento pessoal.
6 – Mesada ou semanada?
Crianças com dois ou três anos já conseguem perceber como funciona o dinheiro e qual a sua importância no dia-a-dia. Permita que a criança tenha contato com dinheiro desde pequena. Dê-lhes algum dinheiro esporadicamente e estimule-as a pagar suas próprias compras. A partir dos seis a sete anos, e até os doze ou quatorze anos de idade, introduza e fixe conceitos de regularidade e dependência do dinheiro para algumas coisas.
A mesada deve ser paga em intervalos semanais ou quinzenais, conforme a maturidade da criança e seu estilo de vida. A partir desta idade, procure fazer os pagamentos uma vez por mês, preferencialmente no dia que coincidir com o pagamento do seu salário ou da maior fonte de renda da família.
7 – Ensine os conceitos fundamentais
Ajude seus filhos a perceber as diferenças entre querer e precisar de alguma coisa. Ensine também a importância de saber escolher, na hora da compra, entre um brinquedo e outro. Estimule seus filhos a comparar preços dos brinquedos para que elas desenvolvam a percepção do que é caro e o que é barato. Evite comprar aquilo que elas considerarem caro, mesmo que você possa fazê-lo.
(Fonte: Mais ativos)
Como você educa o seu filho financeiramente? Comente.
Até breve...muito breve!
Aproveite momentos de lazer para introduzir conceitos de educação financeira. Jogos como O Banco Imobiliário (Monopólio), Leilão de Arte, Administrando seu Dinheiro, O Jogo da Vida e Mercado Imobiliário são boas referências. Brincando as crianças percebem a importância e princípios de fundamentos financeiros. Partindo para a literatura, o benefício é ainda mais direto. Ofereça também livros de educação financeira a seus filhos. Conheça os livros da coleção Turminha do Cifrão. Visite nossa seção de LIVROS e conheça nossos livros:
O Pé de Meia Mágico;O Poço dos Desejos;Paulina e o Ipê-amarelo;Quero Ser Rico;Versinhos de Prosperidade e Zequinha e a Porquinha Poupança.
2 – Comece com moedinhas
Crianças até quatro anos dificilmente diferenciam o valor das moedas e cédulas. Comece estimulando-as a manusear moedinhas, sem importar o valor das moedas. O que vale é a quantidade e o tamanho. Aos poucos, diferencie moedas pequenas das grandes, atentando para a proporção dos valores. A partir dos cinco ou seis anos, introduza nas atividades de educação financeira as notas, de preferência apenas com um ou dois valores diferentes – continua valendo a quantidade. Aos poucos, conforme a percepção de cada criança, introduza nos exercícios uma variedade maior de notas e ajude-as a perceber as relações de valor entre as moedinhas e as notas.
3 – Incentive as crianças a poupar
É saudável que a criança mantenha sempre um cofrinho. A partir dos dois anos, dê-lhes diariamente pelo menos uma moedinha para guardar, não importa o valor. O importante é criar o hábito. Quando o cofrinho estiver cheio, abra-o e conte as moedinhas junto com a criança. Separe uma parte e diga que será utilizado para comprar algo que ela queira muito (mesmo que o valor não seja suficiente) e faça ela sentir o prazer de poder comprar aquilo que ela deseja, com o dinheiro que juntar. A outra parte do dinheiro coloque no banco e diga que vai deixar guardado, acumulando para quando ela crescer.
4 – Dê mesadas com regularidade
A mesada deve ser instituída com regularidade a partir dos seis ou sete anos de idade. O mais importante não é o valor, é a regularidade dos “pagamentos”. Cumpra o que for combinado. Não atrase e jamais antecipe.
5 – Dê apenas a mesada
A partir dos dez anos, evite dar às crianças mais dinheiro do que o valor da própria mesada regular, principalmente sem motivo ou controle. Todos devem acostumar-se, desde cedo, a viver dentro do seu padrão de renda e a fazer seu orçamento pessoal.
6 – Mesada ou semanada?
Crianças com dois ou três anos já conseguem perceber como funciona o dinheiro e qual a sua importância no dia-a-dia. Permita que a criança tenha contato com dinheiro desde pequena. Dê-lhes algum dinheiro esporadicamente e estimule-as a pagar suas próprias compras. A partir dos seis a sete anos, e até os doze ou quatorze anos de idade, introduza e fixe conceitos de regularidade e dependência do dinheiro para algumas coisas.
A mesada deve ser paga em intervalos semanais ou quinzenais, conforme a maturidade da criança e seu estilo de vida. A partir desta idade, procure fazer os pagamentos uma vez por mês, preferencialmente no dia que coincidir com o pagamento do seu salário ou da maior fonte de renda da família.
7 – Ensine os conceitos fundamentais
Ajude seus filhos a perceber as diferenças entre querer e precisar de alguma coisa. Ensine também a importância de saber escolher, na hora da compra, entre um brinquedo e outro. Estimule seus filhos a comparar preços dos brinquedos para que elas desenvolvam a percepção do que é caro e o que é barato. Evite comprar aquilo que elas considerarem caro, mesmo que você possa fazê-lo.
(Fonte: Mais ativos)
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