quinta-feira, 12 de maio de 2011

Osteoporose ainda é desconhecida por parte das mulheres

Apesar de muito comentada na mídia, a osteoporose, ou osteopenia, é desconhecia por parte das mulheres, incluindo aquelas que sofrem da doença. Pesquisa realizada no Hospital Universitário da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) com 232 mulheres portadoras de osteoporose, revela um grande desconhecimento das pacientes sobre o tratamento dessa doença.


De um total de 20 pontos atribuídos a questões sobre a doença respondidas pelas participantes, a média de acertos foi de 3,78 pontos.

De acordo com especialistas, o conhecimento sobre a doença é fundamental para o sucesso do tratamento, que é longo e pode envolver uso de terapia hormonal, medicações específicas, dieta alimentar e atividade física.
(Fonte: Uol – Ciência e Saúde)

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quarta-feira, 11 de maio de 2011

Pesquisadores descobrem de que forma o sal aumenta a pressão sanguínea

Cientistas americanos descobriram de que forma que o sal altera a pressão sanguínea do corpo. O estudo feito pela Case Western Reserve University e pela Universidade Estadual de Kent revelou que o consumo de sal torna mais difícil para o sistema cardiovascular equilibrar a pressão sanguínea e a temperatura corporal ao mesmo tempo.

O sistema cardiovascular é responsável por controlar a pressão sanguínea e também por ajudar a controlar a temperatura corporal. E essa tarefa se mostrou diferentes em dois grupos de pessoas: os “sensíveis”, que sofrem de pressão alta após consumo de sal, e os “resistentes”, que não aumentam a pressão.

Os pesquisadores avaliaram 22 homens saudáveis que não sofriam de pressão alta. Eles foram examinados em duas situações. Na primeira, beberam apenas água e, na segunda, consumiram sal e água.
Os cientistas, em seguida, avaliaram a pressão sanguínea, a temperatura do ânus, o volume de sangue bombeado pelo coração e a urina dos participantes. Esses testes foram feitos uma, duas e três horas depois de cada situação.

O estudo mostrou que a ingestão de sal e água abaixa a temperatura do corpo mais do que a ingestão apenas de água. Além disso, a temperatura corporal cai ainda mais em pessoas que são resistentes ao sal do que naquelas consideradas mais sensíveis, segundo um dos autores do estudo, Robert Blankfield.

- Isso mostra que os indivíduos sensíveis ao sal conseguem controlar a temperatura do corpo de forma mais eficiente que os resistentes, mas sofrem mais com pressão alta. Por outro lado, os resistentes controlam melhor a pressão sanguínea do que os demais.
(Fonte: R7.com)

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Roupas e acessórios consomem 37% do dinheiro dos jovens no Brasil

Roupas e acessórios são itens que consomem 37% do dinheiro dos jovens no Brasil, segundo um estudo da TNS Research International. Restaurante fast food, produtos de tecnologia, saúde e beleza, telefonia móvel e transporte são outros itens que compõem os gastos dos jovens com idades entre 12 e 19 anos entrevistados para o levantamento.

Como não dispõem de fonte de renda própria, o dinheiro vem principalmente de mesada recebida dos pais. Entre os jovens da classe A, o valor semanal é de R$ 100 e, para os da classe C, de R$ 40 por semana, em média.

De acordo com o levantamento, a maioria (66%) não tem cartão de crédito, de débito ou conta-corrente e somente 19% possuem aplicação em caderneta de poupança.

Biscoitos e chocolates

Mesmo reconhecendo a importância de ter um estilo de vida saudável, muitas vezes os adolescentes não adotam essa atitude em seu dia a dia. Segundo o levantamento, 92% consomem grandes quantidades de refrigerantes, enquanto 78% afirmam comer regularmente biscoitos e bolachas, além de chocolates e chicletes, balas, sorvete e salgadinhos.

Quase um terço deles (32%) afirma nunca fazer exercícios físicos. Entre os 61% que costumam cuidar da saúde, 45% se preocupam com a alimentação, 36% praticam algum tipo de esporte e 40% vão ao médico pelo menos uma vez por ano.

Pesquisa

O estudo foi realizado em quatro regiões brasileiras (Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste) em dezembro de 2010.
Foram investigados diferentes aspectos relacionados à vida pessoal e familiar dos jovens entre 12 e 19 anos das classes A, B, C e D. Seus hábitos de consumo e marcas preferidas, mídia e perspectivas para o futuro.
(Fonte: InfoMoney)

Você tem um bom planejamento? Ou você se inclui nestes 37%?  

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terça-feira, 10 de maio de 2011

Comer quatro maçãs por dia pode reduzir colesterol ruim

"Um resultado incrível!", assim descreveu o cientista Bahram Arjmandi da Universidade da Flórida, nos Estados Unidos, ao contar para o jornal Daily Mail sobre a pesquisa que realizou, constatando que o consumo de maçãs é capaz de reduzir os níveis de colesterol "ruim", LDL, em até 1/4.

Comer maçãs mostrou ter apenas benefícios. Afinal, de acordo com o estudo, mulheres que ingeriram até 75g de maçãs desidratadas por seis meses não só reduziram os níveis de LDL, como ainda emagreceram - mesmo com o consumo de 240 calorias a mais por dia com a ingestão da fruta - e conseguiram aumentar em até 4% o nível do "bom" colesterol, o HDL. Os cientistas acreditam que os benefícios no colesterol são resultantes dos antioxidantes da maçã, enquanto o efeito emagrecedor vem da pectina, composto encontrado também em damascos, cenouras e frutas cítricas, que reduz o apetite.

Os pesquisadores sugeriram ainda que aqueles que preferem a fruta fresca poderão obter os mesmos resultados ao comer de quatro a cinco maçãs por dia.
(Fonte: Terra - Saúde)

Você costuma comer maçãs em seu dia-a-a dia? 

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Animal de estimação requer planejamento financeiro

Ter um bicho de estimação traz muitos benefícios para toda a família. É uma ótima companhia e a diversão é garantida, além do que eles promovem a tão importante interação social, principalmente junto ao universo infantil. Temos uma Basset de 5 meses e posso comprovar, todos os dias, o que costumava sempre ouvir: cuidar de um animal é gratificante e revigora as emoções!

Várias pesquisas demonstram que ter um animal de estimação proporciona inúmeras vantagens:

• Contribui para a estabilidade emocional;

• Favorece a comunicação entre os membros da família;

• Melhora a autoestima e a autoconfiança;

• Estimula a autonomia e responsabilidade das crianças;

• Reduz o nível de estresse.

No entanto, é preciso muita atenção em relação aos bichanos. É importante escolher um animal de estimação adequado à família e seu estilo de vida e ter certeza de que será possível criá-lo com amor, respeito e saúde. Neste sentido, abordaremos neste artigo o lado financeiro desta história.

Algumas perguntas podem nortear esse momento:

• Por que queremos um bicho de estimação?

• Tenho ambiente adequado para acomodá-lo?

• O que faremos quando viajarmos ou sairmos de férias?

• Temos condições financeiras para cuidar do bichinho?

Condições financeiras? BINGO! Além de um trabalho extra em relação aos cuidados com o novo “membro da família”, uma posse responsável envolve também um planejamento financeiro adequado. A pergunta é: será que todo mundo que decide cuidar de um animal faz um planejamento financeiro ou considera suas despesas no orçamento doméstico? Caso a resposta seja negativa, as surpresas podem ser desagradáveis.

As despesas começam na compra, caso você não adote um bichinho em abrigos especializados. Em certos casos, adequar o ambiente também será necessário. As idas ao veterinário, banho e tosa, as vacinas obrigatórias, a alimentação, os cuidados com a higiene e os irresistíveis mimos, como brinquedinhos e roupinhas, custam dinheiro!

Os animais de estimação movimentam bilhões em todo o mundo. Dados da ANFAL PET (Associação Nacional de Fabricantes de Alimentos para Animais) dizem que, em brinquedos, acessórios e alimentação, o brasileiro gasta anualmente por volta de R$ 819 milhões.

Mesmo sem cometer exageros, cuidar de um bicho aumenta as despesas. Dependendo da raça, os custos de manutenção mensais são maiores. Por exemplo, se optar por um cachorro de pelo longo, sua despesa com banho e tosa será o dobro (pelo menos) quando comparada à de um cachorro de pelo curto.

Assim, desde um peixinho Beta a um cachorro ou gato, o planejamento financeiro é muito bem vindo e necessário. A dica é: informe-se sobre os custos com amigos ou em um pet confiável e faça uma lista de todas as despesas mensais que terá. Abra o jogo com os filhos e familiares sobre estes novos gastos e a capacidade de eles entrarem no padrão de vida do lar. Não deixe apenas a emoção guiá-lo na chegada do novo amigo.

A convivência com um animal é muito boa e com planejamento financeiro poderá ficar melhor ainda. O ideal é decidir em família sobre a vontade de cuidar de um bichinho. Afinal, ele precisa ser razão de alegria, amor e felicidade, certo? Pois bem, com entendimento e respeito às condições financeiras familiares, ter um animal de estimação será uma experiência muito significativa para todos!
(Fonte: Dinheirama)

Você se planejou financeiramente antes de ter um animal de estimação? 

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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Problemas no paladar causam obesidade e anorexia em crianças

Transtornos no paladar podem contribuir significativamente para a obesidade infantil ou, no outro extremo, para a anorexia, diz um estudo feito por cientistas australianos.

Apesar de nem todas as crianças apresentarem transtornos gustativos, "há uma porcentagem razoável de crianças que são obesas ou anoréxicas por uma mudança no paladar causadas por diversas doenças e remédios", diz o neuropsicólogo David Laing, da Universidade de Nova Gales do Sul, coautor do estudo.

Laing e seus colegas descobriram que uma em cada dez crianças australianas entre oito e 12 anos é incapaz de saborear adequadamente sua comida. Essa taxa aumenta para 12% entre os aborígines, segundo o estudo, realizado com 432 alunos de diversas escolas públicas.

O ser humano normalmente pode identificar pelo menos cinco sabores: doce, azedo, amargo, salgado e umami (similar ao agridoce). Mas quando uma pessoa sofre de um transtorno gustativo e é incapaz de detectar um ou mais sabores, seus hábitos alimentares mudam porque os sabores das comidas se tornam desagradáveis.

O pesquisador diz que, por isso, "na maioria dos casos, e até onde se conhece, a pessoa fica ou muito obesa ou anoréxica.
– Os efeitos da perda do paladar nos hábitos alimentares e na saúde das crianças a longo prazo ainda são desconhecidos e por isso é preciso que sejam feitas mais pesquisas.

Ele diz que a situação na Austrália é dramática, já que a taxa de crianças com transtornos gustativos está acima do nível tolerável fixado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) para qualquer tipo de doença, que é de 4%.

Os transtornos gustativos são causados ainda por doenças como a paralisia de Bell, a insuficiência renal e o diabetes, assim como por problemas na cavidade oral, nas glândulas salivares e infecções no ouvido médio.
(Fonte: R7)

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QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA SEGUNDA-FEIRA!

Emprego cresce mais na faixa acima dos 50 anos

Número de trabalhadores deste grupo no mercado sobe 56,1% em oito anos.

Envelhecimento da população e falta de pessoal qualificado explicam fenômeno, afirmam especialistas.
Aposentada há 15 anos, Vanete Ferraz Parente, 70, trabalha numa lanchonete de fast food, no Rio, e não cogita parar tão cedo.
Mariângela Mundim, 52, gerente de Recursos Humanos da Petrobras, completou os 30 anos de contribuição à Previdência, mas não pensa em encerrar a carreira.

Elas ilustram um fenômeno que ganha força no mercado de trabalho das seis maiores regiões metropolitanas do país: o crescimento mais acelerado do emprego na faixa de 50 anos ou mais.
De 2003 ao primeiro trimestre de 2011, o número de pessoas ocupadas com mais de 50 anos aumentou 56,1%. O percentual supera o crescimento médio do total da população ocupada (19,8%).

Também é maior que o aumento do número de pessoas nessa faixa etária nas seis regiões, que foi de 41,6% (de 8,9 para 12,6 milhões).
Há oito anos, a faixa representava 16,7% da força de trabalho. O percentual subiu para 21,8% na média do primeiro trimestre de 2011, segundo levantamento da Folha sobre dados do IBGE.

Dos 22,2 milhões de pessoas ocupadas na média do primeiro trimestre de 2011 nas seis regiões metropolitanas, 4,8 milhões estavam no topo da pirâmide etária.
Para analistas, a mudança de perfil no mercado de trabalho é explicada pelo envelhecimento da população.
Outro fator é a falta de pessoas qualificadas em algumas áreas, que faz empresas reterem profissionais em idade de aposentadoria.

Pesquisador do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), Paulo Meyer Nascimento diz que o profissional de 30 a 40 anos já treinado está mais escasso e caro. Isso leva as empresas a procurar os mais velhos.

MUDANÇA

A gerente da Petrobras diz acreditar em uma mudança cultural das empresas, que passaram a valorizar mais a experiência dos trabalhadores para formar os mais jovens. Na empresa, 4.000 dos 58 mil empregados são aposentados -8% do total.

Vanete Parente, que se aposentou como secretária e hoje trabalha no Bob's, diz que o ganho extra ajuda.
"Me sinto muito jovem e disposta. Não gosto de ficar em casa", diz ela, que orienta clientes em uma loja na Tijuca (zona norte do Rio).

Especialistas também apontam a necessidade de complementar a renda familiar e as mudanças nas regras da Previdência, em especial o desconto no benefício para quem se aposenta mais jovem -o fator previdenciário, que surgiu em 1999.

Como as pessoas ficam economicamente ativas por mais tempo, Thaíz Marzola Zara, economista da Rosenberg & Associados, sugere que é hora de repensar as regras de aposentadoria.
Hoje, a norma fixa 30 anos de contribuição mínima para mulheres e 35 para homens.

Construção civil lidera contratações de mais velhos

Um dos setores em que o emprego entre os mais velhos cresceu com mais força foi o da construção civil, com alta acumulada de 62% de 2003 até o primeiro trimestre de 2011. O ramo é um dos que mais sofre com restrição de mão de obra e busca empregar os mais experientes.

Segundo Paulo Meyer Nascimento, pesquisador do Ipea, estudo recente do instituto mostra que cresceu significativamente a presença de engenheiros com mais de 50 anos na pirâmide etária da área, o que indica escassez de trabalhadores no setor.

Outro ramo com expansão significativa do emprego de pessoas nessa idade é o de serviços prestados às empresas. Nesse setor, o número de empregados acima de 50 anos subiu 71% entre 2003 e o primeiro trimestre de 2011.

O setor envolve os cargos de assessoria e consultoria, muitas vezes ocupados por pessoas aposentadas nas empresas. Um exemplo é o engenheiro Lourenço Righetti, 71. Ele trabalhou por 35 anos numa fábrica de válvulas elétricas para a indústria. Aposentou-se aos 65 anos, como exigiam as regras.
Passou a atuar como consultor na própria empresa por dois anos. Depois, foi diretor de outra empresa do ramo. Hoje, presta consultoria.
"Sempre há a necessidade de manter o padrão de renda, mas gosto do que faço."
(Fonte: Pedro Soares- Folha de S.Paulo)

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