Aproveite melhor o dinheiro
MONITORE AS DESPESAS
Anote cada despesa feita no primeiro mês ou nos três primeiros meses do ano para verificar o destino de cada centavo gasto;
CORTE OS EXCESSOS
Feito o diagnóstico é hora de reduzir as despesas.
Fique de olho principalmente nos pequenos gastos que, juntos, acabam consumindo boa parte do orçamento;
CORTE GASTOS SUPÉRFLUOS
Verifique a lista de despesas e reflita sobre se todas são de fato importantes para a manutenção de sua qualidade de vida. Aquelas que não atenderem a este requisito devem ser cortadas em prol do saneamento financeiro;
PAGUE À VISTA
A recomendação é que todas as dívidas sejam pagas em uma só parcela sempre que a pessoa tiver os recursos à disposição;
ECONOMIA INDIRETA
Além de um maior controle do orçamento, pagar à vista permitirá economia indireta dos valores que seriam desembolsados com o pagamento de juros, por conta de parcelamentos de longo prazo, e de multas, por causa de eventuais atrasos. Também há a possibilidade de obter descontos;
APROVEITE AS PROMOÇÕES
Procure realizar as compras na contramão das estações ou com antecedência para evitar as datas festivas.
(Fonte: Instituto Disop)
E você, como aproveita melhor o seu dinheiro? Comente,
Até breve...muito breve! /*-*/
segunda-feira, 4 de julho de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Compulsão por doces é tão forte quanto vício em drogas
Quando tentamos nos enganar com a desculpa do "eu mereço" para atacar mais uma fatia de bolo na sobremesa, isso tem uma explicação: vício em açúcar. Como destacou o Fox News, diversos estudos constataram que esta compulsão pode ser considerada tão séria e tão forte quanto o alcoolismo e o tabagismo.
Todo mundo já experimentou a sensação de necessidade de ingerir açúcar em algum momento da vida. Afinal, doces têm a capacidade de nos fazer sentir mais felizes e estudos recentes provaram que os humanos são programados desde a mais tenra idade a desejar o sabor doce. E, uma vez que o corpo experimenta a recompensa açucarada, não leva muito para se viciar. O vício surge já no nascimento, pois o leite materno é extremamente doce, fazendo com que o recém-nascido comece a reconhecer o prazer de ingerir alimentos adocicados.
A compulsão surge porque após ingerir uma guloseima, por exemplo, o cérebro libera opioides, que são substâncias químicas naturais que dão sensação de imenso prazer. Ao reconhecer esta sensação boa, o cérebro começa a pedir mais e mais opióides e, consequentemente, açúcar. Os cientistas já até identificaram as áreas do cérebro que são ativadas pela compulsão açucarada e descobriram que são as mesmas áreas ativadas no vício em drogas, o que prova a real capacidade viciante do açúcar.
O que acontece no corpo
Quando ingerimos doces, o açúcar entra no sistema sanguíneo, elevando os níveis de glicose e estimulando o pâncreas a produzir e liberar um hormônio chamado insulina, que converte a glicose em energia e em estoques de gordura. Mas além de cáries e obesidade, os doces também são ligados a outras doenças sérias, como depressão do sistema imunológico, diabetes e alterações de humor.
No cérebro, há a liberação dos opioides e há estudos que mostram que a compulsão açucarada produz no órgão o mesmo efeito químico da heroína e da morfina e o corpo "aprende" a pedir mais e mais açúcar para conseguir o efeito prazeroso que ele produz no organismo. Para provar esta teoria, os cientistas deram remédios que bloqueavam os receptores de opioides no cérebro e os voluntários que participavam da pesquisa sentiram muito menos vontade e interesse em consumir doces.
Pesquisadores das universidades de Princeton e Minnesota, nos Estados Unidos, realizaram testes com camundongos mostraram que o vício em açúcar leva à compulsão e à síndrome de abstinência. Em humanos, imagens cerebrais mostraram que a imagem de um sorvete em pacientes normais gera a mesma sensação prazerosa no cérebro que imagens de um cachimbo de crack para um viciado.
E o açúcar está presente em diversos alimentos do dia a dia, como katchup, sucos, refrigerantes, pães, cereais etc, e não acrescenta nada ao organismo a não ser energia, pois não tem fibras, minerais ou antioxidantes. Além de engordar e aumentar as chances de ter cáries.
Como maneirar
Eliminar o açúcar da dieta é quase impossível, mas há como reduzir sua ingestão ao evitar alimentos industrializados - em especial com farinha branca; beber mais água, porque o cérebro confunde desidratação com fome; ingerir mais proteínas, que garantem saciedade por mais tempo e ajudam a resistir à vontade de comer um docinho; abra mão da sobremesa por três semanas para readaptar o paladar e diminuir a compulsão; e resista ao impulso de "beliscar".
(Fonte: Terra - Saúde)
Você consegue se controlar com os doces? Comente!
QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA SEXTA-FEIRA! /*--*/
Todo mundo já experimentou a sensação de necessidade de ingerir açúcar em algum momento da vida. Afinal, doces têm a capacidade de nos fazer sentir mais felizes e estudos recentes provaram que os humanos são programados desde a mais tenra idade a desejar o sabor doce. E, uma vez que o corpo experimenta a recompensa açucarada, não leva muito para se viciar. O vício surge já no nascimento, pois o leite materno é extremamente doce, fazendo com que o recém-nascido comece a reconhecer o prazer de ingerir alimentos adocicados.
A compulsão surge porque após ingerir uma guloseima, por exemplo, o cérebro libera opioides, que são substâncias químicas naturais que dão sensação de imenso prazer. Ao reconhecer esta sensação boa, o cérebro começa a pedir mais e mais opióides e, consequentemente, açúcar. Os cientistas já até identificaram as áreas do cérebro que são ativadas pela compulsão açucarada e descobriram que são as mesmas áreas ativadas no vício em drogas, o que prova a real capacidade viciante do açúcar.
O que acontece no corpo
Quando ingerimos doces, o açúcar entra no sistema sanguíneo, elevando os níveis de glicose e estimulando o pâncreas a produzir e liberar um hormônio chamado insulina, que converte a glicose em energia e em estoques de gordura. Mas além de cáries e obesidade, os doces também são ligados a outras doenças sérias, como depressão do sistema imunológico, diabetes e alterações de humor.
No cérebro, há a liberação dos opioides e há estudos que mostram que a compulsão açucarada produz no órgão o mesmo efeito químico da heroína e da morfina e o corpo "aprende" a pedir mais e mais açúcar para conseguir o efeito prazeroso que ele produz no organismo. Para provar esta teoria, os cientistas deram remédios que bloqueavam os receptores de opioides no cérebro e os voluntários que participavam da pesquisa sentiram muito menos vontade e interesse em consumir doces.
Pesquisadores das universidades de Princeton e Minnesota, nos Estados Unidos, realizaram testes com camundongos mostraram que o vício em açúcar leva à compulsão e à síndrome de abstinência. Em humanos, imagens cerebrais mostraram que a imagem de um sorvete em pacientes normais gera a mesma sensação prazerosa no cérebro que imagens de um cachimbo de crack para um viciado.
E o açúcar está presente em diversos alimentos do dia a dia, como katchup, sucos, refrigerantes, pães, cereais etc, e não acrescenta nada ao organismo a não ser energia, pois não tem fibras, minerais ou antioxidantes. Além de engordar e aumentar as chances de ter cáries.
Como maneirar
Eliminar o açúcar da dieta é quase impossível, mas há como reduzir sua ingestão ao evitar alimentos industrializados - em especial com farinha branca; beber mais água, porque o cérebro confunde desidratação com fome; ingerir mais proteínas, que garantem saciedade por mais tempo e ajudam a resistir à vontade de comer um docinho; abra mão da sobremesa por três semanas para readaptar o paladar e diminuir a compulsão; e resista ao impulso de "beliscar".
(Fonte: Terra - Saúde)
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Educação financeira aumenta autonomia dos jovens
Os estudantes que têm aulas de educação financeira nas escolas apresentam uma maior autonomia para lidar com o dinheiro, de acordo com uma pesquisa do Banco Mundial, efetuada com alunos de escolas públicas participantes da primeira fase do programa piloto de educação financeira da Enef (Estratégia Nacional de Educação Financeira), patrocinado pela BM&F Bovespa.
Segundo o levantamento, entre os alunos que não tiveram aulas de educação financeira na escola, o índice de autonomia financeira era de 48,86%, enquanto aqueles que tiveram aulas de educação financeira tiveram um índice de 50,91%.
Maior consciência financeira
Os alunos que assistiram às aulas de educação financeira também adquiriram um costume maior de pesquisar por produtos mais baratos e negociar o pagamento.
De acordo com dados do levantamento, entre os estudantes que tiveram aula de educação financeira, 67% afirmaram que negociam o pagamento, enquanto entre aqueles que não tiveram as aulas, o percentual é de 63%.
Em relação às marcas, 68% dos alunos que participaram do programa afirmaram que pesquisam e comparam produtos similares antes de comprar, enquanto entre os alunos que não tiveram aulas de educação financeira, o número foi menor (66%).
“Os resultados são extremamente positivos. Usualmente, avaliações de educação não apresentam resultados positivos em períodos tão curtos de tempo. É importante reiterar que estamos avaliando apenas os quatro primeiros meses de aplicação do projeto ”, afirmou o especialista sênior do Banco Mundial, Rogelio Marchetti.
Maior alfabetização financeira
Ainda de acordo com o levantamento, estudantes do sexo feminino tiveram maior nível de alfabetização financeira, assim como alunos com melhor condição socioeconômica e com pais que atuam no setor formal da economia.
Já entre os alunos que repetiram, pelo menos, um ano escolar e cujas famílias pertencem a grupos de baixa renda, os níveis de conhecimento nesse tema foram menos assimilados.
Reflexo da educação financeira nos pais
De acordo com o levantamento, os pais de alunos que tiveram aulas de educação financeira ficaram mais propensos a incluir seus filhos na tomada de decisão financeira da família, além de discutirem assuntos relacionados a dinheiro e orçamento doméstico.
Segundo a pesquisa, 52% dos estudantes que frequentaram as aulas de educação financeira ajudam a organizar o orçamento familiar, contra 48% dos que não tiveram estas aulas na escola.
Já aqueles que conversam com os pais sobre a questão atingiu 70% entre os que participaram do Enef, ante 67% dos que não participaram.
Pesquisa
A pesquisa foi realizada em escolas públicas de São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Tocantins, Distrito Federal e Minas Gerais e foi dividida em duas fases. Na primeira, os alunos e seus pais responderam a um questionário com cerca de 150 perguntas a fim de medir o nível de conhecimento e atitudes em relação ao dinheiro.
Na segunda etapa, foram introduzidas nas escolas participantes conceitos de educação financeira. Entretanto, apenas metade dos jovens recebeu as atividades para que pudesse ser feita a comparação (Diego Lazzaris Borges - InfoMoney)
Comente sobre a educação financeira! Aguardamos sua mensagem!
Até breve...muito breve! /*--*/
Segundo o levantamento, entre os alunos que não tiveram aulas de educação financeira na escola, o índice de autonomia financeira era de 48,86%, enquanto aqueles que tiveram aulas de educação financeira tiveram um índice de 50,91%.
Maior consciência financeira
Os alunos que assistiram às aulas de educação financeira também adquiriram um costume maior de pesquisar por produtos mais baratos e negociar o pagamento.
De acordo com dados do levantamento, entre os estudantes que tiveram aula de educação financeira, 67% afirmaram que negociam o pagamento, enquanto entre aqueles que não tiveram as aulas, o percentual é de 63%.
Em relação às marcas, 68% dos alunos que participaram do programa afirmaram que pesquisam e comparam produtos similares antes de comprar, enquanto entre os alunos que não tiveram aulas de educação financeira, o número foi menor (66%).
“Os resultados são extremamente positivos. Usualmente, avaliações de educação não apresentam resultados positivos em períodos tão curtos de tempo. É importante reiterar que estamos avaliando apenas os quatro primeiros meses de aplicação do projeto ”, afirmou o especialista sênior do Banco Mundial, Rogelio Marchetti.
Maior alfabetização financeira
Ainda de acordo com o levantamento, estudantes do sexo feminino tiveram maior nível de alfabetização financeira, assim como alunos com melhor condição socioeconômica e com pais que atuam no setor formal da economia.
Já entre os alunos que repetiram, pelo menos, um ano escolar e cujas famílias pertencem a grupos de baixa renda, os níveis de conhecimento nesse tema foram menos assimilados.
Reflexo da educação financeira nos pais
De acordo com o levantamento, os pais de alunos que tiveram aulas de educação financeira ficaram mais propensos a incluir seus filhos na tomada de decisão financeira da família, além de discutirem assuntos relacionados a dinheiro e orçamento doméstico.
Segundo a pesquisa, 52% dos estudantes que frequentaram as aulas de educação financeira ajudam a organizar o orçamento familiar, contra 48% dos que não tiveram estas aulas na escola.
Já aqueles que conversam com os pais sobre a questão atingiu 70% entre os que participaram do Enef, ante 67% dos que não participaram.
Pesquisa
A pesquisa foi realizada em escolas públicas de São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Tocantins, Distrito Federal e Minas Gerais e foi dividida em duas fases. Na primeira, os alunos e seus pais responderam a um questionário com cerca de 150 perguntas a fim de medir o nível de conhecimento e atitudes em relação ao dinheiro.
Na segunda etapa, foram introduzidas nas escolas participantes conceitos de educação financeira. Entretanto, apenas metade dos jovens recebeu as atividades para que pudesse ser feita a comparação (Diego Lazzaris Borges - InfoMoney)
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quinta-feira, 30 de junho de 2011
Quanto mais você compra, mais lixo você tem
"O lixo parece mágico", diz Valéria Rodrigues Garcia, diretora de estudos e pesquisas do Procon-SP. "Você joga fora e seu metro quadrado está limpo, mas as ruas não." As vias reúnem coisas que vão de cocô de cachorro a sofás que não prestam para estar dentro de casa. "O consumidor deveria perguntar ao fabricante por que o sofá não dura mais que dois anos", afirma Valéria.
Segundo a diretora da entidade, para mudar a alta produção de lixo, o consumidor deveria planejar suas compras e ter uma ideia de quanto vai consumir para evitar o desperdício.
Outras saídas, no plano individual, seriam "exigir que os comerciantes apresentassem alternativas melhores para as embalagens, que os produtos tivessem maior qualidade e durabilidade", de acordo com Valéria.
"No plano coletivo, é preciso haver uma política pública que faça as empresas serem responsáveis pelo lixo que produzem."
O tempo de decomposição de cada resíduo varia de fonte para fonte e, como diz Valéria, não é muito confiável. Sobre o vidro, as informações vão de quatro mil anos até um milhão de anos. Os dados sobre embalagens PET também variam: de cem anos a tempo indeterminado.
(Fonte: Folha.com)
Você observa antes da compra, o lixo que pode gerar com a mesma?
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Solteiros movimentam R$ 418 bilhões por ano, mostra estudo
Os 47,1 milhões de solteiros que existem no Brasil movimentam R$ 418 bilhões por ano, conforme revela estudo divulgado pelo Instituto data Popular. Conforme a pesquisa, feita com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio 2009 (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os solteiros correspondem a 36,6% da população do país e têm idade média de 32 anos.
Ainda de acordo com a pesquisa, 8% dos solteiros moram sozinhos.
No estudo, o Data Popular considera solteiros os maiores de 18 anos que não se casaram; viúvos e divorciados não estão incluídos.
46,3% do total de gastos são de solteiros da classe C, a nova classe média brasileira. Somados, os gastos dos solreiros das classes C, D, e E chegam a R$ 252,6 bilhões, 60% do total.
Jovens da classe A movimentam R$ 75,6 bilhões por ano e, da classe B, R$ 90,5 bilhões.
O norte é a região do país com a maior proporção de solteiros, que chegam a 50,4%; no nordeste, a fatia de solteiros é de 41,2% da população; no centro-oeste, 40,1%; 33,5% no nordeste e 31,6% no sul.
Homens X mulheres
Entre os 8,1 milhões de solteiros da classe AB, os homens são maioria e respondem por 51%. As mulheres são minoria também em meio aos 23,6 milhões de solteiros da classe C, onde elas são 47%. A maioria feminina solteira só é observada nas classes D e E, onde elas são 58%.
(Fonte: G1)
Comente este estudo do Instituto data Popular!
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Ainda de acordo com a pesquisa, 8% dos solteiros moram sozinhos.
No estudo, o Data Popular considera solteiros os maiores de 18 anos que não se casaram; viúvos e divorciados não estão incluídos.
46,3% do total de gastos são de solteiros da classe C, a nova classe média brasileira. Somados, os gastos dos solreiros das classes C, D, e E chegam a R$ 252,6 bilhões, 60% do total.
Jovens da classe A movimentam R$ 75,6 bilhões por ano e, da classe B, R$ 90,5 bilhões.
O norte é a região do país com a maior proporção de solteiros, que chegam a 50,4%; no nordeste, a fatia de solteiros é de 41,2% da população; no centro-oeste, 40,1%; 33,5% no nordeste e 31,6% no sul.
Homens X mulheres
Entre os 8,1 milhões de solteiros da classe AB, os homens são maioria e respondem por 51%. As mulheres são minoria também em meio aos 23,6 milhões de solteiros da classe C, onde elas são 47%. A maioria feminina solteira só é observada nas classes D e E, onde elas são 58%.
(Fonte: G1)
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quarta-feira, 29 de junho de 2011
Vida a dois: finanças equilibradas em três passos
Distinguir receitas e despesas seria o primeiro passo. Contudo, quando o assunto é planejamento a dois, é preciso atenção a algumas diferenças entre a organização financeira do casal e a de um solteiro. “É até mais difícil fazer um planejamento quando se está sozinho. Com outra pessoa, é mais fácil porque um incentiva o outro em caso de deslizes”, afirma a gerente do Easynvest, Miriam Macari.
Um solteiro, explica Miriam, não tem grandes responsabilidades que conduzam o gerenciamento do seu próprio dinheiro. Dessa forma, ele acaba gastando além do que precisa, porque não tem um direcionamento planejado do que ganha. E somente ele arcará com os erros financeiros que cometer. Um casal, por outro lado, pode cometer erros com as finanças, mas o outro está ali para socorrer.
Primeiro passo: a conversa
Por isso, o primeiro passo para um planejamento eficaz é a conversa. Para o professor de Finanças da Fipecafi (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras), Mário Amigo, é nessa fase que o casal se conhece financeiramente. “É para um entender como está o orçamento do outro. A situação financeira tem de ser analisada para que os objetivos sejam alinhados. O casal precisa entender que o planejamento é mais importante que aumentar os rendimentos”, considera.
Listar as despesas e as receitas de que cada um dispõe é o primeiro passo para iniciar a vida a dois sem dívidas. A partir daí, fica a critério do casal o modo como eliminarão possíveis débitos. Um pode ajudar o outro a sair do problema. E os dois devem fazer uma poupança antes de se unir de fato. “Pensar em uma poupança de longo prazo, ou mesmo uma previdência complementar, é um meio de compatibilizar objetivos”, afirma Amigo.
Depois de pagar as dívidas, é preciso que as metas sejam estabelecidas conjuntamente. Claro que cada um não precisa abandonar antigos sonhos de consumo para casar sem dívidas, mas é preciso estabelecer prioridades. Um passo de cada vez.
Segundo passo: a festa e o custo da nova vida
Pode não parecer, mas a festa de casamento é o segundo passo para começar a vida de casados com dívidas ou sem elas. Por isso, os dois já devem começar a fazer uma poupança para formar uma reserva para a cerimônia. O coordenador do curso de Gestão Financeira da Veris Faculdades, Fabrício Pessato Ferreira, atenta que esse planejamento não é a toa. Ele calcula que uma festa de médio porte pode custar em torno de R$ 20 mil. “O marco zero é calcular os gastos que serão efetuados e ver de quanto o casal dispõe para realizar a festa”.
Visto isso, é preciso que o casal faça pesquisas incansáveis de preços. Entre os itens que o economista aconselha a dar mais atenção estão o aluguel do espaço onde ocorrerá a festa, a decoração do espaço e da igreja e, principalmente, o bufê. “Especifique tudo em contrato e, se possível, coloque alguém como mestre de cerimônias para averiguar se a quantidade de bebida contratada está sendo efetivamente distribuída”, exemplifica.
Os gastos não param por aí. Até na lua de mel, calcula o economista, o casal pode ter prejuízo. “Cuidado com os passeios de pacotes. Muitas vezes, esses passeios não são os melhores e as agências de viagem tentam empurrá-los porque ganham comissões para fazê-lo”, alerta Ferreira. Depois da viagem, organizar a casa nova é um dos momentos mais esperados pelo casal.
Para além dos cuidados da compra da casa, o casal deve ficar atento aos gastos com móveis e eletrodomésticos novos. O economista aconselha fazer estimativas antecipadas de quanto serão os gastos para mobiliar a casa nova. “Uma solução é colocar os móveis e eletrodomésticos mais caros para serem comprados pelos convidados por quotas em sites de presentes”, aconselha Ferreira. Ou mesmo manter móveis e eletrodomésticos de solteiro, fazendo poucas mudanças.
Terceiro passo: mudando hábitos
Fazer o planejamento pode ser até simples. Mantê-lo é que pode se tornar um problema, porque requer mudanças, muitas vezes drásticas, de hábitos. “É difícil mudar hábitos, mas dá para controlar gastos. Quando você faz isso, você vê o quanto dói no bolso”, afirma Miriam. “É importante lembrar que esse planejamento não termina com a compra do apartamento”, reforça.
“Normalmente, o comportamento de consumo de cada um antes de se unir acaba sendo levado para o casamento”, afirma Ferreira. O economista explica, porém, que o casal precisa compreender que o comportamento de consumo agora é a dois. “Nesses casos, o pior erro é exatamente não fazer uma programação de gastos”, considera.
Se eles conseguirem manter um planejamento antes do casamento, depois do “sim”, tudo fica mais simples. Para Mário Amigo, da Fipecafi, isso é uma questão de tempo. “Quanto mais cedo eles tiverem essa conversa e fizerem esse planejamento, mais fácil será essa adaptação, porque você amadurece esse planejamento e age com menos impulso”.
(Fonte: Camila F. de Mendonça - InfoMoney)
Você planejou ou se planeja financeiramente antes do casamento?
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Pensamentos negativos podem levar à depressão
Um novo estudo, desenvolvido na Universidade Stanford, sugere que parte do motivo de esses indivíduos não conseguirem abandonar os pensamentos negativos é uma incapacidade de tirar sua atenção desses acontecimentos.
“Eles basicamente ficam presos em um estado mental onde eles revivem o que aconteceu com eles” explica a pesquisadora Jutta Joormann. “Mesmo que eles pensem ‘ah, isso não me ajuda, eu deveria parar de pensar sobre isso, eu deveria seguir com a minha vida’, eles não conseguem parar”.
Para o estudo, os pesquisadores selecionaram 26 pessoas que sofriam de depressão e 27 pessoas saudáveis. Em um experimento, foram mostradas três palavras aos participantes, que tiveram que se lembrar delas mais tarde na ordem em que foram apresentadas ou em ordem inversa. As palavras foram então mostradas novamente e os participantes tiveram que dizer rapidamente em qual ordem a palavra havia sido exibida na primeira vez. O teste mostrou que o quão mais rapidamente a resposta era dada, mais flexível era a forma de pensar da pessoa. “A ordem das palavras fica como que presa na memória funcional, especialmente quando as palavras são negativas”, explica Joormann.
O experimento mostrou que as pessoas que tinham depressão tiveram dificuldades para ordenarem as palavras em seus pensamentos, sendo que fazer isso foi ainda mais difícil quando as palavras eram negativas (morte, tristeza). Assim, os pesquisadores concluíram que pessoas que tiveram mais dificuldade com as atividades eram mais propensas a pensarem repetidamente sobre seus problemas.
Os autores do estudo esperam que as suas descobertas possam ajudar pessoas sofrendo de depressão, ensinando-as a evitarem pensamentos negativos.
A pesquisa será publicada no periódico Psychological Science.
(Fonte: Association for Psychological Science)
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