terça-feira, 19 de julho de 2011

Reduzir o consumo de tabaco é o objetivo prioritário para salvar milhões das doenças mais mortais

Reduzir o consumo de tabaco deve ser prioridade para os líderes mundiais que fazem frente à enorme e crescente quantidade de mortes causadas por doenças não transmissíveis (DNT).

Essa é a conclusão de um relatório, elaborado por cientistas e quatro grandes ONGs internacionais – Federação Internacional de Diabetes, União Internacional Contra Tuberculose e Doenças Pulmonares, União Internacional de Controle do Câncer e Federação Mundial do Coração. A análise foi divulgada pelo jornal The Lancet, um dos principais da área médica.

As doenças não transmissíveis, principalmente as cardíacas, o câncer, derrame, diabetes e as respiratórias crônicas, representam dois terços das mortes no mundo e são cada vez mais responsáveis pelo número de mortes em países em desenvolvimento. Em 19 e 20 de setembro, a Organização das Nações Unidas realizará uma reunião de grande porte sobre doenças não transmissíveis.

O relatório divulgado pelo Lancet propõe uma lista restrita de cinco intervenções prioritárias para abordar essa crescente crise mundial. Segundo os autores, a primeira intervenção deve ser a de reduzir o consumo de tabaco: "A prioridade mais urgente e imediato é o controle do tabaco”, assume.

A chave para o sucesso em reduzir o consumo do tabaco será acelerar a implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT). Alcançar esse objetivo poderia evitar pelo menos 5,5 milhões de mortes prematuras em até 10 anos, em 23 países, que respondem por 80% da carga de doenças crônicas no mundo em desenvolvimento.

Acelerar a implementação da CQCT é também um dos resultados sugeridos no documento de proposta de resultados da Aliança para Doenças não Transmissíveis, um um grupo de organizações da sociedade civil que trabalha na organização da reunião da ONU, que inclui a Framework Convention Alliance, da qual a Aliança de Controle do Tabagismo faz parte.

"O uso de tabaco, por si só, representa uma em cada seis mortes decorrente das doenças não transmissíveis", acrescenta o relatório. A cada dia, mais de 1 bilhão de pessoas fumam ou mascam tabaco devido à sua dependência à nicotina, sendo que destes cerca de 15.000 morrem por doenças tabaco relacionadas.

Entres as outras intervenções identificadas pelo relatório estão a redução do consumo de sal, aquisição de melhores hábitos alimentares, prática de atividade física, redução do consumo exagerado de álcool, além de oferecer tecnologias e medicamentos essenciais, eficazes e acessíveis.

É importante salientar que os custos destas intervenções serão baixos. Segundo os autores da pesquisa, o custo anual para implementação de políticas de controle do tabaco e redução do consumo de sal será inferior a US$ 0.50 centavos por pessoa, por ano, em países como Índia e China.
(Fonte: ACTBR.ORG)

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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Cortar gastos, poupar e investir


Um caminho tortuoso para muitas mulheres que se encontram na função de mantenedoras do lar. Além de arcar com as despesas do lar, elas precisam cuidar de si mesmas, muitas vezes dos filhos e do futuro. Futuro que está bem longe do pensamento de 40% das mulheres, segundo levantamento da Sophia Mind Pesquisa e Inteligência de Mercado. 
 
Ainda de acordo com o estudo, 73% das mulheres ainda não possuem planejamento para a aposentadoria. Mesmo para as 34% que já tem um plano traçado, o cumprimento não está sendo feito. Para chegar a esta etapa, primeiro é preciso cortar gastos. Se não sair desse primeiro passo, o caminho ficará bem mais longo.

Algumas dicas:
- Trocar a academia por uma corrida no parque
- Combinar com os amigos um jantar em casa de vez em quando em vez de sair todo final de semana
- Por vezes, fazer as unhas ou hidratar o cabelo sem ir ao salão também ajuda
- Fazer uma refeição caseira é mais barato e saudável
- Resistir aos mimos supérfluos e presentes caros. 

Depois disso, resta economizar e fazer o investimento que mais se adequa aos seus sonhos.
(Fonte: Terra - Por Lívany Salles)

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QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA SEGUNDA-FEIRA! 

Anvisa quer reduzir quantidade de iodo no sal brasileiro

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) publicou uma proposta para reduzir o teor de sódio no sal comercializado em todo o país.
Atualmente, a quantia considerada própria para consumo humano varia entre 20 miligramas (mg) e 60 mg de iodo para cada quilo de sal.

Por meio da Consulta Pública nº 35, a Anvisa propõe que o percentual fique entre 15 mg e 45 mg.
De acordo com a Anvisa, há indícios de que o consumo excessivo de iodo possa aumentar os casos de tireoidite de Hashimoto, doença caracterizada pela inflamação da tireoide e provocada por um erro no sistema imunológico.

Os principais sintomas incluem fadiga crônica, cansaço fácil e ganho de peso.
A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda que a quantidade de iodo para cada quilo se situe entre 20 mg e 40 mg nos países em que a população consuma uma média de 10 gramas de sal por dia.

Dados do Ministério da Saúde indicam que o brasileiro consome, diariamente, 9,6 gramas de sal, mas o consumo total pode chegar a 12 gramas quando levados em consideração alimentos processados e consumidos fora de casa.

A proposta da Anvisa pode ser consultada na íntegra no site www.anvisa.gov.br .
O processo de iodação do sal é uma medida adotada em todo o mundo com o objetivo de prevenir os chamados distúrbios por deficiência de iodo (DDI), que incluem retardo mental grave e irreversível e surdo-mudez em crianças, anomalias congênitas e bócio.
(Fonte: Agência Brasil)

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sexta-feira, 15 de julho de 2011

Mulheres mais vulneráveis a doenças no coração

Segundo o cardiologista Alexandre Cury, precisamos ficar atentos ao crescimento de doenças cardíacas junto ao público feminino.

A incidência de doenças cardiovasculares (DCVs) está aumentando entre as mulheres, principalmente decorrente dos males antes mais típicos do público masculino como estresse, tabagismo e dietas desequilibradas. E o problema é que as mulheres são ainda mais suscetíveis às doenças do coração do que os homens. Este é o alerta de Alexandre Cury, cardiologista do Lâmina Medicina Diagnostica.

"A mulher é mais vulnerável por diversos fatores. Um deles é o fato de o coração delas bater mais rápido e as artérias coronárias serem mais estreitas. O modo como as placas de gordura se depositam nos vasos sanguíneos também é diferente. A probabilidade de uma mulher morrer em consequência de um infarto é, em média, 50% maior do que a de um homem com a mesma idade, hábitos e índices de colesterol, triglicérides e pressão arterial", explica o médico.

Outro fator agravante, de acordo com Cury, é a menopausa. O índice de doença do coração em mulheres em menopausa é de duas a três vezes maior que o de mulheres na mesma faixa etária não menopausadas. Comparadas às que entram na menopausa aos 50 anos ou mais, as mulheres que chegam a esta etapa antes dos 45 têm um risco ainda mais elevado.

A previsão é que, em 20 anos, o número de mortes em decorrência de doenças cardíacas entre as mulheres deva ultrapassar o de homens. E o número de mulheres com grande risco cardíaco subiu de 10% para 30%, representando 21 milhões de brasileiras.

No tratamento a situação não é diferente. Os vasos sanguíneos das mulheres são mais tortuosos, o que dificulta o cateterismo e outros procedimentos como a colocação de stents para desentupimento arterial.

Mesmo com tudo isso, o risco de câncer de mama parece continuar sendo uma das principais preocupações de saúde das mulheres. Mas sabemos que a maior incidência de morte se refere às doenças cardiovasculares, já que todos os anos 31 mil brasileiras morrem infartadas, contra as 11 mil vítimas de câncer de mama.

Segundo Cury, um melhor entendimento dos fatores de risco (como hipertensão, diabetes, colesterol, história familiar, tabagismo, obesidade, estresse e depressão) vai ajudar a controlar o aparecimento e a progressão dessas doenças, principalmente se a prevenção começar o mais precocemente possível.

"A ideia principal é: se uma mulher adotasse hábitos saudáveis e preventivos desde cedo, de modo que ela apresentasse menos fatores de risco quando chegasse aos 50 anos, ela poderia ter um risco menor de doença cardiovascular e uma vida notadamente mais longa e melhor", finaliza o especialista.
(Fonte: Paula Carvalho - Povo)

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QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA SEXTA-FEIRA! 

Você sabia que 26% dos brasileiros mudaram a alimentação por conta dos preços?

Nos últimos dois anos, cerca de 29% da população mundial mudou de hábitos alimentares por conta do aumento nos preços de certos alimentos. No Brasil, segundo revela pesquisa da ONG Oxfam International, este percentual é de 26%.

De acordo com o levantamento, por aqui, o alto preço dos alimentos é a principal razão para que as pessoas deixem de comer certos alimentos que costumavam fazer parte da cesta. O segundo motivo é a saúde, apontada por 26% dos entrevistados.

A preocupação com o modo pelo qual o alimento é produzido, o fato de ter enjoado da comida e a indisponibilidade do produto aparecem em seguida, com 15%, 8% e 5% das indicações.

Geral

No geral, o preço dos alimentos foi o motivo apontado por 29% de todos os entrevistados para uma mudança nos hábitos alimentares nos últimos dois anos. Assim como no Brasil, a saúde foi a segunda razão mais apontada, com 24%.
(Fonte: InfoMoney)

Você costuma mudar sua alimentação por conta dos preços? Comente!

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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Atenção à sinusite

Doença se alastra no inverno.

Não é novidade: começa o inverno, começa a coriza. Quando cai a temperatura, casos de sinusite começam a triplicar. Os principais vilões são os vírus e bactérias que causam gripes e resfriados. Especialistas alertam: é preciso tratar o problema para que ele não se torne crônico.
"A sinusite é uma inflamação da mucosa respiratória que fica na face. A mucosa tem cílios que desempenham o papel de "varrer" as secreções. Quando há infecção, as secreções se tornam mais viscosas e, com os cílios se movimentando menos, ficam acumuladas", explica o otorrinolaringologista Mário Munhoz.

Segundo o especialista, os principais sintomas são a coriza e a obstrução nasal. Em alguns casos, há relatos de dores de cabeça. "Esses sintomas são mais comuns na sinusite virai, característica de gripes e resfriados. É de curta duração e desaparece sozinha. Mas, se a pessoa não se cuidar, pode evoluir para uma sinusite bacteriana. O tratamento se dá por meio de antibióticos", diz.
(Fonte: Meia Hora)

Você costuma a ter sinusite no inverno? Comente! 
 
QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA QUINTA-FEIRA! 

De maneira geral, um casamento deve começar a ser organizado com cerca de um ano de antecedência

A resposta a essa pergunta vai depender de casal para casal, já que é preciso levar em conta que tipo de festa de casamento os noivos pretendem ter e quais são seus objetivos e metas para logo depois de oficializarem a união.

De maneira geral, no entanto, uma festa de casamento deve começar a ser organizada com cerca de um ano de antecedência e os noivos devem começar o planejamento pensando na lista de convidados e no orçamento, ou seja, qual é o limite de gastos para a realização deste sonho.

Com essas informações já definidas, o casal deve começar a pesquisa de preços dos fornecedores, não só para ter acesso às mercadorias e aos profissionais com a melhor relação custo benefício, mas também para ter certeza de que está fechando negócio com uma empresa idônea.

Escolhidos os fornecedores, os noivos devem ler com atenção o contrato e exigir que qualquer acordo esteja explícito no documento. Caso não entenda alguma cláusula, peça esclarecimentos, pois é essencial passar por esta fase sem dúvidas.
(Fonte: Finanças Práticas)

Você começou a organizar o seu casamento com quanto tempo de antecedência?

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