terça-feira, 9 de agosto de 2011

Existe limite de idade para começar a investir?

Os compromissos financeiros, as contas apertadas por conta dos gastos com os filhos, a falta de um planejamento adequado. Por conta destas e de diversas outras “variáveis”, não são poucas as pessoas que chegam à terceira idade sem ter conseguido fazer investimentos ao longo da vida.

Entretanto, de acordo com os educadores financeiros, nunca é tarde para começar a investir. Os profissionais da área ressaltam que o ideal é começar a pensar em aplicações financeiras o quanto antes, mas, se isso não tiver acontecido e você já estiver na terceira idade, não deve deixar de pensar em investir para realizar seus sonhos e garantir uma velhice mais tranquila.

“Quanto mais cedo se pensar em investimentos, melhor. Mas nunca é tarde para começar”, afirma o educador financeiro e fundador do Centro de Estudos e Formação de Patrimônio Calil & Calil, Mauro Calil.

Ele ressalta que a expectativa de vida do brasileiro aumentou bastante nos últimos anos e, por isso, não se deve deixar de investir apenas por conta da idade avançada.

“Nós estamos vivendo mais. Hoje em dia, as pessoas de 80 anos ainda têm boa saúde. Então, mesmo com 60 a 70 anos, é bom pensar em guardar para o futuro, que pode ser mais 30 anos de vida”, afirma.

Tempo é o melhor aliado para o planejamento

A educadora financeira e diretora do The Money Camp, Silvia Alambert, ressalta que o tempo é o melhor aliado para os investimentos e o planejamento financeiro adequado. Entretanto, ela concorda que é possível iniciar os investimentos financeiros mesmo depois de uma idade mais avançada, sempre com objetivos adequados à situação de cada um.

“Na terceira idade, os objetivos costumam ser diferentes. A maioria das pessoas já não tem as obrigações financeiras para construção de patrimônio e podem investir pensando em outras coisas”, afirma a educadora. “Uma viagem com um grupo de amigos, comuns nesta fase da vida, ou alguma outra atividade que interesse aquela pessoa podem ser conquistados com um investimento”, completa.

Planejamento financeiro

Apesar de haver uma diminuição das obrigações em relação a filhos e construção de patrimônio, Mauro Calil ressalta que algumas contas acabam ficando mais caras nesta fase da vida. “O gasto com remédios fica muito mais alto, assim como o plano de saúde. A inflação na terceira idade também é maior”, afirma o educador financeiro.

Por isto, ele lembra que é importante fazer um planejamento financeiro mesmo nesta fase da vida, para que possa sobrar um dinheiro para investir e realizar os sonhos.

“O caminho é o mesmo. Primeiro, é preciso eliminar todas as dívidas e ter uma fonte de renda”, diz.

Se a aposentadoria não for suficiente para todos os gastos e um possível investimento, mas se a saúde estiver em dia, ele aponta que também é possível conseguir renda com algum emprego.

“Tem muita coisa que pode ser feita nesta idade. Desde cuidar de crianças, para as mulheres, até os chamados 'maridos de aluguel', que realizam pequenos reparos em domicílio. Os homens de mais idade costumam ter muito mais paciência e conhecimento para este tipo de atividade", diz Calil.

Onde investir

De acordo com os educadores, nesta idade, o melhor mesmo é não arriscar muito e manter todos os recursos (ou a maioria deles) em investimentos conservadores.

“Depois de uma certa idade, não é aconselhado arriscar. O próprio perfil do investidor muda, ele normalmente já não quer fortes emoções”, afirma Silvia.

Mauro Calil concorda. “O ideal é partir para os títulos do Tesouro Direto, CDB Direto ou fundos de renda fixa”, afirma. Segundo ele, em alguns casos, é possível colocar uma pequena parte em renda variável.

“Mas isso apenas para 'temperar' os investimentos e depois que ele já tiver uma carteira montada em renda fixa”, afirma o educador financeiro.
(Fonte: Diego Lazzaris Borges - InfoMoney)

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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Passar muitas horas em frente à TV aumenta risco de morte

Pessoas que ficam mais horas em frente à televisão correm um risco maior de morrer ou de desenvolver diabetes e doenças cardíacas, sugere um novo estudo.

"A mensagem é simples", segundo o autor da pesquisa, Frank Hu, da Faculdade de Saúde Pública de Harvard. "Diminuir as horas em frente à TV é uma forma importante de reduzir comportamentos sedentários e as chances de desenvolver diabetes e doenças cardíacas."

Todos os dias, os americanos gastam uma média de cinco horas assistindo televisão, enquanto os australianos e alguns europeus, de 3,5 a 4 horas por dia, observam os pesquisadores.

As pessoas que passam muitas horas em frente à televisão não só não se exercitam, como provavelmente comem alimentos pouco saudáveis, explicou Hu. "A combinação de sedentarismo, alimentação inadequada e obesidade cria um 'terreno fértil perfeito' para o diabetes tipo 2 e doenças cardíacas."

Este não é o primeiro estudo que associa o tempo em frente à TV a efeitos nocivos --muitas pesquisas encontram uma forte ligação com a obesidade.

Um relatório de 2007 revelou que mais tempo de televisão foi associado ao aumento da pressão arterial em crianças obesas. Outro estudo do mesmo ano descobriu que crianças com sobrepeso que assistem a propagandas de comida tendem a dobrar a ingestão de alimentos.

Para o novo estudo, publicado no "Journal of American Medical Association", Hu e sua equipe revisaram pesquisas anteriores, que examinaram a relação entre tempo de TV e doenças como diabetes tipo 2.

A análise incluiu oito estudos que acompanharam mais de 200.000 pessoas em uma média de 7 a 10 anos.

Hu e sua equipe descobriram que, para cada duas horas de televisão diária, o risco de diabetes aumenta 20%, enquanto o risco de doença cardíaca, 15%, e o risco de morte, 13%.

Com base nesses resultados, os pesquisadores estimaram que, entre um grupo de 100 mil pessoas, reduzir o tempo de TV em duas horas por dia pode prevenir 176 novos casos de diabetes, 38 casos de doenças cardiovasculares fatais e 104 mortes prematuras por ano.

Todos os estudos incluídos asseguraram que os participantes não desenvolveram nenhuma doença crônica.

No entanto, a pesquisa não pode provar que ver televisão, por si só, aumenta o risco de doenças. Também não é possível identificar como isso acontece.

"É verdade que pessoas que assistem muita TV diferem dos outros, especialmente em termos de dieta e atividade física", disse Hu.

Quem passa horas em frente à televisão está mais propenso a comer junk food, explicou ele, o que pode explicar alguns dos efeitos adversos do comportamento sedentário.
(Fonte: Reuters)

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QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA SEGUNDA-FEIRA! 

Quanto dar de mesada para os filhos?

Quase tudo o que cerca a mesada exige muita conversa e informação. É o caso da quantia a ser dada. Em primeiro lugar é importante esclarecer o seguinte: mesada é só uma maneira de se educar os filhos para lidar com dinheiro. Existem muitas outras. Isso dito, para aqueles pais que se sintam confortáveis fazendo uso deste instrumento de educação, algumas indicações podem ajudar a estabelecer o valor.

Como regra geral, dos 3 aos 11 anos de idade a criança está preparada apenas para receber semanadas. Para essa faixa etária a noção de tempo não comporta mais que o curto prazo. Por essa razão o dinheiro deve ser distribuído em pequenos intervalos. A partir dos 11 anos já é possível instituir a mesada.

Para crianças entre 3 e 5 anos a função da semanada é habituá-las a esperar para receber e gastar dinheiro. Fixando um dia certo para o pagamento e cuidando de mantê-lo sempre o mesmo, se estará dando à criança instrumentos para lidar com sentimentos difíceis como ansiedade e impulsividade. Para essa faixa etária uma cédula de R$1,00, ou moedas de valor equivalente por semana, será suficiente.

Dos 6 aos 11 anos gosto de sugerir um cálculo bastante simples: 1 real, por idade, por semana. Para ensinar a gastar e a poupar, é importante estimular a criança a encontrar objetivos plausíveis, de curto prazo, para parte do dinheiro que está recebendo.

A partir dos 12 anos o pré- adolescente possui maturidade suficiente para receber mesadas. Para essa faixa etária o cálculo indicado acima sofre ajustes.

Dos 12 aos 14 anos, basta multiplicar a idade por 8 reais. Dos 15 aos 18, multiplica-se a idade por R$12.

Como disse, a mesada é um instrumento valioso para a educação financeira. Mas não é fundamental. Se o orçamento familiar não comportar gastos desta natureza, os pais não devem se preocupar. Existem dezenas de outras maneiras de se educar as crianças para lidar com dinheiro.
(Fonte: Site BM & F Bovespa - Mulheres em Ação)

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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Aposentadoria aumenta o custo de vida

Com a aposentadoria, o custo de vida aumenta pelos gastos com saúde, lazer e obrigações sociais.

Não raro, encontro opiniões de especialistas que sugerem que, ao planejarmos nossa aposentadoria, devemos projetar uma renda de cerca de 70% do que ganhamos por volta dos 45 anos.

O argumento é que o encerramento da carreira coincide com a saída dos filhos de casa, ou que, ao deixarmos de trabalhar, não teremos mais de arcar com despesas de networking -happy hours, por exemplo- e vestuário de primeira.

Tenho fortes ressalvas em relação a esse tipo de recomendação. Acredito que nosso custo de vida não deveria diminuir na aposentadoria - mas sim aumentar.
Explico com três argumentos.

O bom senso e as estatísticas mostram que os gastos com saúde aumentam com o passar dos anos.

Por mais saudáveis que sejamos, o avançar da idade nos induz a gastar mais com terapias tanto preventivas como corretivas. Isso todos nós sabemos.
O que muitos esquecem é que a aposentadoria nos premia com uma grande disponibilidade de agenda. Tempo livre nos convida ao lazer, que não custa pouco.

Independentemente de onde você viva ou se imagine vivendo na aposentadoria, certamente terá muito mais a fazer em seu tempo livre se tiver recursos disponíveis.

Não importa se sua predileção é pela cultura, pelas viagens, pela prática de esportes ou pela filantropia: dinheiro nos permite usar o tempo com mais criatividade e produtividade. Em outras palavras, nos mantém jovens por mais tempo.

Além dos gastos com saúde e lazer, meu terceiro argumento para o aumento dos custos se relaciona às obrigações sociais.
Costumamos não perceber que, com o avançar nos anos, simplesmente aumenta o número de... parentes!

Quanto mais passa o tempo, mais aumenta nossa lista de filhos, de netos, de enteados, de afilhados e afins, que nos convidam para toda sorte de celebrações: aniversários, formaturas, casamentos e chás de cozinha e de bebê, entre outros.

Se você quiser cumprir com dignidade a necessidade de presentear e de se vestir bem nos diversos eventos, terá de contar com um bom orçamento.

Quando ignoramos esses fatos da vida no começo do planejamento financeiro, ainda na juventude, tendemos a nos conformar com o envelhecimento e a consequente redução das opções que teremos, como se fosse um fato da natureza.

A quem não tem opções não resta outra coisa a não ser envelhecer, entregar-se à restrição de atividades sociais e de lazer e ver o tempo passar. A falta definitiva de dinheiro nos faz enterrar de vez a juventude.

Se não pudermos viver como antes, se não conseguirmos viajar com amigos, praticar um esporte ou fazer um curso que nos encante, o que nos resta? A cadeira de balanço? O pijama? A televisão no domingo à tarde?

Perceba que o envelhecimento está associado à rotina que a falta de dinheiro nos impõe. Existem jovens de 40 anos que aparentam ter muito mais, em razão do estresse imposto pelo trabalho excessivo e diversas frustrações, assim como há jovens de 80 anos que aparentam ter muito menos, pois sabem viver a vida. Normalmente, os que sabem viver têm mais saúde -inclusive a saúde financeira. Se você tem tempo para planejar seu futuro, leve isso em consideração. Não seja modesto com a poupança que faz. Seja otimista com a vida que você quer ter. Adote uma vida mais simples, que seja sustentável.

Se o prazo que você tem não permite mudar muita coisa em termos de formação de poupança, repense a aposentadoria. Não se imagine parado, simplesmente aproveitando o tempo. Não conseguirá juntar o milhão de reais que gostaria para viver com uma boa renda? Lembre-se que, se tiver menos dinheiro, mas que permita montar um negócio bem planejado e em uma atividade que você gosta, poderá continuar trabalhando e, com isso, obter a mesma renda.

A única posição não recomendada é a acomodação. Se chegar à aposentadoria e perceber que não alcançou seus objetivos, você já não terá mais escolhas a fazer.

Aja enquanto pode.

Fonte: (Gustavo Cerbasi - Folhapress)

Campanha de vacinação contra sarampo irá até 16 de setembro

Crianças podem receber vacina entre 13 de agosto e 16 de setembro. Estado também terá campanha contra Poliomielite.

Os pais devem ficar atentos para a campanha de vacinação contra sarampo que começa em 13 de agosto, um sábado. A expectativa da Secretaria Estadual de Saúde do Paraná (Sesa) é que 95% das crianças com idade entre um ano e seis anos de idade completos recebam a vacina, o que representa 880 mil aplicações. Mesmo as crianças já imunizadas devem tomar nova dose. A campanha se estende até o dia 16 de setembro.

Segundo a agência estadual de notícias, o Ministério da Saúde liberou um milhão de doses da imunização para o Paraná. A vacina, tríplice viral, também evita o contágio de rubéola e caxumba. A dose é contraindicada para crianças que já apresentaram reações anafiláticas, que apresentem imunodeficiências congênitas ou adquiridas severas (como tumores sólidos ou hematológicos), crianças em tratamento com imunossupressores por tempo prolongado ou com infecção do vírus HIV.

No mesmo dia do início da vacinação contra o sarampo, será feita mais uma etapa da campanha contra a Poliomielite, também conhecida como Paralisia Infantil. Os pais devem levar seus filhos de até cinco anos de idade para tomar a dose. A meta da Secretaria de Saúde é imunizar 729 mil crianças em todo o Paraná contra a doença.

(Fonte: Rodrigo Batista - Gazeta do Povo)

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Malhar de estômago vazio não ajuda a queimar gordura, diz estudo

Malhar enquanto se passa fome pode ir contra a sabedoria convencional, mas muitos atletas e "ratos de academia" fazem força com o estômago vazio, acreditando que dessa maneira irão queimar mais gordura.

O conceito, defendido em livros populares de condicionamento físico na última década, dita que o ato de exercitar-se com o estômago vazio força o corpo a buscar combustível nos depósitos de gordura acumulada em vez de correr atrás dos carboidratos mais facilmente disponíveis depois de um almoço ou lanche pré-malhação.

Mas, embora isso pareça fazer sentido, pesquisas mostram que exercitar-se desse jeito não oferece nenhum benefício, podendo inclusive trabalhar contra a saúde.

Após anos de revisão de pesquisas sobre o assunto, um relatório publicado nesse ano no "Strength and Conditioning Journal" concluiu que o corpo queima basicamente a mesma quantidade de gordura, desconsiderando se você se alimentou ou não antes do exercício. Porém, você pode perder musculatura fazendo esforço em um estado de esgotamento e, sem o combustível necessário para apoiar esse esforço, a intensidade do exercício e a queima global de calorias podem sofrer redução.

Uma das pesquisas revisadas para o relatório examinou ciclistas quando treinavam depois de comer e quando treinavam em jejum. Quando treinavam sem nada em seus estômagos, aproximadamente 10% das calorias queimadas vinham de proteínas, incluindo perda muscular.

Em uma outra pesquisa publicada em 2002, cientistas descobriram um benefício adicional de uma refeição pré-malhação: mulheres saudáveis que consumiam 45 gramas de carboidratos antes de seu exercício acabavam comendo menos durante o restante do dia.
(Fonte: New York Times)

Você se alimenta antes de fazer exercícios físicos?
 
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QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA QUINTA-FEIRA!

Endividamento das famílias: Preocupação nacional

Em Londres, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, voltou a descartar risco de crise de crédito. Mas o assunto está vivo, no país. O boletim semanal da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) analisa os riscos de crédito e destaca que, apesar do crescimento recente, o total de crédito no Brasil, de 46,9%, está bem abaixo do resto do mundo.

"As linhas de maior crescimento têm sido as de menor risco, como crédito consignado e financiamento de veículos", destaca a entidade, lembrando que o governo já agiu para reduzir a ênfase nesses segmentos. Mesmo o crédito imobiliário, que tanto cresceu nos últimos anos, representa menos de 4% do Produto Interno Bruto (PIB). Lembra que a inadimplência é de 3,4% e as provisões dos bancos, de 166% do volume.

A entidade ressalta que, se algum risco há, está no "crescente comprometimento da renda das famílias, com o pagamento do principal e juros de suas dívidas, o que poderia provocar um forte aumento da inadimplência em algum momento nos próximos meses".

Em resumo: com juros muito acima do normal, as famílias correm alto risco. Tal fato é citado pelo jornal inglês Financial Times. Artigo de dois gestores de fundos de investimento, Paul Marshall e Amit Rajpal, destaca o forte crescimento do endividamento e da inadimplência entre os brasileiros em 2011 mesmo no cenário de expansão do emprego. Eles calculam que a classe média brasileira compromete hoje metade da renda com pagamento de dívida.

Para eles, uma piora do cenário econômico pode elevar ainda mais o calote, provocando o colapso do crescimento do país. Em artigo publicado em fevereiro, Marshall chegou a dizer que a situação brasileira era similar à dos Estados Unidos em 2008, ano em que explodiu a crise financeira norte-americana. No entanto, a Febraban procura acalmar o mercado, principalmente após estudo da LCA que enfocou o problema. Diz a entidade dos bancos:

"O relevante para a discussão é a sustentabilidade do ritmo de expansão do crédito, muito mais que a existência de bolhas. Nesse sentido, o avanço do crédito nos próximos anos deverá ser sustentado, dentre outros fatores, pelo alongamento dos prazos, queda das taxas de juros e expansão dos rendimentos, o que manteria a parcela da renda comprometida dentro de um nível saudável".

A análise da Febraban é interessante, mas resta saber como pode se referir a queda na taxa de juros, quando o Banco Central sinaliza que virão novos aumentos na taxa Selic. Possivelmente, de forma otimista, a Febraban acredita que, após a esperada alta de juros, virá uma fase de queda - que os brasileiros esperam há longo tempo.

Técnicos do IBMEC destacam alguns fatores preocupantes: a taxa de juros paga pelos consumidores subiu de 41% ao ano em 2010 para 47% ao ano em maio de 2011; a inadimplência - atraso de mais de 15 dias no pagamento - subiu de 7,8% em dezembro do ano passado para 9,1% em maio último e a poupança do país, soma de recursos que consumidores, empresas e governo acumulam - estava situou-se em apenas 17% em 2010, em comparação com 32%, que é a média dos países emergentes.
(Fonte: Sérgio Barreto Motta - Monitor Mercantil)

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