O crescimento econômico do Brasil na última década permitiu que grande parcela da força de trabalho saísse da pobreza e passasse ao nível inferior da pirâmide ocupacional (ganhos de até 1,5 salário mínimo).
Dessa forma, a política de valorização real do salário mínimo reduziu a desigualdade da renda do trabalho, fato inédito nas últimas décadas.
Essas conclusões estão em um estudo divulgado pelo presidente do Ipea, Márcio Pochmann. O Comunicado do Ipea nº 104 Natureza e dinâmica das mudanças recentes na renda e na estrutura ocupacional brasileiras cobre um período de 50 anos, abrangendo as transformações na estrutura social brasileira.
Nos primeiros 10 anos do século 21, foram gerados mais postos de trabalho do que em qualquer período das últimas cinco décadas. Os empregos criados a partir de 2000 superam em 44% a quantidade registrada nos anos 1990. 95% das ocupações abertas tinham remuneração de até 1,5 salário mínimo.
"Tivemos uma ampliação do número de postos de trabalho com salário menor, em torno do salário mínimo. O salário mínimo teve recuperação real, permitindo que os trabalhadores deixassem a pobreza", afirmou Pochmann.
A participação do rendimento do trabalho na renda nacional aumentou 14,8% entre 2004 e 2010. No mesmo período, o nível de desigualdade de renda caiu 10,7%. Na década de 1970, época do “milagre brasileiro”, a desigualdade entre os salários havia crescido quase 22%.
A concentração das novas vagas de trabalho no setor de serviços, com baixa remuneração, impediu, no entanto, que houvesse também crescimento nas faixas médias do mercado de trabalho. A proporção das ocupações com renda superior a três mínimos saiu de 28,7% para 16,4% entre 2000 e 2009.
(Fonte: Anfip)
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Até breve...muito breve! /*-*/
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Música reduz dor e ansiedade em pacientes com câncer
Escutar música ou tocar um instrumento pode reduzir dor e ansiedade em pacientes sofrendo de câncer. Essa descoberta foi feita através de uma revisão de mais de 30 pesquisas, realizada por estudiosos em uma universidade americana, a Drexel University.
De acordo com o pesquisador Joke Bradt, a musicoterapia funciona porque a música pode distrair e relaxar os pacientes, ajudando-os a lidar com os efeitos colaterais do tratamento contra a doença. A música auxilia também na comunicação entre pacientes e suas famílias, já que muitas vezes é difícil para essas pessoas explicarem o que estão sentindo.
“Em uma sessão de musicoterapia, você é capaz selecionar uma música que pode explicar perfeitamente o que você está tentando dizer a esse paciente”, explica Bradt.
Apesar de os resultados da revisão serem positivos, ainda é necessário que pesquisas mais profundas sejam feitas nessa área.
O estudo foi publicado na edição de agosto da Cochrane Database of Systematic Reviews.
(Fonte: Uol)
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De acordo com o pesquisador Joke Bradt, a musicoterapia funciona porque a música pode distrair e relaxar os pacientes, ajudando-os a lidar com os efeitos colaterais do tratamento contra a doença. A música auxilia também na comunicação entre pacientes e suas famílias, já que muitas vezes é difícil para essas pessoas explicarem o que estão sentindo.
“Em uma sessão de musicoterapia, você é capaz selecionar uma música que pode explicar perfeitamente o que você está tentando dizer a esse paciente”, explica Bradt.
Apesar de os resultados da revisão serem positivos, ainda é necessário que pesquisas mais profundas sejam feitas nessa área.
O estudo foi publicado na edição de agosto da Cochrane Database of Systematic Reviews.
(Fonte: Uol)
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Velhice é doença?
Outro dia fui surpreendido por menção à “medicina antienvelhecimento”. Conheço tratamentos antiproblemas que precisamos combater: anti-inflamatórios, anti-hipertensivos, antipsicóticos, antidiabéticos... A lista dos anticoisas que queremos combater é grande. Mas queremos combater o envelhecimento?
Lembro do meu pai dizendo que envelhecer é bom, ruim é não envelhecer: morrer antes de chegar à velhice...
Em meu trabalho assistindo pessoas, sua saúde e doenças, encontro formas diferentes de envelhecer. Muitos chegam a esta fase preparados, tendo estabelecido condições e hábitos que lhes permitem obter satisfação e ser felizes nesta fase da vida. Outras não.
Ouso dizer que a primeira condição para envelhecer bem é aceitar a velhice como algo normal, uma nova fase na vida, que pode ser bem vivida. Ser velho não é pejorativo. Pode ser vantagem. Evita-se o termo e chamam velho de “melhor idade”, “idade de ouro”, “sênior”, e outros eufemismos. Aí já se diz que velhice é ofensivo. Será?
Como é então envelhecer bem?
É preciso chegar a esta fase com boa saúde física. Isto se prepara ao longo da vida, com hábitos saudáveis, atividades física e intelectual permanentes, identificação de fatores de risco e sua remoção ou redução sempre que possível. Envolvimento familiar e social com laços afetivos é relevante.
A relação com o trabalho importa; o que fazer quando parar ou diminuir?
Os que pior vivem, em geral, depois de se aposentarem são aqueles que não tinham outros interesses em paralelo, ficaram sem objetivos ao interromper a rotina.
Acompanho pessoas com mais de 80, até 90 anos, que mantêm uma vida que as satisfaz através do equilíbrio de ocupações físicas, mentais e sociais. Absorver as progressivas perdas que caracterizam esta fase é um dos segredos: perdem-se pessoas, diminuem sentidos, força, trabalho, dinheiro... Vejo que vão melhor os que aceitam, absorvem e se adaptam às características da fase do que os que lutam contra ela.
Sêneca escreveu sobre o assunto mostrando vantagens da velhice. Mas há quem diga que a calma e a tranquilidade que se obtém devem-se à queda das energias que lhes permitiam excessos quando jovens...
Um cirurgião cardíaco paulista, perguntado sobre parar de trabalhar quando chegou aos 70 anos, respondeu que seus clientes é que decidiriam a sua aposentadoria: quando deixarem de procurá-lo, esta será a hora de parar. A boa relação com o trabalho, a sintonia com o que se faz e o reconhecimento obtido também somam para um bom envelhecimento.
Começamos a envelhecer ao nascer. É inevitável e inexorável. Aceitar e estar preparado é o que vai fazer com que seja mais ou menos fácil. A gente envelhece como vive. Quem vive bem envelhecerá bem. Quem não aceitar, lutar contra, poderá sofrer decepções.
Ruim mesmo é não envelhecer. (Flavio José Kanter - Zero Hora)
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Até breve...muito breve! /*-*/
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Sete dicas simples para Economizar Dinheiro
Aqui vão sete dicas simples para você que precisa controlar melhor seus gastos para equilibrar o orçamento:
1) Faça refeições em casa – Evite comer fora diariamente, pois preparar as refeições em casa sai muito mais em conta. Faça um planejamento e saia para jantar apenas algumas vezes por mês, de acordo com a necessidade.
2) Compre usado – Alguns produtos para o lar podem ser comprados em lojas especializadas em produtos semi-novos por um preço muito inferior ao novo, embora com qualidade equiparável.
3) Compra à granel – Em mercados atacadistas você pode comprar produtos de higiene, limpeza ou mesmo alimentícios, em fardos que trazem grandes quantidades por um preço muito abaixo do usual.
4) Faça uma lista de suas despesas – Colocando tudo na ponta do lápis, você poderá facilmente identificar quais despesas estão minando com mais vigor o seu orçamento doméstico e reordenar suas prioridades.
5) Compre à vista – Faça um planejamento daquilo que você pretende adquirir e guarde ou invista o dinheiro até que possa comprar à vista. O preço será naturalmente menor e você ainda terá condições de barganhar uma redução. Compras parceladas apenas em último caso!
6) Não compre por impulso – Jamais adquira um produto apenas porque ele está em oferta. Siga seu planejamento e adquira aqueles produtos de que você realmente necessite.
7) Pague a você primeiro – Ao planejar o seu orçamento considere disponível no máximo 90% daquilo que você ganha. O restante deve ser aplicado em poupança ou outro tipo investimento. Sem isso de nada adiantarão as dicas anteriores.
(Fonte: Tudo Box)
Quais destas dicas você costuma seguir para economizar? Comente!
QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA SEGUNDA-FEIRA! /*--*/
1) Faça refeições em casa – Evite comer fora diariamente, pois preparar as refeições em casa sai muito mais em conta. Faça um planejamento e saia para jantar apenas algumas vezes por mês, de acordo com a necessidade.
2) Compre usado – Alguns produtos para o lar podem ser comprados em lojas especializadas em produtos semi-novos por um preço muito inferior ao novo, embora com qualidade equiparável.
3) Compra à granel – Em mercados atacadistas você pode comprar produtos de higiene, limpeza ou mesmo alimentícios, em fardos que trazem grandes quantidades por um preço muito abaixo do usual.
4) Faça uma lista de suas despesas – Colocando tudo na ponta do lápis, você poderá facilmente identificar quais despesas estão minando com mais vigor o seu orçamento doméstico e reordenar suas prioridades.
5) Compre à vista – Faça um planejamento daquilo que você pretende adquirir e guarde ou invista o dinheiro até que possa comprar à vista. O preço será naturalmente menor e você ainda terá condições de barganhar uma redução. Compras parceladas apenas em último caso!
6) Não compre por impulso – Jamais adquira um produto apenas porque ele está em oferta. Siga seu planejamento e adquira aqueles produtos de que você realmente necessite.
7) Pague a você primeiro – Ao planejar o seu orçamento considere disponível no máximo 90% daquilo que você ganha. O restante deve ser aplicado em poupança ou outro tipo investimento. Sem isso de nada adiantarão as dicas anteriores.
(Fonte: Tudo Box)
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Antibióticos: Cuidado para evitar superbactérias
Pediatra Ana Escobar também destacou formas de tratamento de vírus.
Quando ficamos doentes, com vômito e diarreia, é comum o diagnóstico ser “virose”. Doenças causadas por vírus, em geral, têm apenas os sintomas combatidos, não os micro-organismos em si. E é importante não confundir quadros graves, como a dengue, com um ataque viral mais simples. A decisão de levar a criança ou o adulto para o pronto-socorro depende do estado geral.
Já contra as bactérias são usados antibióticos, que desde o ano passado passaram para a categoria de medicamentos controlados no país, com venda permitida apenas mediante receita médica.
Para falar sobre o uso correto dos antibióticos, e como evitar que eles facilitem a proliferação de bactérias resistentes – as chamadas superbactérias –, o Bem Estar recebeu o infectologista Caio Rosenthal. Ao lado dele, a pediatra Ana Escobar destacou as formas de prevenção e tratamento em cada situação.
Segundo os especialistas, há as chamadas “bactérias do bem”, que ajudam no funcionamento do corpo. Mas, no caso dos vírus, ou eles não fazem nada ou destroem o organismo. E precisam sempre de uma célula para entrar em ação e se reproduzir, pois não têm vida própria.
De acordo com Rosenthal, até chegar à idade adulta, uma pessoa adquire centenas de viroses intestinais e respiratórias, e a maior arma contra elas é o próprio sistema imunológico. Em geral, os vírus completam o ciclo dentro do corpo humano e vão embora, deixando um rastro de imunidade no hospedeiro.
Contra muitos vírus – que são formados por uma capa de proteína e material genético no interior –, há vacinas disponíveis, como é o caso da hepatite B, da meningite, da poliomielite, da gripe, do rotavírus, do vírus do papiloma humano (HPV) e da febre amarela.
Outros, como o da Aids e da dengue, ainda não têm imunização. O HIV, por exemplo, apresenta altíssima capacidade de mutação, o que ainda impede a produção de uma vacina eficaz e permanente.
Antibióticos
Esses remédios “furam” a parede da célula até atingir o núcleo da bactéria, que reage e produz mais enzimas, capazes de anular a ação do medicamento e atacar o organismo.
Para evitar esse problema, os cientistas inventaram uma espécie de disfarce para que o antibiótico se torne mais forte e atinja o núcleo das bactérias com mais eficiência. Porém, algumas vão se adaptando e resistem, formando uma classe de superbactérias, contra as quais há poucas alternativas.
Por isso, é muito importante tomar o remédio do jeito que o médico orientar, durante um ciclo inteiro, mesmo depois de os sintomas já terem passado.
Segundo o infectologista, a bactéria mais perigosa é a que tem diagnóstico tardio. Em geral, infecções bacterianas têm febre mais alta e mais secreções que as virais. Problemas de pele também podem servir de porta de entrada para os micro-organismos. Para se proteger contra doenças e criar anticorpos, o leite materno e as vacinas são uma excelente recomendação e devem ser tomados sempre.
(Fonte: Portal G1)
Comente logo abaixo,
até breve...muito breve! /*--*/
Quando ficamos doentes, com vômito e diarreia, é comum o diagnóstico ser “virose”. Doenças causadas por vírus, em geral, têm apenas os sintomas combatidos, não os micro-organismos em si. E é importante não confundir quadros graves, como a dengue, com um ataque viral mais simples. A decisão de levar a criança ou o adulto para o pronto-socorro depende do estado geral.
Já contra as bactérias são usados antibióticos, que desde o ano passado passaram para a categoria de medicamentos controlados no país, com venda permitida apenas mediante receita médica.
Para falar sobre o uso correto dos antibióticos, e como evitar que eles facilitem a proliferação de bactérias resistentes – as chamadas superbactérias –, o Bem Estar recebeu o infectologista Caio Rosenthal. Ao lado dele, a pediatra Ana Escobar destacou as formas de prevenção e tratamento em cada situação.
Segundo os especialistas, há as chamadas “bactérias do bem”, que ajudam no funcionamento do corpo. Mas, no caso dos vírus, ou eles não fazem nada ou destroem o organismo. E precisam sempre de uma célula para entrar em ação e se reproduzir, pois não têm vida própria.
De acordo com Rosenthal, até chegar à idade adulta, uma pessoa adquire centenas de viroses intestinais e respiratórias, e a maior arma contra elas é o próprio sistema imunológico. Em geral, os vírus completam o ciclo dentro do corpo humano e vão embora, deixando um rastro de imunidade no hospedeiro.
Contra muitos vírus – que são formados por uma capa de proteína e material genético no interior –, há vacinas disponíveis, como é o caso da hepatite B, da meningite, da poliomielite, da gripe, do rotavírus, do vírus do papiloma humano (HPV) e da febre amarela.
Outros, como o da Aids e da dengue, ainda não têm imunização. O HIV, por exemplo, apresenta altíssima capacidade de mutação, o que ainda impede a produção de uma vacina eficaz e permanente.
Antibióticos
Esses remédios “furam” a parede da célula até atingir o núcleo da bactéria, que reage e produz mais enzimas, capazes de anular a ação do medicamento e atacar o organismo.
Para evitar esse problema, os cientistas inventaram uma espécie de disfarce para que o antibiótico se torne mais forte e atinja o núcleo das bactérias com mais eficiência. Porém, algumas vão se adaptando e resistem, formando uma classe de superbactérias, contra as quais há poucas alternativas.
Por isso, é muito importante tomar o remédio do jeito que o médico orientar, durante um ciclo inteiro, mesmo depois de os sintomas já terem passado.
Segundo o infectologista, a bactéria mais perigosa é a que tem diagnóstico tardio. Em geral, infecções bacterianas têm febre mais alta e mais secreções que as virais. Problemas de pele também podem servir de porta de entrada para os micro-organismos. Para se proteger contra doenças e criar anticorpos, o leite materno e as vacinas são uma excelente recomendação e devem ser tomados sempre.
(Fonte: Portal G1)
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sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Dormir pouco afeta mais a saúde das mulheres do que dos homens
Uma pesquisa da Universidade de Medicina de Warwick concluiu que mulheres que dormem pouco correm mais risco de ter a saúde afetada do que os homens. Manter o hábito aumenta a chance delas de ter pressão alta, diabetes, depressão e obesidade.
Além disso, outro estudo publicado recentemente pela Escola de Medicina da Universidade de Pittsburgh relatou que elas também correm mais risco de ter problemas de relacionamento quando dormem pouco.
Mas os homens também sofrem com a privação de sono, de acordo com o professor de medicina cardiovascular e epidemiologia Francesco Cappuccio, da Universidade de Warwick.
- Vários estudos mostram que a qualidade do sono curto, que ocorre por um período prolongado, aumenta a probabilidade de homens e mulheres morrerem mais cedo do que deveriam. No entanto, temos visto as diferenças de gênero importantes - especialmente na incidência de pressão alta.
(Fonte: R7)
Quantas horas você costuma dormir por dia? Comente!
QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA SEXTA-FEIRA! /*--*/
Além disso, outro estudo publicado recentemente pela Escola de Medicina da Universidade de Pittsburgh relatou que elas também correm mais risco de ter problemas de relacionamento quando dormem pouco.
Mas os homens também sofrem com a privação de sono, de acordo com o professor de medicina cardiovascular e epidemiologia Francesco Cappuccio, da Universidade de Warwick.
- Vários estudos mostram que a qualidade do sono curto, que ocorre por um período prolongado, aumenta a probabilidade de homens e mulheres morrerem mais cedo do que deveriam. No entanto, temos visto as diferenças de gênero importantes - especialmente na incidência de pressão alta.
(Fonte: R7)
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Dos 17 aos 70
A revista “Vogue” americana, bíblia da moda internacional, tem dedicado os números de agosto às mulheres maduras. A “Age Issue” já fotografou celebridades dos 17 aos 70 anos, mostrando que não existem barreiras da moda contra a idade, especialmente quando existe bom senso.
A sugestão desta abordagem em todas as idades foi da famosa escritora Judith Krantz, 73 anos, que escreveu para a editora da revista, Anna Wintour, para reclamar que não se identificava e nem conseguia vestir nenhuma das roupas que apareciam nos editoriais, mesmo sendo magra e rica.
A própria editora, com mais de cinquenta anos, já andava ouvindo os conselhos da filha adolescente para renovar o guarda roupa, que na opção de não querer “parecer moderna demais” apelava para os clássicos.
Baseada nesta realidade a revista saiu na frente e deu um passo em direção a este segmento importante do mercado consumidor. Afinal, mulheres maduras, especialmente as que trabalham, sustentam boa parte do mercado de moda de alto luxo e as descobertas no campo de estética e medicina permitem saúde, beleza e clientes por mais tempo.
Com manequins e celebridades de mais idade, a Vogue atualiza a mulher madura, sem ninguém parecer vulgar ou “cocota”. Ficar velho é um processo natural, mas aparentar jovialidade só depende de cada pessoa. Já existem muitos recursos e cuidados para controlar o envelhecimento, mas a verdadeira juventude está na cabeça e como reflexo, no estilo que impomos no guarda roupa.
Para sempre parecer jovial, sem importar a idade, é fundamental copiar os jovens. Não nas roupas, mas sim no conceito. A moda atual entre a moçada é completamente desglamourizada e confortável. Mixar estilos de uma maneira surpreendente rejuvenesce mais do que tentar a caretice de combinar “brincos iguais ao colar”.
É impossível reverter os anos biológicos, mas com um figurino esperto, dá para parecer e se sentir mais jovem, em um momento histórico em que o status de permanecer jovem é mais importante que o de ser rico.
(Fonte: Mais de 50 – Xigo Gonçalves)
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