Crianças doentes que não são informadas sobre o andamento de seus tratamentos acabam ficando mais assustadas com a doença. Elas também sentem raiva porque ninguém as está escutando nem explicando o que está acontecendo. Esse é o resultado de um estudo feito na Irlanda e publicado na revista científica Journal of Clinical Nursing.
Pesquisadores da Faculdade de Enfermagem e Obstetrícia do Trinity College Dublin avaliaram 55 crianças e adolescentes, com idades entre 7 e 18 anos.
As entrevistas mostraram que os jovens sentem que possuem o direito de participar dos problemas que afetam seus corpos. Uma parte relatou se sentir incluído, mas a maioria disse enfrentar dificuldades.
A pesquisa revelou que a principal barreira para a participação das crianças são os profissionais de saúde. Segundo a percepção da maioria dos jovens, os médicos acabam cuidando das crianças com pouca ou nenhuma explicação. As crianças também evitavam perguntar, porque eram mal-atendidas, e, além de os profissionais de saúde falar diretamente com os pais, eles usariam palavras de difícil compreensão.
Algumas crianças afirmaram ainda que deixam seus pais conversarem com os médicos para que eles filtrem as informações importantes e preocupantes. No entanto, a maioria dos jovens entrevistados disse que confia essa função aos pais porque eles enfrentam problemas de comunicação com a equipe médica.
O estudo mostrou também que, à medida que as crianças conhecem melhor seus médicos, elas ficam mais à vontade para tirar dúvidas e expressar suas preocupações.
Segundo um dos coordenadores do estudo, o professor Imelda Coyne, para evitar esse sofrimento desnecessário, pais e médicos devem consultar mais as crianças e incluí-las nas decisões médicas.
Para isso, os cientistas estão desenvolvendo um guia para garantir que as crianças sejam escutadas.
- É evidente que algumas pessoas vão ficar preocupadas sobre a participação das crianças, por isso resolvemos elaborar o guia com os pontos de vista de todos os interessados.
(Fonte: R7)
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QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA SEGUNDA-FEIRA!
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Brasil tem R$ 300 milhões em moedas perdidas
Cerca de R$ 300 milhões em moedas da primeira família do real estão fora de circulação - dinheiro perdido ou esquecido em casa.
Fabricadas entre 1994 e 1998, representam 15% do valor e quase um terço da quantidade existente no país, segundo o Banco Central.
Todas continuam valendo, exceto as antigas moedas de R$ 1, que saíram de circulação em 2003 e hoje só podem ser trocadas no BC ou em uma das 27 agências autorizadas do Banco do Brasil.
Somente em moedas antigas de R$ 1 há 35,5 milhões que nunca voltaram para o BC, número que segue praticamente estável desde 2006.
As perdas são maiores quando com dinheiro de menor valor. Antigas moedas de R$ 0,01, por exemplo, representam 60% da quantidade no mercado dessa denominação (R$ 20 milhões), mas dificilmente são encontradas.
Para suprir a ausência de moedas que "desaparecem" ou ficam estocadas em casa, o BC gasta R$ 320 milhões por ano. A instituição possui hoje um estoque para atender seis meses de demanda.
TROCO
O chefe do Departamento do Meio Circulante do BC, João Sidney Figueiredo Filho, diz que os bancos também têm o suficiente para resolver problemas de falta de troco.
"Basta que o comércio procure os seus bancos, que estão com muito estoque."
O Banco do Brasil, responsável pela distribuição, por exemplo, oferece serviço de troco em todas as capitais brasileiras. Todos os bancos, no entanto, têm obrigação de atender aos pedidos do comércio por moedas.
O BC também faz distribuições com antecedência quando há sinal de que pode faltar dinheiro. Isso acontece, principalmente, quando há reajuste das tarifas de transporte público e é preciso intensificar a distribuição de moedas de R$ 0,10 e R$ 0,25.
Se todas as moedas distribuídas estivessem efetivamente em circulação, haveria cerca de R$ 22 para cada brasileiro.
(Fonte: Eduardo Cucolo - Brasília)
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Até breve...muito breve! /*--*/
Fabricadas entre 1994 e 1998, representam 15% do valor e quase um terço da quantidade existente no país, segundo o Banco Central.
Todas continuam valendo, exceto as antigas moedas de R$ 1, que saíram de circulação em 2003 e hoje só podem ser trocadas no BC ou em uma das 27 agências autorizadas do Banco do Brasil.
Somente em moedas antigas de R$ 1 há 35,5 milhões que nunca voltaram para o BC, número que segue praticamente estável desde 2006.
As perdas são maiores quando com dinheiro de menor valor. Antigas moedas de R$ 0,01, por exemplo, representam 60% da quantidade no mercado dessa denominação (R$ 20 milhões), mas dificilmente são encontradas.
Para suprir a ausência de moedas que "desaparecem" ou ficam estocadas em casa, o BC gasta R$ 320 milhões por ano. A instituição possui hoje um estoque para atender seis meses de demanda.
TROCO
O chefe do Departamento do Meio Circulante do BC, João Sidney Figueiredo Filho, diz que os bancos também têm o suficiente para resolver problemas de falta de troco.
"Basta que o comércio procure os seus bancos, que estão com muito estoque."
O Banco do Brasil, responsável pela distribuição, por exemplo, oferece serviço de troco em todas as capitais brasileiras. Todos os bancos, no entanto, têm obrigação de atender aos pedidos do comércio por moedas.
O BC também faz distribuições com antecedência quando há sinal de que pode faltar dinheiro. Isso acontece, principalmente, quando há reajuste das tarifas de transporte público e é preciso intensificar a distribuição de moedas de R$ 0,10 e R$ 0,25.
Se todas as moedas distribuídas estivessem efetivamente em circulação, haveria cerca de R$ 22 para cada brasileiro.
(Fonte: Eduardo Cucolo - Brasília)
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terça-feira, 6 de setembro de 2011
Andar de bicicleta deixa o coração mais forte e reduz colesterol
Para os especialistas em Educação Física, praticamente não existe qualquer diferença entre pedalar na rua, ou em uma bicicleta ergométrica. O ganho de saúde é o mesmo: pedalar numa ergométrica ajuda a deixar o coração mais forte e contribui para diminuir as taxas de triglicérides e colesterol no sangue,
prevenindo assim problemas como hipertensão, diabetes e doenças cardiovasculares.
prevenindo assim problemas como hipertensão, diabetes e doenças cardiovasculares.Também é um excelente exercício para aumentar a resistência e ampliar o condicionamento físico. Pedalar fortalece e desenvolve os músculos das pernas, coxas e dos glúteos, além de ser uma excelente atividade para emagrecer, devido ao gasto calórico que é alto, variando entre 300 kcal e 600 kcal.
E "passear" de bicicleta ergométrica, tem uma vantagem para muita gente: a comodidade. Você pode pedalar dentro de casa, faça chova ou faça sol, e ainda pode praticar o exercício vendo TV, ouvindo sua música preferida ou até mesmo lendo um jornal ou revista e sem enfrentar a poluição das ruas.
(Fonte: Agência Estado)
Brasileiro não sabe a qual classe social pertence, diz estudo
A maior parte dos brasileiros no topo da pirâmide acredita que faz parte da classe média e mais de um terço se considera baixa renda. Já aqueles que integram a classe C também se enxergam em um patamar inferior ao real.
É o que mostra pesquisa do Data Popular feita no segundo trimestre deste ano com 3.000 entrevistados em 251 cidades de 26 Estados.
"A percepção da população em relação ao seu padrão de vida, em grande parte, não reflete a realidade", afirma Renato Meirelles, sócio-diretor do instituto.
No caso dos integrantes das classes AB (renda média domiciliar de R$ 8.393), 55,2% se consideraram da classe média (R$ 2.295), quando somente 9,6% se classificaram corretamente.
Outros 35,2% avaliaram ser da baixa renda (média de R$ 867). Ao serem questionados, não foram informados sobre o critério de renda da classificação.
Na classe C, 32,5% se posicionaram corretamente, mas 65,7% disseram fazer parte da baixa renda.
PATAMAR
"Grande parte dos integrantes da classe média brasileira está nesse estrato há pouco tempo. Eles vieram da baixa renda e ainda se enxergam nela. Sabem que o padrão de vida está melhorando, mas não consideram a mudança de patamar."
Por outro lado, há ainda outros 16,9% de cidadãos de baixa renda que pensam que são da classe média.
"São os emergentes que se consideram da classe média baixa, mas que ainda não são. Como eles têm perspectiva de crescimento na renda, avaliam erroneamente", diz o diretor do Data Popular.
INFLUÊNCIA DOS EUA
De acordo com Marcelo Neri, economista-chefe do Centro de Políticas Sociais da FGV (Fundação Getúlio Vargas), essa visão distorcida da população é consequência da forte influência norte-americana no Brasil.
"Pelo padrão dos Estados Unidos, quem é da classe média tem dois carros na garagem, o que não é necessariamente verdade aqui. A renda per capita americana é bem superior à brasileira", afirma.
"Para o brasileiro, ricos são o Eike Batista e outros milionários do patamar dele", afirma Meirelles.
Eike, magnata dos projetos privados da infraestrutura brasileira, foi considerado o oitavo mais rico do mundo em ranking da revista "Forbes".
(Fonte: Folha.com - Mariana Sallowicz)
É o que mostra pesquisa do Data Popular feita no segundo trimestre deste ano com 3.000 entrevistados em 251 cidades de 26 Estados.
"A percepção da população em relação ao seu padrão de vida, em grande parte, não reflete a realidade", afirma Renato Meirelles, sócio-diretor do instituto.
No caso dos integrantes das classes AB (renda média domiciliar de R$ 8.393), 55,2% se consideraram da classe média (R$ 2.295), quando somente 9,6% se classificaram corretamente.
Outros 35,2% avaliaram ser da baixa renda (média de R$ 867). Ao serem questionados, não foram informados sobre o critério de renda da classificação.
Na classe C, 32,5% se posicionaram corretamente, mas 65,7% disseram fazer parte da baixa renda.
PATAMAR
"Grande parte dos integrantes da classe média brasileira está nesse estrato há pouco tempo. Eles vieram da baixa renda e ainda se enxergam nela. Sabem que o padrão de vida está melhorando, mas não consideram a mudança de patamar."
Por outro lado, há ainda outros 16,9% de cidadãos de baixa renda que pensam que são da classe média.
"São os emergentes que se consideram da classe média baixa, mas que ainda não são. Como eles têm perspectiva de crescimento na renda, avaliam erroneamente", diz o diretor do Data Popular.
INFLUÊNCIA DOS EUA
De acordo com Marcelo Neri, economista-chefe do Centro de Políticas Sociais da FGV (Fundação Getúlio Vargas), essa visão distorcida da população é consequência da forte influência norte-americana no Brasil.
"Pelo padrão dos Estados Unidos, quem é da classe média tem dois carros na garagem, o que não é necessariamente verdade aqui. A renda per capita americana é bem superior à brasileira", afirma.
"Para o brasileiro, ricos são o Eike Batista e outros milionários do patamar dele", afirma Meirelles.
Eike, magnata dos projetos privados da infraestrutura brasileira, foi considerado o oitavo mais rico do mundo em ranking da revista "Forbes".
(Fonte: Folha.com - Mariana Sallowicz)
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Por que guardar dinheiro? Foco na qualidade de vida e liberdade
De uns tempos para cá, a mídia brasileira começou a veicular notícias e reportagens sobre finanças pessoais como nunca antes se viu. Esse fato tem aumentado o interesse de muitas pessoas em buscar informações sobre como administrar seu próprio dinheiro. Com o fácil acesso à Internet, começam uma busca desenfreada sobre as mais variadas informações, encontrando dicas de como gastar menos, investir melhor, sair das dívidas etc.
Depois dessa fase, aqueles que não se perderam no emaranhado de conteúdos disponíveis partem para cursos sobre investimentos, iniciam o controle do orçamento doméstico e fazem de tudo para convencer aos outros de que a educação financeira é essencial e traz resultados práticos!
Como estudioso da área, vejo como extremamente salutar a atenção dada às finanças pessoais, pois tenho convicção que essa é uma dimensão importante a ser considerada no mundo capitalista em que vivemos. Porém, minha intenção com esse texto é a de defender o ponto de vista de que toda essa preocupação com o dinheiro deve vir acompanhada de uma reflexão muito profunda sobre a importância das finanças pessoais na vida de cada um.
Escrevo isso ao constatar que os caminhos sugeridos pelos especialistas, apesar de possuírem certa lógica, são de difícil aplicação no dia a dia. Mudar hábitos que, durante anos, foram tidos como normais não acontece da noite para o dia. Adquirir conhecimentos financeiros sobre tributação, taxas de juros, fluxo de caixa, dentre outros, também não.
E todo esse mundo novo que se abre aos olhos do leigo causa uma mistura de angústia (pelo tempo perdido) e ansiedade (para colocar em prática todas as informações que está absorvendo). E isso não é necessariamente bom, pois a vida da pessoa pode não melhorar em termos de bem estar. Sai de um problema (dívidas) e entra em outro (compulsão em poupar, poupar, poupar), de efeitos também nocivos.
Educar-se financeiramente precisa ser um ato que melhore a qualidade de vida, hoje e no futuro. O estudo das finanças pessoais deve proporcionar uma nova filosofia comportamental que se incorpore naturalmente às suas atitudes e modo de pensar - e não apenas uma obsessão em conseguir aumentar cada vez mais seu patrimônio, sem um porquê.
É importante que você encontre uma resposta para a seguinte pergunta: por que devo guardar dinheiro? Talvez esse exercício de reflexão não seja fácil, mas quem disse que a vida é simples?
Por fim, gostaria de passar a mensagem de que você pense no dinheiro como meio para conquistar algo relevante, não como um fim por si só. Não caia na armadilha da ganância, deixando de lado princípios morais e éticos, na busca de enriquecer a todo custo. Não deixe o dinheiro dominá-lo, pois é ele quem deve lhe servir. Use da liberdade que o dinheiro proporciona para aumentar sua satisfação pessoal, das pessoas com quem convive e, se possível, daqueles que passam necessidades.
Antes de uma mudança brusca em seus hábitos de consumo e investimento, reflita. Tenho certeza que reservar alguns momentos para pensar no assunto terá um efeito muito positivo em suas finanças pessoais, pois lhe dará uma melhor compreensão sobre o papel do dinheiro em sua vida. Assim, suas chances de sucesso financeiro e pessoal aumentarão. Naturalmente!
(Fonte: Dinheirama)
Depois dessa fase, aqueles que não se perderam no emaranhado de conteúdos disponíveis partem para cursos sobre investimentos, iniciam o controle do orçamento doméstico e fazem de tudo para convencer aos outros de que a educação financeira é essencial e traz resultados práticos!
Como estudioso da área, vejo como extremamente salutar a atenção dada às finanças pessoais, pois tenho convicção que essa é uma dimensão importante a ser considerada no mundo capitalista em que vivemos. Porém, minha intenção com esse texto é a de defender o ponto de vista de que toda essa preocupação com o dinheiro deve vir acompanhada de uma reflexão muito profunda sobre a importância das finanças pessoais na vida de cada um.
Escrevo isso ao constatar que os caminhos sugeridos pelos especialistas, apesar de possuírem certa lógica, são de difícil aplicação no dia a dia. Mudar hábitos que, durante anos, foram tidos como normais não acontece da noite para o dia. Adquirir conhecimentos financeiros sobre tributação, taxas de juros, fluxo de caixa, dentre outros, também não.
E todo esse mundo novo que se abre aos olhos do leigo causa uma mistura de angústia (pelo tempo perdido) e ansiedade (para colocar em prática todas as informações que está absorvendo). E isso não é necessariamente bom, pois a vida da pessoa pode não melhorar em termos de bem estar. Sai de um problema (dívidas) e entra em outro (compulsão em poupar, poupar, poupar), de efeitos também nocivos.
Educar-se financeiramente precisa ser um ato que melhore a qualidade de vida, hoje e no futuro. O estudo das finanças pessoais deve proporcionar uma nova filosofia comportamental que se incorpore naturalmente às suas atitudes e modo de pensar - e não apenas uma obsessão em conseguir aumentar cada vez mais seu patrimônio, sem um porquê.
É importante que você encontre uma resposta para a seguinte pergunta: por que devo guardar dinheiro? Talvez esse exercício de reflexão não seja fácil, mas quem disse que a vida é simples?
Por fim, gostaria de passar a mensagem de que você pense no dinheiro como meio para conquistar algo relevante, não como um fim por si só. Não caia na armadilha da ganância, deixando de lado princípios morais e éticos, na busca de enriquecer a todo custo. Não deixe o dinheiro dominá-lo, pois é ele quem deve lhe servir. Use da liberdade que o dinheiro proporciona para aumentar sua satisfação pessoal, das pessoas com quem convive e, se possível, daqueles que passam necessidades.
Antes de uma mudança brusca em seus hábitos de consumo e investimento, reflita. Tenho certeza que reservar alguns momentos para pensar no assunto terá um efeito muito positivo em suas finanças pessoais, pois lhe dará uma melhor compreensão sobre o papel do dinheiro em sua vida. Assim, suas chances de sucesso financeiro e pessoal aumentarão. Naturalmente!
(Fonte: Dinheirama)
Sobrepeso pode provocar doenças graves
Os dados são de uma pesquisa feita por um cardiologista com crianças de Itapetininga
Um problema silencioso e que pode passar despercebido. Na infância, o peso nem sempre é uma preocupação para os pais. Se a criança está um pouco gordinha, tem até a tendência de achar bonitinha e fofinha. Mas, isso pode trazer riscos para a saúde.
Uma pesquisa feita por um cardiologista de Itapetininga aponta que o sobrepeso pode provocar doenças graves como diabates, colesterol e hipertensão.
10 anos, 1,39m e 48 quilos. Anieli de Oliveira é um retrato da obesidade infantil. A mãe, Adriana de Oliveira, também está acima do peso e já fez cirurgia de redução de estômago. A preocupação com a obesidade da filha só surgiu depois do bullyng na escola.
A preocupação com a obesidade vai além de questões estéticas. As gordurinhas extras podem ser um alerta dizendo que a saúde precisa de atenção. A afirmação foi comprovada numa pesquisa feita pelo cardiologista de Itapetininga Abel Pereira, divulgada na revista da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Quinhentos estudantes de 3 a 19 anos participaram do trabalho, que geraram um resultado preocupante.
De acordo com o médico, algumas atitudes simples e corretas são o primeiro passo para evitar ou reverter o sobrepeso ou a obesidade ainda na infância e, possivelmente, também na fase adulta. (Fonte: Tem Mais)
Um problema silencioso e que pode passar despercebido. Na infância, o peso nem sempre é uma preocupação para os pais. Se a criança está um pouco gordinha, tem até a tendência de achar bonitinha e fofinha. Mas, isso pode trazer riscos para a saúde.
Uma pesquisa feita por um cardiologista de Itapetininga aponta que o sobrepeso pode provocar doenças graves como diabates, colesterol e hipertensão.
10 anos, 1,39m e 48 quilos. Anieli de Oliveira é um retrato da obesidade infantil. A mãe, Adriana de Oliveira, também está acima do peso e já fez cirurgia de redução de estômago. A preocupação com a obesidade da filha só surgiu depois do bullyng na escola.
A preocupação com a obesidade vai além de questões estéticas. As gordurinhas extras podem ser um alerta dizendo que a saúde precisa de atenção. A afirmação foi comprovada numa pesquisa feita pelo cardiologista de Itapetininga Abel Pereira, divulgada na revista da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Quinhentos estudantes de 3 a 19 anos participaram do trabalho, que geraram um resultado preocupante.
De acordo com o médico, algumas atitudes simples e corretas são o primeiro passo para evitar ou reverter o sobrepeso ou a obesidade ainda na infância e, possivelmente, também na fase adulta. (Fonte: Tem Mais)
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Seguro de vida não é uma herança
É cada vez mais comum nos dias atuais que as pessoas tenham seguros de vida. Com a estabilidade econômica vivida pelo Brasil nos últimos anos, o número de pessoas que aderiu a esse tipo de seguro aumentou consideravelmente.
Outro fator que influencia o crescimento deste tipo de seguro é o envelhecimento da população brasileira. As pessoas estão vivendo mais e, por isso, tendem a tomar providências que garantam conforto financeiro a seus entes queridos mesmo após a morte.
Justamente por se referir a um pagamento que é feito depois da morte do segurado é que muitas pessoas confundem o seguro de vida com herança. Entretanto, herança e seguro de vida são coisas completamente diferentes.
A herança é o direito dos herdeiros de ficar com o patrimônio que pertencia ao parente que morreu. Todos os bens e direitos da pessoa morta são transferidos aos herdeiros, que são seus filhos, a esposa ou companheira, seus pais e, na falta destes, os irmãos, sobrinhos, tios e primos. Se uma pessoa recebe herança de alguém, ela normalmente recebe os bens e as dívidas daquela pessoa.
Já o seguro de vida é um contrato feito entre uma pessoa (segurado) e uma companhia seguradora. Ali, o segurado se compromete a pagar valores periódicos (chamados de prêmio) e em troca a seguradora garante o pagamento de uma indenização a pessoas indicadas por ele na proposta de seguro.
Essa indenização só é paga em caso de morte do segurado e quem é indicado para receber esse valor é chamado de beneficiário.
O direito de receber uma indenização decorrente de seguro de vida não faz parte dos bens que compõem a herança do segurado, por expressa disposição do Código Civil brasileiro (artigo 794).
Dessa forma, o seguro de vida pode ser deixado para outras pessoas que não os filhos, a esposa ou a companheira do segurado. Basta preencher a proposta de seguro indicando uma pessoa como beneficiária e ela passa a ter direito à indenização a ser paga pela seguradora, seja herdeira ou não.
Além disso, mesmo se os beneficiários do seguro de vida forem os próprios herdeiros do segurado, eles não precisarão incluir o dinheiro recebido da seguradora no inventário. Com isso, não haverá possibilidade de as dívidas deixadas pelo segurado impedirem o recebimento da indenização do seguro. E também não será preciso pagar o imposto sobre heranças (ITCMD), que no Estado de São Paulo equivale a 4% dos bens deixados.
No que interessa, então, a diferença entre herança e seguro de vida permite aos herdeiros economizar tributos e os isenta de ter de usar o valor recebido para pagar dívidas deixadas pelo segurado. E mais, permite ao segurado deixar um valor em dinheiro para alguém que não seja seu herdeiro. A lei garante esses direitos aos herdeiros e aos segurados, é importante que eles saibam disso.
(Fonte: Paulo Dóron Rehder de Araujo)
Comente sobre o seguro de vida!
QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA SEXTA-FEIRA! /*--*/
Outro fator que influencia o crescimento deste tipo de seguro é o envelhecimento da população brasileira. As pessoas estão vivendo mais e, por isso, tendem a tomar providências que garantam conforto financeiro a seus entes queridos mesmo após a morte.
Justamente por se referir a um pagamento que é feito depois da morte do segurado é que muitas pessoas confundem o seguro de vida com herança. Entretanto, herança e seguro de vida são coisas completamente diferentes.
A herança é o direito dos herdeiros de ficar com o patrimônio que pertencia ao parente que morreu. Todos os bens e direitos da pessoa morta são transferidos aos herdeiros, que são seus filhos, a esposa ou companheira, seus pais e, na falta destes, os irmãos, sobrinhos, tios e primos. Se uma pessoa recebe herança de alguém, ela normalmente recebe os bens e as dívidas daquela pessoa.
Já o seguro de vida é um contrato feito entre uma pessoa (segurado) e uma companhia seguradora. Ali, o segurado se compromete a pagar valores periódicos (chamados de prêmio) e em troca a seguradora garante o pagamento de uma indenização a pessoas indicadas por ele na proposta de seguro.
Essa indenização só é paga em caso de morte do segurado e quem é indicado para receber esse valor é chamado de beneficiário.
O direito de receber uma indenização decorrente de seguro de vida não faz parte dos bens que compõem a herança do segurado, por expressa disposição do Código Civil brasileiro (artigo 794).
Dessa forma, o seguro de vida pode ser deixado para outras pessoas que não os filhos, a esposa ou a companheira do segurado. Basta preencher a proposta de seguro indicando uma pessoa como beneficiária e ela passa a ter direito à indenização a ser paga pela seguradora, seja herdeira ou não.
Além disso, mesmo se os beneficiários do seguro de vida forem os próprios herdeiros do segurado, eles não precisarão incluir o dinheiro recebido da seguradora no inventário. Com isso, não haverá possibilidade de as dívidas deixadas pelo segurado impedirem o recebimento da indenização do seguro. E também não será preciso pagar o imposto sobre heranças (ITCMD), que no Estado de São Paulo equivale a 4% dos bens deixados.
No que interessa, então, a diferença entre herança e seguro de vida permite aos herdeiros economizar tributos e os isenta de ter de usar o valor recebido para pagar dívidas deixadas pelo segurado. E mais, permite ao segurado deixar um valor em dinheiro para alguém que não seja seu herdeiro. A lei garante esses direitos aos herdeiros e aos segurados, é importante que eles saibam disso.
(Fonte: Paulo Dóron Rehder de Araujo)
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