quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Papel dos idosos nas famílias

Papel dos idosos nas famílias Idosos ocupam mais o papel de chefes de família do que de dependentes, diz Ipea. A dependência dos idosos diante de seus familiares tem caído e, hoje, eles já apresentam posição importante como chefes de suas residências. Em 2009, aproximadamente 13,8 milhões de idosos brasileiros chefiavam seus lares, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (13) pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Por outro lado, 1,9 milhão de idosos moravam na casa de filhos, genros ou outros parentes, por não terem autonomia para lidar com atividades do cotidiano ou por falta de renda. “Os idosos brasileiros de hoje estão invertendo a tradicional relação de dependência apontada pela literatura. A maioria tem assumido o papel de provedor, mesmo dependendo de cuidados”, diz o Ipea. Rendimento dos idosos Nas famílias em que os idosos eram chefes ou cônjuges com filhos adultos, eles contribuíam com mais da metade da renda familiar, ou 54,8%. Já nas famílias com idosas morando na casa de filhos, genros ou outros parentes, elas contribuem com aproximadamente 23,1% da renda familiar. As mulheres representam 76% dos idosos que moram com parentes, porque vivem mais e ficam, portanto, viúvas mais cedo. Fonte de renda A previdência social cobria aproximadamente 77% da população idosa em 2009, o que representa 16,6 milhões de pessoas. Embora a maior parte da renda dos idosos seja originária desta fonte, o trabalho representa uma parcela expressiva de 32,6% para os homens e de 11,9% para mulheres. O trabalho para os idosos é bom como fonte de renda, mas também como indicador de autonomia e de integridade social. Para o Ipea, a participação deles no mercado de trabalho tende a crescer. “Isso ocorrerá, em grande parte, devido ao ingresso maciço das mulheres no mercado de trabalho, ocorrido a partir dos anos 1970. Por outro lado, o envelhecimento da população em idade ativa aliado às pressões no sistema previdenciário levam à necessidade de se manter o trabalhador na ativa o maior número de anos possível”, diz o estudo. Para isso, porém, o estudo aponta que serão necessárias políticas de saúde ocupacional para reduzir as saídas do mercado de trabalho via aposentadoria por invalidez, redução de preconceitos em relação ao trabalho de idosos e capacitação para que eles possam acompanhar as mudanças tecnológicas. (Flávia Furlan Nunes - InfoMoney) Gostou desta matéria? Comente! Ótima quarta-feira! Até breve /*--*/

Anorexia aumenta entre as mulheres acima de 30 anos

Anorexia aumenta entre as mulheres acima de 30 anos A anorexia e a bulimia, antes relacionadas à adolescência, agora atingem mulheres adultas de 30, 40, 50 e até de 60 anos. Algumas das razões são crises nos relacionamentos, desemprego, menopausa, perda dos pais ou mesmo quando os filhos saem de casa, de acordo com o site do jornal britânico The Guardian. Outro motivo que leva a esses transtornos alimentares é a pressão por parecer mais jovem quando se chega aos 40 ou 50 anos, tendo como modelos celebridades como Madonna e Sharon Stone, que têm o físico elogiado e comentado no mundo todo por "não aparentarem a idade que têm". Segundo a psiquiatra Sylvia Dahabra, em entrevista para o site, casos de pessoas mais velhas com problemas alimentares eram mais raros há cinco ou dez anos, como uma vez a cada um ou dois anos. Hoje, ela trata cinco novos pacientes nessa faixa etária com indícios de anorexia ou bulimia a cada ano. Sylvia diz que acontecimentos marcantes, como perda de emprego ou problemas no relacionamento, podem afetar o humor da pessoa a ponto de ela desenvolver algum tipo de depressão. Como resultado, há a perda de apetite e de peso. Dessa forma, ao perceber que ficou mais magra e que se sente "melhor" quando não come, a pessoa acaba por fugir do seu real problema e se foca em perder cada vez mais peso. É sempre bom ressaltar que a anorexia e a bulimia não são doenças exclusivamente femininas. Os homens estão propensos a desenvolverem os distúrbios, também causados por estresses emocionais e mentais. No entanto, nem todas as mulheres que passam a fazer dieta ou mesmo pular refeições desenvolvem algum transtorno alimentar, mas os motivos ainda são desconhecidos. (Fonte: Site Terra) Você já passou por algum transtorno alimentar? Comente sua experiência. Até breve...muito breve!

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Tuberculose - Os cuidados

O vídeo abaixo nos mostra os cuidados que devemos ter para evitar a Tuberculose. Ela é transmitida pelo ar, por meio da tosse, da fala ou do espirro. Fique atento aos sintomas. Confira abaixo. Aguardamos o seu comentário! Até breve...muito breve!

Comparação de Preços

Bom dia! O vídeo postado abaixo relata sobre a Comparação de Preços. Você compara os preços em pelo menos 3 lojas antes de comprar? O preço pode variar muito! Gostou do vídeo? Comente! Até breve...muito breve! /*--*/

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Componente do curry pode tornar quimioterapia mais eficaz

Componente do curry pode tornar quimioterapia mais eficaz Um componente do tempero indiano curry pode tornar a quimioterapia mais eficaz, segundo pesquisadores da Universidade de Leicester, na Inglaterra. A equipe tem utilizado a curcumina, um extrato da raiz do açafrão-da-índia, para orientar células resistentes ao tratamento. A líder do estudo, Karen Brown, disse ao jornal Daily Mail que testes prévios em laboratório mostraram que o extrato ataca e destrói essas células, o que ajudaria até a prevenir o retorno da patologia. A pesquisa tem como meta identificar tipos de pacientes mais suscetíveis a se beneficiar com a curcumina no futuro. O potencial do produto tem sido investigado em todo o mundo para colaborar com pessoas que têm doença de Alzheimer, artrite, entre outras enfermidades. (Fonte: Site Terra) O que você achou desta pesquisa? Comente! Uma ótima semana; Até breve, /*--*/

Estratégias para educar financeiramente os filhos

Estratégias para educar financeiramente os filhos Engana-se quem pensa que a educação financeira já faz parte da rotina das famílias brasileiras. Não poderia ser diferente, se pensarmos nos anos e anos que o Brasil viveu em meio à hiperinflação. Mas os tempos de estabilização vieram para ficar e, agora, mais do que nunca, é possível planejar o orçamento, bem como ensinar aos filhos como fazer isso. De acordo com o educador financeiro Álvaro Modernell, os pais não conseguem educar os filhos financeiramente porque encontram três problemas: como se aproximar das crianças, como falar do assunto na linguagem delas e como despertar o interesse dos filhos para o assunto. "Cada um tem de encontrar uma maneira, não tem uma receita de bolo", ressaltou. Porém, tratar o tema de maneira muito séria não vai ser interessante para os pequenos. A forma mais adequada, na opinião de Modernell, seria aliar a educação financeira a um assunto de interesse das crianças. Como fazer isso? Ele exemplificou da seguinte maneira: seu filho adora futebol e quer uma bola nova. Antes de comprá-la, pesquise preços, escolha a melhor marca e reflita sobre a necessidade da aquisição. "Não diga o ´não pelo não` nem o ´sim pelo sim`. Neste último caso, você se livra de um problema dizendo sim, mas perde a oportunidade de educar seu filho financeiramente", disse Modernell. De acordo com ele, os filhos devem estar envolvidos no orçamento, mesmo que eles não queiram saber das contas da família. "Mostre com base em um interesse que ele possui". A partir de quando? Uma dúvida que muitos pais têm é em relação a que idade começar a falar de finanças com os filhos. A resposta do educador financeiro é "depende muito da maturidade da criança, mas, a partir dos cinco, seis, sete anos de idade, pode-se usar a estratégia do interesse". Já a planejadora financeira Myrian Lund disse que, a partir do momento em que a criança está alfabetizada e aprende a lidar com os números, o que acontece em torno dos sete anos, ela já pode começar a ser estimulada. "Primeiro ela tem de ter essa noção dos números", destacou. A planejadora ainda disse que, além de dar uma mesada, o que ajuda bastante na educação financeira, os pais devem aprender a premiar os filhos que conseguem guardar dinheiro. "É preciso estimular a juntar dinheiro, que é a grande cultura que falta hoje. Isso ainda é uma dificuldade na população em geral". Um outro passo interessante é, à medida que o filho crescer, fazer uma poupança para ele, com o dinheiro que for guardado ao longo do tempo. "Quando a criança junta, o ideal é que o dinheiro fique na mão dela. Depois, abre-se uma poupança com o nome dela, desvinculada da conta dos pais", acrescentou, para que não haja o risco de os adultos mexerem nesse dinheiro. Deixe as crianças darem sugestões Myrian afirmou que os pais têm de se acostumar a fazer uma "mesa redonda" com os filhos, para que eles os escutem. "Por exemplo: a conta de telefone disparou. Então, você faz uma reunião e diz ´estamos com problemas, o que faremos para resolver?`. Normalmente, os pais já chegam com uma solução, mas o que ajuda os filhos é colocar o problema e deixar que eles deem soluções". Para isso, porém, é preciso estar aberto ao diálogo, o que ajudará a criança a ter um relacionamento melhor com o dinheiro no futuro. (Fonte: Flávia Furlan Nunes) Você educa financeiramente seus filhos? Nos conte sua experiência! Comente logo abaixo. Até breve...muito breve!

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Faculdade dos filhos x aposentadoria

Faculdade dos filhos x aposentadoria Como planejar esses momentos? A partir do momento em que o Brasil conquistou a estabilidade econômica, a população conseguiu fazer um planejamento financeiro de longo prazo, já que a inflação não impedia mais que se pensasse no futuro. Com isso, começaram a surgir questões polêmicas no orçamento, sendo que, entre elas, está a dúvida sobre como poupar para a aposentadoria e ainda conseguir arcar com o estudo dos filhos. “Tanto um assunto quanto o outro são novidades para os brasileiros”, disse o educador financeiro Álvaro Modernell. “Pela cultura inflacionária, a prática de planejamento financeiro tinha sido abolida. Mas nos últimos 15 anos, as pessoas dos mais diversos níveis estão vendo a importância de planejar, para ter tranquilidade na vida, ou seja, menos sobressaltos, menos preocupação e mais felicidade”, destacou. E quais desses aspectos priorizar na vida financeira: a faculdade dos filhos ou a aposentadoria? De acordo com Modernell, ambos devem ser considerados no planejamento financeiro, o que pode mudar de acordo com vários fatores, como a etapa de vida da pessoa e as condições do orçamento doméstico. O que colocar na balança? Nos Estados Unidos, um desses fatores considerados é o cenário econômico. Uma pesquisa feita pela empresa de produtos e serviços financeiros Country revelou que o número de norte-americanos que pensam que pagar a universidade dos filhos é um bom investimento caiu 16 pontos percentuais em 2010, frente a 2009, passando a 64% da população. O motivo para isso? O cenário de incertezas. Desta forma, houve uma troca nas prioridades da população norte-americana. Ao contrário do ano passado, mais americanos disseram que a aposentadoria é mais importante do que a universidade dos filhos, com 43% e 41% das respostas, respectivamente. O grupo daqueles que apontaram a aposentadoria em primeiro lugar cresceu dois pontos percentuais, ante a queda de seis pontos percentuais no grupo dos que apontaram como prioridade a educação dos filhos. No Brasil, a aposentadoria também deveria ser uma preocupação da população, ainda mais se pensarmos nas contas públicas. “É preciso conversar muito sobre o tema, para evitar situações constrangedoras e a diminuição da renda neste período. Sem o preparo, a aposentadoria deixa de ser motivo de comemoração, para se tornar uma séria dificuldade para o trabalhador”, disse o especialista em gestão financeira e instrutor da Dtcom, Samuel Marques. Educação dos filhos x aposentadoria Segundo Modernell, é difícil dizer o que é mais importante, entre a educação dos filhos e a aposentadoria. O que as pessoas devem fazer é guardar uma quantidade do salário mensal e destinar parte disso para essas despesas. "Um parâmetro razoável é guardar 10%, porque é factível. Quem tem mais disciplina consegue chegar a 20%, que seria o ideal. Se for menos de 10%, o resultado é muito pequeno e, acima de 20%, é muito difícil”, afirmou o educador financeiro. Deste valor guardado, separe uma quantidade para a educação dos filhos e uma para a aposentadoria. “Quando um precisar de mais, destine mais dinheiro, mas o ideal é que nenhum deles seja zerado”, explicou Modernell. Já Marques indica às pessoas que separem o dinheiro para a universidade e para a aposentadoria em aplicações distintas. "O dinheiro da previdência deve ser investido em contas de previdência privada. Para a faculdade dos filhos, existem também opções específicas nos bancos", destacou. Ao utilizar produtos específicos, ele disse que o nome, a tributação, os prazos e os juros serão adequados ao motivo da poupança. Isso ajuda a poupar sem que um atrapalhe o outro. Além disso, Marques lembra que é possível que o custo da faculdade diminua o montante poupado para a previdência, mas que ele deve ser retomado assim que o curso acabar. Dicas x disciplina De qualquer forma, segundo o educador financeiro, não existe uma "receita de bolo" quando o assunto é planejamento financeiro, já que as regras para uma pessoa mais nova são diferentes daquelas destinadas às pessoas com mais idade, bem como para aquelas que moram em locais diferentes. "O indicado é que se pegue as dicas e reflita sobre a própria realidade", finalizou. Marques ressalta ainda que poupar para o futuro exige muita disciplina, porque haverá a tentação de gastar com uma necessidade do presente. "É difícil deixar de fazer uma viagem ao exterior com os amigos tendo R$ 30 mil investidos no banco". (Flávia Furlan Nunes - InfoMoney) Como você está planejando o seu futuro? Comente! Que você tenha uma ótima sexta-feira! E um maravilhoso fim de semana! Até breve, /*--*/