terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Compras de final de ano: Proteja-se

Compras de final de ano: Proteja-se Nas compras de final de ano, proteja-se de ameaças internas e externas. Final de ano é época de fazer compras e, neste momento, o consumidor deve se proteger. Ameaças internas, como o próprio instinto consumista, e as externas, como as fraudes e os golpes que costumam aumentar neste momento do ano, podem colocar o orçamento em risco. Por isso, planeje o que deve gastar com presentes. Coloque na ponta do lápis o montante de dinheiro que receberá em dezembro, incluindo o décimo terceiro salário, e separe aquilo que deverá guardar para as despesas típicas de começo do ano, como impostos. Dessa forma, você estabelecerá um limite desde o princípio, o que ajuda a evitar compras em excesso e a cair na tentação de ultrapassar o limite dos cartões. Vilão ou aliado? O cartão de crédito é aliado de quem realiza compras com responsabilidade, mas também pode se transformar em um vilão. É importante reconhecer as características dos plásticos disponíveis no mercado, para usá-los de forma eficiente, tirando o maior proveito possível da forma de pagamento. Prefira, em primeiro lugar, pagar as suas compras à vista, até mesmo para aproveitar descontos. Se for pagar a prazo, faça as contas para ver qual a parcela do seu orçamento que já está comprometida com outras aquisições. Transações seguras Para quem planeja comprar pela internet neste Natal, é preciso cuidado redobrado. Com o aumento do movimento nas lojas on-line, também aumentam os golpes. Confira algumas dicas da Visa: Realize compras em um ambiente seguro e tenha certeza de que saiu do navegador logo que terminou a transação; Utilize a última versão disponível do software de navegação e certifique-se de que o sistema operacional do computador esteja atualizado. Programe o navegador para que tenha os níveis mais altos de segurança; Mantenha um bom registro de suas transações, como o e-mail que é enviado pela loja com o resumo da aquisição; Garanta que a informação do cartão esteja encriptada de forma segura antes de ser enviada pela internet. Para isso, procure pela imagem de um cadeado ou de uma chave na parte inferior da janela do navegador ou verifique se o endereço começa com https://, em vez de http://; Proteja suas senhas; Compre em sites conhecidos e com boa reputação. Identifique se ele fornece telefone ou e-mail para contato; O site de compra deve ter informações sobre os mecanismos e os custos de envio e os impostos aplicáveis; Não espere receber a fatura cada mês. Revise periodicamente via internet ou por telefone para detectar qualquer atividade inesperada. (Fonte:Flávia Furlan Nunes) O Natal está chegando e com ele os presentes de final de ano. Você compara os preços, o modo de pagamento, verifica se a loja e o produto são confiáveis? Siga os passos citados na matéria e ótimas compras!( não se esqueça do que é viável para o orçamento de sua família) Comente, QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA TERÇA-FEIRA! /*--*/

Os riscos da beleza malcuidada

Os riscos da beleza malcuidada Promessas como perder cinco centímetros da barriga de uma só vez ou garantir uma pele lisa e sem imperfeições são tentadoras para muitos homens e mulheres. No entanto, apesar do “encantamento” gerado pelos procedimentos estéticos, há de ser ter cuidado para que eles não prejudiquem a saúde. Iludir-se com resultados fáceis e procurar um estabelecimento sem profissionais qualificados ou com infraestrutura inadequada pode gerar sérios problemas para a saúde, que vão desde uma simples micose até maus resultados em uma cirurgia plástica. Engana-se quem pensa que a cautela deve existir apenas quando se trata de tratamentos mais invasivos. O cuidado deve permanecer na hora de procurar uma manicure ou fazer uma depilação. Confira as principais medidas para se proteger. O primeiro passo é estar com a saúde em dia para realizar procedimentos que envolvam aparelhos específicos ou até mesmo mais invasivos, como a carboxiterapia (que envolve agulhas). “Apenas o médico dermatologista é habilitado para realizar esse tipo de procedimento. Precisa haver uma assepsia minuciosa na área para não gerar infecções”, diz a consultora da Onodera Estética, Maria Helena Varasquim. Os tratamentos não devem deixar marcas ou hematomas, lembra a diretora do Centro de Educação Profissional Martinus, Marilise Pinheiro da Cunha. “Nenhum procedimento que machuque o tecido é apropriado”, diz. É importante que o profissional tenha formação adequada (que pode ser técnico em estética, tecnólogo, fisioterapeuta dermatofuncional ou dermatologista) e que o local tenha alvará de funcionamento, ou de profissional autônomo. Uma ficha para detectar possíveis doenças, segundo Marilise, precisa ser realizada. “Se a paciente é hipertensa, não pode se submeter a determinados tratamentos até controlar o problema. Nesses casos, o melhor é não iniciar os procedimentos e orientar que a pessoa retorne após avaliação médica”. Quando o tratamento é malfeito, futuramente podem surgir flacidez na pele, manchas e até necrose, em casos de aparelhos utilizados sem a higienização correta. (Fonte: Saúde – Gazeta do Povo) É preciso ficarmos atento, pois o que muitas vezes pensamos que "irá melhorar, ficará muito melhor...", pode piorar. Comente esta matéria logo abaixo, até breve...muito breve! /*--*/

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Bebês com baixo peso podem virar adultos hipertensos

Bebês com baixo peso podem virar adultos hipertensos Estudo realizado pelo Instituto da Criança do HCFMUSP, com cerca de 1.600 crianças, aponta que problemas intrauterinos podem revelar futuras doenças. Uma pesquisa inédita no Brasil feita pelo Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da FMUSP, ligado à Secretaria de Estado da Saúde, indica a existência de um ciclo hereditário ligado ao baixo peso infantil e que pode afetar a vida adulta, aumentando as chances da pessoa desenvolver doenças crônicas. “Existe um ciclo intergestacional do baixo peso”, destaca a professora Ana Escobar, especialista em pediatria do HC. Segundo ela, pessoas que nascem com menos de 2,5 quilos têm maior probabilidade de apresentar futuras doenças crônicas e também de gerar filhos com baixo peso. De acordo com a médica, o aleitamento materno pode fazer grande diferença nesse processo. Entretanto, o estudo do HC mostrou que aqueles que mais precisariam amamentar acabam ficando impossibilitados. “Das 1.600 crianças que estão sendo avaliadas, 11,2% nasceram com baixo peso. Dessas, 34% nunca puderam vir a mamar no peito, por estarem em incubadoras ou por outras impossibilidades causadas por problemas intrauterinos”, informa. Já entre os 88,8% de crianças que nasceram com peso normal, apenas 4% não vieram a amamentar. “Quem mais precisa é quem fica sem”, observa. A pesquisa do Instituto também está avaliando as mães das crianças e as condições de gestação. Foram analisadas 141 mães com média de idade de 25 anos. Dessas, 31 apresentaram problemas de hipertensão durante a gravidez. “O estudo mostrou que 42% das mães que tiveram problemas de hipertensão haviam nascido com baixo peso. Seus filhos também terão maior chance de nascerem com baixo peso e de serem hipertensos quando adultos, completando o ciclo”, aponta a especialista. Para Ana Escobar, o estudo do HC é importante para o desenvolvimento de políticas públicas na área de saúde, pois indica que ainda no útero é possível prever a ocorrência futura de doenças crônicas. “O impacto das doenças crônicas nas finanças mundiais será tema, inclusive, de uma conferência da Organização das Nações Unidas (ONU), em 2011”, destaca, lembrando que o mundo gasta muito com o tratamento de doenças como diabetes e hipertensão. As pesquisas realizadas pelo Instituto da Criança fazem parte de um projeto maior, que pretende preparar crianças para tornarem-se adultos com boa qualidade de vida e maior longevidade. A ideia é acompanhar essas 1.600 crianças desde a infância mais precoce - algumas delas, observadas desde a gravidez das mães. Os dados coletados pelo Instituto da Criança vão muito além do peso e do ritmo de crescimento das crianças. Eles levam em conta características ambientais e familiares, que possam determinar a ocorrência de doenças degenerativas na vida adulta, como problemas cardiovasculares e diabetes. Dessa forma, é possível agir precocemente na prevenção. O programa teve início em 2007 e os primeiros resultados começam a aparecer agora. Cerca de 20 crianças, por exemplo, apresentaram alto índice de colesterol com menos de cinco anos de idade e já estão sendo tratadas. De acordo com os especialistas do Instituto, é fundamental adotar hábitos de saúde desde a primeira etapa da vida, pois alguns cuidados podem resultar em uma vida melhor na maturidade. (Fonte: Tem Mais) Comente esta matéria logo abaixo, QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA SEGUNDA-FEIRA E UMA EXCELENTE SEMANA! /*--*/

Aposentados: Alerta para ação de golpistas

Aposentados: Alerta para ação de golpistas Associação de aposentados e bancos orientam atenção ao sacar benefícios do INSS. Em meio a ameaças na área de segurança pública e em tempos de pagamentos adiconais de fim de ano, aumenta o risco de ação de golpistas contra aposentados. Confira no quadro abaixo dicas para não se tornar alvo de pessoas mal intencionadas. Os primeiros a embolsar o abono de Natal serão pensionistas e aposentados com matrícula terminada em 1. Idosos, que muitas vezes têm dificuldade para se movimentar e de lidar com os terminais de auto-atendimento, são vítimas mais vulneráveis, mas qualquer cliente bancário pode correr riscos. O vice-presidente da Associação dos Aposentados e Pensionistas da Previdência Social no Estado do Rio de Janeiro (Asaprev), Helio Guimarães, lembra que o golpe da “saidinha de banco” ainda ocorre com frequência. “Tem aposentado que facilita muito no banco, sai contando dinheiro na rua. Tem que evitar chamar atenção”, recomenda. O risco é que algum bandido perceba que a vítima potencial carrega dinheiro e faça o assalto. GOLPES Outro problema recorrente são golpes por telefone em que a quadrilha oferece vantagens, como liberação do limite de empréstimos consignados, em troca de um depósito em conta. O aposentado que cai na cascata paga e não recebe. Para evitar o perigo, deve-se evitar informar dados por telefone, principalmente endereço, nome completo e números de documentos. “Eles oferecem vantagem e dão uma conta, mas é dinheiro perdido, porque eles somem depois”, avisa Helio. A Febraban recomenda atenção especial no dia a dia. Recursar “ajuda” de desconhecidos, por exemplo. DICAS DE SEGURANÇA SENHA SEPARADA Cartão e senha anotada não devem andar juntos. Memorize sua senha. ESTRANHOS Não aceite ajuda de quem não for funcionário do banco. Outro golpe conhecido é a troca dos cartões. COMPANHIA Evite ir ao banco sozinho, em especial os muito idosos. CONTAGEM Para conferir o valor sacado, busque um canto reservado na agência. Não abra a carteira de forma escancarada. Faça com discrição. MOVIMENTO Prefira ao banco em horários de grande movimento para chamar menos atenção para si. VIOLAÇÃO Se o caixa eletrônico parecer quebrado, não use e, se possível, avise ao banco. (Fonte: Gazetaweb) E você, sabe outras dicas de segurança na hora de fazer o saque em banco? Comente, até breve...muito breve.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

O desafio da educação financeira está em mudar atitudes

O desafio da educação financeira está em mudar atitudes Quem nunca ficou enforcado no cartão de crédito ou no cheque especial? Quem conhece os truques da previdência privada? Quem sabe investir na bolsa de valores? Quem lê regularmente a seção de notícias econômicas nos jornais? Se você respondeu positivamente às quatro perguntas acima, sinta-se incluído entre o seleto grupo de brasileiros que possui um produto escasso e considerado de grande importância: educação financeira. Além de sua óbvia relevância em países de baixa escolaridade como o Brasil, o tema da educação financeira se tornou uma preocupação global. Organizações tão diversas quanto a Financial Consumer Agency, do Canadá, o Banco Central da Áustria, a Comissão de Aposentadoria, da Nova Zelândia, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos e a Financial Services Authority , da Inglaterra, estão diligentemente liderando programas de educação financeira. A intenção é mudar o comportamento de consumidores superendividados, a mudança dos hábitos de poupança de longo prazo e o aumento do conhecimento sobre a grande gama de produtos financeiros atualmente existentes. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OECD) lançou recentemente um portal de informações (www.financial-education.org) que visa consolidar a experiência sobre o tema entre os diversos governos filiados. Em tese, educação financeira deveria fazer parte do currículo básico de todo cidadão. Juros compostos, por exemplo, são essenciais para quem tenta construir um raciocínio sobre compras a crédito ou sobre investimentos de longo prazo. No entanto, a maioria dos brasileiros, mesmo os relativamente educados, não entende essa lógica. E, mesmo sem entender, as pessoas tomam decisões sobre esse tema o tempo todo. O que vale mais à pena: financiar três vezes no cartão ou comprar à vista? Como me organizar para quitar a casa própria ou o carro? Qual é a melhor proposta de seguro? Recentemente, o Ministério do Desenvolvimento Social anunciou que transformará, em parceria com a Caixa Econômica Federal, o cartão do Programa Bolsa Família (com 12 milhões de beneficiários) em uma conta corrente. Pela primeira vez, a população mais carente do Brasil terá acesso aos benefícios do cartão de débito, da poupança e, possivelmente, do crédito. Apesar dos méritos do projeto, como será que funcionarão esses produtos na mão de um usuário frequentemente analfabeto ou com baixíssima escolaridade? Entre os especialistas, persistem muitas dúvidas sobre quais ações funcionam e quais não funcionam no campo da educação financeira. Afinal, uma coisa é dar informação e outra é mudar hábitos e atitudes. Muitos sabem que não devem se endividar excessivamente, mas não resistem quando recebem uma boa proposta de crediário. Quase todos sabem que devem poupar para a velhice, mas são poucos os que se organizam efetivamente para adquirir seguros e planos de previdência privada. Como mudar atitudes? Essa é a principal pergunta do campo de educação financeira. Aliás, como fazer para mudar atitudes quando o varejo e os bancos nos bombardeiam diariamente com ofertas imperdíveis de produtos e serviços com prazos a perder de vista? E se mudar atitudes é difícil na Austrália e no Canadá, no Brasil o desafio da educação financeira é dobrado, pois a população adulta tem apenas sete anos de escolaridade, em média. Por aqui, precisamos dar educação financeira para quem não tem educação formal. E o nosso tardio processo de inclusão bancária tende a complicar ainda mais essa dinâmica. As experiências que vem da área de saúde relacionadas ao combate ao hábito de fumar, à promoção do uso da camisinha e ao emprego do cinto de segurança mostram que as iniciativas mais bem-sucedidas em termos de estímulo a mudanças de hábitos considerados socialmente inadequados possuem uma combinação de elementos tão sofisticados e elaborados quanto os das melhores campanhas de marketing de bens de consumo, levando em conta aspectos educativos, promocionais e repressivos. Mas será que estamos preparados para uma legislação mais dura na área de comunicação de produtos financeiros, a exemplo da verificada com o cigarro e com remédios? Será que deveríamos passar a multar quem deixou o nome sujo pela terceira vez? Independente da resposta a todas essas perguntas, tudo indica que a educação financeira é um tema que veio para ficar. Bancos, varejistas, governo, mídia e autoridades regulatórias terão de se posicionar sobre o assunto. (Fonte: Haroldo Torres) Qual é a sua posição? Comente, QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA SEXTA-FEIRA E UM MA-RA-VI-LHO-SO FIM DE SEMANA! Até breve!

Hipertensão: Alerta para excesso de sal

Hipertensão: Alerta para excesso de sal A hipertensão, conhecida popularmente como “pressão alta”, atinge cerca de 30 milhões de brasileiros, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Segundo a entidade o excesso de sal na alimentação é uma das causas do problema. O conselheiro da Sociedade Brasileira de Hipertensão, Décio Mion afirma que o brasileiro têm consumido mais que o dobro da quantidade de sal recomendada diariamente pela Organização Mundial de Saúde (OMS). “O brasileiro consome diariamente uma média de 12 gramas de sal nas refeições, quando o recomendado são apenas 5 gramas. É um alerta importante a esse excesso de consumo. O sal está relacionado ao desenvolvimento da hipertensão, e as pessoas com a doença podem ter complicações e para aqueles que têm histórico na família se tornam mais vulneráveis ”, ressalta. O médico enfatiza que o sal é usado como conservante em boa parte dos alimentos consumidos diariamente e que por isso é necessário verificar o teor de sal no rótulo de cada um desses produtos. De acordo com a SBC, um pacote de 100g de pão de queijo tem 773 mg de sódio, uma porção de 100g de macarrão instantâneo, 1,516 mg, e um pacote de batata chips industrializada (100g), 607 mg. O hipertenso deve ainda evitar alimentos ricos em gordura animal, comidas muito calóricas e bebidas alcoólicas. A SBC recomenda que ele dê preferência a alimentos frescos, verduras, pescados, aves, cereais, frutas, legumes e fibras, além de praticar exercícios físicos. A instituição recomenda ainda que a população procure aferir a pressão arterial pelo menos uma vez por ano, com exceção dos que têm histórico de hipertensão na família ou sedentarismo. (Fonte:Agência Brasil/Pernambuco.com) A imagem já diz tudo! Se você costuma fazer como mostra a imagem, já é mais que um sinal de alerta! Comente; até breve...muito breve! /*--*/

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Brasileiro: Até 70% em prestação de carro

Brasileiro: Até 70% em prestação de carro Valor da parcela mensal passa de R$ 285 para R$ 484 nas famílias com renda de 3 a 10 salários mínimos. Renda maior, redução de juros e reajuste abaixo da inflação possibilitaram maior gasto com carro novo. Os brasileiros, principalmente os da nova classe média do país, já pagam até 70% mais em prestações mensais para financiar a compra de seu carro. O valor das parcelas de veículos adquiridos por famílias com renda de 3 a 10 salários mínimos passou de R$ 285 mensais em 2003 para R$ 484 ao mês em 2009. É o que mostra levantamento feito a partir de dados da POF (Pesquisa de Orçamento Familiar) do IBGE no período de 2003 a 2009 pelo instituto Data Popular, a pedido da Folha. Os valores estão deflacionados e atualizados para preços de hoje. Nas famílias de classes A e B, os gastos mensais com as prestações também subiram: 51% e 65%, respectivamente. "O mais importante é que esse aumento no valor das parcelas não compromete a renda das famílias", afirma Marcel Solimeo, economista-chefe da Associação Comercial de São Paulo. "Os reajustes salariais concedidos no período foram expressivos. O ganho real da renda aliado ao aumento do crédito permitiu a ampliação dos gastos, principalmente na classe C, que trocou o carro usado pelo novo." Os dados da associação comercial mostram que a inadimplência do consumidor (pessoa física) tem caído. A queda aconteceu mesmo com a entrada de novos consumidores (que estão menos habituados a administrar o crédito), que acabam registrando taxas de inadimplência um pouco superiores, avalia Solimeo. "O consumidor tem de estar atento porque, além da parcela de compra, há gastos com documentos, seguro e manutenção. Computados esses gastos, a parcela mensal passa para R$ 657,50", diz Renato Meirelles, sócio do Data Popular. A renda média dos domicílios cresceu 49,9% no período de junho de 2003 a agosto deste ano, passando de R$ 1.817 para R$ 2.724,04, segundo um estudo feito pelo banco Santander. No mesmo período, o preço do carro novo aumentou 12,19% -percentual menor que o dos demais itens que compõem o IPCA, que cresceu 43,85%. JUROS A redução de juros mensais é um dos principais fatores para que o brasileiro possa adquirir um carro novo, segundo Luiza Rodrigues, autora do estudo. A taxa média para a linha de crédito "aquisição de bens - veículos" informada pelo Banco Central passou de 3,2% ao mês para 1,8% ao mês nesse período. "A combinação de aumento de renda, alongamento nos prazos de financiamento, que passaram de 60 meses (em 2003) para 72 meses (em 2010), e redução do valor das parcelas de financiamento tem permitido que mais consumidores da classe C passem a comprar veículos no país", diz a economista. A partir de dados de renda e orçamento das famílias, o banco fez uma projeção que mostra que, em relação a 2003, 14,2 milhões a mais de domicílios têm condições de comprar um carro novo. Para isso, foram consideradas famílias sem carro, sem renda comprometida com financiamento e com capacidade de gastar até 30% do rendimento. (Fonte: CLAUDIA ROLLI - Folhapress) Dê a sua opinião sobre esta matéria! Você trocou de carro este ano? Se não trocou, pelo menos já passou pela cabeça em trocar, não é mesmo? Mas devemos sempre nos planejar antes de realizar qualquer compra, afinal, uma compra como esta, os gastos nunca se acabam e ainda se tornam mensais! Até breve! QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA QUINTA-FEIRA! /*--*/