segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Seis razões para alugar em vez de comprar um imóvel

Na semana passada o coração falou mais alto do que a razão nos argumentos de Maria, que tenta convencer José de que é melhor comprar do que alugar. Agora chegou a vez de José demonstrar à Maria que alugar um imóvel não é tão ruim quanto ela pensa. USE A CALCULADORA Maria planeja utilizar a poupança de R$ 100 mil para dar de entrada na compra de uma casa de R$ 200 mil. O capital que falta virá de um financiamento de R$ 100 mil que consumirá cerca de R$ 1.030 da renda familiar. José, com a calculadora em mãos, demonstra que o financiamento de R$ 100 mil terá custado, ao final de 30 anos, R$ 300 mil. José faz as contas e explica que eles vão deixar de receber R$ 600 por mês de juros da poupança, além de assumir a prestação mensal de R$ 1.030. Impacto de R$ 1.630 por mês no orçamento deles. Atualmente, eles moram em casa alugada por R$ 950 por mês, avaliada em R$ 200 mil. José planeja continuar morando de aluguel e investir a diferença de R$ 680 (R$ 1.630 - R$ 950) na poupança. Com taxa de juro real líquida de 0,5% ao mês, em 30 anos eles terão ativos financeiros de R$ 683 mil que continuarão a gerar renda. E durante 30 anos não terão o peso da dívida, porque morarão de aluguel. A boa notícia de José é, entretanto, a má notícia de Maria. MORO ONDE QUISER A profissão de Pedro, irmão de Maria, requer que ele se locomova com frequência. Já foi transferido de região, em uma mesma cidade, algumas vezes. Já morou em quatro cidades e sabe que pode ser transferido novamente. Muito complicado, e caro, devido aos custos contratuais, comprar um imóvel em cada cidade por onde a família passou. Morar de aluguel tem sido uma decisão sábia tomada por eles. Pedro e a mulher se preocupam com a educação das crianças, que estão sempre mudando de escola, e com o sonho adiado de serem donos de uma casa. CASA SEMPRE NOVA José não pretende ficar a vida inteira no mesmo lugar. Argumenta com Maria que quem mora em imóvel alugado pode morar sempre em uma casa novinha, moderna, localizada onde for conveniente para a família, em função de escola e trabalho. O contrato de aluguel deles vence daqui a um ano e meio e José já está de olho em um novo apartamento, maior, com varanda e piscina para as crianças curtirem. Até lá, já não será tão novo assim, e o valor do aluguel deve cair, pensou. Maria fica arrepiada só de pensar em uma nova mudança. DESVALORIZAÇÃO O irmão de José está muito preocupado porque a prefeitura deve construir um viaduto perto da casa onde ele mora. Problema à vista! O imóvel deve se desvalorizar e ele não terá outra opção a não ser vender o imóvel para a prefeitura, que está desapropriando a região. Maria concorda com José que, se o irmão dele fosse inquilino, e não proprietário, mudaria para outro imóvel, deixando o problema para o dono resolver. MANUTENÇÃO As despesas de manutenção da casa própria são eternas. O dono nunca se livra da necessidade de consertar, reformar, decorar e ampliar. Maria concorda com o argumento de José que o aluguel é uma maneira tranquila de se libertar desse problema e de suas despesas decorrentes. Cabe ao proprietário do imóvel -e não ao inquilino- custear as despesas de manutenção do imóvel. ATIVO QUE GERA RENDA A casa própria é um ativo que só gera despesa, para o resto da vida, diz José. Os ativos que ajudam a construir riqueza são aqueles que geram renda, como os ativos financeiros. Nosso desafio é construir um patrimônio que financie nossa velhice para que possamos parar de trabalhar e curtir a vida. Se todo o nosso patrimônio for a casa própria e os carros, ambos quitados, teremos ativos que tiram dinheiro do nosso bolso. Maria não gosta muito da teoria, mas é obrigada a concordar que faz sentido. Arriscou dizer que eles podem trocar um imóvel grande por dois menores: um para morar e outro para alugar. Não é que Maria aprendeu a lição! DICAS QUE VALEM DINHEIRO 1 - Alugar um imóvel e manter o dinheiro investido requer disciplina de quem faz essa opção. Embora disponível, o dinheiro não pode ser gasto e deve ser mantido em ativos de baixo risco, com perfil de geração de renda. 2 - Alugar um imóvel antes de comprar é uma boa estratégia para testar se o bairro e o imóvel em si são, de fato, a melhor escolha. 3 - O valor do aluguel varia de cidade para cidade. Em grandes cidades como São Paulo, é possível alugar pagando mensalmente 0,4% do valor do imóvel. 4 - O mercado está aquecido e os preços, em algumas regiões, bastante elevados. A oferta de novos imóveis deve continuar e é possível que os preços caiam. 5 - Alugar pode ser uma boa estratégia na fase de recém-casados. Adiem os planos de compra para quando a família crescer. E não esqueçam de poupar, porque as despesas aumentarão. (Fonte: Marcia Dessen - Folhapress) E você, prefere alugar ou comprar um imóvel? Comente, até breve...muito breve! /*--*/

Obesidade crônica

É oportuno que o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, pretenda entregar à presidente eleita, Dilma Rousseff, um plano de combate à obesidade. O país tem colhido alguns sucessos na redução de mortes por doenças crônicas. De acordo com os números apresentados nos últimos dias, entre 1996 e 2007 registrou-se uma diminuição de 17% nessa categoria de óbitos, que inclui males cardiovasculares, respiratórios e cânceres. Grande parte do êxito, vale mencioná-lo, se deve ao impressionante decréscimo no percentual de fumantes, que, nos últimos 20 anos, caiu de 35% para 16% da população adulta. A notável exceção no grupo é o diabetes tipo 2, doença visceralmente associada à obesidade. Houve um incremento de 10% ao longo da última década. Para tornar a situação ainda mais difícil, a medicina vai se tornando cada vez mais cética em relação ao controle da obesidade. Pesquisas mostram que emagrecer é relativamente fácil, mas a maioria dos pacientes que se submetem a um tratamento para perder peso o recupera -muitas vezes com juros- em até um ano após o relaxamento do regime. A principal dificuldade parece ter origem na evolução, cuja memória reside na estrutura genética que herdamos de nossos ancestrais. Devido às adversidades enfrentadas pela humanidade na maior parte de sua história, sobreviviam melhor e geravam prole maior os indivíduos com genes mais propícios para armazenar energia na forma de gordura. As condições de vida mudaram radicalmente nos últimos séculos, mas o organismo, não. Ele está programado para poupar o máximo possível de energia, e isso num contexto de farta oferta de calorias e num ritmo de vida em que as gastamos cada vez menos. O caminho para remediar a situação está em ações educativas que estimulem a atividade física, alertem para os riscos da obesidade e difundam noções de alimentação saudável -ainda que seja difícil evitar os imperativos de uma predisposição biológica. (Fonte: Folha de S.Paulo) Comente esta matéria logo abaixo, aguardamos o seu comentário! QUE VOCÊ TENHA UM ÓTIMO ANO! /*--*/

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Propósitos devem ser estabelecidos e revistos ao longo da vida

Em nossa cultura, e também nos processos da educação formal ou familiar, não é comum o hábito de desenvolver estímulos para que uma pessoa estabeleça propósitos para sua vida. As poucas perguntas que são feitas às crianças e adolescentes sobre o que desejam ser no futuro tendem a desaparecer tão logo elas cresçam. Possivelmente este seja um dos motivos pelos quais os indivíduos não tenham o hábito de refletir e montar planos de ação. Entretanto, isso não é útil apenas para os inevitáveis momentos de transição ou crises da vida. Uma conduta dessa natureza pode se contrapor ao que é valorizado no samba interpretado pelo Zeca Pagodinho, que enaltece o "jeitinho" do tipo, "deixa a vida me levar". Para um número significativo de pessoas, apenas a carreira ou as opções profissionais se tornam parte de algo que a própria família vai tentar influir ou até nortear. Essa escolha será seguida por estímulos - ou limitações - que o mundo da educação formal se encarrega de estruturar e oferecer. Podem pesar, adicionalmente, a influência de algum professor ou os estímulos dos meios de comunicação, que a cada dia dão mais destaque para algumas profissões ou carreiras com maiores possibilidades de sucesso financeiro ou com alta visibilidade social. No que se refere a estabelecer planos, ou propósitos, para os papéis que desempenhamos na vida pessoal, o processo de reflexão é ainda muito mais pobre. Não se criam instrumentos ou provocações para que cada um de nós pense sobre o que deseja ser na qualidade de cidadão. Especialmente ao considerar que é indispensável nos preparar para um mundo a cada dia mais complexo, exigente e desafiador. Essa lacuna ocorre também em outros papéis que cada um de nós irá viver como cônjuges, pais, filhos, avós, amigos etc. Ou ainda nas inúmeras dimensões que a vida nos coloca, tais como a espiritual, física ou material. E porque não refletir também sobre as diferentes etapas da própria vida? Elas podem ser dividas tanto cronologicamente, considerando as diferentes idades, como pelas transformações que ocorrem com nossa mente e corpo. Nos dias atuais, vale também considerar os desafios provocados pelo aumento da longevidade, bem como a crescente necessidade de nos reinventarmos frente às novas oportunidades e riscos. O mais grave é que para muitas pessoas este não é considerado um compromisso com o qual devam se preocupar. Estabelecer propósitos para a vida, de maneira geral, ficou muito marcado pelas expectativas que os pais criaram na fase inicial da educação ou do próprio ambiente familiar. Segundo o psicólogo alemão Günter Reich, "para encontrar uma identidade própria, toda pessoa precisa frustrar certas expectativas da sua família e aprender a distinguir as tarefas que lhe foram impostas daqueles movimentos oriundos de uma vontade própria." Essas observações se tornam mais atuais quando verificamos a quantidade de filhos que permanecem - ou se acomodam - por longo tempo no conforto da casa dos pais sob a alegação de que estão economizando para ter um início de vida adulta mais seguro. Dessa maneira, asseguram a manutenção das conquistas materiais proporcionadas pela estrutura familiar de origem. É da maior importância que tanto os pais, como também as instituições de ensino e os meios de comunicação, estimulem as futuras gerações a fixarem propósitos para sua vida, mas não apenas naquilo que desejam conseguir no mundo do consumo e da ostentação. É preciso ampliar o olhar para propósitos de uma qualidade de vida mais ampla e que possam ter sentido em todas as suas etapas. (Fonte: Renato Bernhoeft - Valor Online)

Comer demais faz mal. Aprenda a evitar os exageros na alimentação

O feijão com arroz é um dos pratos prediletos do brasileiro. Mas nem sempre é a melhor opção, principalmente depois dos 50. Com o passar do tempo, a alimentação deve ser cada vez mais equilibrada, embora muita gente passe da conta na hora de se alimentar. Alimentos que forneçam energia, que ajudem na manutenção e mantenham o funcionamento do corpo devem estar presentes à mesa com regularidade. Vive mais quem se exercita mais, cuida da mente e, claro, se alimenta de forma correta e come apenas o que é necessário. Segundo a nutricionista do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, Nara Horst, depois dos 50 anos, quanto mais variada for a alimentação, melhor, mas sem exageros. “Se o indivíduo não apresenta nenhuma comorbidade (hipertensão, diabetes, colesterol alto) recomenda-se uma dieta bem variada. E o mais importante é ressaltar que a alimentação seja bem dividida, em torno de cinco a seis refeições por dia, já que, nessa fase, o processo de digestão se torna mais lento”, explica ela. O cardápio ideal na maturidade não é muito diferente do de outras faixas etárias. Porém, alguns grupos de alimentos são obrigatórios nessa fase. É o caso das fibras e líquidos, do cálcio, ferro, vitaminas e minerais. “Embora poucos saibam, a anemia é bastante comum entre os idosos devido à diminuição da produção de células vermelhas nesta fase da vida. E a carne vermelha é uma das principais fontes de ferro. Alguns estudos demonstram também a deficiência de vitamina C, zinco e ácido fólico. Por isso, ingerir frutas cítricas, como o limão, a tangerina e a laranja ajuda a repor essas vitaminas e sais minerais”, aconselha a nutricionista. Montar um prato diversificado e, ao mesmo tempo, saudável, pode parecer simples, mas não é. Segundo a nutricionista Vanderlí Marchiori, a combinação entre alimentos energéticos, construtores e reguladores é sempre a ideal. “Os energéticos são o combustível para o corpo e podem ser encontrado em cereais (arroz, pão, milho), na gordura (azeite, óleo) e no açúcar; já os construtores são responsáveis pela manutenção do corpo, presentes em folhas verde-escuras (rúcula, couve, agrião) e nas carnes vermelhas sem gordura e por fim, os reguladores, que são responsáveis pelo funcionamento do corpo, além de aumentar a resistência às infecções, proteger a pele, a visão e os dentes. E podem ser encontrados nas frutas, verduras, legumes e cereais integrais”, recomenda ela. Embora uma alimentação saudável seja sempre a melhor alternativa, vale ressaltar que nenhum alimento pode prevenir ou causar doenças. Mas quanto mais rica e variada forem as refeições, menores são os riscos à saúde. “É importante deixar claro também que nunca é tarde pra começar a se alimentar adequadamente. Já ouvi várias vezes idosos falando que agora não é hora de mudanças. Que nada, nunca é tarde pra mudanças. E aliado à boa alimentação deve estar a prática de exercícios físicos. De nada adianta uma pessoa se alimentar bem e não ter o hábito de exercitar-se”, adverte Horst. (Fonte: Mais de 50)

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Como controlar o orçamento

Veja uma seleção de dicas muito importantes para que você aprenda a controlar o seu orçamento e mantenha a sua vida econômica em dia. Seguindo à risca as dicas abaixo, você estará dando um grande passo na direção de manter seu orçamento saudável e assim afastando-se do problema do endividamento. Vamos às dicas: 1. Nunca gaste mais do que você ganha. Embora seja uma dica básica, muita gente esquece! 2. Faça um levantamento de todos os seus ganhos e todos os seus gastos mensais. Faça uma “planilha”. Coloque tudo no papel. Assim você consegue identificar os seus gastos e saber se foram necessários ou não. Desta forma, fica mais fácil reduzir ou cortar gastos desnecessários e o dinheiro começa a sobrar no final do mês; 3. Lembre-se dos imprevistos! Desemprego, doenças, divórcios não têm hora para acontecer e você deve ter uma reserva para estes casos; 4. Pense antes de comprar! Muitas pessoas compram por impulso, ou seja, estão passando na frente de uma loja, olham o produto e compram, sem pensar no final do mês. É importante pensar se o produto é necessário, se o preço é bom, se cabe dentro do orçamento e se aquele dinheiro não vai fazer falta para comprar algo mais importante; 5. Compre à vista! Ao invés de pagar em 24 vezes, se você economizar o valor da prestação por 12 a 15 meses, terá dinheiro para comprar à vista, quando normalmente lhe dão desconto de 10%, e assim estará economizando quase 50%; 6. Procure nunca usar crédito ou dinheiro emprestado. No Brasil, com as maiores taxas de juros reais do mundo, para quem não tem muito controle sobre seu orçamento, isto é um suicídio financeiro; 7. Se o uso de crédito ou empréstimos for inevitável, antes de usa-los, faça uma pesquisa em vários bancos e financeiras, e peça demonstrativos com os valores que serão usados, os juros que serão cobrados e os valores que serão pagos, para ter certeza se é um bom negócio e qual seria a melhor opção. Não use o crédito por impulso. Seja racional antes para não se arrepender depois; 8. Diminua ou elimine os supérfluos – Gastar em bobagens que lhe trarão uma satisfação momentânea pode lhe trazer dores de cabeça duradouras no futuro, pois pode faltar para pagar produtos e serviços importantes para você e sua família; 9. Controle-se no Supermercado - Ao ir ao supermercado leve sempre a lista dos produtos que estão faltando em casa e que devem ser comprados e somente compre produtos fora da lista se você tiver certeza de que o mesmo está bem mais barato que nos outros supermercados (promoção), com bom prazo de validade, que haja local de estocagem em sua casa e que este será consumido dentro do prazo de validade; 10. Economize – Faça uso racional de tudo, desde energia elétrica até a alimentação. O excesso de consumo reflete no excesso de gastos; 11. Poupe – sempre é bom ter uma poupança. Não precisa poupar 30% do salário, mas é sempre bom ter uma reserva para as horas de aperto e necessidade. Portanto, tente poupar 10% ou 5% de seu salário, mas poupe, pois assim, você estará guardando uma reserva, que poderá ser utilizada para diversos fins. Lembre-se que doenças, demissões e apertos financeiros não marcam hora, eles simplesmente aparecem! 12. Evite compras a prazo, faça isso somente se você tem total controle de sua vida financeira, sabendo exatamente o que terá que pagar nos finais de cada mês e que estes valores caberão com folga em seu orçamento; 13. Pesquise preços. Algumas horas de pesquisa podem significar a economia de muitos dias de trabalho. Vale a pena! 14. Cuidado com a conta de telefone! Filhos pequenos e adolescentes adoram ficar pendurados no telefone. Se sua conta não para de crescer, tenha uma séria conversa com eles e desconte de suas mesadas. Se isto não resolver, a solução é mandar desligar a linha, ao menos por um tempo, até que aprendam o valor do dinheiro; 15. Não use o celular. Se precisar, use o telefone público ou mande uma mensagem de texto, é muito mais barata; 16. Evite fazer refeições em restaurantes, ou limite-as a datas importantes. Estes gastos frequentes acabam por comprometer o orçamento familiar; 17. Troque dívidas mais caras por dívidas mais baratas. Não pague uma conta de loja, que tem juros de 2% ao mês com o cartão de crédito que tem juros de 12% ao mês, somente se você tiver o dinheiro para pagar o total da fatura no final do mês. Assim, mais vale ficar com a dívida da loja em aberto e quitar o cartão, do que usar o cartão e criar uma bola de neve de dívidas; 18. Aproveite os finais de ano para quitar dívidas. Nesta época os credores estão precisando fazer caixa e ficam muito mais abertos a dar descontos para quitação de dívidas, que podem chegar a 90%; 19. Não caia no conto do CRÉDITO FÁCIL! Nada é fácil na vida, e o crédito muito menos. Ninguém sai por aí distribuindo dinheiro sem querer nada em troca. Muito menos no Brasil. O “crédito fácil” vem acompanhado de juros e taxas absurdamente altos e que acabam por torná-lo extremamente caro e inviável ao consumidor brasileiro assalariado. Muitos acabam por ceder a tentação do dinheiro fácil e acabam se super endividando em alguns meses, chegando a ponto de ter que deixar de pagar contas, vender pertences, carros e até casas para pagar os juros destes créditos. Portanto, tenha muito CUIDADO com a palavra “fácil”; 20. Tenha apenas uma conta bancária e não aceite todos os produtos e serviços o que o banco lhe empurrar. Aceitar cheque especial, cartões de crédito, financiamentos, planos de previdência, seguros, títulos de capitalização e outros, somente se você tiver plena certeza que serão úteis, que terá condições de administrá-los e que terá condições de pagá-los; 21. Cuidado com a venda casada! Normalmente os bancos obrigam os clientes que querem um empréstimo, um cheque especial, um cartão de crédito, a assinarem também um contrato de pecúlio, seguro, previdência, título de capitalização e outros. Isto é considerado prática abusiva, pois ninguém é obrigado a adquirir um produto ou serviço para ter acesso a outro. Denuncie e se for preciso, procure a Justiça. 22. Ao pensar em comprar um carro, lembre-se dos gastos! Em média, os custos com combustível, estacionamento, seguro, impostos e manutenção equivalem ao preço de um carro a cada três anos. Portanto, se você vai comprar um carro de R$ 20.000,00, vai gastar cerca de R$ 7.000,00 para mantê-lo; 23. Em caso de carros financiados o custo anual do carro acaba subindo, porque há ainda os juros que são cobrados nestas operações; 24. Tenha apenas um cartão de crédito. Se um cartão de crédito já consegue arruinar a vida de muita gente sem controle, mais de um será a falência total; 25. Use seu cartão de crédito com inteligência: a) Ao fazer compras no cartão, mantenha controle de todos os gastos para não ter uma infeliz surpresa quando sua fatura chegar. A falta de controle financeiro, acaba por causar grandes prejuízos econômicos; b) Nunca pague o cartão de crédito com atraso; c) Nunca pague apenas o “mínimo” da fatura, é a pior coisa que pode acontecer. Nestes casos é melhor até pegar um empréstimo ou usar o cheque especial para pagar a fatura, pois os juros do cartão são de cerca de 12% ao mês e o dos empréstimos e cheque especial, normalmente ficam em torno de 5%. 26. Tenha disciplina e respeite o seu orçamento. Ao conseguir equilibrar as contas, é muito importante manter o equilíbrio. Um deslize e pode ser o fim de meses de esforço; 27. Sempre que tiver dúvidas e antes de fazer qualquer negócio, procure orientação! Entre no Fórum gratuito clicando no link http://www.endividado.com.br/forum/forum.php ou procure as associações de defesa do consumidor, os Procons, a Defensoria Pública, o Ministério Público ou um advogado de sua confiança. Isto pode fazer toda a diferença entre você entrar em numa fria ou não. (Fonte: Lisandro Moraes)

O bem da felicidade

Sentimentos positivos reduzem risco de doenças do coração, diz estudo É melhor ser alegre que ser triste. Um novo estudo corrobora a visão apaixonada do poeta e garante que as emoções positivas fazem bem além da alma. Segundo a pesquisa realizada pela Columbia University Medical Center, o coração dos otinmistas é mais resistente a doenças e corre menos riscos de problemas. No Brasil, especialistas reforçam a tese e afirmam que um sorriso pode até, quem sabe, salvar uma vida. Divulgado nesta quinta-feira no European Heart Journal, o estudo americano avaliou, durante um período de 10 anos, 1.739 adultos com boa saúde (862 homens e 877 mulheres). Ao longo do acompanhamento, sintomas como depressão, hostilidade, ansiedade e o grau de expressões de sentimentos positivos como felicidade, excitação, prazer e contentamento foram avaliados. Ao final da pesquisa, os médicos concluíram que pessoas que tinham sentimentos positivos tinham 22% menos chances de sofrerem de doenças cardíacas. De acordo com a autora do estudo, Karina Davidson, esse novo estudo pode ajudar a descobrir como as pessoas devem agir em busca da uma boa saúde, principalmente para proteger o coração. Os especialistas brasileiros concordam. A cardiologista Walkiria Ávila, membro da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP), afirma que o lado emocional tem grande influência na saúde do coração. “Essa nova pesquisa ainda precisa ser mais discutida, porém, já existem comprovações científicas que sentimentos ruins como a depressão, a tristeza, a solidão e desolação podem desencadear doenças coronárias”, afirma ela. A explicação é simples. Indivíduos deprimidos e que passam a maior parte do tempo com pensamentos ruins, consequentemente, estão mais propensos a sofrerem do coração, pois deixam de lado os cuidados básicos com a saúde. “Aquelas pessoas que sofrem de depressão, em geral, fumam mais, bebem mais, comem em excesso e dormem mal. Todos esses fatores, principalmente se estiverem associados, constituem um grande perigo para o coração. Já aqueles que são felizes e estão de bem com a vida, tendem a cuidar mais da saúde, e por isso, conseguem manter um coração mais saudável”, explica a cardiologista. A ordem, portanto, é privilegiar os momentos agradáveis e que proporcionem prazer. “Quem tem mais vontade e alegria de viver, se cuida e tem uma auto estima elevada afasta os fatores de risco e, obviamente, tem menos probabilidades de desenvolver doenças cardíacas. Portanto, ser feliz é mais um fator que pode proteger o coração. A partir de estudo inédito, novas descobertas levarão a uma vida mais saudável e com mais longevidade”, finaliza Walkíria. (Fonte: Mais de 50)

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Atenção ao prazo de validade!

A busca pela alimentação adequada não passa apenas pela escolha do alimento mais saudável. Prestar atenção no prazo de validade dos produtos é essencial. Além disso, é importante observar a aparência dos mesmos, ainda que estejam valendo, e procurar preocupar-se com o seu armazenamento, pois eles podem estar dentro do prazo e mesmo assim estragar, pois foram guardados de maneira incorreta. Antigamente, quando ainda não existia geladeira, uma das técnicas de conservação era salgar os alimentos para que não estragassem. Isso era feito com as carnes e os vegetais, por exemplo. Hoje, a indústria de alimentos possui técnicas muito sofisticadas, que incluem até substâncias chamadas conservantes para que os alimentos durem mais. PRAZO DE VALIDADE DE ALGUNS PRODUTOS: • Cerveja: Não aberta: 4 meses. • Açúcar mascavo: Longa vida, se armazenado em local fechado e seco. • Chocolate: (em barra): Um ano a partir da data de fabricação. • Café instantâneo: Não aberto: Até 2 anos – Aberto: Até um mês. • Refrigerante Diet (e outros em garrafa plástica): Não aberto: 3 meses. Aberto: Não estraga, mas o gosto se altera. • Jantar congelado: Não aberto: 12 a 18 meses. • Vegetais congelados: Não aberto: 18 a 24 meses – Aberto: 1 mês. • Mel: Longa vida • Suco em garrafa: Não aberto: 8 meses a partir da data de fabricação – Aberto: 7 a 10 dias. • Ketchup: Não aberto: 1 ano, após esse período as cores e sabor são alterados. • Cereja Maraschino: Não aberto: 3 a 4 anos. Aberto: 2 semanas em temperatura ambiente; 6 meses em geladeira. • Marshmallows: Não aberto: 40 semanas. Aberto: 3 meses. • Maionese: Não aberto: Indefinido. Aberto: 2 a 3 meses a partir da data da compra. • Mostarda: 2 anos, após esse período as cores e sabor são alterados. • Óleo de Oliva: 2 anos a partir da data de fabricação, após esse período as cores e sabor são alterados. • Amendoim: Não aberto: 1 à 2 anos. Aberto: 1 a 2 semanas, se estiver em embalagem fechada. • Pepinos em conserva: Não aberto: 18 meses. Aberto: 1 mês, ou menos se houver alteração visível do produto. • Barra de cereal: Não aberto: 10 a 12 meses, variando conforme fabricante. Consulte a data de validade no produto. • Arroz branco: 2 anos, a partir da data da compra. • Refrigerante não-diet: Não aberto: Em lata ou garrafa de vidro, 9 meses, a partir da data de fabricação. Aberto: Não estraga, mas o gosto e cor são alterados. • Chá em saquinhos: Utilize em até 2 anos da data de compra do pacote. • Molho de Soja (Shoyo): Não aberto: 2 anos. Aberto: 3 meses. • Vinagre: 42 meses • Vinho (tinto ou branco): Não aberto: 3 anos a partir da data da safra; 20 a 100 anos para vinhos finos. Aberto: 1 semana, se fechado com rolha e na geladeira. (Fonte: Saúde.com)