quarta-feira, 4 de maio de 2011

Remédios serão adaptados aos pacientes

Medicamentos totalmente adaptados às características, necessidades e reações de cada paciente. Em um futuro próximo, a expectativa é de que essa seja a realidade nos hospitais brasileiros.

Hoje já existem empresas que produzem remédios levando em conta a questão genética, a resposta do indivíduo ao medicamento, a eficácia do produto, o tamanho das doses e os possíveis efeitos colaterais.

“Elas ainda são poucas, mas acreditamos que, em algumas décadas, isso se torne mais comum”, explica o médico geneticista Salmo Raskin.

Atualmente, os pacientes que têm aids ou câncer de mama contam com recursos bem semelhantes para auxiliar no combate das doenças. Isto porque com o exame genético, no caso do câncer, é possível descobrir a quantidade e intensidade necessária de quimioterapia e medicação e, aos portadores de HIV, dá para prever a forma mais eficiente de produção do coquetel anti-HIV.

Efeitos

Para a doutora em genética e antropologia Maria Luiza Petzl-Erler, essa é uma forma de deixar os tratamentos mais eficazes porque, a partir de características genéticas, pode-se dizer por que um remédio faz efeito em certa pessoa com uma dose bem pequena, enquanto em outra tem resistência, causa algum tipo de alergia ou é necessário triplicar a dose para atingir o mesmo resultado. “Ao entender o perfil de cada paciente, oferecemos um tratamento individualizado e atacamos a doença de maneira exata para extingui-la.”
(Fonte: Gazeta do Povo)

Ficaremos na expectativa! Comente esta matéria logo abaixo, 

até breve...muito breve! /*--*/ 

terça-feira, 3 de maio de 2011

Amamente seu bebê. É fácil, gostoso e só faz bem!

Amamentar seu bebê é um gesto amoroso, natural e extremamente saudável.

Veja aqui algumas dicas que poderão esclarecer as questões mais comuns sobre amamentação, contribuindo para tornar este momento ainda mais afetivo e prazeroso para você e seu bebê. Aproveite!

Quais as vantagens da amamentação para o bebê?

• Protege contra infecções e alergias.

• Reduz o risco de diabetes e câncer.

• Dá mais resistência a doenças em geral.

• Reduz a chance de desenvolver problemas ortodônticos e dentais.

• Melhora o desenvolvimento psicomotor, emocional e social.

• Está associada a índices elevados de inteligência.

Quais a vantagens da amamentação para a mamãe?

• Promove regressão uterina mais rapidamente.

• Reduz risco de hemorragias.

• Atrasa a volta da menstruação, ajudando a evitar uma nova gravidez.

• Reduz risco de depressão pós-parto.

• Promove recuperação física mais rapidamente.

• Estimula a ligação afetiva com o bebê.

• O leite materno não estraga e não há preocupação com falta de estoques.
(Fonte: Uol – Ciência e Saúde)

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QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA TERÇA-FEIRA!  

Maturidade plena

A idade é uma verdade, não ilude
Quem dividiu a vida com prazer
Velho é se drogar de juventude
Ser jovem é saber envelhecer
Velho é quem se ilude
Que a idade é juventude
Ser jovem é saber envelhecer
(Trecho da música “Sentir-se Jovem”, de Juca Chaves)

Precisa dizer mais? Ser jovem é simplesmente sentir-se assim, não interessa o que dizem aqueles quatro dígitos que saltam aos olhos na carteira de identidade. Os tempos mudaram. Os novos tratamentos estéticos e de saúde, o acesso ao conhecimento, ao lazer e à informação e a esperança de vida hoje são maiores e melhores do que eram há duas décadas. Não apenas garantir uma boa aparência, mas também manter a mente saudável é a nova fórmula para se atingir a maturidade plena.

Por que amadurecer precisa ser necessariamente visto como o início do fim? A maturidade pode ser a melhor idade, o caminho mais natural de todos, que tem início a partir do momento em que nascemos. “Envelhecer é o processo de mudanças fisiológicas com início depois da maturação sexual e aceleração a partir da quinta década de vida. É fruto da ação combinada de variáveis genético biológicas, socioculturais e de estilo de vida. Diferentes indivíduos envelhecem em ritmos também diferentes”, define a psicóloga e professora da Unicamp especialista em Psicologia do Envelhecimento, Anita Liberalesso Neri.

A diferença, no entanto, está na forma como se chega lá. De acordo com o psicólogo, especialista em Geriatria e Gerontologia e professor da UnATI/UERJ Wallace Hetmanek, “o envelhecer se dá em diferentes esferas. Além do biológico, podemos destacar o social e psicológico, que está associado às reservas que o indivíduo possui. Reservas estas que serão determinantes para definir o grau de saúde mental que indivíduo mantém e conquista ao longo dos anos, que pode ser reforçada por experiências positivas, boas relações. O envelhecimento pode ser medido do ponto de vista cronológico, ou seja, da idade da carteira de identidade, mas dificilmente será relevante para falarmos de uma população que é muito melhor explicada pelas diferenças do que pelas generalizações”, explica ele.

Maturidade plena. Quem não sonha com ela? Amadurecer plenamente não é somente chegar com saúde física aos 50, 60, 70 anos de idade. É viver o presente, sem pensar no que virá pela frente. Hetmanek diz que “o que há de mais errado na concepção do que é viver plenamente na maturidade é a busca por receitas mágicas ou milagrosas para a manutenção de um comportamento jovem estereotipado, a busca de um corpo perfeito, mais comumente pelas mulheres, e a manutenção de um desempenho sexual invejável, por parte dos homens”. Anita corrobora pois, segundo ela, o envelhecimento ativo “é aquele caracterizado por boa saúde, estilo de vida favorável à boa saúde, atividade e participação social. É viver de forma compatível com os recursos biológicos, sociais e psicológicos disponíveis.”

Envelhecer, amadurecer, embranquecer. Os termos são inúmeros, mas como saber se já chegou o momento? Anita Neri esclarece que “existem diversas idades verdadeiras. A idade biológica é aquela que está no núcleo das células dos vários sistemas do organismo. A social é a da carteira de identidade, que interage com as normas da sociedade. Já a psicológica, amplamente apoiada na comparação social, é aquela que se sente que tem, em função da aparência, da funcionalidade física e mental, do status e da integração social que julga ter”, diz a psicóloga.

Medo, insegurança, dificuldade de aceitação. Os questionamentos são muitos, mas necessários, pois são eles que tornam o envelhecer um processo único. “Digo com segurança que não deveríamos buscar retardar ou adiar o envelhecimento e sim aceitá-lo e se adaptar às mudanças que ele sugere desde que nascemos, que se intensificam após os 30, seguem se acentuando após os 40 e assim por diante. Desta forma, o sofrimento, a da vergonha da idade e a sensação de falta de lugar na sociedade poderão dar lugar a sensação de prazer e desfrute”, finaliza Wallace.
(Fonte: Mais de 50)


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Até breve...muito breve! /*--*/   

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Otimismo não cura, mas ajuda, dizem especialistas

A morte do ex-vice-presidente José Alencar pôs fim a treze anos de luta contra um sarcoma – tipo de câncer que afeta o abdome –, mas não diminuiu o exemplo de superação dele frente à doença. Otimista, Alencar passou por todo o tratamento tentando demonstrar bom humor e ressaltando a esperança na cura. Para muitos, ficou a lição de que pensamento positivo faz uma diferença e tanto na luta contra a doença. Mas será que faz mesmo?

“Com certeza”, responde a psicóloga clínica do Hospital Erasto Gaertner Iolanda de Assis Galvão. Segundo ela, o otimismo é imprescindível para lidar com doenças graves – em especial, o câncer –, mas não é suficiente para alcançar a cura. “Ele é bom quando o paciente, por acreditar na recuperação, luta para se livrar do problema, aceita melhor os procedimentos médicos e se preocupa em seguir à risca os tratamentos.”

A vantagem é que ser otimista atua de maneira eficiente no organismo, rendendo uma resposta fisiológica que ajuda na recuperação. Ter uma atitude positiva em relação à vida faz com que haja maior liberação de endorfina, hormônio que dá uma sensação de bem-estar, melhora o humor, fortalece o sistema imunológico e aumenta a resistência do organismo a doenças oportunistas que comprometem o tratamento, como pneumonia e infecções.

Os otimistas também saem na frente durante o tratamento porque não se isolam, prezam pela continuidade de uma rotina que envolva os amigos e familiares e costumam falar abertamente sobre o problema, o que torna a recuperação menos atribulada. “Muitos pacientes interrompem a luta pela própria vida por causa do problema, deixam de conviver com as pessoas que amam, se blindam para não falar sobre o assunto e passam o resto do tempo só remoendo a tristeza de ter câncer ou outra doença, o que dificulta todo o processo de recuperação ou de ter qualidade de vida”, explica o médico oncologista do Hospital Erasto Gaertner José Clemente Linhares.

Para a psicóloga do Instituto Nacional de Câncer (INCA) Bianca Oigman, outro hábito que colabora para a recuperação é manter a fé. “Em muitos casos, a espiritualidade é o que dá sentido à vida, porque move o paciente a manter a esperança e ter vontade de sobreviver. Mesmo pesquisas científicas mostram que ter fé não cura o paciente, mas, assim como o otimismo, o ajuda a ficar mais confiante e a combater a doença de forma mais incisiva.”

E os benefícios podem ser vistos até quando a doença está em estágio terminal ou mesmo quando não há mais chances de cura. “Há muitos pacientes com doenças crônicas degenerativas que não desistem e, mesmo próximos do fim, encaram a situação com muita coragem, prezando por aproveitar o seu tempo da melhor forma possível”, comenta Linhares.

Os especialistas, porém, recomendam que o pensamento positivo seja sempre acompanhado por disciplina para seguir as orientações médicas à risca. “Todo excesso é ruim. Há casos em que a pessoa se sente tão confiante que acha que vai melhorar sem precisar de tratamento, então negligencia os cuidados com a saúde, o que é muito perigoso”, adverte Iolanda.

Com bom humor e sem falsas esperanças

Mesmo o otimismo fazendo bem, os especialistas dizem que os pacientes não precisam se pressionar para estar bem-humorado sempre. “É comum que um dia ou outro a pessoa fique insegura e sinta-se triste e desmotivada. O problema é quando este sentimento é um estado permanente”, explica a diretora da Sociedade Brasileira de Psico-Oncologia (SBPO) e presidente do Instituto Oncoguia, Luciana Holtz de Camargo Barros.

É importante também que o paciente, seus familiares e amigos evitem falsas esperanças. “Se a doença é terminal, o paciente deve se sentir incentivado a lutar da maneira que é possível, se conformar com o que não pode mudar, minimizar os processos de dor e permanecer motivado a viver bem. Se ele não pode ter a cura, que tenha qualidade de vida”, diz a psicóloga do Instituto Nacional de Câncer (INCA) Bianca Oigman.
(Fonte: Gazeta do Povo)

Você já passou por alguma situação em que o otimismo ajudou na superação? 

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QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA SEGUNDA-FEIRA! /*--*/ 

Dinheiro x casamento: infidelidade também pode ocorrer nas contas do casal

Assim como ocorre com a relação homem-mulher, a infidelidade também pode acontecer nas contas do casal; e, a exemplo da primeira, dizem os especialistas, a falta da verdade quando o assunto é dinheiro pode acabar em separação.

De acordo com a consultora financeira e autora dos livros “As leis do dinheiro para as mulheres” e “A dieta do Bolso”, Eliana Bussinger, comprar escondido, alterar o valor das compras, esconder dívidas, não falar o real valor do salário, investir sem o consentimento do outro, entre outras coisas, são exemplos de traições entre os casais, no tocante das finanças.

Para ela, o medo das brigas, perfil financeiro diferente e a falta de diálogo estão entre as principais razões para a ocorrência da infidelidade financeira entre casais. “Conversar sobre dinheiro é fundamental. Contudo, é pouco romântico, por isso os casais não falam”.

Controle

O professor de economia da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), José Nicolau Pompeo, concorda e ressalta que, além do próprio divórcio, a infidelidade financeira também pode levar os casais a adiar sonhos e contrair dívidas, comprometendo, inclusive, o patrimônio dos mesmos, sendo que as consequências podem ser ainda piores para aqueles que possuem filhos.

Para ele, o diálogo e a transparência são as soluções para este tipo de problema. Além disso, aconselha, ter um bom controle orçamentário auxilia a evitar a situação.

“Os casais precisam ter controle absoluto do orçamento. Separar as despesas necessárias, como água, gás, luz, das supérfluas e sempre reservar de 5% a 10% da receita para poupar. O controle ajuda a evitar os gastos escondidos”, diz Pompeo.

Eliana completa e diz que o orçamento não pode ser apenas focado no que foi gasto, mas tem que incluir o que se quer no futuro, a curto, médio e longo prazos.
(Fonte: InfoMoney)

Em relação às contas, você já foi infiel? Siga estas dicas e evite a situação. 

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Até breve...muito breve! 

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Crianças comem mais se tiver batata na refeição

Quer que seu filho consuma mais vegetais? Acrescente batatas à refeição. Estudo da Universidade de Washington mostra que servir batatas, exceto fritas, ajuda no consumo de outros vegetais. "Batatas pertencem na dieta. Crianças que consomem batatas têm dietas mais ricas em nutrientes, em geral, e na verdade comem mais de outros vegetais", diz Adam Drewnowski, autor da pesquisa. Segundo ele, não houve diferenças na prevalência de sobrepeso ou obesidade entre crianças que consumiram ou não batata.

Foram analisadas 11.500 crianças entre 5 e 18 anos, através de dados do National Health and Nutrition Examination Survey 2001-2008. Os resultados mostraram que as refeições que continham batatas, sejam assadas, cozidas ou em purês, tinham mais quantidade de outros vegetais do que as que não levavam o alimento.

Uma batata de tamanho médio tem, em média, 110 calorias por porção, possui mais potássio (620 gramas) do que uma banana, fornece quase a metade do valor diário de vitamina C (45%) e não contém sódio, gordura ou colesterol.
(Fonte: Uol- Ciência e Saúde)

Você costuma acrescentar batatas às refeições de seus filhos? 

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QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA SEXTA-FEIRA! 

Camarão na praia ou fila do SUS?

Como você quer passar a sua aposentadoria - comendo camarão na beira da praia ou na fila de espera para um atendimento pelo SUS?

Segundo o consultor Augusto Sabóia, é possível fazer essa escolha hoje. Em sua palestra na Expo Money 2011, o consultor comentou que, com um bom planejamento, é possível juntar dinheiro para curtir a melhor idade com dinheiro, saúde e sem preocupações.

Segundo Sabóia, isso está ao alcance de todos: com os investimentos certos, poupando R$ 300 por mês é possível garantir uma boa aposentadoria por até 20 anos.

O importante é ter um bom planejamento, pensado desde a adolescência.
A receita é simples: educação financeira e muito trabalho, sabendo o quanto poupar e o quanto gastar a cada etapa para garantir qualidade de vida do nascimento até a morte.

“Dinheiro é como fósforo: usou uma vez e acabou. Faça ele virar um isqueiro”, comentou.

O “isqueiro” seria o investimento: fazer o dinheiro render para que, no futuro, ele possa resultar em uma aposentadoria tranquila e feliz.

No entanto, sem esse planejamento, a idade pode ser um perigo. Sem uma boa reserva para a velhice, as pessoas correm o risco de passar seus últimos anos de vida dependendo dos filhos ou, pior, na pobreza – isso em uma etapa da vida que precisam de muito dinheiro para a saúde.

Por isso, Sabóia aponta a procrastinação como o grande vilão de uma aposentadoria segura. “Aconteça o que acontecer, não fique velho, feio, doente e pobre. Os três primeiros você não pode evitar, mas a pobreza sim”, brincou o consultor.
(Fonte: Gazeta do Povo)

E você, faz com que seu dinheiro vire um "isqueiro"? 

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Até breve, muito breve... /*--*/