Um estudo internacional constatou que quase 350 milhões de adultos no mundo têm diabete – esse número mais que dobrou desde os anos 1980. O levantamento foi publicado pela revista médica Lancet e feito a partir de dados de mais de 300 países.
O número de adultos com a doença passou de 153 milhões, em 1980, para 347 milhões, em 2008, segundo o estudo. A maioria vive na China e na Índia. O tipo 2 da doença é o mais comum, consiste no aumento anormal de glicose (açúcar) no sangue.
Os principais sintomas são sede e fome excessivas, vontade constante de urinar, perda de peso, cansaço, infecções regulares, visão embaçada, dificuldade de cicatrização de feridas e formigamento nos pés.
Estima-se que 5,8% dos brasileiros a partir dos 18 anos têm diabetes tipo 2, o equivalente a 7,6 milhões de pessoas, conforme dados do Ministério da Saúde. A alimentação saudável e prática de atividades físicas ajudam a controlar a diabete.
(Fonte: Gazeta do Povo)
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quarta-feira, 20 de julho de 2011
Carreira na terceira idade
Com a expectativa de vida aumentando cada vez mais, a necessidade de uma remuneração extra ou a baixa aposentadoria, as pessoas que se encontram na denominada terceira idade tem retomado o emprego ou, em alguns casos, nem chegam a deixar de trabalhar. Em busca de melhor qualidade de vida e com disposição para prosseguir com a carreira, muitas até encontram novos ramos de trabalho depois de uma certa idade.Experiência, dedicação e comprometimento são pontos levados em consideração.
As faculdades da terceira idade provam que nunca é tarde para aprender e arriscar uma nova profissão. Ou, ao menos, atualizar os conhecimentos. Aliás, essa é uma dica para quem pretende voltar ao mercado de trabalho. Manter-se atualizado com cursos de computação, além de procurar os conhecidos e falar sobre a intenção de trabalhar.
As empresas parecem perceber essa fatia da população como mão-de-obra qualificada. No ano passado, a rede de restaurantes Pizza Hut disponibilizou mais de 50 vagas para profissionais com mais de 60 anos. A iniciativa faz parte do Programa Atividade.
Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o Brasil contará nos próximos anos com cerca de 14 milhões de pessoas com mais de 60 anos de idade.
(Fonte: Vila Mulher.Terra - por Lívany Salles)
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terça-feira, 19 de julho de 2011
Por que as pessoas não gostam de fazer um orçamento doméstico, controlar as receitas e despesas?
Isso é fato: tirando, talvez, os economistas, contabilistas e todos os demais profissionais que, de uma forma ou de outra, lidam no dia-a-dia com a matemática financeira, boa parte das pessoas não gosta de ficar registrando, seja num papel, seja num computador, os seus gastos do dia-a-dia.
Porém, como já escrevi num post para o Dinheirama, essa atitude de registrar seus gastos é fundamental para a sua saúde financeira, uma vez que tudo o que é medido é mais bem controlado. A matemática é uma ferramenta que nos auxilia em diversos aspectos de nossa vida.
Quem faz dieta está constantemente de olho na balança, a fim de verificar se o seu peso está dentro dos objetivos pretendidos. Quem faz check-ups médicos precisa fazer uma série de exames laboratoriais, a fim de verificar se a saúde anda bem. Ora, se é assim para controlar a saúde física, por quê não recorrer aos números também quando se trata de controlar a saúde financeira?
O problema com os atos de consumo, que é um dos alvos do orçamento doméstico, envolve questões psicológicas e emocionais. Muitas vezes, gastamos além da conta, e poupamos quase nada. Ou seja, gastamos mais do que ganhamos.
É uma situação similar à da pessoa que está fora do peso recomendado para seu padrão corporal. Elas se negam intimamente a se defrontar com a realidade, pelo simples fato de que a realidade que vivem não coincide com a realidade que gostariam de viver.
O que fazer, então?
Superar esses bloqueios mentais. Ter uma atitude positiva e responsável em relação às finanças domésticas. Encarar os problemas de frente, assumir que há uma realidade que precisa ser mudada e, sobretudo, começar a trabalhar para que essa realidade seja transformada.
E um dos primeiros passos para ganhar pontos na saúde financeira passa exatamente pela necessidade de um registro dos gastos domésticos. Precisamos olhar, com os nossos olhos, para onde o dinheiro está indo, a fim de que o cérebro veja, então, quais áreas precisam de um reparo.
Quase Sempre há excessos e faltas. Excessos de gastos que podem ser cortados em algumas áreas, e também outras áreas onde é preciso gastar mais. A alimentação fora de casa é um exemplo típico do primeiro grupo. Os cuidados preventivos com a saúde formam o exemplo clássico do segundo grupo.
Não tenha vergonha da situação em que se encontra. Vergonhoso, isso sim, é aceitar passivamente uma realidade que, se prolongada no tempo, pode causar sérios danos à sua auto-imagem.
Eis aqui algumas dicas práticas para melhorar a situação:
- Mantenha um registro diário de seus gastos;
- Estabeleça metas de consumo no mês, tanto total (não gastar mais do que “x” reais no mês, com tudo), e parciais, por exemplo, não gastar mais do que “x” reais com alimentação fora de casa;
- Fixe metas de poupança: economizar “y”% do salário;
- Premie-se com o cumprimento de metas: ei, só sacrifício também não vale, né? Se a meta era gastar não mais que R$ 150 em restaurantes, e você conseguiu gastar só R$ 90, não fique se privando das coisas boas da sua vida: gaste os R$ 60 como quiser, por exemplo, numa ida ao cinema com direito a combo completo;
- Aperfeiçoe seu registro de gastos: à medida que avançar no conhecimento das finanças, vá melhorando também a formatação de sua planilha e seu método de registro de gastos.
(Fonte: Valores Reais)
Você tem um orçamento doméstico? Comente,
QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA TERÇA-FEIRA!
Porém, como já escrevi num post para o Dinheirama, essa atitude de registrar seus gastos é fundamental para a sua saúde financeira, uma vez que tudo o que é medido é mais bem controlado. A matemática é uma ferramenta que nos auxilia em diversos aspectos de nossa vida.
Quem faz dieta está constantemente de olho na balança, a fim de verificar se o seu peso está dentro dos objetivos pretendidos. Quem faz check-ups médicos precisa fazer uma série de exames laboratoriais, a fim de verificar se a saúde anda bem. Ora, se é assim para controlar a saúde física, por quê não recorrer aos números também quando se trata de controlar a saúde financeira?
O problema com os atos de consumo, que é um dos alvos do orçamento doméstico, envolve questões psicológicas e emocionais. Muitas vezes, gastamos além da conta, e poupamos quase nada. Ou seja, gastamos mais do que ganhamos.
É uma situação similar à da pessoa que está fora do peso recomendado para seu padrão corporal. Elas se negam intimamente a se defrontar com a realidade, pelo simples fato de que a realidade que vivem não coincide com a realidade que gostariam de viver.
O que fazer, então?
Superar esses bloqueios mentais. Ter uma atitude positiva e responsável em relação às finanças domésticas. Encarar os problemas de frente, assumir que há uma realidade que precisa ser mudada e, sobretudo, começar a trabalhar para que essa realidade seja transformada.
E um dos primeiros passos para ganhar pontos na saúde financeira passa exatamente pela necessidade de um registro dos gastos domésticos. Precisamos olhar, com os nossos olhos, para onde o dinheiro está indo, a fim de que o cérebro veja, então, quais áreas precisam de um reparo.
Quase Sempre há excessos e faltas. Excessos de gastos que podem ser cortados em algumas áreas, e também outras áreas onde é preciso gastar mais. A alimentação fora de casa é um exemplo típico do primeiro grupo. Os cuidados preventivos com a saúde formam o exemplo clássico do segundo grupo.
Não tenha vergonha da situação em que se encontra. Vergonhoso, isso sim, é aceitar passivamente uma realidade que, se prolongada no tempo, pode causar sérios danos à sua auto-imagem.
Eis aqui algumas dicas práticas para melhorar a situação:
- Mantenha um registro diário de seus gastos;
- Estabeleça metas de consumo no mês, tanto total (não gastar mais do que “x” reais no mês, com tudo), e parciais, por exemplo, não gastar mais do que “x” reais com alimentação fora de casa;
- Fixe metas de poupança: economizar “y”% do salário;
- Premie-se com o cumprimento de metas: ei, só sacrifício também não vale, né? Se a meta era gastar não mais que R$ 150 em restaurantes, e você conseguiu gastar só R$ 90, não fique se privando das coisas boas da sua vida: gaste os R$ 60 como quiser, por exemplo, numa ida ao cinema com direito a combo completo;
- Aperfeiçoe seu registro de gastos: à medida que avançar no conhecimento das finanças, vá melhorando também a formatação de sua planilha e seu método de registro de gastos.
(Fonte: Valores Reais)
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Reduzir o consumo de tabaco é o objetivo prioritário para salvar milhões das doenças mais mortais
Reduzir o consumo de tabaco deve ser prioridade para os líderes mundiais que fazem frente à enorme e crescente quantidade de mortes causadas por doenças não transmissíveis (DNT).
Essa é a conclusão de um relatório, elaborado por cientistas e quatro grandes ONGs internacionais – Federação Internacional de Diabetes, União Internacional Contra Tuberculose e Doenças Pulmonares, União Internacional de Controle do Câncer e Federação Mundial do Coração. A análise foi divulgada pelo jornal The Lancet, um dos principais da área médica.
As doenças não transmissíveis, principalmente as cardíacas, o câncer, derrame, diabetes e as respiratórias crônicas, representam dois terços das mortes no mundo e são cada vez mais responsáveis pelo número de mortes em países em desenvolvimento. Em 19 e 20 de setembro, a Organização das Nações Unidas realizará uma reunião de grande porte sobre doenças não transmissíveis.
O relatório divulgado pelo Lancet propõe uma lista restrita de cinco intervenções prioritárias para abordar essa crescente crise mundial. Segundo os autores, a primeira intervenção deve ser a de reduzir o consumo de tabaco: "A prioridade mais urgente e imediato é o controle do tabaco”, assume.
A chave para o sucesso em reduzir o consumo do tabaco será acelerar a implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT). Alcançar esse objetivo poderia evitar pelo menos 5,5 milhões de mortes prematuras em até 10 anos, em 23 países, que respondem por 80% da carga de doenças crônicas no mundo em desenvolvimento.
Acelerar a implementação da CQCT é também um dos resultados sugeridos no documento de proposta de resultados da Aliança para Doenças não Transmissíveis, um um grupo de organizações da sociedade civil que trabalha na organização da reunião da ONU, que inclui a Framework Convention Alliance, da qual a Aliança de Controle do Tabagismo faz parte.
"O uso de tabaco, por si só, representa uma em cada seis mortes decorrente das doenças não transmissíveis", acrescenta o relatório. A cada dia, mais de 1 bilhão de pessoas fumam ou mascam tabaco devido à sua dependência à nicotina, sendo que destes cerca de 15.000 morrem por doenças tabaco relacionadas.
Entres as outras intervenções identificadas pelo relatório estão a redução do consumo de sal, aquisição de melhores hábitos alimentares, prática de atividade física, redução do consumo exagerado de álcool, além de oferecer tecnologias e medicamentos essenciais, eficazes e acessíveis.
É importante salientar que os custos destas intervenções serão baixos. Segundo os autores da pesquisa, o custo anual para implementação de políticas de controle do tabaco e redução do consumo de sal será inferior a US$ 0.50 centavos por pessoa, por ano, em países como Índia e China.
(Fonte: ACTBR.ORG)
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Até breve...muito breve! /*--*/
Essa é a conclusão de um relatório, elaborado por cientistas e quatro grandes ONGs internacionais – Federação Internacional de Diabetes, União Internacional Contra Tuberculose e Doenças Pulmonares, União Internacional de Controle do Câncer e Federação Mundial do Coração. A análise foi divulgada pelo jornal The Lancet, um dos principais da área médica.
As doenças não transmissíveis, principalmente as cardíacas, o câncer, derrame, diabetes e as respiratórias crônicas, representam dois terços das mortes no mundo e são cada vez mais responsáveis pelo número de mortes em países em desenvolvimento. Em 19 e 20 de setembro, a Organização das Nações Unidas realizará uma reunião de grande porte sobre doenças não transmissíveis.
O relatório divulgado pelo Lancet propõe uma lista restrita de cinco intervenções prioritárias para abordar essa crescente crise mundial. Segundo os autores, a primeira intervenção deve ser a de reduzir o consumo de tabaco: "A prioridade mais urgente e imediato é o controle do tabaco”, assume.
A chave para o sucesso em reduzir o consumo do tabaco será acelerar a implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT). Alcançar esse objetivo poderia evitar pelo menos 5,5 milhões de mortes prematuras em até 10 anos, em 23 países, que respondem por 80% da carga de doenças crônicas no mundo em desenvolvimento.
Acelerar a implementação da CQCT é também um dos resultados sugeridos no documento de proposta de resultados da Aliança para Doenças não Transmissíveis, um um grupo de organizações da sociedade civil que trabalha na organização da reunião da ONU, que inclui a Framework Convention Alliance, da qual a Aliança de Controle do Tabagismo faz parte.
"O uso de tabaco, por si só, representa uma em cada seis mortes decorrente das doenças não transmissíveis", acrescenta o relatório. A cada dia, mais de 1 bilhão de pessoas fumam ou mascam tabaco devido à sua dependência à nicotina, sendo que destes cerca de 15.000 morrem por doenças tabaco relacionadas.
Entres as outras intervenções identificadas pelo relatório estão a redução do consumo de sal, aquisição de melhores hábitos alimentares, prática de atividade física, redução do consumo exagerado de álcool, além de oferecer tecnologias e medicamentos essenciais, eficazes e acessíveis.
É importante salientar que os custos destas intervenções serão baixos. Segundo os autores da pesquisa, o custo anual para implementação de políticas de controle do tabaco e redução do consumo de sal será inferior a US$ 0.50 centavos por pessoa, por ano, em países como Índia e China.
(Fonte: ACTBR.ORG)
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segunda-feira, 18 de julho de 2011
Cortar gastos, poupar e investir
Um caminho tortuoso para muitas mulheres que se encontram na função de mantenedoras do lar. Além de arcar com as despesas do lar, elas precisam cuidar de si mesmas, muitas vezes dos filhos e do futuro. Futuro que está bem longe do pensamento de 40% das mulheres, segundo levantamento da Sophia Mind Pesquisa e Inteligência de Mercado.
Ainda de acordo com o estudo, 73% das mulheres ainda não possuem planejamento para a aposentadoria. Mesmo para as 34% que já tem um plano traçado, o cumprimento não está sendo feito. Para chegar a esta etapa, primeiro é preciso cortar gastos. Se não sair desse primeiro passo, o caminho ficará bem mais longo.
Algumas dicas:
- Trocar a academia por uma corrida no parque
- Combinar com os amigos um jantar em casa de vez em quando em vez de sair todo final de semana
- Por vezes, fazer as unhas ou hidratar o cabelo sem ir ao salão também ajuda
- Trocar a academia por uma corrida no parque
- Combinar com os amigos um jantar em casa de vez em quando em vez de sair todo final de semana
- Por vezes, fazer as unhas ou hidratar o cabelo sem ir ao salão também ajuda
- Fazer uma refeição caseira é mais barato e saudável
- Resistir aos mimos supérfluos e presentes caros.
- Resistir aos mimos supérfluos e presentes caros.
Depois disso, resta economizar e fazer o investimento que mais se adequa aos seus sonhos.
(Fonte: Terra - Por Lívany Salles)
De que maneira você corta seus gastos? Comente!
Anvisa quer reduzir quantidade de iodo no sal brasileiro
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) publicou uma proposta para reduzir o teor de sódio no sal comercializado em todo o país.
Atualmente, a quantia considerada própria para consumo humano varia entre 20 miligramas (mg) e 60 mg de iodo para cada quilo de sal.
Por meio da Consulta Pública nº 35, a Anvisa propõe que o percentual fique entre 15 mg e 45 mg.
De acordo com a Anvisa, há indícios de que o consumo excessivo de iodo possa aumentar os casos de tireoidite de Hashimoto, doença caracterizada pela inflamação da tireoide e provocada por um erro no sistema imunológico.
Os principais sintomas incluem fadiga crônica, cansaço fácil e ganho de peso.
A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda que a quantidade de iodo para cada quilo se situe entre 20 mg e 40 mg nos países em que a população consuma uma média de 10 gramas de sal por dia.
Dados do Ministério da Saúde indicam que o brasileiro consome, diariamente, 9,6 gramas de sal, mas o consumo total pode chegar a 12 gramas quando levados em consideração alimentos processados e consumidos fora de casa.
A proposta da Anvisa pode ser consultada na íntegra no site www.anvisa.gov.br .
O processo de iodação do sal é uma medida adotada em todo o mundo com o objetivo de prevenir os chamados distúrbios por deficiência de iodo (DDI), que incluem retardo mental grave e irreversível e surdo-mudez em crianças, anomalias congênitas e bócio.
(Fonte: Agência Brasil)
O que você acha desta redução? Comente,
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Mulheres mais vulneráveis a doenças no coração
A incidência de doenças cardiovasculares (DCVs) está aumentando entre as mulheres, principalmente decorrente dos males antes mais típicos do público masculino como estresse, tabagismo e dietas desequilibradas. E o problema é que as mulheres são ainda mais suscetíveis às doenças do coração do que os homens. Este é o alerta de Alexandre Cury, cardiologista do Lâmina Medicina Diagnostica.
"A mulher é mais vulnerável por diversos fatores. Um deles é o fato de o coração delas bater mais rápido e as artérias coronárias serem mais estreitas. O modo como as placas de gordura se depositam nos vasos sanguíneos também é diferente. A probabilidade de uma mulher morrer em consequência de um infarto é, em média, 50% maior do que a de um homem com a mesma idade, hábitos e índices de colesterol, triglicérides e pressão arterial", explica o médico.
Outro fator agravante, de acordo com Cury, é a menopausa. O índice de doença do coração em mulheres em menopausa é de duas a três vezes maior que o de mulheres na mesma faixa etária não menopausadas. Comparadas às que entram na menopausa aos 50 anos ou mais, as mulheres que chegam a esta etapa antes dos 45 têm um risco ainda mais elevado.
A previsão é que, em 20 anos, o número de mortes em decorrência de doenças cardíacas entre as mulheres deva ultrapassar o de homens. E o número de mulheres com grande risco cardíaco subiu de 10% para 30%, representando 21 milhões de brasileiras.
No tratamento a situação não é diferente. Os vasos sanguíneos das mulheres são mais tortuosos, o que dificulta o cateterismo e outros procedimentos como a colocação de stents para desentupimento arterial.
Mesmo com tudo isso, o risco de câncer de mama parece continuar sendo uma das principais preocupações de saúde das mulheres. Mas sabemos que a maior incidência de morte se refere às doenças cardiovasculares, já que todos os anos 31 mil brasileiras morrem infartadas, contra as 11 mil vítimas de câncer de mama.
Segundo Cury, um melhor entendimento dos fatores de risco (como hipertensão, diabetes, colesterol, história familiar, tabagismo, obesidade, estresse e depressão) vai ajudar a controlar o aparecimento e a progressão dessas doenças, principalmente se a prevenção começar o mais precocemente possível.
"A ideia principal é: se uma mulher adotasse hábitos saudáveis e preventivos desde cedo, de modo que ela apresentasse menos fatores de risco quando chegasse aos 50 anos, ela poderia ter um risco menor de doença cardiovascular e uma vida notadamente mais longa e melhor", finaliza o especialista.
(Fonte: Paula Carvalho - Povo)
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