Guarde o troco. Tudo bem se no final do dia não conseguiu economizar todas as moedinhas que ganhou de troco, mas tente todos os dias, tu acabarás ficando bom nisso e quando perceber terá um bom dinheiro para trocar nos mercados próximos a sua casa que fazem festa por esse tipo de trocado, só o que não vale é desistir, tenha um cofrinho em casa e adquira esse hábito.
Guarde os extras. Dinheiro não tem hora errada para chegar, se recebeu algum valor inesperado, invista para que ele trabalhe para você, lembre-se foco é a palavra chave, adquira somente o que realmente precisa ou deseja muito.
Faça uma limpeza em casa e organize um bazar com o que não usa mais. Eu sei isso aqui é chato, chamar amigos para se livrar das coisas que não quer mais e ainda cobrar!! Faça a coisa certa, selecione o que não é mais útil para você, mas ainda está em bom estado de conservação e doe aos mais necessitados, não é uma economia direta para você, mas estarás fazendo um bem maior e ajudando outras pessoas a economizar.
Economize no almoço. Tudo bem, trazer comida de casa todo dia é meio chato e não precisamos fazer isso. O que temos que fazer é economizar, se você olhar ao seu redor, mesmo onde você trabalha, há pessoas que gastam R$ 7,00 para almoçar, outras R$ 15,00, há quem gaste R$ 25,00, então para que exagerar gastando R$ 45,00, isso mesmo, quem sabe, o meio termo não é o ideal?
Sem falar que muitas vezes um convite entre colegas de trabalho para almoçar pode gerar constrangimento, pois a pessoa não tem coragem de dizer que os locais que você freqüenta, são muito caros para acompanhá-lo.
Fuja dos lançamentos de última geração. Que armadilha! Resista ao impulso de comprar lançamentos, eles chegam às prateleiras com preços altíssimos, espere alguns meses, essa é a dica de economia.
Não pague por garantias extra. A sensação de segurança dura pouco, você gasta muito e provavelmente o seu produto só apresentará defeito depois de expirada a garantia estendida.
Envolva a família na economia. Divida com o marido/esposa, filhos pais, a empolgação e emoção de ver a poupança aumentando, discutam projetos em conjunto para esse dinheiro, com apoio deles, tudo é mais fácil.
(Fonte: Finanças Pessoais)
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terça-feira, 21 de junho de 2011
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Conheça melhor seu dinheiro e faça com que ele trabalhe para você
Responda rápido: é melhor trabalhar pelo dinheiro ou fazer o dinheiro trabalhar para você? Já consigo imaginar alguns dizendo algo como "eu não tenho dinheiro para trabalhar por mim, por isso fico com a primeira opção". Mas, se esse não é seu caso (e provavelmente escolheu a segunda alternativa), como vai seu "poder de persuasão" sobre seu próprio dinheiro? Você consegue, de alguma forma, "convencê-lo" a trabalhar por você? Via de regra, nas relações pessoais, profissionais e, por que não, financeiras, "conhecer" é um bom caminho para "convencer". O quanto você conhece sobre seu dinheiro? Conheça-o um pouco mais, para adquirir um maior controle sobre ele.
Tenho quatro orientações para conhecer melhor seu dinheiro e tomar decisões financeiras mais sensatas que o levarão a se relacionar melhor com ele. São elas:
Acompanhe o seu dinheiro
Esta talvez seja a parte mais difícil. Quando um especialista em finanças resolve mostrar para uma plateia uma planilha de controle financeiro, os bocejos e a vontade de sair correndo para fazer algo melhor são quase irresistíveis. Mas, acredite, vale a pena. O famoso Lorde Kelvin (como era conhecido o físico irlandês William Thomson, criador da escala Kelvin de temperatura) já dizia que "aquilo que não se pode medir, não se pode melhorar". Meça suas finanças e elas melhorarão. Agora, por favor, pare de bocejar e comece a fazer sua planilha de controle financeiro.
Não tenha medo do seu dinheiro
É uma variação do item anterior. Muitas pessoas têm verdadeiro pavor de ver seu próprio extrato bancário, particularmente aquelas que têm o descontrole financeiro como estilo de vida. O argumento padrão dessas pessoas é "eu sei que minha conta está negativa e estou pendurado no cheque especial, então nem quero ver para não me aborrecer".
A pessoa que pensa assim está em sério estado de negação e isso só serve para piorar uma situação já ruim. Fugir de um problema para não "se aborrecer" é uma péssima estratégia, e, em um país com taxas de juros criminosas como o nosso, as consequências podem ser nefastas. Por isso, seja honesto consigo mesmo e avalie sua situação financeira. Se algo estiver errado, assuma o erro e comece já a trabalhar para mudar essa situação.
Se você tem dívidas, nem sonhe em investir dinheiro
Cuidado com o fenômeno da "contabilidade mental", que é o hábito de separar mentalmente o dinheiro em "potinhos", cada um com uma destinação. Por exemplo, um indivíduo compra um carro com prestações a perder de vista, gerando uma dívida que paga juros altíssimos, mas, ao mesmo tempo, mantém um dinheiro rendendo uma mixaria na caderneta de poupança para a "faculdade das crianças", e esse dinheiro não pode ser tocado.
Essa decisão pode trazer algum alívio psicológico, mas é totalmente irracional do ponto de vista financeiro. Nenhum investimento na face deste planeta dará, consistentemente ao longo dos anos, retornos em taxas superiores àquelas que são praticadas em empréstimos e financiamentos. Então, se você tem dívidas e ao mesmo tempo tem dinheiro sobrando, não perca seu tempo e não pense duas vezes: pague suas dívidas!
Pense em ganhar mais dinheiro
Uma vida financeira equilibrada e organizada é um bom começo para uma vida mais rica e mais próspera, mas será cada vez mais difícil enriquecer simplesmente poupando dinheiro. Seja você um empresário, um profissional liberal ou empregado em uma empresa, procure pensar em formas de aumentar seu valor e, consequentemente, seus rendimentos. Invista pesadamente em educação, informação e networking.
Você prefere trocar de carro a fazer aquela pós-graduação que pode alavancar sua carreira? Ótimo, mas tenha em mente que colocar uma grande quantia de dinheiro em um bem que só deprecia, enquanto você tem a opção de fazer algo que gerará mais valor, não é uma decisão financeira muito inteligente. A escolha é sua, e as consequências também. Escolha ter e gerar mais valor!
(Fonte: Administradores)
Você conhece o seu dinheiro?
Consegue fazer com que ele trabalhe por você?
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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Tire o pé da lama em 2011
Um planejamento financeiro bem-sucedido é o segredo para não ficar dependendo de dinheiro caído do céu na hora de equilibrar receitas e despesas.
Pode não ser uma transformação tão radical, mas, com disciplina e os instrumentos certos, é possível deixar as dívidas para trás e passar a investir. O processo, segundo o planejador financeiro Jurandir Sell Macedo, professor de Finanças Pessoais da UFSC, é similar àquele ao qual se submete uma pessoa que está acima do peso. “Precisa de esforço pessoal como cortar guloseimas e frituras, além de fazer exercícios. E, quando alcançar o peso desejado, precisa ter reeducação alimentar para não retornar ao estágio anterior”, observa.
“Para sair do endividamento é a mesma coisa: precisa cortar supérfluos e desperdícios. Depois, o planejamento financeiro se faz necessário. É preciso esforço, pois não existe milagre”, ensina.
A explicação é necessária porque, quando se trata de dinheiro, muitos parecem acreditar na multiplicação mágica dos recursos. E isso não ocorre por ingenuidade, mas por uma relação desigual entre consumidor e os muitos fornecedores de crédito – sejam lojas, bancos, financeiras, concessionárias de automóveis ou outros.
“A gente não faz nenhum curso para aprender a comprar, mas toda essa indústria estuda profundamente a sociedade e as formas de vender seus produtos e serviços”, observa a economista Ana Paula Mussi Cherobim, professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e coordenadora do Laboratório de Orçamento Familiar criado pela instituição.
Inadimplência
O resultado dessa assimetria (termo econômico que define situações em que um dos agentes detém maior poder do que o outro) pode ser vista nas estatísticas. Desde 1988, apenas nove vezes o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) teve mais de 500 mil novos registros de devedores inadimplentes no mesmo mês. Destas nove ocasiões, cinco foram em 2010 (março, abril, agosto, outubro e novembro).
É verdade que há hoje mais crédito para a pessoa física do que em qualquer outro momento na história do Brasil – desde 2007 o volume mais do que dobrou –, o que serve simultaneamente como atenuante e como alerta para os riscos do crédito fácil.
“Hoje você pode pegar dinheiro emprestado no caixa automático do banco, ou então por telefone, ou até no portão de casa. É descomplicado e rápido, e faz a gente gastar o que não tem”, descreve Ana Paula. Ela diz que as pessoas andam eufóricas com essa situação, que lhes permite um patamar de consumo que não era possível até há pouco. “É muito antipático chegarmos nós, os financistas, dizendo: ‘Não, gente, vocês não devem se endividar desse jeito’. Ninguém vai escutar”, lamenta.
Por isso ela seguiu outra linha, dedicando-se a estudar o que faz com que as pessoas gastem. Daí surge a sua dica para quem está querendo livrar-se das dívidas: faça perguntas. “Pergunte por que você precisa fazer essa compra. Por que você precisa dessa tevê, desse carro. Isso nos faz ser mais seletivos com os gastos”, aconselha.
Desperdício
Outros especialistas pensam da mesma forma, e sugerem ao consumidor avaliar seu próprio comportamento para saber se os gastos são com necessidades ou com status. “As pessoas têm de cuidar para não investir em sonhos que não serão úteis. Gasto com status é um grande desperdício”, afirma o analista de investimento Leandro Martins, autor de Aprenda a investir – saiba onde e como aplicar seu dinheiro (editora Atlas, 280 páginas, R$ 39).
Um exemplo desse “grande desperdício” é dado pelo professor Macedo, da UFSC. Praticante de mountain bike, ele foi trabalhar tempos atrás de bicicleta – uma bela magrela, com amortecedores, freios especiais e outros atributos especiais para a prática desportiva. Encontrou um colega que ficou impressionado com a bicicleta e perguntou detalhes, observando que precisava de uma para se exercitar. Dias depois, apareceu com sua nova aquisição: uma bicicleta cara, cheia de equipamentos para prática de ciclismo de aventura, caríssima. “Mas ele só ia usar no calçadão! Podia ter comprado uma bicicleta excelente pela metade do preço”, comenta. Mas o que o moveu, provavelmente, foi a vontade de ter uma “máquina” que chamasse atenção e lhe desse mais status.
No fundo, a gestão financeira é um assunto quase filosófico. “A base é repensar os valores da vida”, arrisca o consultor Raphael Cordeiro. “É preciso ter em mente que os recursos são limitados e que você nunca vai ter dinheiro para fazer tudo o que quer”, acrescenta. Cordeiro sugere listar prioridades pessoais, e estar sempre pronto para o conflito.
“Vai ter uma hora em que a pessoa terá de decidir se dá mais importância à sua aposentadoria, no futuro, ou à sua tevê a cabo, aqui e agora”, diz.
(Fonte: Franco Iacomini e Carlos Guimarães – Gazeta do Povo)
É preciso se planejar sempre e se perguntar:
"Eu realmente preciso disto que estou comprando?"
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E UMA EXCELENTE SEMANA!
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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Seguro de vida não é uma herança
Seguro de vida não é uma herança
É cada vez mais comum nos dias atuais que as pessoas tenham seguros de vida. Com a estabilidade econômica vivida pelo Brasil nos últimos anos, o número de pessoas que aderiu a esse tipo de seguro aumentou consideravelmente. Outro fator que influencia o crescimento deste tipo de seguro é o envelhecimento da população brasileira. As pessoas estão vivendo mais e, por isso, tendem a tomar providências que garantam conforto financeiro a seus entes queridos mesmo após a morte.
Justamente por se referir a um pagamento que é feito depois da morte do segurado é que muitas pessoas confundem o seguro de vida com herança. Entretanto, herança e seguro de vida são coisas completamente diferentes.
A herança é o direito dos herdeiros de ficar com o patrimônio que pertencia ao parente que morreu. Todos os bens e direitos da pessoa morta são transferidos aos herdeiros, que são seus filhos, a esposa ou companheira, seus pais e, na falta destes, os irmãos, sobrinhos, tios e primos. Se uma pessoa recebe herança de alguém, ela normalmente recebe os bens e as dívidas daquela pessoa.
Já o seguro de vida é um contrato feito entre uma pessoa (segurado) e uma companhia seguradora. Ali, o segurado se compromete a pagar valores periódicos (chamados de prêmio) e em troca a seguradora garante o pagamento de uma indenização a pessoas indicadas por ele na proposta de seguro. Essa indenização só é paga em caso de morte do segurado e quem é indicado para receber esse valor é chamado de beneficiário.
O direito de receber uma indenização decorrente de seguro de vida não faz parte dos bens que compõem a herança do segurado, por expressa disposição do Código Civil brasileiro (artigo 794).
Dessa forma, o seguro de vida pode ser deixado para outras pessoas que não os filhos, a esposa ou a companheira do segurado. Basta preencher a proposta de seguro indicando uma pessoa como beneficiária e ela passa a ter direito à indenização a ser paga pela seguradora, seja herdeira ou não.
Além disso, mesmo se os beneficiários do seguro de vida forem os próprios herdeiros do segurado, eles não precisarão incluir o dinheiro recebido da seguradora no inventário. Com isso, não haverá possibilidade de as dívidas deixadas pelo segurado impedirem o recebimento da indenização do seguro. E também não será preciso pagar o imposto sobre heranças (ITCMD), que no Estado de São Paulo equivale a 4% dos bens deixados.
No que interessa, então, a diferença entre herança e seguro de vida permite aos herdeiros economizar tributos e os isenta de ter de usar o valor recebido para pagar dívidas deixadas pelo segurado. E mais, permite ao segurado deixar um valor em dinheiro para alguém que não seja seu herdeiro. A lei garante esses direitos aos herdeiros e aos segurados, é importante que eles saibam disso.
(Fonte:Paulo Dóron Rehder de Araujo)
UMA ÓTIMA LEITURA,
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sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Regularizar as dívidas para ter crédito no Natal
Regularizar as dívidas para ter crédito no Natal
Todo mês, cerca de 1,5 mil pessoas buscam informações para tentar regularizar pendências e retirar o nome das listas de inadimplência. Em novembro, esse número costuma saltar para 2 mil e chegar a 2,5 mil às vésperas do Natal, como afirma o economista-chefe da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), Marcel Solimeo.
E todo ano é assim: os consumidores tentam sanar dívidas para voltar a ter crédito e fazer as compras de fim de ano. Para quem pensa que não dá mais tempo para recuperar o poder de compra, pode começar a organizar as contas. “É possível regularizar as pendências para as compras de fim de ano e isso costuma ocorrer até a semana do Natal”, afirma Solimeo.
Segundo ele, o número de pessoas que buscam sanar os débitos cresce nessa temporada devido ao décimo terceiro salário, que ajuda os consumidores a pagar dívidas, e também porque as empresas facilitam a negociação. Afinal, com dinheiro no bolso e crédito na praça o consumidor passa a comprar mais. “Isso facilita e aumenta as vendas”, ressalta o economista.
Por isso, Solimeo aconselha os consumidores para que, se puderem, utilizem o décimo terceiro para deixar as contas em dia. Se não for possível e a única saída for mesmo a negociação, o economista alerta: “para normalizar a renda é preciso planejamento. Não adianta negociar se não for possível cumprir com o acordo”, afirma.
Reorganize as contas...
Seguindo o conselho do economista, o ideal antes de tentar limpar o nome é organizar o orçamento para saber se dá para pagar a dívida integralmente ou mesmo descobrir até quanto dá para comprometer a renda com uma negociação.
“O problema da inadimplência é, além de uma falta de planejamento financeiro do próprio consumidor, a concessão de crédito pelas financeiras superior à capacidade de pagamento das pessoas”, acredita o presidente do Ibedec (Instituto Brasileiro de Estudos e Defesa das Relações de Consumo), José Geraldo Tardin. “Assim, os deslizes são inevitáveis”, completa.
Para evitar esses deslizes, Tardin recomenda atenção e dá algumas dicas para se livrar ou amenizar o impacto das dívidas no orçamento. Uma delas, como já aconselhou Solimeo, é aproveitar o décimo terceiro para quitar os débitos. Caso tenha dívidas no cartão de crédito, o Ibedec recomenda que o consumidor procure a administradora do cartão para ver a possibilidade de acordo para cancelar ou suspender o cartão, reduzir a dívida e parcelar o pagamento. Trocar a dívida cara pela mais barata também pode ajudar o consumidor a regularizar as contas. Contratar um empréstimo tipo CDC sai mais em conta que deixar o cartão no rotativo, porque os juros costumam não ultrapassar os 3% ao mês contra os mais de 10% da moeda de plástico. O mesmo vale se a dívida for no cheque especial.
Segundo Tardin, caso o consumidor não consiga um acordo ou uma linha de financiamento para quitar a dívida, ele pode recorrer à Justiça.
...e limpe o seu nome
Depois que você planejou os meios e formas de pagar as dívidas, é hora de colocar o plano em ação. Para a advogada do Idec (Instituto de Defesa do Consumidor) Mariana Feltrin, é preciso ficar atento com as contas, porque se o consumidor deixar de efetuar o pagamento na data do vencimento, o nome dele já pode ser encaminhado para os registros de inadimplência. “Uma notificação será encaminhada ao consumidor para prevenir a inclusão do nome nas listas”, explica Mariana.
A advogada também ressalta que o fornecedor não pode se abster de vender para o consumidor que tiver o nome inscrito. “Entendemos que essa discriminação é abusiva”, afirma. Mariana aconselha os consumidores a buscar seus credores a fim de negociar seus débitos, mas ressalta que as empresas não são obrigadas a aceitar o acordo. Depois da negociação, a instituição tem até cinco dias para retirar o nome do consumidor da lista.
(Fonte: InfoMoney)
E você, está planejando bem o seu décimo terceiro salário?
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Que você tenha UMA ÓTIMA SEXTA-FEIRA
e um MARAVILHOSO FIM DE SEMANA!
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quarta-feira, 3 de novembro de 2010
TESTE: Como você lida com as dívidas?
TESTE:
Como você lida com as dívidas?
Você sabe que tipo de endividado você é? Para saber como você lida com as dívidas e de que forma pode melhorar sua vida financeira, faça agora o teste elaborado pela psicóloga Márcia Tolotti.
1) Nos últimos doze meses seus rendimentos foram utilizados para:
A. Pagar as despesas e investir o excedente
B. Pagar as despesas
C. Pagar quase todas as despesas e comprar alguns itens necessários
D. Não foi suficiente para pagar as despesas
2) No último ano a média de imprevistos financeiros foi de:
A. Não tive nenhum imprevisto
B. Tive 1 situação imprevisível
C. Tive em média 3 situações imprevisíveis
D. Tive inúmeros imprevistos
3) Você considera imprevisto:
A. Financeiramente, imprevistos não existem. sempre tenho uma reserva para qualquer emergência
B. Acidente
C. Curso de atualização
D. Troca de móveis e/ou eletrodomésticos
4) Sobre seus rendimentos qual é o percentual que você possui em empréstimos, financiamentos e/ou carnês?
A. Nenhum
B. Até 30%
C. Até 50%
D. Acima de 50%
5) Nos últimos dozes meses quantos empréstimos e/ou financiamentos você contraiu?
A. Nenhum
B. 1 vez
C. 2 vezes
D. Mais de 3 vezes
6) No último ano quantas vezes você utilizou o cheque especial, atrasou pagamentos e/ou parcelou o pagamento do cartão de crédito?
A. Nenhum
B. 1 vez
C. 2 vezes
D. Mais de 3 vezes
7) Quantas vezes você já teve seu nome incluído no SPC, Serasa, etc?
A. Nenhum
B. 1 vez
C. 2 vezes
D. Mais de 3 vezes
8) Qual é a época em que você, normalmente, faz compras?
A. Não tenho época definida
B. Quando preciso de alguma coisa
C. Quando vejo alguma promoção
D. Logo após o recebimento do salário
9) Nos últimos doze meses quantas vezes você comprou alguma coisa e não utilizou (vestuário, equipamento eletrônico, etc)?
A. Nenhum
B. 1 vez
C. 2 vezes
D. Mais de 3 vezes
10) Qual é o planejamento que você faz para rendimentos extras (13° salário, bonificação, comissão, divisão de lucros, prêmio, etc)
A. Analiso qual é o melhor investimento, considerando meu perfil de investidor
B. Separo uma parcela para pagar algumas contas e coloco o restante em uma aplicação segura
C. Compro algo que há muito queria
D. Não gosto de pensar antes de receber, na hora decido qual a melhor alternativa
Resultado
O resultado é apenas uma aproximação da sua situação financeira. Conte qual foi a maioria das letras que você assinalou e confira alguns dados do seu perfil.
Se você assinalou mais a letra A: parabéns, você não está endividado! Suas respostas mostram um elevado grau de educação financeira. A forma com que você lida com seus rendimentos está correta. Se você se dedicar, poderá se transformar em um grande investidor.
Se você assinalou mais a letra B: fique tranqüilo. Caso você esteja enfrentando uma situação de endividamento, provavelmente será passageiro. Embora você cometa alguns “deslizes”, você se enquadra no perfil do endividado passivo. Endividamento passivo é aquele causado por algum imprevisto, alheio à sua vontade. Mesmo assim, é importante que você amplie seu conhecimento em relação às finanças para fazer seus rendimentos se multiplicarem e evitar ficar à mercê de situações que podem ser prevenidas.
Se você assinalou mais a letra C: muito cuidado. Seu grau de endividamento é elevado e você está lidando com sua vida financeira de um modo arriscado. Seu conceito de imprevisto está equivocado e você se enquadra na categoria de endividado ativo, ou seja, ativamente você se envolve em alguma situação de endividamento. Você precisa rever urgente a forma com que está gerindo seus rendimentos e buscar instrução financeira. Além disso, é fundamental analisar quais são as motivações que levam você ao endividamento constante. É muito possível que alguma questão afetiva, consciente ou inconscientemente, esteja interferindo na sua relação com o dinheiro.
Se você assinalou mais a letra D: você está muito encrencado. Infelizmente, você atingiu o grau máximo de endividamento e não possui controle sobre sua vida financeira, e isso o torna refém das suas próprias atitudes. Seu perfil é de sobreendividado, ou seja, suas dívidas se sobrepõem umas às outras. Possivelmente, você escolhe – na sorte – qual credor vai pagar primeiro e isso já virou uma “bola de neve”.
Procure ajuda especializada, crie um planejamento para sair dessa situação e não desista. Endividamento é um processo, romper com ele também! Nesse caminho de sanar uma grande quantidade de dívidas, você enfrentará momentos difíceis, não apenas financeiros, mas afetivos. Procure manter o foco e não desistir dos seus propósitos.
(Fonte: Psicóloga Márcia Tolotti)
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