segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Documentário - O Futuro é Hoje - Parte I

O Futuro é Hoje - Primeira Parte. O Capitalismo social dos fundos de pensão. Um documentário sensível e humano sobre os benefícios da Previdência Complementar.

O Futuro é Hoje - Parte Final

O Futuro é Hoje - Parte Final O que você achou deste documentário? Comente! Até Breve.

Campanha de Incentivo ao Parto Normal

Campanha de Incentivo ao Parto Normal Uma campanha de maio de 2008, válida para todos os dias, para todas as mulheres. "Deixa a vida acontecer naturalmente"

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Novas aposentadorias caem a partir de dezembro

Novas aposentadorias caem a partir de dezembro A partir de dezembro, quem se aposentar deverá sofrer perda ainda maior no valor inicial do benefício. Isto porque o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que a expectativa de vida no País aumentou para 73,1 anos. Até o ano passado era de 72,9 anos. Como o cálculo da aposentadoria paga pelo INSS leva em conta essa expectativa, quanto maior ela for, menor é o valor do ganho inicial do trabalhador. A nova tabela do chamado fator previdenciário entra em vigor em 1º de dezembro, mas antes será necessário que o IBGE publique uma resolução com os números. Em 2009, a tábua foi publicada em 30 de novembro. Hoje, a perda de quem se aposenta pode chegar a 41,6% do teto do benefício da aposentadoria. É o caso de um trabalhador que contribuiu ininterruptamente desde os 14 anos de idade, por 35 anos, e decide se aposentar agora, aos 49 anos. Ele só conseguiria a aposentadoria pelo teto se contribuísse por mais dez anos. Só não há aplicação do fator previdenciário no caso de invalidez. Na aposentadoria por idade, a fórmula é usada opcionalmente. Pelas normas, se o fator for maior que 1, há acréscimo no valor do benefício em relação à média do salário de contribuição utilizada no cálculo da aposentadoria. Se o fator for igual a 1, não há alteração. Se for menor do que 1, há redução. Os benefícios já concedidos não sofrerão nenhuma alteração com a nova tábua de expectativa de vida do IBGE. (Fonte: JC Online) Um ÓTIMO Final de Semana! Viva a Vida! Estamos aguardando o seu comentário. Até Breve /*--*/

Ligação entre diabetes e Alzheimer

Ligação entre diabetes e Alzheimer Remédio que estimula ação da insulina pode curar o mal neurológico, diz estudo da UFRJ. Medicamentos para tratar diabetes podem ajudar na cura do Mal de Alzheimer, doença degenerativa do cérebro. Essa é uma das conclusões de um estudo desenvolvido pela neurocientista Fernanda De Felice, do Instituto de Bioquímica Médica da UFRJ, e apresentado no 34º Congresso da Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento. Segundo a especialista, no Alzheimer, assim como no diabetes, ocorre uma inibição da ação do hormônio insulina no organismo. “Essa descoberta foi baseada em estudos epidemiológicos anteriores, que mostraram que pacientes com diabetes têm maior probabilidade de desenvolver Alzheimer. No cérebro, a insulina ajuda a estimular a cognição e a memória”, explica De Felice. Partindo dessas conclusões, os pesquisadores trataram camundongos geneticamente modificados com uma substância para estimular a ação da insulina no cérebro. “O medicamento testado foi capaz de reverter o problema de sinalização de insulina que os camundongos apresentavam. Na verdade, a insulina impede que as toxinas presentes no cérebro dos pacientes com Alzheimer ataquem os neurônios”, especifica De Felice. O próximo passo, segundo a médica, é testar os medicamentos em humanos. “No futuro próximo, testes clínicos devem ser realizados em vários países para testar os efeitos benéficos em pacientes. Estamos aguardando”, revelou. (Fonte: O Dia Online) O fim de semana está chegando, mas toda hora é hora da leitura, da informação e troca de experiências. Até breve!

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Testes com a vacina da dengue

Testes com a vacina da dengue Dentro de dez anos a dengue poderá ser erradicada no mundo se forem concluídos com sucesso os testes de uma vacina contra a doença que está sendo desenvolvida pelo laboratório Sanofi Pasteur, conforme adiantou o JT há três semanas. Nesta terça-feira, 21, a empresa fez o anúncio oficial do produto, estimando que ele esteja mundialmente disponível dentro de uma década. No Brasil, os testes, já aplicados em humanos, são feitos em parceria com a Universidade Federal do Espírito Santo. A vacina, que atualmente está na fase 2 de testes, já foi aplicada a 56 voluntários (de 9 a 16 anos) de Vitória, capital capixaba, e mais 100 crianças serão imunizadas até o final desta etapa. Depois, o medicamento entrará em sua terceira e última fase, com testes em mais 1.500 pessoas de outras quatro capitais brasileiras. Campo Grande, Goiânia, Natal e Fortaleza serão as próximas cidades que receberão os testes, escolha que levou em conta a incidência de casos. “Quando testamos onde a dengue é endêmica, temos certeza de que a vacina está sendo aplicada dentro do pior cenário possível”, explica o vice-presidente associado de desenvolvimento clínico da Sanofi Pasteur para a América Latina, Fernando Noriega. Fabricada com um vírus recombinante, a vacina terá eficácia contra os quatro tipos de dengue. O vírus presente na dose tem o mesmo núcleo do agente responsável pela febre amarela, semelhança que permitiria a produção de proteínas que estimulam a criação de anticorpos contra as duas doenças. “Vacinas de vírus vivos costumam proteger a pessoa por anos”, afirma Noriega. Como a vacina é eficiente na proteção contra os quatro tipos conhecidos de dengue, a diretora do laboratório, Lúcia Bricks, diz que não serão necessárias novas aplicações. “Diferentemente do vírus da gripe, que muda constantemente, só existem quatro tipos de infecções da dengue e a vacina poderá proteger contra todas essas variações”, afirma. Segundo o chefe do laboratório de virologia clínica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Celso Granato, com a população imunizada o vírus não terá como se reproduzir. “A dengue, até aonde sabemos, só afeta seres humanos. Com a vacina aplicada em toda a população não terá como esse vírus se multiplicar e a doença será erradicada”. (Lais Cattassini - Jornal da Tarde) Com ou sem vacina, é muito importante não deixar a água parada em vasos, pneus, para evitar o mosquito da dengue. Até breve!! Que você tenha uma ótima SEXTA-FEIRA! /*--*/

Metade dos brasileiros vive com até um salário mínimo

Metade dos brasileiros vive com até um salário mínimo Um pouco mais da metade da população brasileira vivia com uma renda mensal de menos de um salário mínimo em 2009. É o que mostra a Síntese de Indicadores Sociais, divulgada na sexta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O mínimo da época era de R$ 465. A pesquisa considera que, dos 191,2 milhões de brasileiros, 56,8% tinham renda familiar entre zero e R$ 465. Das pessoas residentes em domicílios particulares, a pesquisa mostra que 29% viviam com menos de R$ 232,50 (meio salário mínimo). Em relação ao grupo que ganha de um a dois salários mínimos (R$ 930), o número de pessoas chegava a 22,5% da população. Outros 15,8% ganhavam a partir de dois salários mínimos. Já 2,3% da população não tinha renda alguma, enquanto 3,2% não declararam quanto ganham. Em valores, o grupo formado pelos 10% mais ricos tinha renda média de R$ 3.293,08, segundo a pesquisa do IBGE. Na ponta de baixo da pirâmide, os 10% mais pobres ganhavam R$ 82,28 por mês – ou 40 vezes menos do que o rendimento dos ricos. Comparando com o valor do salário mínimo, os 10% mais ricos ganhavam 7,08 salários, enquanto os pobres levavam uma fatia de 0,18 do mínimo. Desigualdade de renda caiu Apesar da grande distância que separa os ricos dos pobres, o IBGE vê uma boa notícia: as desigualdades caíram entre 1999 e 2009, em decorrência da melhora no mercado de trabalho de lá para cá e da expansão dos programas de distribuição de renda. - A expansão recente de programas de transferência de renda focalizados na população mais pobre, como o Bolsa Família, o BPC-Loas (Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social), entre outros de âmbitos estadual e municipal, vem contribuindo para uma redistribuição interna entre as diversas partes componentes do rendimento familiar total. O resultado foi o aumento significativo das chamadas “outras fontes” em detrimento dos rendimentos de trabalho e de aposentadoria e pensões. Entram nesse grupo os ganhos vindos de aposentadoria, de pensão, de programas de previdência ou de assistência social, e de programas oficiais de auxílio educacional (como o Bolsa Escola) ou social (Renda Mínima, Bolsa Família, entre outros). Para o total das famílias, os rendimentos de “outras fontes” representavam 5% do total de rendimento familiar; os rendimentos do trabalho correspondiam a 76,2%; e os rendimentos de aposentadoria e pensão, a 18,8%. Para as famílias com renda familiar per capita de até um quarto de salário mínimo (R$ 116,25), os rendimentos de “outras fontes” representavam 28% do total da renda familiar em 2009, ao passo que, em 1999, essa participação era de apenas 4,4%. Nordeste ainda é o mais pobre Segundo o IBGE, o grande problema da desigualdade ainda está ligado à região: 76,5% da população de 53,8 milhões de pessoas ganhavam até um salário mínimo, na região Nordeste; 70,2% dos 15,5 milhões de pessoas estavam nesse grupo, no Norte; e 53,6% dos 13,9 milhões de brasileiros estavam nessa faixa, no Centro-Oeste. No Sul, ganhavam até R$ 465 uma parcela de 43,9% dos 27,6 milhões da população. No Sudeste, essa fatia correspondia a 46,1% dos 80,2 milhões de pessoas. - As desigualdades de renda na sociedade brasileira estão bastante enraizadas nas diferenças territoriais. Os indicadores de condições de vida referentes à população residente na região Nordeste são sistematicamente menos favoráveis do que aqueles registrados no Sudeste. (Fonte:R7) Pois é, metade dos brasileiros vive com até um salário mínimo, Você acredita que a desigualdade está diminuindo? Comente logo abaixo, Até /*--*/