Aprenda cinco frases que ajudam a parar de fumar
Deixar o vício do cigarro não é tarefa simples. E o primeiro passo é descartar a informação de que será muito difícil ou até impossível. A recomendação é de André Percia, presidente da SLAPNL (Sociedade Latinoamericana de Programação Neurolinguística).
O especialista, que utiliza a técnica para curar fobias, traumas, depressão, distúrbios sexuais, dificuldade de aprendizado, falta de motivação e baixa autoestima, elaborou, a pedido do Terra, cinco frases que o fumante pode repetir a fim de facilitar o abandono do vício.
Segundo Percia, a ferramenta ajuda a trabalhar as crenças e as motivações da mudança no plano racional e também no emocional. Nesse trabalho, perguntas, mesmo sem respostas imediatas, colocam o cérebro para buscá-las.
Ele explica que são diversas as causas que levam alguém ao vício, como se aproximar e se identificar com pessoas de quem se gosta, repetir estratégias de pessoas com as quais se identifica (relaxar, aliviar a pressão, sentir prazer) ou a própria pessoa associa fumar a alguma dessas coisas por experiência própria. "O cigarro, então, se transforma numa âncora para aquele estado que a pessoa pensa atingir através dele", disse.
Confira as frases:
1) Tão naturalmente quanto respiro, reorganizo meus recursos para me tornar mais saudável.
2) Quais comportamentos novos podem ser interessantes para fluir de forma mais saudável nos ambientes em que eu fumava?
3) Por que é importante construir esse resultado, e quais recursos e capacidades podem me levar a novos comportamentos nesses ambientes?
4) Quem eu me torno mudando rapidamente? Como isso impacta positivamente o meu projeto de vida e tudo mais à minha volta?
5) Esse resultado é possível de ser alcançado, eu tenho todos os recursos para isso e, mais que qualquer coisa, eu mereço o que existe de melhor para a minha vida!
(Fonte: Saúde-Terra)
A imagem já diz tudo;
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sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Aprenda cinco frases que ajudam a parar de fumar
Aprenda cinco frases que ajudam a parar de fumar
Deixar o vício do cigarro não é tarefa simples. E o primeiro passo é descartar a informação de que será muito difícil ou até impossível. A recomendação é de André Percia, presidente da SLAPNL (Sociedade Latinoamericana de Programação Neurolinguística).
O especialista, que utiliza a técnica para curar fobias, traumas, depressão, distúrbios sexuais, dificuldade de aprendizado, falta de motivação e baixa autoestima, elaborou, a pedido do Terra, cinco frases que o fumante pode repetir a fim de facilitar o abandono do vício.
Segundo Percia, a ferramenta ajuda a trabalhar as crenças e as motivações da mudança no plano racional e também no emocional. Nesse trabalho, perguntas, mesmo sem respostas imediatas, colocam o cérebro para buscá-las.
Ele explica que são diversas as causas que levam alguém ao vício, como se aproximar e se identificar com pessoas de quem se gosta, repetir estratégias de pessoas com as quais se identifica (relaxar, aliviar a pressão, sentir prazer) ou a própria pessoa associa fumar a alguma dessas coisas por experiência própria. "O cigarro, então, se transforma numa âncora para aquele estado que a pessoa pensa atingir através dele", disse.
Confira as frases:
1) Tão naturalmente quanto respiro, reorganizo meus recursos para me tornar mais saudável.
2) Quais comportamentos novos podem ser interessantes para fluir de forma mais saudável nos ambientes em que eu fumava?
3) Por que é importante construir esse resultado, e quais recursos e capacidades podem me levar a novos comportamentos nesses ambientes?
4) Quem eu me torno mudando rapidamente? Como isso impacta positivamente o meu projeto de vida e tudo mais à minha volta?
5) Esse resultado é possível de ser alcançado, eu tenho todos os recursos para isso e, mais que qualquer coisa, eu mereço o que existe de melhor para a minha vida!
(Fonte: Saúde-Terra)
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quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Decisão de ter um filho e a educação financeira
Decisão de ter um filho e a educação financeira
A decisão de ter um filho é muito importante para um casal, trazendo muita alegria para toda a família. Contudo, ao decidir por esse novo passo é necessário ter em mente que, para a qualidade de vida que toda criança merece, existe um alto custo e para isso se torna fundamental a educação financeira.
Em um levantamento que realizei sobre gastos para educar um filho até os seus 25 anos (fato que é muito comum nos tempos atuais) que uma família de classe média (o rendimento mensal considerado foi de R$4.000,00) obtive que a soma total de R$ 509.800,00. O valor representa 39,22% de todos os ganhos da família no período.
O valor assusta e cria a questão, como nossos antepassados conseguiam criar muitos mais filhos sem precisar gastar tanto dinheiro, a resposta é simples, a realidade mudou e hoje as necessidades relacionadas a finanças são muito menores. Antes, gastos com educação eram muito menores, os pais colocavam os filhos em escolas públicas que tinha grande qualidade, hoje, para que o filho consiga passar em um bom vestibular, com raras exceções, é preciso que estude em uma escola particular.
As distâncias hoje são muito maiores de um ponto para outro, o que gera maior gastos, fora que a criança viverá em uma sociedade de consumo dentro da qual estará exposta a muitas mensagens fazendo com que ela gaste mais. Isso sem contar a necessidade de planos de saúde, dentário e as baladas quando ficam jovens, que são muito mais caro. Em resumo, não tem como fazer essa comparação.
Por isso, um filho demanda um planejamento que deve acontecer antes mesmo da gravidez, com o casal poupando um pouco por mês, o que deve continuar a ocorrer depois do nascimento, criando assim uma reserva para qualquer emergência que ocorra. Dentro do processo de planejamento familiar, recomendo que o casal inicie a guardar 20% do que ganha dois anos antes de terem o filho.
Se achar que não consegue fazer isso, melhor repensar bem a gravidez, porque depois que nascer será 40%. Por isso, não deve haver pânico, e sim controle. O casal deverá fazer um diagnóstico da situação para ter uma visão real de onde estão seus gastos. Depois estabelecer que o filho é o objetivo e o quanto irá gastar, incluindo esse valor no orçamento mensal. Sempre que receber o salário já deve separar o dinheiro para essa finalidade, deixando o restante para os demais gastos.
Por fim o casal deverá poupar, procurando um tipo de aplicação que mais se identifique com o seu perfil e com as metas que tem que atingir. É importante reforçar que mesmo depois de nascer a criança os pais deverão continuar a poupar. Garantindo assim a calma necessária para que existe de mais importante: serem felizes junto com seus filhos!
(Fonte: Reinaldo Domingos)
E você, planejou antes de ter o seu filho?
Está planejando para ter?
É preciso traçar um bom planejamento para esta nova vida!
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Conheça dez alimentos que podem prolongar a sua vida
Conheça dez alimentos que podem prolongar a sua vida
Todos sabem que a alimentação é extremamente importante para a manutenção da saúde. Cada tipo de alimento possui uma propriedade, alguns prejudicam e outros auxiliam no funcionamento do organismo.
Se você está realmente preocupado com a sua saúde, é melhor prestar mais atenção no que anda comendo, pois sua atitude hoje será determinante na sua qualidade de vida nos próximos anos. Diversas pesquisas ao redor do mundo já apontaram quais são os alimentos que podem fazer bem e ajudar na prevenção de doenças.
Pensando nisso, o Terra preparou uma lista com dez alimentos que podem te ajudar a viver mais e melhor. Lembrando que, para se manter saudável, é preciso uma dieta balanceada aliada a hábitos saudáveis.
Veja a lista de dez alimentos que podem prolongar a sua vida:
Alho
O alho é um alimento altamente benéfico, pois diminui a hipertensão e os níveis de colesterol do sangue. Ele ainda promove uma ação antioxidante, combatendo os radicais livres. Pesquisas apontaram que o consumo de alho pode ajudar a diminuir o câncer de mama, pele e pulmão, além de prevenir o câncer de cólon e de esôfago. Ele tem propriedades antiviróticas e bactericidas, que previnem ou combatem infecções, e também é eficiente na proteção contra a congestão nasal. O alho pode, entretanto, causar indigestão, especialmente se comido cru.
Aveia
A aveia é um cereal nutritivo e uma excelente fonte de cálcio, ferro, proteínas, vitamina E, manganês, magnésio, zinco, cobre, carboidratos e fibras solúveis.
A versão em farelo é a que tem maior teor de betaglucanas, componentes da fibra alimentar solúvel que auxiliam no controle do colesterol e da glicemia. Sua composição, que é rica em fibras, ajuda também a favorecer o trânsito intestinal. Além de tudo isso, a aveia pode ser uma aliada no combate ao estresse do cotidiano. Tudo por causa de uma substância chamada avenina, que possui uma ação relaxante ao organismo.
Azeite de oliva
O azeite de oliva possui vitaminas A, D, K e E, e é um poderoso antioxidante, o que ajuda a retardar o envelhecimento da pele. Entre os benefícios do alimento, estão a ajuda na prevenção contra o câncer e às doenças do coração. Muito recomendado pelos médicos, o azeite possui propriedades que impedem a oxidação da gordura boa que circula no sangue (LDL).
Castanhas-do-pará
Um estudo realizado pela Universidade de Otago, na Nova Zelândia, apontou que a ingestão de até duas castanhas-do-pará eleva em 65% o teor de selênio no sangue. Porém, dependendo da castanha, apenas uma unidade já é o suficiente. Muito cuidado para não ingerir muitas castanhas, pois o selênio só é benéfico em pequenas quantidades, em doses altas pode gerar intoxicação. Na dose certa, esta substância aciona as enzimas que combatem os radicais livres, evitando assim o envelhecimento celular e prevenindo o surgimento do câncer.
Chá verde
O chá verde ajuda na perda de peso, diminui as taxas de colesterol, controla a pressão arterial, ativa o sistema imunológico, diminui o risco de artrose, aterosclerose e outras doenças degenerativas, e tem ação cicatrizante por uso tópico. Pesquisas realizadas pelo Centro Nacional Epidemiológico de Prevenção contra o Câncer, no Japão, demonstraram que o consumo do chá pode estar relacionado ao menor risco de desenvolvimento de alguns tipos de câncer, como de pele, ovário, pulmão e próstata. Assim como qualquer alimento, o chá verde deve ser consumido com moderação, para evitar problemas como a gastrite.
Maçã
Maçãs têm poucas calorias e muitas fibras solúveis, que ajudam a reduzir o colesterol. O fruto contém vitaminas B1, B2, niacina e sais minerais como fósforo e ferro. Um dos elementos da maçã é a pectina, que tem se mostrado eficaz no controle da glicemia, auxiliando os portadores de diabetes a manter a boa saúde. Rica em quercetina, substância que ajuda a evitar a formação dos coágulos sanguíneos capazes de provocar derrames, a maçã é recomendada para pessoas com problemas de intestino, obesidade, reumatismo, gota, diabetes, enfermidades da pele e do sistema nervoso. Em outras pesquisas, homens que comeram quase uma maçã por dia tiveram função pulmonar mais forte do que os que excluíram a fruta do cardápio.
Peixes
Todos sabem que o consumo de peixes é benéfico para a saúde, mas afinal, você sabe quais são os benefícios do consumo diário deste tipo de carne? Os peixes possuem menos gorduras do que outros tipos de carne, como de boi e porco. Os tipos de gorduras existentes nos peixes são as poliinsaturadas, das quais se destaca o ômega 3, que oferece diversos benefícios à saúde, como a diminuição de riscos cardiovasculares, acidente vascular cerebral (AVC), redução da pressão arterial e taxa de colesterol total no sangue. Existem várias espécies de peixes, cada uma com quantidades diferentes de ômega 3. Os peixes de águas salgadas e frias, como bacalhau, atum e salmão são os mais abençoados com este tipo de gordura.
Soja
A soja é um dos grãos mais nutritivos e versáteis. É uma boa fonte vegetal de proteína e ferro, de vitamina B, cálcio, potássio, zinco e outros minerais. Pode prevenir doenças do coração e algumas formas de câncer. Essas substâncias atuam como um antioxidante, reduzindo as taxas do colesterol ruim (LDL) no sangue. Entre os benefícios do alimento, está também o controle hormonal, o que pode ajudar a amenizar os sintomas da menopausa.
Tomate
Consumido cru ou cozido, os tomates contêm poucas calorias e são ricos em vitaminas e outras substâncias. São boa fonte de vitamina A e C, folato e potássio.
Estudos epidemiológicos mostraram que a ingestão de tomate e de produtos à base de tomate está associada à redução do risco de desenvolvimento de doenças crônicas como câncer e doenças cardiovasculares. Estudo conduzido na Itália na década de 80 mostrou uma relação inversa entre o consumo de tomate e o risco de câncer do trato digestivo. Outros benefícios do fruto incluem a diminuição da pressão arterial e das incidências de doenças cardiovasculares.
Vinho
Não é de hoje que os médicos recomendam, principalmente a quem possui problemas de coração, a ingestão diária de quantidade moderada de vinho. O consumo moderado de vinho tinto está associado com redução da mortalidade e das hospitalizações por Doença Arterial Coronária (DAC), segundo o Instituto do Coração de São Paulo. A presença da substância ativa resveratrol, mais comum no vinho tinto, funciona como antioxidante transformando esta bebida em um poderoso alimento funcional. Os flavonóides, que impedem que a gordura acumule nos vasos sanguíneos, são outros aliados do coração. O consumo do vinho deve ser moderado, apenas uma taça por dia geralmente surte um efeito positivo. Consumo em excesso não é recomendável.
(Fonte: Saúde - Terra)
Se você já gostava destes alimentos, é hora de comer com
mais gosto ainda! Mas é claro, sempre com moderação.
Ótima quinta-feira!
Até breve!
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terça-feira, 9 de novembro de 2010
Vídeo - Quantas vezes você lava as mãos no dia?
Assistam ao vídeo - "Quantas vezes você lava as mãos no dia?"
Você já lavou as suas mãos hoje? Quantas vezes?
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UMA ÓTIMA TERÇA-FEIRA!
Até breve...muito breve!
Vídeo - ÁGUA (WWF)
Bom dia!
Assistam ao vídeo da WWF sobre algo muito importante: A ÁGUA!
Um vídeo maravilhoso!
"Água é preciosa demais para ser desperdiçada" - Esta é a tradução
do vídeo. Confiram:
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Aguardamos o seu comentário,
até breve!
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Sinal de alerta para a pneumonia
Sinal de alerta para a pneumonia
Quatro em cada dez pessoas não sabem a que médico recorrer no caso de pneumonia. Apesar de a doença ser um dos principais motivos de internação hospitalar pelo Sistema Único de Saúde e ter sido responsável pela morte de 45.500 pessoas no País em 2009, a população pouco conhece suas causas, agravantes e sintomas.
É o que revela a pesquisa “Saúde respiratória e do pulmão”, feita pelo Instituto Datafolha em parceria com a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT).
Dos 2.242 brasileiros entrevistados em 143 municípios e pertencentes a todas as classes sociais, a grande maioria (2.147 pessoas) já tinha ouvido falar da pneumonia, doença caracterizada pela infecção ou inflamação dos pulmões e causada por diferentes agentes, sobretudo bactérias.
No grupo dos que disseram conhecer a doença, porém, 23% não souberam identificar nenhum sintoma e 67% apontaram como causa da pneumonia o clima frio ou úmido, o que não está diretamente relacionado à enfermidade.
Uma mudança brusca no clima pode favorecer a propagação de viroses, que comprometem a imunidade do indivíduo, abrindo caminho para a instalação das bactérias da pneumonia. Por isso, a vacinação contra gripe comum é tida como prevenção contra o surgimento da infecção nos pulmões, principalmente para os idosos.
O desconhecimento ou a falta de informações frequentemente retarda a ida ao médico, o que agrava o quadro de saúde do paciente, dizem os médicos.
“Quanto mais se atrasa o tratamento, maior o risco de surgirem complicações, como o derrame pleural, a insuficiência respiratória e a necessidade de longos períodos de internação”, explica a pneumologista Ana Luisa Godoy Fernandes, diretora da SBPT.
Segundo a médica, o tratamento precoce faz com que os índices de sucesso do tratamento sejam muito bons. Daí a importância de esclarecimentos, desfazendo mitos que distorcem a realidade, e da rapidez de diagnóstico.
A principal diferença de sintomas entre a gripe comum e a pneumonia é que esta provoca dor torácica constante, que é agravada quando o paciente inspira profundamente. A febre da pneumonia também é mais alta do que a febre gripal. Enquanto o gripado tem febre de até 37,5 graus, o paciente de pneumonia atinge até 39.
Ana Luisa também aponta a presença de confusão mental, principalmente entre os idosos, como um dos sinais da pneumonia. Sintomas comuns entre a pneumonia e a gripe são o cansaço, a tosse, o mal-estar e a congestão nasal.
Para a pneumologista Maria Alenita Oliveira, do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, quando os sintomas da gripe não cessam após uma semana, trata-se de um sinal que indica o possível surgimento da pneumonia. “A falta de ar também pode ser um sinal de uma infecção bacteriana como a pneumonia”, diz.
Existem pneumonias bacterianas (não transmissíveis) e virais, mais raras e com evoluções mais rápidas. Segundo Ana Luisa, os tratamentos disponíveis para as pneumonias bacterianas são mais eficientes.
(Fonte: Jornal da Tarde)
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As Fundações Sanepar agradecem o seu acesso!
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Endividamento das famílias entre os menores do mundo
Endividamento das famílias entre os menores do mundo
O endividamento das famílias brasileiras é um dos menores do mundo, de acordo com um levantamento do Ministério da Fazenda, baseado em dados da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e Banco Central.
Em sua 8ª edição, o estudo Economia Brasileira em Perspectiva, divulgado na última quinta-feira (21), mostrou que o endividamento das famílias em crédito imobiliário e consumo representa 29,3% da renda familiar. Os valores considerados na pesquisa são de 2008.
Outros países
Depois do Brasil, aparece no levantamento a Itália, onde 72,1% da renda das famílias está comprometida com dívidas imobiliárias e de consumo. Em seguida, aparecem Alemanha (98,3%), França (100,2%), Japão (127,7%), Estados Unidos (131,6%) e Canadá (141,6%).
O Reino Unido apresentou o maior percentual de endividamento: 181,4% da renda das famílias britânicas está comprometida com o pagamento do imóvel ou consumo cotidiano.
“Diferentemente dos países desenvolvidos, o nível de endividamento das famílias brasileiras em relação ao PIB do País se apresenta em níveis baixos e semelhantes aos dos países que compõem os BRICs”, afirma o estudo, em referência à sigla para Brasil, Rússia, Índia e China.
(Fonte: InfoMoney)
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