Chegou a aposentadoria! E agora?
Tantas ideias, desejos, vontade de continuar produzindo, mas, o que fazer de fato? Chegou o momento de lidar com a aposentadoria. Como passou rápido...
De fato, quando chega o momento em que os profissionais se deparam com a mudança tão significativa e que exige o repensar sobre o que fazer e que nova rotina criar, os questionamentos são inúmeros e o desejo de encontrar alternativas que a princípio são desconhecidas ocupa grande parte do pensamento.
Mais do que nunca, as empresas têm se dedicado à construção de programas de preparação para a aposentadoria, com foco na compreensão do que é aposentadoria, o que este momento significa para os profissionais que chegam a esta etapa da vida e como lidar com a mudança que naturalmente ocorre. No início do século XX um dos resultados da luta da classe operária foi pela conquista da proteção dos operários mais velhos, gerando legislação previdenciária, porém, como defende Magalhães em A Invenção Social da Velhice, o foco desta conquista não foi, na ocasião, a vida após o trabalho e sim a defesa e o amparo financeiro dos mais velhos. As velhas teorias utilizadas para o processo de aposentadoria contribuíram com o preconceito em torno do aposentado.
Entre elas podemos citar a "teoria do desengajamento", que preconizava o afastamento progressivo do indivíduo do seio da sociedade e visto como necessário, pois desta maneira o trabalhador teria um tempo maior para suas realizações, uma vez que entendiam que estava próximo à morte. A "teoria da atividade" que se contrapunha a anterior, continha em sua essência a idéia contrária à passividade, mas concordava com a primeira na medida em que esperava que a própria sociedade encontrasse atividades alternativas para os idosos excluídos da produção.
O que muda hoje? Estudos sobre a expectativa de vida demonstram o aumento gradativo da média de vida de homens e mulheres. E vida com qualidade, graças ao avanço da ciência. Veja, com relação as mulheres, pesquisas demonstram que as brasileiras vivem atualmente seis anos a mais do que os homens. Conforme dados do IBGE, há a demonstração de que a esperança de vida ao nascer, para o ano 2020 será de 75 anos, sendo 72 anos para os homens e 78 anos para as mulheres.
Acompanhamos a mudança de comportamento das pessoas, incluindo as mais velhas e, em paralelo, o fortalecimento da cultura que entende o envelhecimento como fator biológico e não psico-socio-espiritual. Portanto, o desejo de produzir e de continuar atuante na sociedade é atual, é parte presente de homens e mulheres que alcançam a maturidade. Desta forma, concluímos que a preocupação com a aposentadoria, apesar de não ser um tema atual, não encontrou no passado contexto tão propício para a sua aplicação. Os profissionais se aposentam de uma situação de trabalho e não das suas vidas.
Pensar e planejar o momento da aposentadoria é viver o direito de escolher a forma como cada um quer colher o que plantou até o momento. É viver o que chamamos de Terceira Carreira. Na primeira carreira ele desenvolveu conhecimento, buscou certificação e se preparou para o mercado de trabalho.
Na segunda, aplicou, inovou, multiplicou o conhecimento e enfrentou os desafios de um ambiente onde as mudanças foram e continuam sendo uma constante. A aposentadoria é a sinalização da chegada da terceira fase, onde é possível planejar e exercer o direito de escolha por uma vida produtiva, saudável e feliz. Assessorar estes profissionais a encontrarem dentro de si as respostas para esta nova fase é o que realmente os programas de preparação para aposentadoria devem ter como objetivo. Por quê? Porque esta é a hora para se reinventar.
(Fonte: Ivonette da Nova Cardozo)
OS PROFISSIONAIS SE APOSENTAM DE UMA SITUAÇÃO DE TRABALHO E NÃO DAS SUAS VIDAS.
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quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Chegou a aposentadoria! E agora?
Chegou a aposentadoria! E agora?
Tantas ideias, desejos, vontade de continuar produzindo, mas, o que fazer de fato? Chegou o momento de lidar com a aposentadoria. Como passou rápido...
De fato, quando chega o momento em que os profissionais se deparam com a mudança tão significativa e que exige o repensar sobre o que fazer e que nova rotina criar, os questionamentos são inúmeros e o desejo de encontrar alternativas que a princípio são desconhecidas ocupa grande parte do pensamento.
Mais do que nunca, as empresas têm se dedicado à construção de programas de preparação para a aposentadoria, com foco na compreensão do que é aposentadoria, o que este momento significa para os profissionais que chegam a esta etapa da vida e como lidar com a mudança que naturalmente ocorre. No início do século XX um dos resultados da luta da classe operária foi pela conquista da proteção dos operários mais velhos, gerando legislação previdenciária, porém, como defende Magalhães em A Invenção Social da Velhice, o foco desta conquista não foi, na ocasião, a vida após o trabalho e sim a defesa e o amparo financeiro dos mais velhos. As velhas teorias utilizadas para o processo de aposentadoria contribuíram com o preconceito em torno do aposentado.
Entre elas podemos citar a "teoria do desengajamento", que preconizava o afastamento progressivo do indivíduo do seio da sociedade e visto como necessário, pois desta maneira o trabalhador teria um tempo maior para suas realizações, uma vez que entendiam que estava próximo à morte. A "teoria da atividade" que se contrapunha a anterior, continha em sua essência a idéia contrária à passividade, mas concordava com a primeira na medida em que esperava que a própria sociedade encontrasse atividades alternativas para os idosos excluídos da produção.
O que muda hoje? Estudos sobre a expectativa de vida demonstram o aumento gradativo da média de vida de homens e mulheres. E vida com qualidade, graças ao avanço da ciência. Veja, com relação as mulheres, pesquisas demonstram que as brasileiras vivem atualmente seis anos a mais do que os homens. Conforme dados do IBGE, há a demonstração de que a esperança de vida ao nascer, para o ano 2020 será de 75 anos, sendo 72 anos para os homens e 78 anos para as mulheres.
Acompanhamos a mudança de comportamento das pessoas, incluindo as mais velhas e, em paralelo, o fortalecimento da cultura que entende o envelhecimento como fator biológico e não psico-socio-espiritual. Portanto, o desejo de produzir e de continuar atuante na sociedade é atual, é parte presente de homens e mulheres que alcançam a maturidade. Desta forma, concluímos que a preocupação com a aposentadoria, apesar de não ser um tema atual, não encontrou no passado contexto tão propício para a sua aplicação. Os profissionais se aposentam de uma situação de trabalho e não das suas vidas.
Pensar e planejar o momento da aposentadoria é viver o direito de escolher a forma como cada um quer colher o que plantou até o momento. É viver o que chamamos de Terceira Carreira. Na primeira carreira ele desenvolveu conhecimento, buscou certificação e se preparou para o mercado de trabalho.
Na segunda, aplicou, inovou, multiplicou o conhecimento e enfrentou os desafios de um ambiente onde as mudanças foram e continuam sendo uma constante. A aposentadoria é a sinalização da chegada da terceira fase, onde é possível planejar e exercer o direito de escolha por uma vida produtiva, saudável e feliz. Assessorar estes profissionais a encontrarem dentro de si as respostas para esta nova fase é o que realmente os programas de preparação para aposentadoria devem ter como objetivo. Por quê? Porque esta é a hora para se reinventar.
(Fonte: Ivonette da Nova Cardozo)
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terça-feira, 16 de novembro de 2010
Amor, um remédio natural
Amor, um remédio natural
Só quem já se apaixonou sabe o quanto gostar de alguém é bom.
O coração dispara, as mãos ficam suadas, as bochechas ficam rosadas, surgem as famosas “borboletas” no estômago, você fica distraído e não consegue pensar em outra coisa. Você pode até tentar negar, mas não tem jeito: está complemente apaixonado. Um dos sentimentos mais celebrados pelos poetas e músicos, o amor e sua fase inicial, a paixão, virou foco de pesquisas no mundo todo nas últimas décadas e as descobertas trazem uma boa notícia: amar faz muito bem à saúde.
“Na medida certa, o amor não faz qualquer mal. Aliás, se pudesse receitá-lo aos meus pacientes para evitar ou atenuar certos problemas, com certeza seria uma das minhas primeiras recomendações”, garante Marcus Vinicius Malachias, cardiologista e presidente do Departamento de Hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).
E Malachias não está sozinho nesta tese. Segundo estudos recentes, se apaixonar é um excelente recurso para fugir de doenças graves, como a depressão. Isso porque alguns sinais da paixão são bem conhecidos, como taquicardia, respiração ofegante, frio na barriga, insônia e redução do apetite, mas há outros que são muito mais significativos. “Há um aumento da pressão arterial e a própria resposta imunológica melhora. Com isso, o corpo fica ainda mais protegido contra infecções e doenças”, explica a médica fisiologista e autora do livro Sexo, Amor, Endorfinas e Bobagens, Cibele Fabichak.
Segundo ela, o amor também faz bem porque, dentro do turbilhão de hormônios que se alteram durante a paixão, alguns têm sua quantidade aumentada, como a dopamina, a noradrenalina, as endorfinas, o cortisol, a testosterona e os estrógenos, elementos ligados à sensação de bem-estar, de felicidade e do desejo sexual. “Por isso, a paixão é um antidepressivo natural, pois eleva o humor e amplia as sensações de prazer.”
Outro ponto positivo é que pessoas apaixonadas costumam dar mais valor à sua saúde e se preocupam em não ficar doentes. “O amor faz com que a pessoa fique mais feliz, a vida se torne mais interessante e ela descubra um motivo ainda mais forte para se cuidar e estar sempre ao lado de quem gosta”, comenta Lincoln Cesar Andrade, médico psiquiatra da Paraná Clínicas e do Centro de Estudos do Amor e da Sexualidade Humana (Cenasex).
Para quem acha que isso é coisa de pessoas românticas, a ciência já provou esses benefícios. “Um estudo mostrou que homens que se separavam e não se casavam novamente tinha uma diminuição na expectativa de vida porque, devido à tristeza pelo fim do relacionamento, ficavam mais deprimidos e menos resistentes a doenças”, conta Ailton Amélio da Silva, psicólogo e professor da Universidade de São Paulo (USP).
Além desses benefícios, os especialistas garantem que amar vale a pena porque não tem contra-indicação. “A paixão causa alterações na glicemia e na pressão arterial, mas são modificações tão suaves que não podem prejudicar a saúde de pessoas que são hipertensas ou diabéticas, nem mesmo desencadear um problema desses em quem é saudável”, garante Cibele.
Quando tudo vira dor
O coração dispara, as mãos ficam trêmulas e suadas, as bochechas ficam rosadas... Os mesmos bons sintomas do amor podem ser acompanhados de respiração ofegante, ansiedade e angústia. O corpo fica todo dolorido, você sente uma dor que parece não ter fim e não consegue mais comer, trabalhar, se divertir ou dormir porque só pensa na pessoa amada por dias e noites inteiras. Se amar faz bem, sentir amor em excesso é doentio e faz muito mal à saúde. E se engana quem pensa que as consequências são só emocionais: facilmente o pico de estresse e nervosismo pode resultar em dores físicas.“Há vários casos de pessoas que sentem tanta dor após o fim de um relacionamento que passam a somatizar sintomas e sofrem com crises de ansiedade, náuseas, insônia, falta de apetite, dores musculares e oscilação do humor e podem chegar a quadros de gastrite, alergias, cefaleia e depressão”, explica o médico neurologista José Geraldo Speciali.
Isso tudo pode acontecer quando o amor deixa de ser uma reação saudável para se tornar algo patológico e o carinho dá lugar à obsessão. “Em geral, essa fronteira entre a paixão e o transtorno é bastante difícil de ser identificada, mas quando o amor passa a atrapalhar a vida da pessoa e ela começa a magoar a si mesma, ao companheiro ou às pessoas próximas, está na hora de ligar o sinal de alerta e procurar a ajuda de um psiquiatra”, diz Andrade.
(Fonte: Saúde- Gazeta do Povo)
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Brasileiro trabalhou mais para comprar cesta básica
Brasileiro trabalhou mais para comprar cesta básica
Com a alta nos preços dos produtos da cesta básica verificada em 16 das 17 capitais, em outubro, o tempo de trabalho necessário para comprar o conjunto de alimentos subiu. Enquanto em setembro foram necessárias 91 horas e 4 minutos para adquirir produtos essenciais, no décimo mês do ano, a jornada exigida foi de 94 horas e 11 minutos.
Os números são da Pesquisa Nacional da Cesta Básica, divulgada no dia 04/11 pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).
Em outubro do ano passado, a mesma cesta exigia cerca de três horas a mais de trabalho.
Cesta exige mais tempo de trabalho em SP
Em outubro, São Paulo foi a capital onde as pessoas mais precisaram trabalhar para comprar a cesta básica, com 109 horas e 29 minutos. Em seguida, aparece a cidade de Porto Alegre (106 horas e 29 minutos) e, em terceiro, Curitiba (100 horas e 4 minutos).
As capitais onde as pessoas tiveram de trabalhar menos, na comparação com as demais cidades, em outubro, foram Aracaju (74 horas e 22 minutos), João Pessoa (80 horas e 23 minutos) e Fortaleza (83 horas e 25 minutos).
(Fonte: InfoMoney)
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sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Alimentos vão continuar direcionando a inflação este ano
Alimentos vão continuar direcionando a inflação este ano
A inflação deste ano tem sido e continuará sendo diretamente determinada pela flutuação dos preços dos alimentos, avalia a coordenadora de Índices de Preços do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Eulina dos Santos.
A alta de 4,38% acumulada este ano até outubro já superou o nível apurado em todo o ano de 2009, de 4,31%. Por conta dos alimentos, o aumento de 0,75% do mês de outubro ficou próximo à máxima registrada nos últimos dois anos. Entre junho e agosto desse ano, o índice de preços havia ficado estável. O IPCA voltou a subir em setembro, se acentuando em outubro.
O avanço de 0,75% é o maior para o mês de outubro desde 2002, quando foi de 1,31%. Naquele ano, a alta do dólar teve impacto forte sobre os preços dos alimentos.
"É uma característica desse ano o IPCA acompanhar de perto o comportamento dos alimentos, que estão sendo donos do comportamento da inflação de 2010", disse Eulina. Os preços dos alimentos estão sofrendo impacto em todo o mundo, devido a variações climáticas.
A inflação para os alimentos atingiu alta de 1,89% em outubro, que foi o maior resultado desde junho de 2008, quando ficou em 2,11% no mês.
Comparando-se apenas os meses de outubro, este ano registrou o avanço mais forte desde de 2002, quando subiu 2,79%.
Na comparação regional, a inflação dos alimentos foi mais forte em Curitiba e em Goiânia, onde já chegou a 8,75% e 8,4%, respectivamente, no acumulado do ano.
O item que mais sofreu foi o feijão, cuja cultura é bastante doméstica. Devido a remunerações não muito atrativas no ano passado, 2010 registrou redução da área plantada de feijão, o que diminuiu a safra.
Além disso, a seca também afetou a produção, com queda de 3,4% na primeira safra e de 15% na segunda safra. Então, a oferta de feijão se reduziu bastante e os preços dispararam.
(Fonte: Valor)
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Aprenda cinco frases que ajudam a parar de fumar
Aprenda cinco frases que ajudam a parar de fumar
Deixar o vício do cigarro não é tarefa simples. E o primeiro passo é descartar a informação de que será muito difícil ou até impossível. A recomendação é de André Percia, presidente da SLAPNL (Sociedade Latinoamericana de Programação Neurolinguística).
O especialista, que utiliza a técnica para curar fobias, traumas, depressão, distúrbios sexuais, dificuldade de aprendizado, falta de motivação e baixa autoestima, elaborou, a pedido do Terra, cinco frases que o fumante pode repetir a fim de facilitar o abandono do vício.
Segundo Percia, a ferramenta ajuda a trabalhar as crenças e as motivações da mudança no plano racional e também no emocional. Nesse trabalho, perguntas, mesmo sem respostas imediatas, colocam o cérebro para buscá-las.
Ele explica que são diversas as causas que levam alguém ao vício, como se aproximar e se identificar com pessoas de quem se gosta, repetir estratégias de pessoas com as quais se identifica (relaxar, aliviar a pressão, sentir prazer) ou a própria pessoa associa fumar a alguma dessas coisas por experiência própria. "O cigarro, então, se transforma numa âncora para aquele estado que a pessoa pensa atingir através dele", disse.
Confira as frases:
1) Tão naturalmente quanto respiro, reorganizo meus recursos para me tornar mais saudável.
2) Quais comportamentos novos podem ser interessantes para fluir de forma mais saudável nos ambientes em que eu fumava?
3) Por que é importante construir esse resultado, e quais recursos e capacidades podem me levar a novos comportamentos nesses ambientes?
4) Quem eu me torno mudando rapidamente? Como isso impacta positivamente o meu projeto de vida e tudo mais à minha volta?
5) Esse resultado é possível de ser alcançado, eu tenho todos os recursos para isso e, mais que qualquer coisa, eu mereço o que existe de melhor para a minha vida!
(Fonte: Saúde-Terra)
A imagem já diz tudo;
Você merece o que existe de melhor para a sua vida!
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quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Decisão de ter um filho e a educação financeira
Decisão de ter um filho e a educação financeira
A decisão de ter um filho é muito importante para um casal, trazendo muita alegria para toda a família. Contudo, ao decidir por esse novo passo é necessário ter em mente que, para a qualidade de vida que toda criança merece, existe um alto custo e para isso se torna fundamental a educação financeira.
Em um levantamento que realizei sobre gastos para educar um filho até os seus 25 anos (fato que é muito comum nos tempos atuais) que uma família de classe média (o rendimento mensal considerado foi de R$4.000,00) obtive que a soma total de R$ 509.800,00. O valor representa 39,22% de todos os ganhos da família no período.
O valor assusta e cria a questão, como nossos antepassados conseguiam criar muitos mais filhos sem precisar gastar tanto dinheiro, a resposta é simples, a realidade mudou e hoje as necessidades relacionadas a finanças são muito menores. Antes, gastos com educação eram muito menores, os pais colocavam os filhos em escolas públicas que tinha grande qualidade, hoje, para que o filho consiga passar em um bom vestibular, com raras exceções, é preciso que estude em uma escola particular.
As distâncias hoje são muito maiores de um ponto para outro, o que gera maior gastos, fora que a criança viverá em uma sociedade de consumo dentro da qual estará exposta a muitas mensagens fazendo com que ela gaste mais. Isso sem contar a necessidade de planos de saúde, dentário e as baladas quando ficam jovens, que são muito mais caro. Em resumo, não tem como fazer essa comparação.
Por isso, um filho demanda um planejamento que deve acontecer antes mesmo da gravidez, com o casal poupando um pouco por mês, o que deve continuar a ocorrer depois do nascimento, criando assim uma reserva para qualquer emergência que ocorra. Dentro do processo de planejamento familiar, recomendo que o casal inicie a guardar 20% do que ganha dois anos antes de terem o filho.
Se achar que não consegue fazer isso, melhor repensar bem a gravidez, porque depois que nascer será 40%. Por isso, não deve haver pânico, e sim controle. O casal deverá fazer um diagnóstico da situação para ter uma visão real de onde estão seus gastos. Depois estabelecer que o filho é o objetivo e o quanto irá gastar, incluindo esse valor no orçamento mensal. Sempre que receber o salário já deve separar o dinheiro para essa finalidade, deixando o restante para os demais gastos.
Por fim o casal deverá poupar, procurando um tipo de aplicação que mais se identifique com o seu perfil e com as metas que tem que atingir. É importante reforçar que mesmo depois de nascer a criança os pais deverão continuar a poupar. Garantindo assim a calma necessária para que existe de mais importante: serem felizes junto com seus filhos!
(Fonte: Reinaldo Domingos)
E você, planejou antes de ter o seu filho?
Está planejando para ter?
É preciso traçar um bom planejamento para esta nova vida!
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Conheça dez alimentos que podem prolongar a sua vida
Conheça dez alimentos que podem prolongar a sua vida
Todos sabem que a alimentação é extremamente importante para a manutenção da saúde. Cada tipo de alimento possui uma propriedade, alguns prejudicam e outros auxiliam no funcionamento do organismo.
Se você está realmente preocupado com a sua saúde, é melhor prestar mais atenção no que anda comendo, pois sua atitude hoje será determinante na sua qualidade de vida nos próximos anos. Diversas pesquisas ao redor do mundo já apontaram quais são os alimentos que podem fazer bem e ajudar na prevenção de doenças.
Pensando nisso, o Terra preparou uma lista com dez alimentos que podem te ajudar a viver mais e melhor. Lembrando que, para se manter saudável, é preciso uma dieta balanceada aliada a hábitos saudáveis.
Veja a lista de dez alimentos que podem prolongar a sua vida:
Alho
O alho é um alimento altamente benéfico, pois diminui a hipertensão e os níveis de colesterol do sangue. Ele ainda promove uma ação antioxidante, combatendo os radicais livres. Pesquisas apontaram que o consumo de alho pode ajudar a diminuir o câncer de mama, pele e pulmão, além de prevenir o câncer de cólon e de esôfago. Ele tem propriedades antiviróticas e bactericidas, que previnem ou combatem infecções, e também é eficiente na proteção contra a congestão nasal. O alho pode, entretanto, causar indigestão, especialmente se comido cru.
Aveia
A aveia é um cereal nutritivo e uma excelente fonte de cálcio, ferro, proteínas, vitamina E, manganês, magnésio, zinco, cobre, carboidratos e fibras solúveis.
A versão em farelo é a que tem maior teor de betaglucanas, componentes da fibra alimentar solúvel que auxiliam no controle do colesterol e da glicemia. Sua composição, que é rica em fibras, ajuda também a favorecer o trânsito intestinal. Além de tudo isso, a aveia pode ser uma aliada no combate ao estresse do cotidiano. Tudo por causa de uma substância chamada avenina, que possui uma ação relaxante ao organismo.
Azeite de oliva
O azeite de oliva possui vitaminas A, D, K e E, e é um poderoso antioxidante, o que ajuda a retardar o envelhecimento da pele. Entre os benefícios do alimento, estão a ajuda na prevenção contra o câncer e às doenças do coração. Muito recomendado pelos médicos, o azeite possui propriedades que impedem a oxidação da gordura boa que circula no sangue (LDL).
Castanhas-do-pará
Um estudo realizado pela Universidade de Otago, na Nova Zelândia, apontou que a ingestão de até duas castanhas-do-pará eleva em 65% o teor de selênio no sangue. Porém, dependendo da castanha, apenas uma unidade já é o suficiente. Muito cuidado para não ingerir muitas castanhas, pois o selênio só é benéfico em pequenas quantidades, em doses altas pode gerar intoxicação. Na dose certa, esta substância aciona as enzimas que combatem os radicais livres, evitando assim o envelhecimento celular e prevenindo o surgimento do câncer.
Chá verde
O chá verde ajuda na perda de peso, diminui as taxas de colesterol, controla a pressão arterial, ativa o sistema imunológico, diminui o risco de artrose, aterosclerose e outras doenças degenerativas, e tem ação cicatrizante por uso tópico. Pesquisas realizadas pelo Centro Nacional Epidemiológico de Prevenção contra o Câncer, no Japão, demonstraram que o consumo do chá pode estar relacionado ao menor risco de desenvolvimento de alguns tipos de câncer, como de pele, ovário, pulmão e próstata. Assim como qualquer alimento, o chá verde deve ser consumido com moderação, para evitar problemas como a gastrite.
Maçã
Maçãs têm poucas calorias e muitas fibras solúveis, que ajudam a reduzir o colesterol. O fruto contém vitaminas B1, B2, niacina e sais minerais como fósforo e ferro. Um dos elementos da maçã é a pectina, que tem se mostrado eficaz no controle da glicemia, auxiliando os portadores de diabetes a manter a boa saúde. Rica em quercetina, substância que ajuda a evitar a formação dos coágulos sanguíneos capazes de provocar derrames, a maçã é recomendada para pessoas com problemas de intestino, obesidade, reumatismo, gota, diabetes, enfermidades da pele e do sistema nervoso. Em outras pesquisas, homens que comeram quase uma maçã por dia tiveram função pulmonar mais forte do que os que excluíram a fruta do cardápio.
Peixes
Todos sabem que o consumo de peixes é benéfico para a saúde, mas afinal, você sabe quais são os benefícios do consumo diário deste tipo de carne? Os peixes possuem menos gorduras do que outros tipos de carne, como de boi e porco. Os tipos de gorduras existentes nos peixes são as poliinsaturadas, das quais se destaca o ômega 3, que oferece diversos benefícios à saúde, como a diminuição de riscos cardiovasculares, acidente vascular cerebral (AVC), redução da pressão arterial e taxa de colesterol total no sangue. Existem várias espécies de peixes, cada uma com quantidades diferentes de ômega 3. Os peixes de águas salgadas e frias, como bacalhau, atum e salmão são os mais abençoados com este tipo de gordura.
Soja
A soja é um dos grãos mais nutritivos e versáteis. É uma boa fonte vegetal de proteína e ferro, de vitamina B, cálcio, potássio, zinco e outros minerais. Pode prevenir doenças do coração e algumas formas de câncer. Essas substâncias atuam como um antioxidante, reduzindo as taxas do colesterol ruim (LDL) no sangue. Entre os benefícios do alimento, está também o controle hormonal, o que pode ajudar a amenizar os sintomas da menopausa.
Tomate
Consumido cru ou cozido, os tomates contêm poucas calorias e são ricos em vitaminas e outras substâncias. São boa fonte de vitamina A e C, folato e potássio.
Estudos epidemiológicos mostraram que a ingestão de tomate e de produtos à base de tomate está associada à redução do risco de desenvolvimento de doenças crônicas como câncer e doenças cardiovasculares. Estudo conduzido na Itália na década de 80 mostrou uma relação inversa entre o consumo de tomate e o risco de câncer do trato digestivo. Outros benefícios do fruto incluem a diminuição da pressão arterial e das incidências de doenças cardiovasculares.
Vinho
Não é de hoje que os médicos recomendam, principalmente a quem possui problemas de coração, a ingestão diária de quantidade moderada de vinho. O consumo moderado de vinho tinto está associado com redução da mortalidade e das hospitalizações por Doença Arterial Coronária (DAC), segundo o Instituto do Coração de São Paulo. A presença da substância ativa resveratrol, mais comum no vinho tinto, funciona como antioxidante transformando esta bebida em um poderoso alimento funcional. Os flavonóides, que impedem que a gordura acumule nos vasos sanguíneos, são outros aliados do coração. O consumo do vinho deve ser moderado, apenas uma taça por dia geralmente surte um efeito positivo. Consumo em excesso não é recomendável.
(Fonte: Saúde - Terra)
Se você já gostava destes alimentos, é hora de comer com
mais gosto ainda! Mas é claro, sempre com moderação.
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