terça-feira, 14 de dezembro de 2010

4 mitos sobre pressão arterial

4 mitos sobre pressão arterial

1. Quando a pressão está baixa, colocar uma pitada de sal embaixo da língua resolve?

MITO: Pode elevar temporariamente o nível da pressão, mas não é a melhor forma de resolver. Para elevar a pressão, o corpo deverá reter líquido e isso não acontece imediatamente com a ingestão de sal. A forma ideal para amenizar os desconfortos da pressão baixa é tomar muito líquido, por exemplo, água e, caso esteja muito sintomático, deitar-se no chão mantendo as pernas levantadas acima da cabeça.

2. Hipertensos não podem fazer atividade física?

MITO: Eles podem fazer, mas após avaliação de um cardiologista, dependendo da idade, com a realização prévia do teste de esforço. Além disso, pode ser muito útil o acompanhamento por parte de um professor de educação física. Os exercícios promovem melhor adaptação do coração e dos vasos às alterações fisiológicas que ocorrem nos momentos de estresse físico e mental, ajudam na perda de peso, melhoram o controle do diabetes e diminuem o estresse, pois propiciam maior socialização do indivíduo.

3. Musculação ajuda a controlar a pressão alta?

MITO: O hipertenso pode fazer musculação apenas após avaliação criteriosa do cardiologista, lembrando que essa prática pode até mesmo piorar a hipertensão.

4. Histórico familiar de pressão alta indica que a pessoa será hipertensa?

MITO: Ela deve ficar atenta, mas não necessariamente terá o problema, embora o fator genético seja fundamental. Fatores como fumo, álcool, sedentarismo, má alimentação e obesidade também são relevantes para determinar quem será ou não hipertenso.

(Fonte: Uol - Redação do Portal “O que eu tenho?”)

Sempre que passamos mal, com pressão baixa, logo corremos

colocar sal embaixo da língua, mas não é o correto, pois precisamos

que o corpo retenha líquido e o melhor a fazer é beber sempre a famosa

e boa ÁGUA!

Comente, até breve...muito breve!

Ah, você já tomou água hoje?

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Bebedeiras nos fins de semana aumentam o risco cardíaco, diz estudo

Bebedeiras nos fins de semana aumentam o risco cardíaco, diz estudo

Homens moradores da cidade de Belfast, Irlanda do Norte, local aonde beber grandes quantidades de bebidas alcoólicas nos fins de semana é um fato comum, são muito mais propensos a sofrer complicações cardiovasculares do que os homens franceses, cujo consumo total de álcool costuma ser maior,no entanto, é distribuído uniformemente ao longo da semana. Esta é a principal constatação de pesquisadores franceses da Universidade de Toulouse (França).

Um estudo que inclui cerca de 10.000 homens de meia-idade descobriu que os homens de Belfast apresentam um risco relativo 76% maior de sofrer uma infarto do miocárdio (ataque cardíaco) ou morte de origem cardíaca, quando comparados com os homens franceses da mesma idade, após o ajuste de outros fatores de risco cardiovascular.

O consumo regular e moderado de álcool ao longo da semana, padrão típico dos homens de meia idade na França, está associado a um baixo risco de doença isquêmica do coração (obstruções das artérias do coração por placas de gordura), enquanto que as grandes ingestões de álcool nos fins de semana (padrão binge drinking), mais prevalente entre os homens de Belfast, confere um maior risco cardiovascular", disseram os autores do estudo.

Os abstêmios franceses eram significativamente mais propensos a sofrer eventos cardiovasculares do que os bebedores regulares, que apresentaram uma taxa de risco um pouco menor. Esta associação não foi observada entre os homens de Belfast.

"Existem fortes evidências que o consumo moderado e regular de bebidas alcoólicas, seja o vinho, cerveja ou destilados, ajuda a prevenir um ataque cardíaco. Embora o presente estudo apresente limitações, os homens de meia idade devem estar cientes de que, se eles são bebedores irregulares e pesados, as possíveis propriedades cardioprotetoras do consumo moderado de álcool se perde, e, ao contrário, eles podem estar sob um risco aumentado de ter um ataque cardíaco. Vale a pena ressaltar que o consumo regular e moderado de álcool não deve ser estimulado com a finalidade de proteger o coração", concluem os autores do estudo.

(Fonte: Uol – Saúde - British Medical Journal)

QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA SEMANA!

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Quantos anos a mais você quer?

Quantos anos a mais você quer? Descubra os hábitos que prolongam a vida e saiba como ganhar até dez anos extras. O brasileiro vive mais e, ano a ano, ganha mais tempo, diz o IBGE. Chegamos a uma expectativa média de 73,17 anos, em 2009, segundo os últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Se a esperança de vida já se alonga, é possível esticar, na prática, esse tempo, apregoam cientistas em todo o mundo. Sabendo escolher a pesquisa a seguir, é possível ganhar até dez anos além. O casamento, por exemplo, quem diria, pode render pelo menos quatro anos, dependendo do tipo de união e de convivência que se estabeleça. Consumir álcool com moderação, mas diariamente, também rende frutos na tábua da longevidade. Nós reunimos os principais estudos que demonstram a chave para chegar lá. Confira abaixo. Comer chocolate: um ano. Um estudo realizado na Universidade de Harvard resultou em uma ótima notícia para os chocólatras. Os participantes da pesquisa que comiam de uma a três barras de chocolate meio amargo por mês viviam cerca de um ano a mais que os abstêmios do doce. O chocolate pode prolongar a vida porque o cacau, sua matéria prima, é riquíssimo em antioxidantes, e isso evita o envelhecimento da pele, ajuda a controlar o colesterol e traz diversos outros benefícios. “Ele ajuda a combater o envelhecimento precoce”, explica a nutricionista Andréia Gomes. Sem exageros, o chocolate pode ser comido sem culpa. Beber álcool: de dois a cinco anos. Um estudo publicado no The Journal of Epidemiology and Community Health (Jornal de Epidemiologia e Saúde Comunitária, em tradução livre) comprovou que além de trazer benefícios à saúde, como o Maisde50 já mostrou, o álcool pode aumentar a expectativa de vida. A pesquisa acompanhou 1.400 homens por 40 anos e observou que aqueles que ingeriam uma média de 20 gramas de álcool por dia viviam cerca de dois anos a mais que os que não bebiam ou exageravam na quantidade. Se também fossem consumidas dois gramas diárias de álcool vindo do vinho, mais três anos eram acrescentados. “Uma taça de vinho tinto ao dia é altamente recomendada”, diz Gomes. Ser feliz: dez anos. Um grupo de pesquisadores da Universidade de Kentucky estudou um grupo de freiras e observou que aquelas que eram mais felizes e repletas de emoções positivas viviam cerca de uma década a mais que as outras. Então, nada de estresse e preocupação. Para viver mais, é preciso relaxar, aproveitar as coisas simples e fazer da busca pela felicidade uma prioridade na vida. Manter o peso ideal: de três a dez anos. Estudiosos da Universidade de Oxford descobriram, com base em pesquisas principalmente européias e norte americanas, que a obesidade moderada pode reduzir a vida em três anos, enquanto que a severa pode roubar uma década inteira da expectativa de vida de uma pessoa. “A gordura em excesso pode promover o aparecimento de doenças degenerativas”, afirma Gomes. Comer bem: até 6,6 anos. Especialistas da Universidade de Erasmus, na Holanda, desenvolveram uma dieta saudável e saborosa que pode esticar a vida em cerca de 6,6 anos. O cardápio se baseia em frutas, vegetais, peixes, alho, amêndoas, chocolate e vinho. Além de aumentar a longevidade, a dieta ajuda a combater problemas cardíacos. E não pesa no bolso. Praticar exercícios: 3,7 anos. Também na Universidade de Erasmus, pesquisadores acompanharam mais de cinco mil pessoas de meia idade e idosas e observaram que aqueles que praticavam exercícios moderadamente viviam até 3,7 anos a mais que os outros. O principal fator do aumento do tempo de vida é que exercícios físicos ajudam a impedir doenças cardíacas. Fazer uma caminhada de 30 minutos cinco dias por semana já dá conta do recado. Ter uma atitude positiva: 7,5 anos. Ver o avançar da idade com bons olhos aumenta a expectativa de vida, é o que descobriram pesquisadores da Universidade de Yale. Acompanhando um grupo de 600 indivíduos com mais de 50 anos e suas percepções de envelhecimento, os cientistas notaram que aqueles que eram otimistas e aceitavam bem as mudanças que o tempo trazia à mente e ao corpo viviam em média 7,5 anos a mais que os que se postavam negativamente com relação ao processo. Sorrir para a segunda metade da vida é uma das chaves para vivê-la por mais tempo. Se casar: de quatro a dez anos. O casamento pode aumentar a vida em até quatro anos para mulheres e dez para homens, segundo um estudo da Universidade de Chicago. Homens casados vivem mais porque adotam menos riscos e um estilo de vida mais saudável. Já as mulheres casadas estendem a vida graças ao bem estar financeiro proporcionado pelo casamento. (Fonte: Mais de 50) Siga estas dicas e tenha muitos anos a mais, Afinal, nenhuma delas é ruim, não? Sempre com moderação /*--*/ Até breve...muito breve!

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Dividindo a cama com o filhote

Dividindo a cama com o filhote

São muitas as razões que levam os pais a dormir junto com seus bebês. Comodidade, praticidade, culpa (por trabalharem fora até tarde), pena, frio e insegurança são algumas das mais recorrentes. E não há como negar o quanto essa atitude é gostosa e cheia de amor, tanto para os pais quanto para os filhos. Mas é preciso tomar cuidado. A morte súbita é uma fatalidade de origem ainda desconhecida. No entanto, já são conhecidas algumas causas mais comuns entre as crianças que perderam a vida dessa forma: prematuridade, mães fumantes, consumo de álcool e drogas durante e após a gestação e posição de bruços na hora de dormir. Pesquisa realizada na Universidade de Warwick e publicada no British Medical Journal, na Inglaterra, comparou um grupo de 80 crianças falecidas por morte súbita com dois outros grupos: um com 87 crianças escolhidas como controle e outro de 82 crianças de grupo de risco para morte súbita (mães jovens, fumantes, multíparas, com baixo nível sócio-econômico). Alguns resultados chamaram bastante atenção: - A média de idade do óbito (66 dias) era cerca de três semanas menor do que estudo anterior realizado na mesma região 10 anos antes.

- 54% das crianças que faleceram estavam dormindo com os pais, em comparação com uma média de 20% nos grupos de controle. Duas explicações ajudam a entender melhor essa situação: uso de drogas ou álcool antes de dormir (31% comparado com 3% dos grupos controles) e dormir juntos em sofá (17% contra 1% nos controles).

- 20% usavam travesseiro (3% no grupo controle) e 25% estavam embrulhados (contra 6% dos controles).

- 60% de fumantes na gestação (14% nos controles), 26% de prematuridade (5%) também foram fatores importantes, assim como posição de barriga para baixo para dormir (29% vs. 10% nos controles). A conclusão desse estudo mostra a importância que o hábito de dormir junto com os filhos, especialmente nos primeiros seis meses de vida, pode ter como causa de síndrome de morte súbita infantil, apontando especialmente o uso de álcool e drogas e o sofá como principais responsáveis neste quadro, sugerindo que se evite essa prática.

(Fonte: Uol – Saúde - www.drmoises.com.br)

Aguardamos o seu comentário!

QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA SEXTA-FEIRA!

Até breve,

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Além do mouse

Além do mouse

As vantagens da internet e do computador para quem já passou dos 60

Aprender informática pode representar muito mais que o domínio de uma nova tecnologia. Para os idosos que superam esse desafio, lidar com o computador revela outras potencialidades, eleva a autoestima e os insere na atualidade. Fica mais fácil entender o mundo. Essas e outras descobertas estão no livro Terceira idade e informática – aprender revelando potencialidades, da psicóloga e pedagoga Vitória Kachar. Um desdobramento da tese de doutorado da autora, a obra "resgata o potencial intelectual de pessoas da terceira idade, mostrando como a informática pode criar condições para que elas se desvelem para a vida em vez de ficarem reclusas em seus mundos de memórias e do passado", conforme o orientador do trabalho, José Armando Valente, no prefácio do livro. Vitória explica que a ideia da tese surgiu quando ingressou na Universidade Aberta da Terceira Idade (Uati), da PUC-SP, para lecionar informática. O objetivo, segundo ela, não era fazer apenas com que os alunos dominassem as técnicas, mas mostrar também como a informática pode trazer à tona outros talentos. "Quando as aulas começaram, percebi que eles estavam entusiasmados por aprender algo novo. A expectativa no início é alta e eles querem tornar-se experts. Fui testemunha desses aprendizes, o que me deu embasamento para escrever a tese", diz. De acordo com a autora, são diversos os motivos que levam essas pessoas a superar o medo da máquina para dominar a tecnologia. Entretenimento, o desejo de manter-se atualizado e a maior interação com os "brinquedos eletrônicos" dos netos são alguns deles. "No início, os alunos demonstram o medo da novidade, mas logo é superado pela vontade de aprender", aponta Vitória. Além do temor, os idosos enfrentam ainda algumas dificuldades iniciais, como utilizar o mouse e identificar os ícones. Com o passar do tempo, os obstáculos vão dando lugar aos potenciais descobertos e à felicidade em produzir algo novo. Vitória conta que a alegria é grande quando os alunos escrevem seus próprios textos e conseguem imprimi-los. Tanto que ficam orgulhosos e mostram as conquistas aos familiares. "Quando dominam a informática, os idosos se sentem valorizados, inseridos no mundo contemporâneo, e passam a entender melhor as transformações da atualidade", destaca ela. O jornal Compuctador foi a forma encontrada de expressar o talento revelado pelas aulas. Incentivados por Vitória, os alunos escrevem os textos para o veículo, nas versões impressa e digital. Segundo ela, o jornal é um espaço para a maturidade mostrar a sua cara e romper preconceitos. "O idoso é tido como incapaz, e no curso eles provam que têm sonhos, são ativos e podem produzir", argumenta. Prova disso são os poetas, colunistas e escritores descobertos nas aulas. Não é à toa, portanto, que a demanda pelo curso cresce a cada ano. Um exemplo que deve ser seguido.

(Fonte:Terceira Idade e Informática – aprender revelando potencialidades Vitória Kachar Cortez Editora, 208 páginas)

Realmente, usar o computador vai muito além do mouse!

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Até breve...muito breve!

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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Hábitos diários mais saudáveis ampliam qualidade de vida

Hábitos diários mais saudáveis ampliam qualidade de vida Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2005 a cada 100 mil óbitos no Brasil, mais de 84 mil foram causados por doenças do coração. Na população jovem, entre pessoas com idade de 20 a 40 anos, o número de infartados representa 12% dos casos, sendo que há dez anos essa representação era de 6%. Caminhar ou correr são apenas duas das muitas maneiras para iniciar uma prática saudável. Além de produzir inúmeros benefícios, previnem doenças cardiovasculares. Porém, para começar qualquer atividade de exercícios físicos, é necessário que a pessoa procure um médico e faça um check-up para que a atividade não se torne um problema, diz o cardiologista César Jardim. Outra questão importante diz respeito à alimentação, pois a reeducação alimentar, a eliminação do excesso de gorduras e frituras ingeridas e a inclusão de frutas, legumes e verduras contribuem para uma vida mais saudável. A coordenadora do setor de Nutrição Preventiva do HCor, Cyntia Carla da Silva, alerta que para ter uma boa alimentação é necessário evitar também longos períodos sem ingerir alimentos. É importante o indivíduo não ficar longos períodos em jejum. Fazer pequenos lanches entre as principais refeições como, por exemplo, uma fruta ou iogurte light, é uma ótima opção, acrescenta Cyntia. (Fonte: Uol - Redação do Portal “O que eu tenho?”) E para você, o que é ter qualidade de vida? Comente, QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA QUINTA-FEIRA! /*--*/

Seguro de vida não é uma herança

Seguro de vida não é uma herança É cada vez mais comum nos dias atuais que as pessoas tenham seguros de vida. Com a estabilidade econômica vivida pelo Brasil nos últimos anos, o número de pessoas que aderiu a esse tipo de seguro aumentou consideravelmente. Outro fator que influencia o crescimento deste tipo de seguro é o envelhecimento da população brasileira. As pessoas estão vivendo mais e, por isso, tendem a tomar providências que garantam conforto financeiro a seus entes queridos mesmo após a morte. Justamente por se referir a um pagamento que é feito depois da morte do segurado é que muitas pessoas confundem o seguro de vida com herança. Entretanto, herança e seguro de vida são coisas completamente diferentes. A herança é o direito dos herdeiros de ficar com o patrimônio que pertencia ao parente que morreu. Todos os bens e direitos da pessoa morta são transferidos aos herdeiros, que são seus filhos, a esposa ou companheira, seus pais e, na falta destes, os irmãos, sobrinhos, tios e primos. Se uma pessoa recebe herança de alguém, ela normalmente recebe os bens e as dívidas daquela pessoa. Já o seguro de vida é um contrato feito entre uma pessoa (segurado) e uma companhia seguradora. Ali, o segurado se compromete a pagar valores periódicos (chamados de prêmio) e em troca a seguradora garante o pagamento de uma indenização a pessoas indicadas por ele na proposta de seguro. Essa indenização só é paga em caso de morte do segurado e quem é indicado para receber esse valor é chamado de beneficiário. O direito de receber uma indenização decorrente de seguro de vida não faz parte dos bens que compõem a herança do segurado, por expressa disposição do Código Civil brasileiro (artigo 794). Dessa forma, o seguro de vida pode ser deixado para outras pessoas que não os filhos, a esposa ou a companheira do segurado. Basta preencher a proposta de seguro indicando uma pessoa como beneficiária e ela passa a ter direito à indenização a ser paga pela seguradora, seja herdeira ou não. Além disso, mesmo se os beneficiários do seguro de vida forem os próprios herdeiros do segurado, eles não precisarão incluir o dinheiro recebido da seguradora no inventário. Com isso, não haverá possibilidade de as dívidas deixadas pelo segurado impedirem o recebimento da indenização do seguro. E também não será preciso pagar o imposto sobre heranças (ITCMD), que no Estado de São Paulo equivale a 4% dos bens deixados. No que interessa, então, a diferença entre herança e seguro de vida permite aos herdeiros economizar tributos e os isenta de ter de usar o valor recebido para pagar dívidas deixadas pelo segurado. E mais, permite ao segurado deixar um valor em dinheiro para alguém que não seja seu herdeiro. A lei garante esses direitos aos herdeiros e aos segurados, é importante que eles saibam disso. (Fonte:Paulo Dóron Rehder de Araujo) UMA ÓTIMA LEITURA, comente logo abaixo. Até breve...muito breve!