quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

O que fazer para aumentar as economias?

Todo mundo gostaria de ter um bocado de dinheiro guardado, não é mesmo? Pra quê? Para fazer o que bem entender, para se sentir mais seguro e confiante, para poder desfrutar a vida, para poder parar de trabalhar ou reduzir as horas de trabalho, para mudar de emprego porque não está feliz fazendo o que faz, para realizar um sonho antigo. Não são poucas as razões pelas quais faz todo o sentido termos uma reserva financeira. E só há duas formas de fazer isso: ganhando mais ou gastando menos dinheiro. GANHAR MAIS Para ganhar mais dinheiro, você precisa investir em educação. Aumentar sua qualificação profissional. Selecionar com muito critério os cursos que vai fazer para que eles agreguem valor ao seu currículo. Não faça um curso qualquer, em uma escola qualquer. Pesquise cuidadosamente o curso que faz mais sentido para ampliar sua empregabilidade no segmento de mercado com o qual você se identifica e no qual tem perfil para atuar. Trabalhe muito, faça sempre o seu melhor. Seja criativo, tenha iniciativa, se relacione bem com seus colegas de trabalho, valorize o trabalho em equipe -afinal, vocês jogam no mesmo time. Surpreenda seus superiores para que eles percebam em você um colaborador que merece destaque. Faça por merecer uma promoção, um aumento de salário. Dependendo da sua área profissional, você pode ter um emprego fixo e realizar projetos avulsos, em dias e horários que não comprometam seu trabalho, para "engordar" as suas receitas. O segredo é trabalhar mais e melhor. Seja excelente no que você faz. O resultado virá a médio e longo prazo para compensar o seu esforço. GASTAR MENOS Essa é a maneira de obter resultados imediatos e mudar o rumo da história rapidamente. Controlar as despesas, reduzir os gastos, pensar três vezes antes de gastar para ter certeza que você está tomando a decisão certa. Faça um quadro das categorias de despesas que você tem: moradia, alimentação, transporte, educação, saúde, lazer. Avalie suas prioridades, itens absolutamente necessários e dos quais você não pode abrir mão. Atribua uma nota para identificar as coisas mais importantes na sua vida, as coisas que são essenciais agora, no seu ciclo de vida atual e no seu futuro próximo. Depois, assinale as coisas que podem esperar. Como não temos dinheiro para fazer tudo o que queremos, é preciso fazer escolhas. Imponha limites de quanto está disponível para cada categoria do seu orçamento e gerencie as despesas dentro desse limite. Tenha disciplina e pare quando o dinheiro acabar. Aprenda a dizer não para você mesmo. Adote um caderninho e anote todas as suas despesas. Não se esqueça das pequeninas; juntas, elas podem fazer um estrago enorme no seu orçamento. Faça isso durante um mês. Só um mês, e terá feito um retrato de quanto e como você gasta o seu dinheiro. E decida como é possível fazer melhor. Compartilhe com a família para que todos tenham a mesma atitude responsável em relação ao dinheiro. Ninguém pode remar contra a maré. Se todos remarem juntos e no mesmo sentido, os resultados virão muito mais rápido e haverá harmonia entre vocês. Dê o primeiro passo e comece a guardar dinheiro. O quanto for possível guardar. Mas cultive o hábito de sempre guardar alguma coisa. E saiba por que está guardando dinheiro, que objetivo deseja alcançar. Lembre-se desse objetivo cada vez que estiver prestes a cair em tentação. Havendo uma razão maior, você consegue. (Fonte: Marcia Dessen - Folhapress) Você utiliza uma técnica para aumentar suas economias? Qual é a sua técnica? Comente logo abaixo. Até breve...muito breve!
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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Crédito: Quando é bom e quando é vilão do orçamento

Em dezembro do ano passado, cerca de 49,6% das famílias brasileiras estavam endividadas. De acordo com o IEF (Índice de Expectativa das Famílias), deste total, 8,4% afirmaram que estavam muito endividadas, 16,3% estavam “mais ou menos” endividadas e 24,8% pouco endividadas. Neste cenário, para algumas pessoas, a palavra crédito passou a ser sinônimo de algo ruim e negativo para as suas finanças, entretanto, segundo o professor do FGV Management e sócio da Sbessa e Associados, Sérgio Bessa, não é preciso ser assim. Na opinião dele, existe o crédito que pode ser classificado como bom e aquele que pode ser um vilão do orçamento. Positivo De modo geral, explica o professor, se usado com moderação e consciência, tomar crédito pode ser positivo para o consumidor. Este é o caso, por exemplo, do crédito que gera mais recursos do que o seu próprio custo, quando ele melhora a capacidade de geração de renda. Um exemplo disso, são as pessoas que tomam financiamento para pagar a faculdade, por meio de um crédito estudantil, visto que o estudo lhe abrirá portas para uma melhor colocação no mercado de trabalho. Outro exemplo de crédito positivo, ainda segundo Bessa, é o empréstimo tomado para pagar dívidas cujos juros são maiores do que o cobrado pelo financiamento. Neste mesmo sentido, diz o professor, também vale a pena parcelar a compra de bens quando o desconto dado para o produto à vista tem percentual inferior ao rendimento que o valor equivalente teria em uma aplicação, como a poupança. Por fim, diz ele, a compra de um bem necessário (uma geladeira que tenha queimado e não tenha conserto, por exemplo) também justifica a tomada de crédito para a compra. “Independentemente do motivo, ao tomar crédito o consumidor precisa pesquisar para contratar a menor taxa de juros e estar atento para não comprometer mais do que 30% do orçamento com dívidas e prestações”, diz. Negativo Já o crédito considerado negativo, explica Bessa, é aquele tomado para pagar outro crédito, porém com juros maiores do que o primeiro. Além disso, pegar empréstimo para pagar produtos que não são de extrema necessidade também é ruim e perigoso. Afinal, a pessoa estará se endividando por algo que poderia esperar e pagar à vista. (Fonte: InfoMoney) Para você, o crédito costuma ser bom ou vilão do orçamento? Comente logo abaixo, QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA TERÇA-FEIRA! /*--*/

Síndrome Visual Relacionada a Computadores (SVRC)

Hoje em dia, viver sem um computador é como viver fora da terra. As enormes facilidades advindas deste equipamento já se difundiu em todas as classes sociais e faixas etárias. Porém, nem tudo são maravilhas, a Síndrome Visual Relacionada a Computadores (SVRC) se refere a um grupo de sinais e sintomas diversos e variados, que podem ser atribuídos ao uso do computador. Os principais sintomas oculares são: • Cansaço; • Sensação de corpo estranho nos olhos; • Ardência; • Dor; • Irritação; • Vermelhidão; • Ressecamento e turvação visual. Alguns destes sintomas podem aparecer em pessoas que usam, por no mínimo, três horas diárias o computador. Fatores importantes no conforto visual são a resolução da tela, contraste e iluminação do monitor. Diante disto algumas dicas são importantes: • Normalmente as telas LCD são melhores para proporcionar este conforto; • Em geral, o monitor deve se localizar entre 70 a 100 cm do usuário, num nível 10 a 20 graus abaixo dos olhos, proporcionando maior conforto e menor estresse postural. • Deve-se procurar um oftalmologista, para que se analise a melhor forma de tratamento, assim como a lente mais adequada. Um estudo realizado no Japão analisou mais de 25 mil trabalhadores de escritório. Eles responderam a um questionário informando a quantidade de tempo gasto diante de monitores, os hábitos de sono e a saúde física e mental - que incluía dados sobre a ocorrência de dores de cabeça, dor lombar, secura dos olhos, depressão e ansiedade. Nos resultados encontrou-se a associação esperada - Os trabalhadores que passam muito tempo diante de computadores se queixam com maior frequência de dor de cabeça, secura dos olhos, dor nas articulações e rigidez dos ombros. Os pesquisadores solicitaram a realização de mais estudos sobre a relação entre o uso do computador e a ocorrência de distúrbios físicos, mentais e do sono. (Fonte: Adelson Canudo - Saúde Plena ) Quando você passa muito tempo em frente ao computador, quais sintomas citados na matéria você costuma sentir? Comente, Até breve...muito breve!
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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Como criar um bom hábito dental em seu filho

Aparentemente, é difícil criar hábitos dentais em seu filho principalmente na pré-escola. Mas mesmo assim, não é impossível. Aqui estão dicas para ajudar você a criar em seu filho uma boa higiene oral: Comece com uma visita ao dentista a partir de três ou quatro anos. Nesta primeira visita, o dentista ou higienista (geralmente uma mulher jovem, pode representar o símbolo feminino da mãe e criar mais confiança) ensinam como escovar corretamente, usando as palavras e as técnicas que são apropriadas para sua idade. Deixe seu filho escolher sua escova de dente e pasta. Agora, há uma variedade disponível no mercado. Entre estes, alguns dos mais preferidos são os personagens animados da Disney e da marca Barbie e aprovado pela American Dental Association.Estes têm baixa abrasividade, isto é, protegem a saúde dos dentes com mais eficácia e tem flúor. Garantir que as crianças utilizem pouco creme dental, porque muitos gostam de saborear e engolir. No entanto, a pasta contém flúor que consumidos em excesso podem afetar os dentes, na quantidade correta, fortalece o esmalte, mas em quantidades excessivas torna-os frágeis e quebradiços. Desenhe um atrativo ou qualquer arte que você lembre de escovar os dentes depois de comer. Dê valor ao esforço de escovar os dentes. Incentivá-los com frases como “Que bom olhar seus dentes”, “como é delicioso o cheiro da sua boca” ,” Quanto você está aprendendo “, entre outros. Compre livros e promova a leitura de textos infantis que reforçam o hábito de escovar os dentes. Escrever rimas simples que incluem o nome da criança e incentivar é uma forma divertida de escovar os dentes. (Fonte: Kirna Mota Nascimento - Saúde Plena ) E você, qual a técnica utilizada com seu filho? Comente, QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA SEMANA!

Uma nova geração com muito mais avós do que netos

Uma geração fruto do aumento dos índices de longevidade, que vive mais tempo e com melhor qualidade de vida, exige muitas reflexões, ações e reinvenções ao longo da existência. Mais ainda quando também se constata uma forte redução nos índices de natalidade. Ou seja, estamos a cada dia observando o aumento do número de filhos únicos, que têm ao seu redor quatro avós- isso quando são produto de apenas uma relação - além de muitos tios, padrinhos e outras figuras marcantes. Este fenômeno também tem sido chamado de geração 4-2-1. Portanto, estamos diante de um quadro em que devemos rever paradigmas, atribuições e responsabilidades. Temos que pensar não apenas na perspectiva profissional e das carreiras corporativas. Existem novas exigências que todo esse processo de mudança, tanto universal como local, provoca em nossas vidas. Para aqueles que agora estão ultrapassando a meia-idade, e já começam a perceber um certo esgotamento do modelo que estruturaram, tanto para a vida profissional como pessoal, essas questões podem gerar uma certa angústia, ou até ansiedade. Pois, além do processo biológico, é muito natural que os dilemas, as perplexidades e os questionamentos se acentuem. Inclusive sobre o quanto valeu a pena o estilo de vida que construíram ao longo das etapas anteriores de sua existência. Com o agravante de que boa parte das pessoas nem ao menos pensou, ou teve algum preparo para essa nova fase da vida. A longevidade está criando uma série de oportunidades para a maioria dos seres humanos. Mas essa visão nem sempre é acompanhada com otimismo e por ações concretas pelas gerações que estão amadurecendo. A tendência é de que sejam destacados com maior ênfase os problemas, as dificuldades e as limitações, ao invés da busca por uma maneira de se reinventar. Evidentemente, esse não é um processo simples para pessoas que foram educadas com base em um modelo de vida linear onde o desfrute fazia parte dos planos futuros. Uma geração que não tinha clareza do momento em que o presente e o futuro poderiam se fundir. Por outro lado, quando analisamos o quadro atual na perspectiva de um elevado número de filhos únicos, é possível antever uma dificuldade dessa nova geração na hora de realizar suas escolhas de forma genuína. Isso porque precisam administrar um forte, e "carinhoso" conjunto de expectativas, influências e até facilidades que a nova estrutura familiar oferece. Está comprovado, por uma série de estudos e pesquisas, que filhos excessivamente preocupados em atender as expectativas dos seus familiares - especialmente avós e pais- tendem a se tornar figuras frustradas e insatisfeitas. Isso porque não tiveram a oportunidade de lidar com seus dilemas e escolhas de forma independente e, muitas vezes, foram induzidos às carreiras ou aos estilos de vida de seus antepassados. Lembrando sempre que também os modelos familiares estão se transformando, como produto de uma maior presença das mulheres no mundo corporativo. Até porque elas também se tornaram provedoras na estrutura financeira familiar. Em modelos familiares, onde o número de filhos é menor, estas pressões- ou até o excesso de carinho, amor, cuidados e expectativas- podem representar maior risco para uma legítima realização dos seus descendentes. Finalmente, a única recomendação possível é a de que este assunto passe a fazer parte das agendas dos parceiros, casais, descasados e famílias de uma forma geral. Incluindo os filhos é claro. (Fonte: Renato Bernhoeft - Valor Online) Qual a sua opinião em relação a esta nova geração? Comente logo abaixo, aguardamos o seu comentário. Até breve...muito breve! /*--*/

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Imóveis: financiamento ou consórcio?

Veja o que considerar antes de optar A compra da casa própria é um dos maiores sonhos, se não o maior, de muitos brasileiros. Para realizá-lo, contudo, são poucas as pessoas que têm condições financeiras de fazê-lo sem recorrer a alguma forma de crédito. Assim, nessas horas, surge a pergunta: o que é melhor, financiamento ou consórcio? De acordo com o vice-presidente de habitação do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), Flávio Prando, a resposta para tal questão passa por diversos fatores, como tempo e dinheiro disponível para a entrada. Quem quer sair do aluguel, por exemplo, talvez deva optar pelo financiamento, já que esta modalidade permite que o dinheiro esteja à mão em um curto espaço de tempo. Outra vantagem, ainda conforme Prando, é o fato de o financiamento bancário contar com seguro de vida e invalidez permanente, protegendo a família do tomador de empréstimo, se houver necessidade. Por outro lado, alerta o especialista, o comprador precisa ficar atento às taxas de juros e possuir alguma reserva para dar de entrada. “Apesar de não serem altos, quem pretende adquirir um financiamento imobiliário precisa pesquisar bem os juros bancários para garantir o melhor negócio”, diz. Consórcio O consórcio, por sua vez, é uma boa opção para quem não tem condições de adquirir um financiamento, por não ter, por exemplo, dinheiro suficiente para a entrada. Além disso, é uma modalidade válida para quem não tem pressa de ter o imóvel, já que o consorciado, por meio de sorteio ou lance, pode tanto ser contemplado rapidamente como ter de esperar até anos pela carta de crédito. Quem opta por esta modalidade deve ainda estar preparado para arcar com a taxa de administração e verificar se a administradora e os grupos estão regulares. Números Independentemente de qual será a opção de crédito para a compra da casa própria, Prando sugere que o comprador reserve de 3% a 4% do valor do imóvel para pagar despesas com documentação. Atualmente, o financiamento ainda é o tipo de crédito mais utilizado por quem adquire imóveis no Brasil. No ano passado, estima-se que o valor movimentado tenha sido de R$ 57 bilhões, devendo atingir R$ 85 bilhões em 2011, segundo dados divulgados pelo próprio Secovi-SP. Já os consórcios, segundo dados divulgados pela Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), foram responsáveis pela utilização de R$ 49,9 milhões de recursos provenientes do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para quitar ou amortizar parcelas, desde que as novas regras para o uso do fundo entraram em vigor, em março de 2010, até novembro do mesmo ano. Até novembro, as contemplações nos consórcios de imóveis aumentaram 4,8%, na comparação com o mesmo período de 2009, chegando a 61,7 mil. De janeiro a novembro do ano passado, a comercialização de novas cotas atingiu 209,4 mil, o que representa uma alta de 11,4%, em relação a igual período de 2009. (Fonte: Gladys Ferraz Magalhães - InfoMoney) E você, prefere o financiamento ou consórcio? Comente logo abaixo! QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA SEXTA-FEIRA! E um MARAVILHOSO fim de semana! /*--*/

Trabalhos domésticos podem aumentar pressão do sangue

Depois de um dia de trabalho, voltar para casa e fazer serviços domésticos pode não apenas ser cansativo, mas fazer mal para a saúde. Um estudo realizado nos Estados Unidos mostrou que cozinhar, limpar a casa e cuidar das contas pode levar à pressão alta. E as pessoas que correm mais riscos de sofrer com isso são aquelas que fazem sozinhas a maior parte das tarefas. Os pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Pittsburgh acompanharam 113 pessoas, entre homens e mulheres, que não recebiam nenhum tipo de medicação. Os cientistas avaliaram o número de horas que eles trabalhavam, as tarefas que faziam em casa e a responsabilidade que sentiam com relação ao serviço doméstico.Os voluntários do estudo tiveram a pressão sanguínea verificada durante três semanas e receberam um monitor instantâneo de pressão – o qual usaram um dia inteiro tanto em casa como no trabalho. As atividades de casa avaliadas foram: cuidar de crianças, animais, pessoas doentes e idosos; fazer limpeza geral; preparar comida; consertar e fazer manutenção da casa ou do carro; cuidar do jardim; planejar as finanças. De acordo com a autora do estudo, a médica Rebecca C. Thurston, o estudo mostrou que aqueles com a percepção de estar fazendo a maior parte do trabalho de casa eram os que corriam maior risco de ter pressão alta. Os resultados foram os mesmos independentemente do número de horas que a pessoa gastava com os serviços. Isso mostra, segundo Rebecca, que não era a tarefa em si a responsável pelo aumento da pressão, mas, sim, o estresse causado pelo sentimento de responsabilidade. As atividades que mais aumentaram a pressão arterial dos voluntários foram o orçamento, o pagamento de contas e a manutenção do carro. Além disso, cuidar de crianças não teve nenhum efeito na pressão, mas cuidar de animais sim - e afetava mais os homens do que as mulheres. (Fonte: R7.com) Pegar pesado demais com as tarefas domésticas após um dia de trabalho, pode fazer muito mal à saúde. É claro que muitas vezes precisamos continuar na lida até altas horas do dia, mas as vezes é preciso parar, respirar e relaxar, pois merecemos, a nossa saúde merece! Comente, Até breve...muito breve! /*--*/