Prontas para a guerra
Para combater as doenças, o sistema imunológico das crianças precisa estar preparado. Nada de limpeza em excesso. Saiba o que os especialistas recomendam.
Quando seu filho entra sujo em casa, a reação imediata é mandá-lo direto ao banho, certo? Errado. A sujeira não faz tão mal à saúde quanto parece. Pelo contrário, se ela estiver contaminada com alguns vírus e bactérias, pode até fazer bem ao sistema imunológico infantil, responsável pela defesa do organismo. Ele funciona como um exército. Para ir à uma grande guerra, é necessário treinar antes com pequenas batalhas. Ou seja, precisa do contato com organismos menos perigosos para que esteja preparado para doenças mais graves. Mas como proporcionar isso?
O primeiro passo é não ter preocupação excessiva com higiene, como lavar as mãos a toda hora, impedir que a criança brinque em lugares abertos e usar todo tipo de aparelho para eliminar organismos do ar. Só deve haver exceção em casos de alergias. O excesso de limpeza faz com que as crianças entrem pouco em contato com micro-organismos e por isso o sistema imunológico não tenha linfócitos de memória – que são as células reserva de defesa. Segundo a médica e professora de Imunologia da Faculdade Evangélica do Paraná (Fepar) Rosaly Vieira dos Santos, essa ideia é conhecida como Teoria da Higiene. “Existem vários estudos sobre isso, alguns médicos concordam, outros não. Mas o certo é que a criança não pode viver em um ambiente extremamente limpo.”
Só que esta regra vale para depois dos 3 anos de idade porque até esta época o sistema imunológico está em formação e mais susceptível a doenças, já que os anticorpos provenientes da mãe – as chamadas imunoglobulinas G (IgG), que são derivadas dos linfócitos – permanecem no bebê apenas até os 7 meses de vida.
Portanto é a fase de se redobrarem os cuidados. “Se for atacado por um organismo como o vírus da hepatite, por exemplo, ficará mais debilitado do que o de uma criança com o sistema pronto”, explica o bioquímico e professor de Imunologia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) Sérgio Surugi de Siqueira.
A partir dos 3 anos a criança pode e deve brincar livremente e entrar em contato com várias outras crianças. “É até bom que ela pegue algumas doenças nessa época para preparar a imunidade para ataques futuros, já que algumas delas atingem com mais força a pessoa na vida adulta, como é o caso da caxumba”, diz Siqueira.
Contaminação
Durante a brincadeira existem duas formas de contato com micro-organismos: aqueles que estão presentes no ar ou em gotículas de saliva, como os vírus da gripe e da varicela, e os que estão no chão, como os vermes.
No primeiro caso, os pequenos contraem naturalmente em contato com o ambiente, com tudo que colocam a mão – inclusive brinquedos que outras crianças podem ter posto na boca – e por estar perto de adultos ou de outras crianças, o que pode provocar contaminação pela saliva. São essas pequenas infecções que vão fortalecer o sistema imunológico. Neste caso a higiene deve ser normal, lavar as mãos antes das refeições e depois de brincar, quando estiver muito suja. “Não há necessidade de lavar com sabonete desinfetante. Um comum, de preferência neutro, resolve”, diz Siqueira. Para ele, as crianças devem brincar soltas, como gostam de fazer, porque, além de ser uma questão de saúde, é também de socialização e é necessário para crescerem psicologicamente saudáveis.
No segundo caso, quando mexem com terra, grama ou animais que não estejam vermifugados, as crianças podem ser contaminadas por vermes. Mas eles não mudam em nada a defesa do organismo e podem ser contraídos diversas vezes durante a vida, o que não significa que os pais devem impedir o contato dos filhos com esses ambientes. “Para controlar a infecção por vermes, as crianças devem tomar vermífugos a cada seis meses. Mas o que ajuda o sistema imune são os vírus e bactérias presentes no ar e não os organismos que estão na terra”, diz o imunologista do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná Nelson Augusto Rosário Filho.
A assistente social Renata Tassi dos Santos é um exemplo de mãe que deixa o filho livre, não fica o tempo todo regulando o que ele faz. O pequeno Arthur, de 3 anos, brinca no chão, na grama e na areia sem nenhum cuidado excessivo. “Sei que ele precisa vivenciar isso, que vai fortalecer as defesas. Claro que não é tudo que deixo colocar na boca. Quando está muito sujo, eu tiro e explico o porquê”, conta. Até hoje ele nunca teve qualquer doença infecciosa grave, apenas as comuns, como dor de garganta e gripe.
Fora do padrão
O infectologista do Hospital Pequeno Príncipe Victor Horácio de Souza Castro Júnior diz que a regra geral da imunidade vale para crianças saudáveis, mas não para as que sofrem de alergias, doenças que afetam o sistema nervoso – como paralisia cerebral –, Síndrome de Down, crianças soropositivas ou que estão fazendo quimioterapia. Para estas os cuidados são diferentes. Nestes casos a limpeza excessiva é recomendada, porque o organismo está mais debilitado e não tem o mesmo potencial de defesa.
(Fonte: Saúde-Gazeta do Povo)
Você concorda que a sujeira não faz tão mal à saúde quanto parece?
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Até breve!
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quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Prontas para a guerra
Prontas para a guerra
Para combater as doenças, o sistema imunológico das crianças precisa estar preparado. Nada de limpeza em excesso. Saiba o que os especialistas recomendam.
Quando seu filho entra sujo em casa, a reação imediata é mandá-lo direto ao banho, certo? Errado. A sujeira não faz tão mal à saúde quanto parece. Pelo contrário, se ela estiver contaminada com alguns vírus e bactérias, pode até fazer bem ao sistema imunológico infantil, responsável pela defesa do organismo. Ele funciona como um exército. Para ir à uma grande guerra, é necessário treinar antes com pequenas batalhas. Ou seja, precisa do contato com organismos menos perigosos para que esteja preparado para doenças mais graves. Mas como proporcionar isso?
O primeiro passo é não ter preocupação excessiva com higiene, como lavar as mãos a toda hora, impedir que a criança brinque em lugares abertos e usar todo tipo de aparelho para eliminar organismos do ar. Só deve haver exceção em casos de alergias. O excesso de limpeza faz com que as crianças entrem pouco em contato com micro-organismos e por isso o sistema imunológico não tenha linfócitos de memória – que são as células reserva de defesa. Segundo a médica e professora de Imunologia da Faculdade Evangélica do Paraná (Fepar) Rosaly Vieira dos Santos, essa ideia é conhecida como Teoria da Higiene. “Existem vários estudos sobre isso, alguns médicos concordam, outros não. Mas o certo é que a criança não pode viver em um ambiente extremamente limpo.”
Só que esta regra vale para depois dos 3 anos de idade porque até esta época o sistema imunológico está em formação e mais susceptível a doenças, já que os anticorpos provenientes da mãe – as chamadas imunoglobulinas G (IgG), que são derivadas dos linfócitos – permanecem no bebê apenas até os 7 meses de vida.
Portanto é a fase de se redobrarem os cuidados. “Se for atacado por um organismo como o vírus da hepatite, por exemplo, ficará mais debilitado do que o de uma criança com o sistema pronto”, explica o bioquímico e professor de Imunologia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) Sérgio Surugi de Siqueira.
A partir dos 3 anos a criança pode e deve brincar livremente e entrar em contato com várias outras crianças. “É até bom que ela pegue algumas doenças nessa época para preparar a imunidade para ataques futuros, já que algumas delas atingem com mais força a pessoa na vida adulta, como é o caso da caxumba”, diz Siqueira.
Contaminação
Durante a brincadeira existem duas formas de contato com micro-organismos: aqueles que estão presentes no ar ou em gotículas de saliva, como os vírus da gripe e da varicela, e os que estão no chão, como os vermes.
No primeiro caso, os pequenos contraem naturalmente em contato com o ambiente, com tudo que colocam a mão – inclusive brinquedos que outras crianças podem ter posto na boca – e por estar perto de adultos ou de outras crianças, o que pode provocar contaminação pela saliva. São essas pequenas infecções que vão fortalecer o sistema imunológico. Neste caso a higiene deve ser normal, lavar as mãos antes das refeições e depois de brincar, quando estiver muito suja. “Não há necessidade de lavar com sabonete desinfetante. Um comum, de preferência neutro, resolve”, diz Siqueira. Para ele, as crianças devem brincar soltas, como gostam de fazer, porque, além de ser uma questão de saúde, é também de socialização e é necessário para crescerem psicologicamente saudáveis.
No segundo caso, quando mexem com terra, grama ou animais que não estejam vermifugados, as crianças podem ser contaminadas por vermes. Mas eles não mudam em nada a defesa do organismo e podem ser contraídos diversas vezes durante a vida, o que não significa que os pais devem impedir o contato dos filhos com esses ambientes. “Para controlar a infecção por vermes, as crianças devem tomar vermífugos a cada seis meses. Mas o que ajuda o sistema imune são os vírus e bactérias presentes no ar e não os organismos que estão na terra”, diz o imunologista do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná Nelson Augusto Rosário Filho.
A assistente social Renata Tassi dos Santos é um exemplo de mãe que deixa o filho livre, não fica o tempo todo regulando o que ele faz. O pequeno Arthur, de 3 anos, brinca no chão, na grama e na areia sem nenhum cuidado excessivo. “Sei que ele precisa vivenciar isso, que vai fortalecer as defesas. Claro que não é tudo que deixo colocar na boca. Quando está muito sujo, eu tiro e explico o porquê”, conta. Até hoje ele nunca teve qualquer doença infecciosa grave, apenas as comuns, como dor de garganta e gripe.
Fora do padrão
O infectologista do Hospital Pequeno Príncipe Victor Horácio de Souza Castro Júnior diz que a regra geral da imunidade vale para crianças saudáveis, mas não para as que sofrem de alergias, doenças que afetam o sistema nervoso – como paralisia cerebral –, Síndrome de Down, crianças soropositivas ou que estão fazendo quimioterapia. Para estas os cuidados são diferentes. Nestes casos a limpeza excessiva é recomendada, porque o organismo está mais debilitado e não tem o mesmo potencial de defesa.
(Fonte: Saúde-Gazeta do Povo)
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Pais querem ensinar os filhos a guardar, mas não poupam
Pais querem ensinar os filhos a guardar, mas não poupam
Embora queiram que os filhos aprendam a poupar, poucas são as famílias preocupadas em controlar as despesas domésticas.
A conclusão consta na tese de doutorado "Procedimentos utilizados pelas famílias na educação econômica de seus filhos", defendida neste ano por Valéria Cantelli, da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). Para o trabalho, foi realizada pesquisa com uma amostra de 270 famílias de uma cidade da Região Metropolitana de Campinas, com pelo menos um filho com idades entre três e 16 anos.
"O cofrinho de moedas e a caderneta de poupança, por exemplo, visam à educação dos filhos, mas mesmo essas ações não chegam a assumir um caráter pedagógico: as crianças não participam de etapas importantes deste processo, como registrar as entradas ou doações, acompanhar a ida ao banco e conversar sobre a regularidade e o objetivo dos depósitos - ações que fazem parte da dinâmica de socialização e resultam em uma maior educação econômica", diz Valéria.
Banalização da dívida
Em vez de incentivarem a poupança, as famílias de todos os estratos de renda se empolgam pelo acesso fácil ao crédito, banalizando as dívidas, o que ocorre principalmente entre a classe média.
De acordo com a autora da tese, o crédito é a saída encontrada por muitos pais diante da pressão da publicidade e dos filhos, situação que piora quando analisado o fato de que os pais de hoje foram criados em um período de inflação, quando era impossível fazer qualquer planejamento financeiro.
"Eles não foram preparados para lidar de forma mais inteligente com o dinheiro e muitos se sentem despreparados para ensinar os filhos a enfrentar os apelos do consumismo. Isso resulta em uma lacuna preocupante na formação das novas gerações, que extrapola o âmbito econômico e alcança uma dimensão ética: ao vincular a felicidade à aquisição de bens, o modelo social atual atrela a construção da identidade de crianças e jovens à ideia de que para ser, precisam ter".
(Fonte:Flávia Furlan Nunes)
Você se sente preparado para ensinar seus filhos a enfrentarem
os apelos do consumismo?
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quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Diagnóstico precoce é essencial para cura
Diagnóstico precoce é essencial para cura
Detectar o câncer de próstata no estágio inicial é essencial para que as chances de cura cresçam. O oncologista do Hospital Erasto Gaertner Luiz Antônio Negrão Dias afirma que, mesmo sendo um tumor agressivo, a descoberta no início faz com que a probabilidade de resolução do caso seja de quase 100%. “Se o tumor cresce e ocorre metástase, cai para 30%. Por isso fazer exames preventivos traz um benefício grande”.
A recomendação é que homens a partir dos 45 anos realizem o exame de toque retal e a medição do PSA (feita por exame de sangue e que mostra a elevação nos níveis de antígeno prostático específico, substância produzida pela próstata) uma vez ao ano. Quando existem casos na família, é indicado que essa prevenção seja antecipada e comece aos 40 anos. O médico explica que os exames rotineiros podem salvar vidas de homens com câncer agressivo (que se espalha rapidamente e gera metástase). O tumor na próstata, de acordo com ele, também pode ser latente (de desenvolvimento lento, que não ocasiona sintomas e que permite que o paciente viva com o tumor sem tratamento, apenas sendo monitorado).
Processo natural
O oncologista do Hospital Santa Cruz Rodrigo Rigo salienta que os exames são importantes porque não existe um fator específico para a causa (ao contrário do câncer de pulmão, onde o tabagismo está diretamente relacionado). “Faz parte de um processo natural e há chances mesmo que o estilo de vida seja saudável”. O tratamento é multidisciplinar e depende, diz Rigo, do estágio da doença. “Em alguns casos de câncer latente, a observação é a melhor conduta a ser tomada e o rumo da doença varia de acordo com o paciente”.
Remoção da glândula prostática é um dos procedimentos realizados em casos de câncer. O administrador de empresas e presidente da Associação Amigos da Próstata, de Curitiba, Álvaro Dito, 71 anos, passou pela cirurgia há nove e se curou da doença. Também não precisou complementar o tratamento com radioterapia ou quimioterapia. “Estava com a próstata 40% tomada. Hoje, mudei a alimentação e me cuido. Os homens tem de saber que um simples exame de sangue ajuda a descobrir e evitar muitas doenças”.
(Fonte: Saúde - Gazeta do Povo)
Exames preventivos traz grande benefício.
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TESTE: Como você lida com as dívidas?
TESTE:
Como você lida com as dívidas?
Você sabe que tipo de endividado você é? Para saber como você lida com as dívidas e de que forma pode melhorar sua vida financeira, faça agora o teste elaborado pela psicóloga Márcia Tolotti.
1) Nos últimos doze meses seus rendimentos foram utilizados para:
A. Pagar as despesas e investir o excedente
B. Pagar as despesas
C. Pagar quase todas as despesas e comprar alguns itens necessários
D. Não foi suficiente para pagar as despesas
2) No último ano a média de imprevistos financeiros foi de:
A. Não tive nenhum imprevisto
B. Tive 1 situação imprevisível
C. Tive em média 3 situações imprevisíveis
D. Tive inúmeros imprevistos
3) Você considera imprevisto:
A. Financeiramente, imprevistos não existem. sempre tenho uma reserva para qualquer emergência
B. Acidente
C. Curso de atualização
D. Troca de móveis e/ou eletrodomésticos
4) Sobre seus rendimentos qual é o percentual que você possui em empréstimos, financiamentos e/ou carnês?
A. Nenhum
B. Até 30%
C. Até 50%
D. Acima de 50%
5) Nos últimos dozes meses quantos empréstimos e/ou financiamentos você contraiu?
A. Nenhum
B. 1 vez
C. 2 vezes
D. Mais de 3 vezes
6) No último ano quantas vezes você utilizou o cheque especial, atrasou pagamentos e/ou parcelou o pagamento do cartão de crédito?
A. Nenhum
B. 1 vez
C. 2 vezes
D. Mais de 3 vezes
7) Quantas vezes você já teve seu nome incluído no SPC, Serasa, etc?
A. Nenhum
B. 1 vez
C. 2 vezes
D. Mais de 3 vezes
8) Qual é a época em que você, normalmente, faz compras?
A. Não tenho época definida
B. Quando preciso de alguma coisa
C. Quando vejo alguma promoção
D. Logo após o recebimento do salário
9) Nos últimos doze meses quantas vezes você comprou alguma coisa e não utilizou (vestuário, equipamento eletrônico, etc)?
A. Nenhum
B. 1 vez
C. 2 vezes
D. Mais de 3 vezes
10) Qual é o planejamento que você faz para rendimentos extras (13° salário, bonificação, comissão, divisão de lucros, prêmio, etc)
A. Analiso qual é o melhor investimento, considerando meu perfil de investidor
B. Separo uma parcela para pagar algumas contas e coloco o restante em uma aplicação segura
C. Compro algo que há muito queria
D. Não gosto de pensar antes de receber, na hora decido qual a melhor alternativa
Resultado
O resultado é apenas uma aproximação da sua situação financeira. Conte qual foi a maioria das letras que você assinalou e confira alguns dados do seu perfil.
Se você assinalou mais a letra A: parabéns, você não está endividado! Suas respostas mostram um elevado grau de educação financeira. A forma com que você lida com seus rendimentos está correta. Se você se dedicar, poderá se transformar em um grande investidor.
Se você assinalou mais a letra B: fique tranqüilo. Caso você esteja enfrentando uma situação de endividamento, provavelmente será passageiro. Embora você cometa alguns “deslizes”, você se enquadra no perfil do endividado passivo. Endividamento passivo é aquele causado por algum imprevisto, alheio à sua vontade. Mesmo assim, é importante que você amplie seu conhecimento em relação às finanças para fazer seus rendimentos se multiplicarem e evitar ficar à mercê de situações que podem ser prevenidas.
Se você assinalou mais a letra C: muito cuidado. Seu grau de endividamento é elevado e você está lidando com sua vida financeira de um modo arriscado. Seu conceito de imprevisto está equivocado e você se enquadra na categoria de endividado ativo, ou seja, ativamente você se envolve em alguma situação de endividamento. Você precisa rever urgente a forma com que está gerindo seus rendimentos e buscar instrução financeira. Além disso, é fundamental analisar quais são as motivações que levam você ao endividamento constante. É muito possível que alguma questão afetiva, consciente ou inconscientemente, esteja interferindo na sua relação com o dinheiro.
Se você assinalou mais a letra D: você está muito encrencado. Infelizmente, você atingiu o grau máximo de endividamento e não possui controle sobre sua vida financeira, e isso o torna refém das suas próprias atitudes. Seu perfil é de sobreendividado, ou seja, suas dívidas se sobrepõem umas às outras. Possivelmente, você escolhe – na sorte – qual credor vai pagar primeiro e isso já virou uma “bola de neve”.
Procure ajuda especializada, crie um planejamento para sair dessa situação e não desista. Endividamento é um processo, romper com ele também! Nesse caminho de sanar uma grande quantidade de dívidas, você enfrentará momentos difíceis, não apenas financeiros, mas afetivos. Procure manter o foco e não desistir dos seus propósitos.
(Fonte: Psicóloga Márcia Tolotti)
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segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Superbactéria
Superbactéria
Há algum exagero na dimensão que o noticiário em torno da "superbactéria" está ganhando. Médicos intensivistas brasileiros convivem com variedades de Klebsiella resistentes a antibióticos já há vários anos.
Essa, aliás, não é a única ameaça nesse quesito. Também rondam nossas UTIs outros representantes de floras patogênicas super-resistentes, difíceis de diagnosticar e tratar.
O processo pelo qual micro-organismos desenvolvem resistência é complexo. Começa na comunidade, com o uso pouco criterioso dos antibióticos (inclusive quando receitados por médicos), passa pelos hospitais superlotados, onde descuidos na antissepsia se somam a fatalidades biológicas, e pode eventualmente voltar para a comunidade.
Ao tomar um antibiótico mal prescrito, o paciente acaba selecionando linhagens de bactérias com maior resistência natural à droga. Como as infecções típicas da comunidade não são muito graves -boa parte delas se cura mesmo sem remédios-, o fenômeno tende a passar relativamente despercebido.
Um dia, entretanto, esse paciente vai parar no hospital, onde deixa exemplares de sua flora mais resistente. Além das mutações, bactérias, mesmo não aparentadas, têm a capacidade de trocar entre si fragmentos de DNA (plasmídeos), inclusive os genes responsáveis pela resistência. É nesse ambiente que se formam as superbactérias.
Embora seja um processo lento e ainda pouco conhecido, essas linhagens super-resistentes podem voltar para a comunidade. Médicos generalistas brasileiros já têm de lidar com casos de tuberculose e gonorreia bem mais difíceis de tratar do que no passado. As doses de medicamentos usadas para debelar várias infecções comuns também tiveram de ser aumentadas ao longo do tempo.
O surgimento de resistência a antibióticos é um fenômeno previsto pela biologia, mais especificamente pela teoria da seleção natural. É algo que deve preocupar cientistas, médicos e autoridades sanitárias, mas é bastante improvável que as variedades atualmente em circulação assumam proporções epidêmicas da noite para o dia. Não há, portanto, razão para preocupações exageradas.
(Fonte:Assprevisite-Saúde)
Você também acredita ser um exagero a dimensão do noticiário em torno da Superbactéria?
Que você tenha uma ótima semana!
Até breve!
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Planejamento é a chave para 13º salário render
Planejamento é a chave para 13º salário render
O fim do ano se aproxima e com ele entra também dinheiro extra na conta dos trabalhadores que recebem o 13º salário. Presentes de Natal, viagem de férias, despesas com impostos e contas a pagar. Com planejamento financeiro, é possível fazer bom proveito desse recurso extra e não começar 2011 no vermelho.
Na casa da família Davini, todo fim de ano é programado para que o 13º pague uma viagem de réveillon. “Como gostamos muito de viajar e todos conseguem dias de folga nessa época, o 13º salário vai bancar uma viagem. Este ano, o destino será a África do Sul”, conta a empresária Silvana Santoliquido Davini. Para garantir recursos para a viagem, os Davini fizeram algumas economias e planejamento desde o início do segundo semestre. “Este ano não vamos fazer amigo secreto no Natal para economizar e poder usufruir esse dinheiro dos presentes na viagem.”
Os especialistas em finanças pessoais afirmam que o planejamento é mesmo essencial para quem pretende aproveitar o dinheiro extra do fim de ano da melhor maneira – seja o 13º salário ou os bônus (participação nos lucros e resultados das empresas pagos nesse período). “Não é porque o dinheiro não estava no planejamento mensal que se pode gastar de qualquer forma. O ideal é se planejar para gastá-lo de forma organizada”, explica Fabiano Guasti Lima, pesquisador do Instituto Assaf, especializado em análises econômicas e financeiras.
No entanto, a forma de gastar esse salário a mais vai depender da situação financeira de cada um. “Se tem dívidas, não há dúvida. Use esse dinheiro para pagar o que está devendo”, afirma Otto Nogami, professor de Economia da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap).
No caso do trabalhador que tem as contas em dia, mas não fez reservas para o fim de 2010 e começo de 2011, o 13º pode ser usado para pagar os presentes de Natal, gastos com as festas, os impostos (IPVA e IPTU) e despesas de começo do ano, como matrícula e material escolar. Segundo o professor de finanças do Insper, Ricardo Rocha, vale a pena pagar os impostos à vista. “Nenhuma aplicação rende o mesmo que os descontos que serão dados no começo do ano”, diz.
Uma parte desse dinheiro extra também pode ser usado em investimentos. A recomendação dos especialistas consultados pela reportagem é guardar pelo menos 25% do valor recebido para aplicações, a mesma regra indicada no caso da renda mensal recebida pelo trabalhador.
(Luciele Velluto - O Estado de S.Paulo)
E você, já fez planos para o seu 13º salário?
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sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Regras para evitar a automedicação
Regras para evitar a automedicação
Resolução muda no balcão das farmácias na hora de comprar remédios.
Muita gente tem o costume de se automedicar, o que é um hábito muito errado. Às vezes a mãe ou pai indicam um remédio e a gente acaba tomando. Só que geralmente não faz efeito.
E aí que está o perigo. Só quem pode indicar um medicamento é o médico. A situação fica ainda mais perigosa quando se trata de antibióticos. Agora uma medida da Anvisa, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, estabelece regras para evitar a automedicação. As mudanças, que atingem diretamente as farmácias, devem entrar em vigor ainda nessa semana.
Karina Santos não esconde o comportamento perigoso. Já tomou antibiótico por conta própria várias vezes. A auto-medicação coloca em risco o sistema imunológico. O médico Claudio Campos Jr. Explica que o uso de antibióticos sem orientação só potencializa a ação das bactérias.
A partir de agora uma resolução da Anvisa vai tornar a venda de antibióticos mais rígida e segura. Na hora de comprar o remédio uma das vias da receita vai ficar retida na farmácia. A mudança também deverá constar na embalagem.
Quatro tipos antibióticos serão controlados pela anvisa: amoxicilina, azitromicina, cefacexina e sulfametoxazol. As farmácias terão trinta dias para se adequar. A mudança agrada quem sabe a importância de cuidar da saúde.
(Fonte:Tem Mais)
O que você achou desta nova resolução da Anvisa?
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