quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

José Q Brou

Bom dia! O vídeo abaixo foi postado na última sexta-feira, mas, devido ao sucesso e comentários a respeito do mesmo, estamos postando novamente! Confira a história do José Q Brou e veja o que aconteceu com ele após a sua aposentadoria. Ele tentou ajudar seus parentes e... Vale a pena assistir! Comente este vídeo logo abaixo, QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA QUINTA-FEIRA!

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Gelada tentação

Imagine aquela taça saborosa de sorvete ou de frozen yogurt com muita calda e confeitos de diversos tipos, com direito a chocolate e mashmallow. E que tal um picolé coberto com chocolate e amendoim? Delicioso, não? Pois saiba que, supercalóricas e ricas em gorduras, essas combinações podem minar sua dieta no verão. Especialistas dizem que o melhor é optar pelos gelados servidos sem acompanhamento de guloseimas. Veja a comparação: Sorvete Feitos à base de leite integral, os cremes são ricos em proteínas e excelentes reforços para quem quer manter a saúde dos ossos e dentes. Uma bola tem 80 miligramas de cálcio, a mesma quantidade encontrada em meio copo de leite (o ideal é que um adulto consuma mil miligramas desse nutriente por dia). Mas a nutricionista do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e conselheira do Conselho Regional de Nutricionistas do Paraná (CRN-PR), Denise Johnsson Amaral, explica que o consumo exige cuidado, já que muitos gelados têm altas taxas de gordura saturada e são bastante calóricos. “Duas bolas de sorvete têm cerca de 200 calorias. Podem ser uma opção de lanche no meio da tarde, substituindo sanduíches e salgados.” Para quem quer fugir dos quilinhos extras, vale a pena apostar em sorvetes light e com 0% de gordura, que têm baixo valor calórico, e fugir dos que têm acréscimo de pedaços de chocolate e amendoim. Como o verão é época de frequentar bufês de sorvete, o melhor é manter distância de caldas, coberturas e confeitos. “E não adianta escolher um sorvete light ou sem gordura e caprichar nas guloseimas como acompanhamento. O melhor é comer o sorvete puro ou acrescentar frutas frescas”, orienta Denise. E até a aparentemente inofensiva casquinha merece atenção. “Cada uma tem 75 calorias, então é bom não exagerar”, comenta a nutricionista com experiência em gelados comestíveis Flávia Pauluk. Picolé Na hora de escolher, prefira os mais simples e com sabores de frutas. “Como não têm leite, não têm proteínas e cálcio, mas são menos calóricos”, explica a nutricionista Denise. A diferença para os sorvetes é grande, já que os picolés de frutas têm entre 50 e 70 calorias, a mesma quantidade encontrada em uma maçã, além de contarem com taxas significativas de vitaminas. Quanto aos picolés à base de leite, a palavra de ordem é moderação, principalmente com aqueles que têm acréscimo de amendoim e chocolate. “Eles têm entre 200 e 300 calorias por unidade, ou seja, cada um equivale a quase seis picolés de fruta, e ainda têm grande quantidade de gorduras”, diz a nutricionista Flávia. Frozen yogurt Tendência neste verão entre aqueles que querem manter o peso em dia, é feito à base de iogurte desnatado, o que garante 0% de gordura em sua composição e uma baixa quantidade de calorias.“Ele é ótimo porque concilia as vantagens do sorvete com as do picolé de frutas. Cada bola tem apenas 40 calorias, quase o mesmo índice do picolé, mas com uma quantidade significativa de cálcio, bem próxima da encontrada no sorvete”, comenta Denise. Na hora de servir o frozen, fuja das tentações e substitua coberturas doces, confeitos, biscoitos, chocolate e amendoim por frutas frescas. “Assim, a pessoa garante um lanche leve, saudável e pouco calórico”, diz Flávia. Outra opção é apostar em granola. “Com ela, a pessoa consome uma boa quantidade de fibras, o que, entre outras coisas, facilita a digestão.” De olho no rótuloFicou na dúvida na hora de pedir um sorvete, picolé ou frozen yogurt? Então sempre leia o rótulo dos produtos para identificar e opte pelos que têm menos calorias e gorduras e taxas maiores de cálcio e vitaminas. “Mesmo no caso dos sorvetes e frozens servidos em bufês, as empresas têm que apresentar a ficha de composição desses alimentos quando o cliente solicitar”, explica a nutricionista Denise Johnsson Amaral. (Fonte: Gazeta do Povo - Rafaela Bortolin) Humm..Um sorvetinho com este calor cai muito bem! Mas para os que querem manter o peso... De olho no rótulo das tentadoras embalagens!
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Até breve...muito breve.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

O peso da idade

O arrojo dos jovens e a sabedoria dos mais velhos devem formar a parceria necessária. A preocupação com a velhice é natural e bastante comum porque, à medida que a idade avança, nossa compreensão do tempo que nos resta é maior. Mais difícil é aceitar que seremos inexoravelmente substituídos. No trabalho, envelhecer, para muitas pessoas, também é tão angustiante quanto traumático. Tudo advém de preconceitos históricos arraigados nas sociedades e nas organizações; basta lembrar-nos do provérbio latino senectus et morbus (a velhice é uma doença). O medo de perder emprego, com as inseguranças existentes no Brasil, ainda há muito que avançar, já tirou o sono de muita gente e, segundo pesquisas, é a maior preocupação dos brasileiros. A nossa cultura ocidental valoriza muito as aparências e o vigor físico, em detrimento do conhecimento, da experiência e da sabedoria. Em muitos países do Oriente, onde há maior espaço para contemplações e reflexão, parece que o trinômio nascer/envelhecer/morrer é melhor compreendido. Nesses lugares, a sabedoria, seja pelo conhecimento ou, sobretudo, pela intuição dos mais velhos, é muito mais valorizada, inclusive, pelos próprios jovens, e tais conceitos estão também nas gerências empresariais. No Brasil, muitos jovens ficam de olho no lugar dos mais velhos e até conspiram contra eles. Competição é inevitável e sempre vai existir. O que não se pode é recorrer à deslealdade com insinuações maldosas do tipo “fulano está ultrapassado, já passou seu tempo”. O Estatuto do Idoso (Lei 10.741/2003) foi um avanço, reconhecemos. O idoso está sendo mais respeitado nas repartições públicas, nos transportes urbanos, agências bancárias, supermercados etc. Até mesmo a Justiça, por conta do estatuto, tem agilizado processos que envolvem os mais velhos. Nas empresas, entretanto, esses conceitos não estão exercitados na plenitude ou de forma humanizada, como se espera. É só vislumbrar uma crise econômica que os empresários pensam, primeiramente, em dispensas de empregados. As primeiras vítimas são os “mais velhos de casa” e, sempre com a justificativa de que estão cansados, superados profissionalmente por não se reciclarem ou, até mesmo, que estão perto de aposentar-se. Empresas que adotaram esse expediente, inclusive as de grande porte, na última crise de 2008, sentiram o erro que cometeram. A grande reativação da economia em 2010, com carência de pessoal qualificado, em todas as áreas, fez com que elas saíssem à procura dos “velhinhos” para readmissão, visto que os novos não davam conta do trabalho. O grande castigo foi a constatação de que muitos não aceitaram voltar, porque se sentiram humilhados com a dispensa e procuraram receber valorização profissional em outras empresas, ou porque montaram seus próprios negócios. A lacuna em 2011 continua grande. Penso que o melhor não é ainda a competição nas organizações, por mais leal que seja, mas compartilhar as qualidades de cada um para suprir as deficiências do outro. O arrojo dos jovens e a sabedoria dos mais velhos não só podem, como devem, formar a parceria necessária para o sucesso empresarial. (Fonte:Gilson Fonseca - Estado de Minas) O último parágrafo é um ótimo resumo desta matéria; Comente logo abaixo!
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Nutrição infantil sem traumas

Em cinco anos de pesquisa, que resultou no livro Pequeno Gourmet (editora Íthala, R$ 89,70), a nutricionista pós-graduada em nutrição clínica Graça Gabriel se deparou com pais preocupados e interessados em ensinar bons hábitos alimentares aos seus filhos. As dúvidas de como introduzir alimentos saudáveis na dieta dos pequenos, quais seus benefícios durante a infância, falta de apetite, além de receitas e dicas práticas, fazem parte do guia alimentar, que pretende ajudar pais e educadores na difícil tarefa de iniciar ou mudar os hábitos alimentares dos jovens. Confira a entrevista completa: Quais as principais recomendações aos pais preocupados com a alimentação dos filhos? A partir dos 6 meses, quando começa a alimentação sólida, é importante oferecer uma grande variedade de alimentos, o que facilita a introdução de novos alimentos mais tarde. Dos 2 aos 6 anos, deve-se manter o pulso firme e não ceder às vontades deles, para não perder tudo o que foi feito antes. Qual é o papel de pais e professores na formação do hábito? Eles são os maiores responsáveis. O que acontece hoje é que os pais estão deixando às crianças o papel de ditar as regras na alimentação, e não o contrário. O problema é que elas não conseguem fazer distinção entre o que é saudável ou não. São os pais que precisam dispender tempo e tomar as rédeas da situação. Quais os piores erros que os pais cometem? Um deles é colocar uma quantidade muito grande de comida no prato da criança. Ela acha que nunca vai conseguir terminar, fica nervosa e nem tenta comer. Esse cabo de guerra vira uma tortura. O correto é servir aos pouquinhos, ver se ela aceita bem e acrescentar até ela dizer “não”. Existe uma quantidade ideal de comida para cada idade e que deve ser respeitada. Outro erro é não ter controle do horário das refeições. Fixar horários elimina metade dos problemas com a alimentação. Qual é a melhor maneira de fazer com que elas se alimentem bem? Mudando os hábitos da família toda. Não adianta querer que as crianças comam de maneira saudável se esses alimentos não estão na mesa. É preciso oferecer frutas, legumes, produtos integrais e dar o exemplo: as crianças aprendem olhando os pais. Outro problema é a resistência em relação ao modo de preparo. Por isso, os pais têm que testar outras receitas, por várias vezes. Aconselho que insistam em um alimento de oito a dez vezes. O problema é que muitos pais não têm paciência para fazer com que aquele alimento seja incluído nas refeições. (Fonte:Cláudia Celli, especial para a Gazeta do Povo) E você, como cuida da alimentação de seus filhos? Comente logo abaixo! Até breve...muito breve!
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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Brasileiros fora do sistema bancário

Quase 40% da população brasileira não está integrada a nenhum tipo de sistema bancário, revelou pesquisa do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgada na semana passada. Em tese, os 39,5% que não possuem conta bancária estão mais presentes, segundo o instituto, nas regiões menos desenvolvidas do País: Norte e Nordeste. Na primeira, 50% de seus moradores não têm vinculo algum com uma agência bancária. Na outra, esse número salta para 52,6%. Em uma base comparativa com a região Sul, por exemplo, esse percentual cai para 30%. Exclusão Dos entrevistados que não possuem conta bancária, as mulheres com menos de 24 anos, pessoas com o Ensino Fundamental completo, trabalhadores com renda de até dois salários mínimos e residentes nas regiões Norte e Nordeste são os que mais desejam tê-la. Já entre os que avaliam estar inseridos no perfil-alvo dos bancos, estão os jovens de ambos os sexos, pessoas com o Ensino Fundamental completo e trabalhadores com renda de até cinco salários mínimos. Novamente, Norte e o Nordeste aparecem nessa configuração. Perfis Ainda de acordo com a pesquisa, observa-se que o público masculino tem a maior participação no sistema bancário no País, sendo que 66% deles têm conta há mais de cinco anos, ante 55,5% das mulheres. Com relação à idade, os principais clientes de bancos estão situados na faixa de 35 a 44 anos (66,1%). A menor parcela, por sua vez, se dá entre os jovens de 18 a 24 anos, com participação de 51,9%. Quanto à renda, seus resultados estão associados ao nível de escolaridade, ou seja, quanto mais avançado, maior o índice de inclusão no sistema bancário brasileiro. Análise De acordo com os especialistas do Ipea, a quantidade de excluídos no sistema bancário brasileiro merece atenção. Tratam-se de pessoas de baixa renda e de pouca escolaridade, mas que representam importante parcela na economia do País. O instituto ressalta ainda a importância de se criar produtos e serviços específicos para esta fatia da população, de modo a incorporá-la ao sistema bancário. (Fonte: InfoMoney) Comente esta pesquisa realizada pelo IPEA! Aguardamos o seu comentário. QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA TERÇA-FEIRA! /*--*/

Conheça os chás que auxiliam na digestão

Chá de boldo, de menta, hortelã, camomila, erva-doce, etc. Quem nunca tomou um deles depois de exagerar no almoço ou comer aquela feijoada que não caiu bem? Por ser feito basicamente de água e ervas, o chá hidrata e causa uma sensação de bem-estar. "As infusões (quando se coloca folhas, flores ou frutas em água quente) ajudam na digestão, aceleram o metabolismo, combatem o inchaço e até cortam o apetite quando ele perde o limite", afirma o consultor farmacêutico Kali Rafael Nardino, da Divine Shen. Erva-doce, carqueja, espinheira-santa, chapéu-de-couro, jurubeba, abacateiro, cavalinha e bugre cortam a fome fora de hora, segundo Nardino. "Mas precisamos levar em conta a qualidade da matéria-prima, que é determinada principalmente pela forma de cultivo, procedência, processamento e armazenagem", diz o farmacêutico, que também recomenda o consumo de chá branco. "Ele ajuda a desinchar, desintoxicar e acelerar o metabolismo, facilitando a queima de gordura. A vantagem é que faz tudo isso de maneira mais intensa e com sabor bem suave", afirma. Já a nutricionista funcional Daniela Jobst, recomenda o chá verde como um ótimo digestivo, já que ativa a produção de ácidos estomacais. Na lista das plantas conhecidas como digestivas estão hortelã, menta, hibisco, psilium, cáscara-sagrada, zedoária e fucus. Essas infusões são ótimas de serem consumidas depois das refeições. Um velho conhecido do sistema digestivo é o boldo, também chamado popularmente como boldo-do-chile. Suas folhas são usadas na medicina popular para tratamento de problemas digestivos e hepáticos. "Mesmo sendo muito comum entre a população, alguns estudos toxicológicos sugerem que o chá de boldo deve ser consumido com moderação e cuidado, além de ser proibido na gravidez porque ameaça a saúde do bebê", diz o farmacêutico. Segundo a nutricionista da equipe médica do Dieta e Saúde, Erica Lopes, uma xícara de chá quente depois das refeições ajuda a fazer digestão. "Escolha o chá de sua preferência, independente do sabor, já que é a quentura do mesmo que favorece a boa digestão. Além disso, dissolve gorduras e diminui a formação de gases", garante. Riscos para saúde De acordo com levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS), 80% da população utilizam chás ou remédios naturais, fazendo uso da medicina popular para tratar doenças. O grande problema, no entanto, é o uso em excesso que, segundo especialistas, é difícil mensurar. Sendo assim, para evitar riscos, uma dica é não substituir a ingestão de água ou outros líquidos pelos chás exclusivamente. Indica-se, ainda, variar as ervas utilizadas e evitar infusões muito concentradas. Gestantes devem consultar o médico antes de consumir chás, já que algumas plantas podem ser abortivas. (Fonte: Minha Vida – Uol) Já tomou um cházinho hoje? Vale a pena investir neste líquido. Sua saúde agradecerá! Comente esta matéria logo abaixo! Até breve...muito breve! /*--*/

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Tire o pé da lama em 2011

Um planejamento financeiro bem-sucedido é o segredo para não ficar dependendo de dinheiro caído do céu na hora de equilibrar receitas e despesas. Pode não ser uma transformação tão radical, mas, com disciplina e os instrumentos certos, é possível deixar as dívidas para trás e passar a investir. O processo, segundo o planejador financeiro Jurandir Sell Macedo, professor de Finanças Pessoais da UFSC, é similar àquele ao qual se submete uma pessoa que está acima do peso. “Precisa de esforço pessoal como cortar guloseimas e frituras, além de fazer exercícios. E, quando alcançar o peso desejado, precisa ter reeducação alimentar para não retornar ao estágio anterior”, observa. “Para sair do endividamento é a mesma coisa: precisa cortar supérfluos e desperdícios. Depois, o planejamento financeiro se faz necessário. É preciso esforço, pois não existe milagre”, ensina. A explicação é necessária porque, quando se trata de dinheiro, muitos parecem acreditar na multiplicação mágica dos recursos. E isso não ocorre por ingenuidade, mas por uma relação desigual entre consumidor e os muitos fornecedores de crédito – sejam lojas, bancos, financeiras, concessionárias de automóveis ou outros. “A gente não faz nenhum curso para aprender a comprar, mas toda essa indústria estuda profundamente a sociedade e as formas de vender seus produtos e serviços”, observa a economista Ana Paula Mussi Cherobim, professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e coordenadora do Laboratório de Orçamento Familiar criado pela instituição. Inadimplência O resultado dessa assimetria (termo econômico que define situações em que um dos agentes detém maior poder do que o outro) pode ser vista nas estatísticas. Desde 1988, apenas nove vezes o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) teve mais de 500 mil novos registros de devedores inadimplentes no mesmo mês. Destas nove ocasiões, cinco foram em 2010 (março, abril, agosto, outubro e novembro). É verdade que há hoje mais crédito para a pessoa física do que em qualquer outro momento na história do Brasil – desde 2007 o volume mais do que dobrou –, o que serve simultaneamente como atenuante e como alerta para os riscos do crédito fácil. “Hoje você pode pegar dinheiro emprestado no caixa automático do banco, ou então por telefone, ou até no portão de casa. É descomplicado e rápido, e faz a gente gastar o que não tem”, descreve Ana Paula. Ela diz que as pessoas andam eufóricas com essa situação, que lhes permite um patamar de consumo que não era possível até há pouco. “É muito antipático chegarmos nós, os financistas, dizendo: ‘Não, gente, vocês não devem se endividar desse jeito’. Ninguém vai escutar”, lamenta. Por isso ela seguiu outra linha, dedicando-se a estudar o que faz com que as pessoas gastem. Daí surge a sua dica para quem está querendo livrar-se das dívidas: faça perguntas. “Pergunte por que você precisa fazer essa compra. Por que você precisa dessa tevê, desse carro. Isso nos faz ser mais seletivos com os gastos”, aconselha. Desperdício Outros especialistas pensam da mesma forma, e sugerem ao consumidor avaliar seu próprio comportamento para saber se os gastos são com necessidades ou com status. “As pessoas têm de cuidar para não investir em sonhos que não serão úteis. Gasto com status é um grande desperdício”, afirma o analista de investimento Leandro Martins, autor de Aprenda a investir – saiba onde e como aplicar seu dinheiro (editora Atlas, 280 páginas, R$ 39). Um exemplo desse “grande desperdício” é dado pelo professor Macedo, da UFSC. Praticante de mountain bike, ele foi trabalhar tempos atrás de bicicleta – uma bela magrela, com amortecedores, freios especiais e outros atributos especiais para a prática desportiva. Encontrou um colega que ficou impressionado com a bicicleta e perguntou detalhes, observando que precisava de uma para se exercitar. Dias depois, apareceu com sua nova aquisição: uma bicicleta cara, cheia de equipamentos para prática de ciclismo de aventura, caríssima. “Mas ele só ia usar no calçadão! Podia ter comprado uma bicicleta excelente pela metade do preço”, comenta. Mas o que o moveu, provavelmente, foi a vontade de ter uma “máquina” que chamasse atenção e lhe desse mais status. No fundo, a gestão financeira é um assunto quase filosófico. “A base é repensar os valores da vida”, arrisca o consultor Raphael Cordeiro. “É preciso ter em mente que os recursos são limitados e que você nunca vai ter dinheiro para fazer tudo o que quer”, acrescenta. Cordeiro sugere listar prioridades pessoais, e estar sempre pronto para o conflito. “Vai ter uma hora em que a pessoa terá de decidir se dá mais importância à sua aposentadoria, no futuro, ou à sua tevê a cabo, aqui e agora”, diz. (Fonte: Franco Iacomini e Carlos Guimarães – Gazeta do Povo) É preciso se planejar sempre e se perguntar:
"Eu realmente preciso disto que estou comprando?"
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QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA SEGUNDA-FEIRA
E UMA EXCELENTE SEMANA!
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