Osteopenia é o termo médico usado para designar a baixa densidade óssea.O diagnóstico indica que o paciente pode estar em risco de desenvolver uma forma mais grave de enfraquecimento dos ossos, a osteoporose, informa a Fundação Nacional da Osteoporose.
Caso você já sofra de osteopenia, é hora de proteger ainda mais seus ossos contra o enfraquecimento. Quanto mais baixa a densidade óssea, maior o risco de sofrer uma fratura.
A Fundação Nacional de Osteoporose sugere realizar exercícios de peso, ingerir bastante cálcio e vitamina D, limitar o consumo de álcool e evitar o fumo.
Algumas pessoas que sofrem de osteopenia podem precisar de medicações para estabilizar ou reverter a perda de massa óssea. Talvez seja também necessário realizar consultas médicas e exames de densitrometria óssea com mais frequência.
Consulte seu médico sobre o que pode ser recomendado para o seu caso.
(Fonte: The New York Times)
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quarta-feira, 2 de março de 2011
Compreendendo a osteopenia
Osteopenia é o termo médico usado para designar a baixa densidade óssea.O diagnóstico indica que o paciente pode estar em risco de desenvolver uma forma mais grave de enfraquecimento dos ossos, a osteoporose, informa a Fundação Nacional da Osteoporose.
Caso você já sofra de osteopenia, é hora de proteger ainda mais seus ossos contra o enfraquecimento. Quanto mais baixa a densidade óssea, maior o risco de sofrer uma fratura.
A Fundação Nacional de Osteoporose sugere realizar exercícios de peso, ingerir bastante cálcio e vitamina D, limitar o consumo de álcool e evitar o fumo.
Algumas pessoas que sofrem de osteopenia podem precisar de medicações para estabilizar ou reverter a perda de massa óssea. Talvez seja também necessário realizar consultas médicas e exames de densitrometria óssea com mais frequência.
Consulte seu médico sobre o que pode ser recomendado para o seu caso.
(Fonte: The New York Times)
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Avós cada vez mais atuantes na rotina dos netos
Com a rotina corrida de grande parte dos pais, e mães, de família, que passam a maior parte do dia fora com obrigações entre trabalho e estudo, os avós estão cada vez mais atuantes no dia-a-dia dos netos.
De acordo com a tese de mestrado "Meu tempo, seu tempo: refletindo sobre as relações intergeracionais a partir de uma intervenção no contexto escolar", realizada com 74 adolescentes de 12 a 19 anos e defendida, em 2007, pela psicóloga Jacqueline Marangoni, da Universidade de Brasília (UnB), os avós do século 21 já podem ser considerados responsáveis pelo sustento das crianças, mesmo ganhando aposentadoria de baixo valor da Previdência Social.
Novo papel
No início do século 21, os idosos passaram a ter uma participação mais ativa na educação e no sustento dos netos. Na verdade, a situação econômica exige que as mulheres deixem o contexto familiar e trabalhem. Por isso, os avós passam a cuidar dos netos durante um período do dia ou integralmente.
E a tarefa de cuidar em tempo integral é onerosa, principalmente porque, em alguns casos, a aposentadoria social é responsável pelo sustento da família. Quando o avô cuida integralmente, ele é chamado de "pai substituto" e paga tudo que o neto precisa.
Mas quando é em tempo parcial, ele ajuda com o essencial. Se a conta de luz está atrasada e os pais só vão conseguir o valor no final do mês, por exemplo, eles recorrem aos avós, que já têm o dinheiro da aposentadoria garantido, revela o estudo.
Ajuda financeira
A tese, baseada em dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mostra que, enquanto em 1991 cerca de 2,5 milhões de netos eram sustentados pelos avós, em 2000 este valor subiu para 4,2 milhões. Segundo a pesquisa, para os próximos anos, ele tende a aumentar ainda mais.
Pesquisa da Brasilprev, que analisou o perfil dos investimentos nos planos de previdência privada para menores da instituição, revelou que os avós, com 7%, são os segundos no ranking dos que mais adquirem planos, atrás apenas dos próprios pais (89%), que são a maioria. Tios e padrinhos aparecem na sequência, somando 4% da compras.
O principal objetivo é garantir que, quando o menor completar 21 anos, poderá resgatar os recursos acumulados para a realização de algum projeto ou manter as contribuições.
Expectativa de vida x planejamento
Para a psicóloga, o aumento da expectativa de vida está favorecendo a relação entre avós e netos. Eles acompanham as crianças até a fase adulta, inclusive com relação às finanças, criando a chamada transferência intergeracional de renda.
(Fonte: Finanças Práticas)
Comente sua relação com seu neto, ou como pretende se
relacionar com ele em relação à educação financeira.
Até breve...muito breve!
terça-feira, 1 de março de 2011
Jogos eletrônicos estimulam recuperação de pacientes
O videogame já foi inimigo da saúde, culpado por obesidade, sedentarismo e até por incentivar a violência. Mas alguns hospitais notaram que ele pode ajudar a recuperar desde lesões na medula até transtornos do impulso.
Foi o caso de um hospital de Barcelona, na Espanha, que desenvolveu o jogo "Islands", para tratar pessoas com comportamentos compulsivos, como vício em jogos e distúrbios alimentares.
Sensores captam as reações fisiológicas do jogador e ele só prossegue se agir com autocontrole diante dos desafios propostos no jogo.
No Brasil, a rede Lucy Montoro, ligada à Secretaria Estadual de Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, tem uma proposta similar, mas voltada a quem tem problemas motores.
Na unidade da Vila Mariana, fisioterapeutas usam jogos como "Wii Fit" "Wii Sports" como complemento da terapia tradicional em pacientes com derrame.
Os jogos, para Nintendo Wii, são vendidos para o público geral, mas os médicos notaram que as tarefas exigidas, como se equilibrar e executar posições de ioga, podem ser terapêuticas.
(Fonte: Folha.com – Guilherme Genestreti)
Qual a sua opinião em relação aos jogos eletrônicos para a
recuperação de pacientes? Comente,
QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA TERÇA-FEIRA!
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Independência financeira: uma questão de opção
Costumo sempre defender que a diferença entre as pessoas financeiramente bem sucedidas e aquelas que lutam para manter-se em dia com suas despesas está na definição e sustentação de metas e objetivos inteligentes e capazes de motivar toda a família a ver, no controle financeiro, o suporte necessário para manter seu padrão de vida e garantir um futuro tranquilo. Mas, é claro, isso já não é novidade para o leitor que há muito tempo me conhece.
Não raro, ao levar a discussão para ambientes onde a presença de poupadores, consumistas e investidores se mistura de forma amistosa, tenho a impressão de que muitos ainda não compreenderam bem a simples e eficiente lógica da auto-motivação proveniente do esforço pessoal em busca de uma meta - ato que muda totalmente a frágil relação entre o que se pretende ter e aquilo que realmente se faz necessário.
Logo que a conversa esfria e os argumentos passam a ser interpretados de forma mais ou menos racional, questões inteligentes aparecem para elevar o envolvimento de todos:
Que significado o objetivo deve ter para significar tanto a ponto de incutir disciplina e motivação para respeitá-lo?
Por que é difícil associar uma meta à necessidade de poupar dinheiro?
Como resistir aos apelos de consumo enquanto se investe nos projetos futuros?
Juntos podemos debater as questões por horas a fio. Você certamente tem argumentos suficientes para justificar inúmeras de suas decisões financeiras e eu outros tantos para questioná-lo sobre janelas onde parte dos esforços poderia estar sendo destinada a projetos de médio e longo prazo. Portanto, as questões levantadas devem servir apenas como pontos pessoais de reflexão. Quero dizer, não há certo e errado.
Abordemos então a questão prática. Como sugestão, falarei um pouco sobre as atitudes e hábitos que mudaram minha vida financeira e garantiram, em pouco tempo, a liberdade advinda da independência financeira. Antes, porém, um alerta: não se trata de uma fórmula de abundância ou riqueza, mas de coragem para quebrar a rotina e incluir, definitivamente, o dinheiro no seu dia-a-dia.
1. Eu não sou vítima!
Comecei assim, ainda jovem e enfrentando os estudos na universidade. Decidi, então, que nada na minha vida seria uma simples coincidência ou golpe de sorte. Assimilei a filosofia tão insistentemente trabalhada por minha família de que sucesso significa ver na sorte uma combinação de talento, vontade e oportunidade.
Em suma, assumi que jamais poderia culpar alguém ou algo por estar sem dinheiro ou sem poder realizar este ou aquele objetivo. Minha situação financeira é uma consequência de meus atos e decisões. Então por que pagar caro por qualquer produto? Por que comprar o momento enquanto é possível investir para garanti-lo por muito tempo? Eu tinha muitas perguntas, mas pouco dinheiro. Faltavam metas concretas e inteligentes.
2. O que eu quero?
Motivado, eu precisava de razões fortes para deixar de consumir. Duas importantes lições mudaram minha maneira de administrar minha vida financeira e, principalmente, minhas decisões de investimento, até então muito conservadoras:
Senso de urgência. Compreendi que nem tudo precisa ser realizado e vivido agora, na hora, e que o futuro chega. A sensação de realização e tranquilidade que acompanha o bem trabalhado senso de urgência é fundamental para que os esforços no presente não disputem atenção com os objetivos futuros;
Prioridades. Lidar com a frustração também foi uma importante herança familiar. Ouvir "não" dos pais em momentos cruciais contribuiu para que eu me acostumasse a conviver com a realidade dos negócios e da profissão. Finalmente compreendi que abrir mão de alguns desejos momentâneos não é grande coisa.
Só depois dessas mudanças consegui definir claramente metas e objetivos para a vida que passava efetivamente a controlar. Tudo escrito, revisto, discutido e priorizado. Faltava ainda o dinheiro e as ferramentas.
3. Quanto custa?
Sabendo o que queria, decidi que era hora de "precificar" cada uma das metas. A ideia era simples: eu precisava trazer o desejo para a vida real, sabendo em detalhes quanto de trabalho seria necessário para chegar lá. Nada de dinheiro emprestado, eu queria ver cada centavo sendo usado para vencer, convencer a mim mesmo de minha capacidade de respeitar meu dinheiro.
A ideia de avaliar quanto de trabalho será necessário, esquecendo as possibilidades dadas pelo crédito fácil, cria o comprometimento necessário para respeitar de forma definitiva o poder que passei a exercer sobre minhas decisões econômicas.
4. Com que dinheiro? Em quanto tempo?
Com o objetivo bem definido, corretamente avaliado e respeitado, fica faltando o essencial: disciplina. Ah, você pensou que o fundamental era o dinheiro? Nada disso! Ele é importante e faz parte do processo, mas para que se transforme em algo de valor é importante que você compreenda seu poder - especialmente quando usado ao lado do tempo.
Aprendi a respeitar o poder dos juros compostos e incorporei o investimento mensal voltado para meus objetivos. Desde então, em todo mês invisto pelo menos 30% das minhas receitas em projetos e metas pessoais (de curto, médio e longo prazo). Independente do que aconteça, este plano continuará sendo respeitado. Sempre.
Ufa! O artigo ficou longo, mas eu decidi publicá-lo mesmo assim. Falei com sinceridade das mudanças de atitude que possibilitaram a sustentabilidade de minha vida e as alegrias de desfrutar da liberdade que a independência financeira é capaz de proporcionar. Espero, sinceramente, que as palavras possam motivá-lo.
(Fonte: Dinheirama)
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Até breve...muito breve! /*--*/
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Educação financeira começa cedo, com exemplos
Algumas histórias são tão simbólicas que passam despercebidas diante dos olhos de muita gente. Suas lições, no entanto, são razão para profundas reflexões, especialmente quando nos damos conta de sua importância. Parte de meu aprendizado rumo à independência financeira surgiu a partir da observação, do conhecimento experimentado, do olhar atento ao que ocorria comigo e à minha volta. A história abaixo servirá de gancho para conversarmos mais sobre isso.
Eu devia ter uns quatro, cinco anos no máximo. Andava pelas ruas do bairro ao lado de meus pais, alguns amigos e seus pais. De repente encontrei alguns Cruzeiros (moeda da época) no chão, em notas amassadas, claramente perdidas há um bom tempo. Percebi o pequeno "tesouro" e ao abaixar para recolhê-lo, uma voz gritou: "Não pegue dinheiro assim. Não faça isso, dinheiro é sujo. O dinheiro está cheio de micróbios, bactérias e você vai ficar doente".
Pelo tom da voz, soube imediatamente que as palavras não vinham de meu pai ou de minha mãe. Era Dona Ana, mãe de Pedro, que apontava seu dedo para mim e começava a esboçar a reação típica de alguém preocupado, querendo saber quão grave havia sido minha descoberta e atitude. Eu estava fazendo algo realmente impróprio e indesejado segundo sua avaliação.
Com calma e elegância minha mãe colocou sua mão no ombro de Dona Ana e lhe pediu licença. Ao se interpor entre mim e ela, falou com serenidade: "Imagine, está tudo bem com ele Ana". Então virou-se para mim e disse: "Meu filho, recolha seu tesouro e vamos aproveitar para multiplicá-lo, como já o ensinei. Guarde-o com segurança e só então vamos lavar suas mãos".
Eu estava tranquilo, aquela não era a primeira vez que eu "farejava uma oportunidade". Ouvi os passos calmos de minha mãe em minha direção e continuei a trabalhar em uma forma de retirar o dinheiro sem danificá-lo. Quando chegamos em casa, algumas horas depois, fui correndo depositar meu tesouro no cofrinho dado pelos meus pais alguns meses antes.
Educação financeira começa cedo. Começa com o exemplo, com o apoio dos pais e com a crença de que o dinheiro não é, nem nunca será sujo.
Aquele dia transformou minha vida por duas razões simples:
* Eu podia confiar nos meus pais para realizar meus sonhos. Para uma criança, comprar um brinquedo e encontrar alegria em uma simples visita a um parque de diversões são metas ousadas, que exigem esforços de negociação, disciplina e algum dinheiro. Aprendi a valorizar a conquista porque era motivado a sonhar, mas também a valorizar (dar valor) o que desejava. Saber quanto custa é diferente de saber quanto vale. Uma criança só pode aprender isso com a ajuda dos pais;
* Amor não significa proteger o outro de tudo. É certo que eu poderia ter desenvolvido alguma infecção, alergia ou coisa parecida ao tocar aquele dinheiro encontrado no chão. Mas estava em jogo uma lição mais importante, felizmente incentivada por minha mãe: nossas atitudes geram consequências, muitas delas frustrações. Viver em uma bolha não faz o tipo de quem quer ser independente financeiramente. Fui o tipo de criança que teve todo e qualquer tipo problema relacionado à curiosidade; aprendia e seguia em frente, sempre sob o olhar desafiador de meus pais.
Você, pai, mãe, já se deu conta do quanto ensina ao seu(s) filho(s) sobre dinheiro, finanças pessoais e investimentos através de seu comportamento, suas decisões e atitudes? Provavelmente não.
Você costuma negociar e pedir desconto quando vai comprar alguma coisa? Investe no futuro de sua família? Guarda algum dinheiro? Está endividado? Sua família observa tudo. E toma seu passo como modelo.
Você, filho, filha, já é capaz de observar suas decisões econômicas e compará-las ao que acontece em sua família, com seus pais? Simplesmente replica muito do comportamento familiar, sentindo-se em uma espécie de piloto automático?
Ou será que é capaz de discutir as opções, agregando valor à discussão, além de tentar provocar uma visão "fora da caixa"?
Como você percebeu, o texto de hoje é um convite. Precisamos ser mais responsáveis com a formação de nossos cidadãos. Você topa?
Crianças, adolescentes e jovens são parte do processo, o que traz enorme responsabilidade ao ambiente familiar, escolar e às amizades. Você tem se preocupado apenas com a educação formal ou tem agido de forma a ensinar também com suas próprias mudanças e melhores escolhas?
O futuro cultural, financeiro e familiar de uma geração pode estar amparado no que nós, adultos, fazemos agora, hoje. Geralmente está. Será que somos humanos demais para perceber isso?
Ora, justificar a inércia abusando de nossa natureza é abrir mão do verdadeiro amor que uma família deve carregar. Amar significa dizer "não" de vez em quando, ficar doente, "cair do cavalo". Amar significa ajudar o outro a se levantar, processar as lições e dar o próximo passo.
Não é de hoje que temos que aprender a lidar melhor com a frustração, os momentos tensos, decisões difíceis e responsabilidades. Ouvia muito minha avó dizendo que "as palavras ensinam, mas só o exemplo arrasta".
Que tal viver um padrão de vida sustentável, dentro de seus limites possíveis? Que tal olhar para o seu filho e ver nele um cidadão, alguém que você quer que melhore as coisas, que deixe um legado? Que tal começar a dar exemplos decentes, dos quais você realmente se orgulharia? Ainda dá tempo.
(Fonte: Blog Você Mais Rico, da Você S/A)
O comentário de hoje será o mesmo do último parágrafo da matéria:
Que tal começar a dar exemplos decentes, dos quais
você realmente se orgulharia? Ainda dá tempo!
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QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA SEGUNDA-FEIRA
e uma MARAVILHOSA SEMANA!
Bebidas diet: risco de AVC
Estudo sugere que refrigerantes sem açúcar aumentam em 61% chances de doenças.
Quem troca o refrigerante normal pelo diet pode estar fazendo um bom negócio para o controle de peso, mas não para a saúde do coração. Segundo uma pesquisa americana, quem consome refrigerantes diet com frequência tem 61% mais chance de desenvolver doenças cardíacas do que quem não toma.
O estudo, apresentado na International Stroke Conference 2011, em Los Angeles, nos Estados Unidos, foi feito com 2.564 pessoas com mais de 40 anos, de diferentes etnias. Os voluntários foram acompanhados, em média, durante nove anos.
De acordo com os cientistas, o motivo do elevado risco de doenças cardíacas é a grande quantidade de sal presentes na bebidas, seja na versão com ou sem açúcar. O consumo elevado de sal, além de causar a hipertensão, mostrou relação com um grande aumento no risco de manifestar acidentes vasculares cerebrais (AVC).
O estudo verificou que os participantes que consumiram mais de 4 gramas de sódio por dia apresentaram risco duas vezes maior de desenvolver um AVC do que aqueles que ingeriram menos de 1,5 grama por dia.
Dos voluntários, apenas um terço estava no limite recomendado por especialistas americanos no consumo de sódio, que é de 2,3 gramas por dia, o equivalente a uma colher de chá de sal. A recomendação é de que o consumo diário não ultrapasse 1,5 grama.
Pesquisa polêmica
O estudo, no entanto, está gerando polêmica no meio científico. A associação americana ligada a fabricantes de alimentos light e diet, divulgou uma nota contestando os resultados da pesquisa. Segundo especialistas ouvidos pelo órgão, os dados ainda não foram publicados em revistas científicas e pode ter havido falhas na metodologia da pesquisa. De acordo com a associação, não teria sido levada em conta a quantidade de sal ingerida pelos participantes em outros alimentos. (Fonte:Extra Online)
Você costuma optar por refrigerantes light/diet?
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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Aposentadoria: hora de pendurar as chuteiras?
É um velho e conhecido chavão dizer que, quando alguém está se aposentando, essa pessoa estará “pendurando as chuteiras”. Certamente essa expressão tem origem no futebol, quando se percebe que um jogador já não está mais com o vigor físico suficiente para agüentar toda a carga de trabalho exigida por rotinas de treinamentos, concentração e jogos. Mas será que essa expressão é realmente adequada para todas as pessoas que fazem atividades fora do futebol? Será que a aposentadoria tem a ver, realmente, com inatividade?
Hora de pendurar as chuteiras ou hora de pensar numa segunda carreira?Certamente não, aposentadoria não é e não pode ser sinônimo de ficar andando pelos quatro cantos da casa atrás de “sujeirinhas”, assistindo à Sessão da Tarde na televisão, de pijamas, jogando dominó na pracinha ou simplesmente caminhando em volta do bairro. E isso por uma razão muito simples: a vida é boa demais para ficarmos gastando nosso tempo com coisas que pouco agregam valor!
Pensando também em termos mais amplos, no sentido de aposentadoria como sinônimo de independência financeira, essa perspectiva ganha dimensões ainda mais importantes, na medida em que: a) as pessoas podem se tornar financeiramente independentes antes da “idade oficial” para aposentadoria; e b) a expectativa de vida aumenta cada vez mais com os avanços da medicina e da tecnologia. Se antes viver até os 90 anos, com boa saúde, parecia uma utopia, hoje essa situação já é uma realidade para muita gente; amanhã será algo muito corriqueiro.
Ou seja, as pessoas terão muito tempo para gastar e estarão: a) com algum dinheiro no bolso – no caso daqueles que se aposentam segundo as regras oficiais do sistema previdenciário; ou b) com muito dinheiro no bolso, no caso daqueles que constroem um plano de independência financeira e conseguem viver independentemente de ajuda estatal. Muito dinheiro no bolso e muito tempo para gastar são condições ideais para pensar numa segunda carreira, ou seja, numa carreira a ser desenvolvida após aquela principal ter cumprido o seu papel.
O mais interessante dessa segunda carreira é a possibilidade concreta de você fazer aquilo que mais gosta, ou seja, de se concentrar intensamente na prática de seus hobbies ou daquilo que gostaria de fazer durante sua vida, mas que, por razões de trabalho, não conseguiu. A grande vantagem de desenvolver uma segunda carreira é exatamente o fato de que você não trabalhará por dinheiro – afinal, sua tranquilidade financeira já foi alcançada pela aposentadoria.
É bem verdade que muitas pessoas se aposentam e continuam a trabalhar não por opção, mas por obrigação, tendo em vista o baixo valor dos proventos recebidos pelo sistema previdenciário. Porém, isso não descaracteriza a importância de trabalhar numa segunda carreira, uma vez que você terá pelo menos um montante fixo mensal para se sustentar. Ademais, esse é mais um motivo para você trabalhar, durante sua vida produtiva, pela sua independência financeira – uma vez que é extremamente arriscado deixar seu futuro nas mãos do Governo, da empresa, ou mesmo da família.
Você tem que ser responsável pelo seu próprio futuro financeiro. Assuma o controle de seu próprio destino. Por questão de lógica, quem não é independente financeiramente é dependente financeiramente, dependente de alguém ou de alguma instituição. Eliminar ou reduzir a dependência é vital para você ter uma vida pós-aposentadoria mais tranquila e lhe permitirá ampliar seu leque de escolhas no futuro.
Dicas para desenvolver uma segunda carreira:
E você deve estar se pensando: “Tá, eu gostei da ideia de ter uma atividade proveitosa na aposentadoria, mas como fazê-la funcionar na prática?” Para isso, aqui estão algumas dicas:
• Identifique suas paixões. O que você gosta de fazer em suas horas livres? Quais são seus hobbies? Que tipo de tarefa você faria por satisfação, em vez de fazê-la em troca de dinheiro? Fazer um autoexame é fundamental para definir os rumos que podem ser tomados na aposentadoria;
• Planeje desde já. Embora você ainda tenha alguns anos até se aposentar, é essencial que você não deixe inteiramente para depois os rumos que irá seguir na nova carreira. Pelo contrário, você já deve ir se programando desde agora, pensando em meios de construir essa nova atividade quando “o momento chegar”. Isso evitará correria e decisões mal executadas;
• Invista na saúde. De nada adianta você ter um plano bem montado para a sua carreira pós-aposentadoria se sua saúde estiver deteriorada, porque isso lhe impedirá de explorar todas as possibilidades que a nova carreira apresentará. Por isso, lembre-se: cuidar da saúde é financeiramente importante;
• Aproveite a vida! Lembre-se: a nova carreira deve ser uma opção e não uma obrigação. E, ainda que você se entusiasme com as novas oportunidades, não se estresse tanto quanto como se estivesse no seu emprego atual. Relaxe e aproveite a vida caso a carreira pós-aposentadoria não vá para frente. Pelo menos você tentou.
Trate de fazer outras coisas em que sua experiência acumulada de vida possa ser útil na vida de outras pessoas. Tempo você tem; dinheiro você também tem. Portanto, procure fazer coisas que lhe proporcionem prazer e satisfação!
(Fonte: Valores Reais – Hotmar)
Você pensa em uma segunda carreira? Ou então já tem uma segunda carreira?
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