Foi com uma dieta rigorosa que a vigilante Márcia de Ramos Pereira conseguiu controlar a hipertensão em sua quarta gravidez, aos 39 anos. Mãe de três outras meninas – de 23, 17 e 14 anos –, a vigilante e o marido foram pegos de surpresa pela gravidez tardia. A gestação de Sofia, hoje com 1 anos e 3 meses, foi difícil.
“A preocupação foi grande porque sabia que tinha desenvolvido hipertensão na terceira gestação e sabia que a gravidez seria de alto risco. Tive que cortar tanto o sal quanto o açúcar e me controlar muito para não engordar”, conta Márcia. Além de todos os fatores de risco da gestação depois dos 35 anos, o excesso de peso também favorece a manifestação das enfermidades, principalmente se associado a maus hábitos de saúde.
A ginecologista e obstetra Stellamaris Renuzza, 43 anos, teve sua primeira filha aos 36 anos de idade. Felipe, hoje com 4 anos, nasceu quando a médica completou 40. “Eu casei com 33 anos. Antes de casar, terminei a faculdade de seis anos e a especialização de três anos”, diz Stellamaris. “Esperamos um pouco para ter o segundo filho, até que nossas finanças estivessem equilibradas.”
Como médica, Stellamaris sabia dos riscos que corria ao engravidar tardiamente. Com histórico de pai diabético e hipertenso, ela tratou de cuidar da alimentação e manter o peso adequado antes de tentar. Passou tranquila pelas duas gestações. “Trabalhei até a última semana de gravidez. Senti um pouco mais na segunda, porque já tinha a pequena para cuidar”, lembra.
(Fonte: Gazeta do Povo)
Você cuidou do peso em sua gestação? Comente,
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quinta-feira, 28 de abril de 2011
Confira dicas para evitar problemas com as compras do Dia das Mães
O Dia das Mães é conhecido como a segunda melhor data do ano para o comércio varejista em volume de vendas, perdendo apenas pata o Natal. Com tanta gente indo atrás de presentes, é comum problemas nos sistemas de cartões e consulta de cheques, além da piora na qualidade do atendimento. Por isso, uma dica é que os consumidores antecipem as suas compras, para poderem procurar os presentes com calma. De acordo com o especialista em direito do Consumidor, Arthur Rollo, esta recomendação vale para qualquer tipo de compra, especialmente para aquelas efetuadas através da internet, já que não é raro que o prazo fixado para a entrega se estenda além do combinado.
Limite de compras e condições de venda
Para evitar as compras por impulso, especialmente no cartão de crédito, que possui taxas de juros altas e pouca possibilidade de negociação, o consumidor deve sair de casa com o valor limite da compra definido.
Além disso, as condições de venda também devem ser bem analisadas. De acordo com o especialista, itens como o prazo de entrega da mercadoria, o prazo de troca, a data de depósito dos cheques pré-datados emitidos e as taxas de juros incidentes têm de fazer parte do pedido ou da nota fiscal, já que esta documentação é necessária em caso de problemas com a compra e um eventual acionamento da justiça.
Internet
Na compra on-line, é importante buscar sempre por sites confiáveis, ainda que o preço seja um pouco superior. Além disso, fazer uma busca na internet sobre possíveis reclamações de consumidores sobre aquela empresa também ajuda a evitar problemas.
De acordo com Rollo, uma dica é pesquisar pela empresa no site do Procon, que possui um cadastro de reclamações fundamentadas. Se a empresa tiver muitas reclamações, é melhor optar por outra.
Nas compras pela internet, é importante sempre imprimir o comprovante de conclusão da transação.
Trocas
É importante se atentar que a loja pode impedir a troca, desde que tenha comunicado sobre a impossibilidade no momento da venda.
Produtos promocionais e de ponta de estoque muitas vezes não podem ser trocados. Nestes casos, se você optar por comprar o produto, só poderá reclamar posteriormente nos casos de defeitos.
(Fonte: InfoMoney)
Você costuma presentear sua mãe no Dia das Mães?
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quarta-feira, 27 de abril de 2011
Sou sua bolsa, não seu armário
O grande poeta Carlos Drummond de Andrade já mostrou em uma crônica, ainda em 1962, que a mulher carrega mesmo muita coisa na bolsa. Na história, o pertence esquecido em um banco de coletivo tinha de tudo: de lápis para cílios e escovinha até atadura adesiva e flanela para óculos.
Da mulher dos anos 60 para a geração do século 21, a situação piora. Elas aderiram às bolsas tamanho GG para poder carregar tudo o que precisam ou que acreditam ser necessário. O resultado é que essa escolha pode gerar uma série de problemas para o corpo.
Especialistas apontam que o modelo que costuma ser o predileto de grande parte delas, as bolsas de uma alça para serem colocadas em um dos ombros, são as que causam mais danos à coluna e às articulações. Carregar a bolsa de um lado altera a simetria do corpo, gerando dores musculares no pescoço, nos ombros e no antebraço. “Aumenta ainda o risco de problemas posturais, nas articulações e principalmente na coluna”, explica a fisioterapeuta e coordenadora do curso de Ortopedia e Osteopatia da Faculdade Inspirar Luciana Lopes Costa.
E nem os membros inferiores ficam livres dos problemas. “São frequentes as queixas de dores no quadril e no joelho, já que as bolsas usadas de maneira incorreta provocam um desequilíbrio do peso gravitacional e o organismo tende a compensar esse problema afetando várias articulações”, afirma o médico ortopedista Márcio Kume, do Hospital Santa Cruz. Em alguns casos, as dores são tão fortes que exigem tratamento com medicamentos e fisioterapia.
Limpeza
Será que é preciso carregar tanta coisa assim? A recomendação dos especialistas, para evitar problemas, é fazer uma faxina na bolsa de vez em quando. “Pense bem o que você pode deixar em casa porque quanto menos objetos, melhor”, orienta Luciana. Se precisar carregar laptop, livros e agendas, o ideal é não distribuir em várias bolsas ou pastas, porque, no geral, você vai continuar carregando um peso excessivo. “Para isso, prefira uma mala de viagem, daquelas com rodinhas”, diz.
Para evitar dores desnecessárias, o ortopedista Kume sugere investir em bolsas que deixem os dois lados do corpo em equilíbrio. “O ideal é usar uma mochila pequena, já que ela divide o peso dos objetos entre os dois ombros, diminuindo o desgaste do corpo.”
Como o modelo mochila não faz muito a cabeça das mulheres, principalmente na hora de sair à noite, o médico ortopedista recomenda optar pelas bolsas com alças transversais, indicadas porque distribuem o peso entre o ombro direito e o lado esquerdo do quadril ou vice-versa. “Mochilas e bolsas transversais devem sempre ser usadas na altura do quadril. Acima ou abaixo disso, o efeito é danoso e pode gerar as temidas dores nas articulações”, explica Luciana.
Para quem não abre mão do modelo tradicional (a de um ombro só), ou mesmo para quem usa bolsas transversais, a dica é sempre revezar o uso entre os dois ombros a cada meia hora.
Já mãos e antebraços devem ficar sempre livres, porque as alças nessas regiões podem machucar o cotovelo e atrapalhar a circulação sanguínea na região. Além disso, com as mãos livres o equilíbrio é maior e, no caso de uma queda, facilitam a reação da pessoa.
(Fonte: Gazeta do Povo)
Algumas pessoas não levam apenas o "armário", mas sim a "casa" dentro da bolsa,
e isso pode gerar sérios problemas nas articulações.
Siga estas dicas, leve apenas o que realmente for necessário.
QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA QUARTA-FEIRA!
Da mulher dos anos 60 para a geração do século 21, a situação piora. Elas aderiram às bolsas tamanho GG para poder carregar tudo o que precisam ou que acreditam ser necessário. O resultado é que essa escolha pode gerar uma série de problemas para o corpo.
Especialistas apontam que o modelo que costuma ser o predileto de grande parte delas, as bolsas de uma alça para serem colocadas em um dos ombros, são as que causam mais danos à coluna e às articulações. Carregar a bolsa de um lado altera a simetria do corpo, gerando dores musculares no pescoço, nos ombros e no antebraço. “Aumenta ainda o risco de problemas posturais, nas articulações e principalmente na coluna”, explica a fisioterapeuta e coordenadora do curso de Ortopedia e Osteopatia da Faculdade Inspirar Luciana Lopes Costa.
E nem os membros inferiores ficam livres dos problemas. “São frequentes as queixas de dores no quadril e no joelho, já que as bolsas usadas de maneira incorreta provocam um desequilíbrio do peso gravitacional e o organismo tende a compensar esse problema afetando várias articulações”, afirma o médico ortopedista Márcio Kume, do Hospital Santa Cruz. Em alguns casos, as dores são tão fortes que exigem tratamento com medicamentos e fisioterapia.
Limpeza
Será que é preciso carregar tanta coisa assim? A recomendação dos especialistas, para evitar problemas, é fazer uma faxina na bolsa de vez em quando. “Pense bem o que você pode deixar em casa porque quanto menos objetos, melhor”, orienta Luciana. Se precisar carregar laptop, livros e agendas, o ideal é não distribuir em várias bolsas ou pastas, porque, no geral, você vai continuar carregando um peso excessivo. “Para isso, prefira uma mala de viagem, daquelas com rodinhas”, diz.
Para evitar dores desnecessárias, o ortopedista Kume sugere investir em bolsas que deixem os dois lados do corpo em equilíbrio. “O ideal é usar uma mochila pequena, já que ela divide o peso dos objetos entre os dois ombros, diminuindo o desgaste do corpo.”
Como o modelo mochila não faz muito a cabeça das mulheres, principalmente na hora de sair à noite, o médico ortopedista recomenda optar pelas bolsas com alças transversais, indicadas porque distribuem o peso entre o ombro direito e o lado esquerdo do quadril ou vice-versa. “Mochilas e bolsas transversais devem sempre ser usadas na altura do quadril. Acima ou abaixo disso, o efeito é danoso e pode gerar as temidas dores nas articulações”, explica Luciana.
Para quem não abre mão do modelo tradicional (a de um ombro só), ou mesmo para quem usa bolsas transversais, a dica é sempre revezar o uso entre os dois ombros a cada meia hora.
Já mãos e antebraços devem ficar sempre livres, porque as alças nessas regiões podem machucar o cotovelo e atrapalhar a circulação sanguínea na região. Além disso, com as mãos livres o equilíbrio é maior e, no caso de uma queda, facilitam a reação da pessoa.
(Fonte: Gazeta do Povo)
Algumas pessoas não levam apenas o "armário", mas sim a "casa" dentro da bolsa,
e isso pode gerar sérios problemas nas articulações.
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Conheça melhor seu dinheiro e faça com que ele trabalhe para você
Responda rápido: é melhor trabalhar pelo dinheiro ou fazer o dinheiro trabalhar para você? Já consigo imaginar alguns dizendo algo como "eu não tenho dinheiro para trabalhar por mim, por isso fico com a primeira opção". Mas, se esse não é seu caso (e provavelmente escolheu a segunda alternativa), como vai seu "poder de persuasão" sobre seu próprio dinheiro? Você consegue, de alguma forma, "convencê-lo" a trabalhar por você? Via de regra, nas relações pessoais, profissionais e, por que não, financeiras, "conhecer" é um bom caminho para "convencer". O quanto você conhece sobre seu dinheiro? Conheça-o um pouco mais, para adquirir um maior controle sobre ele.
Tenho quatro orientações para conhecer melhor seu dinheiro e tomar decisões financeiras mais sensatas que o levarão a se relacionar melhor com ele. São elas:
Acompanhe o seu dinheiro
Esta talvez seja a parte mais difícil. Quando um especialista em finanças resolve mostrar para uma plateia uma planilha de controle financeiro, os bocejos e a vontade de sair correndo para fazer algo melhor são quase irresistíveis. Mas, acredite, vale a pena. O famoso Lorde Kelvin (como era conhecido o físico irlandês William Thomson, criador da escala Kelvin de temperatura) já dizia que "aquilo que não se pode medir, não se pode melhorar". Meça suas finanças e elas melhorarão. Agora, por favor, pare de bocejar e comece a fazer sua planilha de controle financeiro.
Não tenha medo do seu dinheiro
É uma variação do item anterior. Muitas pessoas têm verdadeiro pavor de ver seu próprio extrato bancário, particularmente aquelas que têm o descontrole financeiro como estilo de vida. O argumento padrão dessas pessoas é "eu sei que minha conta está negativa e estou pendurado no cheque especial, então nem quero ver para não me aborrecer".
A pessoa que pensa assim está em sério estado de negação e isso só serve para piorar uma situação já ruim. Fugir de um problema para não "se aborrecer" é uma péssima estratégia, e, em um país com taxas de juros criminosas como o nosso, as consequências podem ser nefastas. Por isso, seja honesto consigo mesmo e avalie sua situação financeira. Se algo estiver errado, assuma o erro e comece já a trabalhar para mudar essa situação.
Se você tem dívidas, nem sonhe em investir dinheiro
Cuidado com o fenômeno da "contabilidade mental", que é o hábito de separar mentalmente o dinheiro em "potinhos", cada um com uma destinação. Por exemplo, um indivíduo compra um carro com prestações a perder de vista, gerando uma dívida que paga juros altíssimos, mas, ao mesmo tempo, mantém um dinheiro rendendo uma mixaria na caderneta de poupança para a "faculdade das crianças", e esse dinheiro não pode ser tocado.
Essa decisão pode trazer algum alívio psicológico, mas é totalmente irracional do ponto de vista financeiro. Nenhum investimento na face deste planeta dará, consistentemente ao longo dos anos, retornos em taxas superiores àquelas que são praticadas em empréstimos e financiamentos. Então, se você tem dívidas e ao mesmo tempo tem dinheiro sobrando, não perca seu tempo e não pense duas vezes: pague suas dívidas!
Pense em ganhar mais dinheiro
Uma vida financeira equilibrada e organizada é um bom começo para uma vida mais rica e mais próspera, mas será cada vez mais difícil enriquecer simplesmente poupando dinheiro. Seja você um empresário, um profissional liberal ou empregado em uma empresa, procure pensar em formas de aumentar seu valor e, consequentemente, seus rendimentos. Invista pesadamente em educação, informação e networking.
Você prefere trocar de carro a fazer aquela pós-graduação que pode alavancar sua carreira? Ótimo, mas tenha em mente que colocar uma grande quantia de dinheiro em um bem que só deprecia, enquanto você tem a opção de fazer algo que gerará mais valor, não é uma decisão financeira muito inteligente. A escolha é sua, e as consequências também. Escolha ter e gerar mais valor!
(Fonte: Administradores)
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terça-feira, 26 de abril de 2011
Dicas de Economia
Dados do desperdício no Brasil: 25% da energia elétrica; 30% da água potável; 30% dos alimentos e 20% do material de construção. É muita fonte de economia, não acha?
2 – Não rasgue dinheiro
O pior gasto é aquele que não gera benefício algum. Organize-se. Pague suas contas em dia. Concentre o vencimento das suas contas mensais para o mesmo período, de preferência na data do recebimento da sua principal fonte de receita. Sempre que possível use a opção de débito e pagamento automático diretamente com seu banco.
3 – Pague apenas pelo consumo
Cancele ou negocie redução de valor pelos serviços adicionais que você não utiliza no telefone fixo ou celular, na tv a cabo, na internet e similares. Evite manter-se associado em clubes que você pouco frequenta. Contrate seguros apenas de acordo com suas necessidades e hábitos de vida.
4 – Programe-se para viajar
Quem planeja melhor e com mais antecedência as viagens, geralmente consegue obter melhores tarifas e condições. Sempre que possível, viaje em baixa temporada. É mais fácil encontrar passagens aéreas baratas no meio da semana do que nas segundas e sextas-feiras, e no meio do dia ou da noite do que no início ou final do horário comercial.
5 – Mantenha o controle
Saber o quanto se gasta e em que se gasta é meio caminho para evitar problemas financeiros. Não se descuide das pequenas contas. Muitas vezes é na soma dos pequenos gastos que se descobrem os grandes rombos – e as grandes oportunidades para economizar. Faça um orçamento pessoal e doméstico e procure acompanhá-lo com regularidade.
6 – Peça, solicite e exija descontos
Não há vergonha alguma em pedir descontos. Se você for um bom cliente, peça desconto. Se você deseja economizar e melhorar de situação financeira, solicite descontos. Se você for mal-atendido, exija desconto. Há muitas lojas e empresas que estão dispostas a dar descontos, só falta o cliente pedir. O comércio disputa ferozmente a preferência dos clientes.
É comum a existência de convênios com empresas, cartões de crédito, associações, clubes, condomínios e vários tipos de entidades para ter o privilégio da sua presença como consumidor. Descubra se você é beneficiário de algum convênio antes de pagar qualquer conta.
(Fonte: Mais Ativos)
Ótimas dicas para economizarmos, você as segue? Quais?
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Olhos sob pressão
Silencioso, o glaucoma é a maior causa de cegueira irreversível no mundo – 12,3% dos casos em adultos, segundo a Sociedade Brasileira de Oftalmologia – e pode atingir até 4 milhões de brasileiros. Segundo a Organização Mundial de Saúde, 60 milhões de pessoas no mundo tinham glaucoma em 2010.
O problema intriga os oftalmologistas por não ter as causas totalmente desvendadas. “O glaucoma é pior que a catarata, que pode ser revertida por cirurgia. No glaucoma, não há reversão do quadro e o tratamento só freia o processo degenerativo e preserva a visão que resta”, explica Leonardo Poli, médico oftalmologista da Clínica Canto.
A dificuldade para identificar o problema acontece porque o glaucoma compromete a visão aos poucos. “A perda ocorre de modo lento e gradual, começando pela visão periférica até a pessoa não conseguir ver nada além daquilo em que foca os olhos. É um processo tão sutil que pode levar até 20 anos para o paciente perceber que não está enxergando de maneira adequada”, diz Leticia Tecchio, oftalmologista da Clínica Schaefer.
O principal fator de risco da doença é a pressão alta intraocular, um problema igualmente assintomático que costuma pegar muitos pacientes de surpresa: ela somente é identificada em check-ups de rotina com o médico oftalmologista. Também estão no grupo de risco pessoas de mais de 40 anos, negros, quem tem pais ou parentes próximos com glaucoma, quem faz uso frequente de medicamentos com corticoides, diabéticos ou quem tem altos índices de miopia.
Até 20 mmHG é o índice de uma pressão intraocular normal. A partir de 24 mmHG, é considerada preocupante. Uma pessoa que manifesta 35 mmHG de pressão intraocular pode perder a visão em apenas uma semana. Mesmo com grande alteração, o paciente pode não ter sintomas, entretanto, em caso de dor nos olhos, enjoo, vômito, dor de cabeça e visão turva, o oftalmologista deve ser acionado imediatamente.
Pressão alta ocular não é hipertensão arterial. Segundo os especialistas, não há relação entre as duas doenças. “A pressão arterial tem a ver com os vasos sanguíneos no corpo, a ocular, com a pressão do humor aquoso dentro do olho”, diz Leonardo Poli, médico oftalmologista da Clínica Canto.
“Em todas as consultas, fazemos exames específicos para medir a pressão e, em caso de alguma alteração, são feitos exames para detectar o glaucoma”, diz Marcelo Iwamoto, oftalmologista do Hospital de Olhos do Paraná.
Para evitar sustos e identificar cedo o problema, a dica dos especialistas é ir ao oftalmologista pelo menos uma vez ao ano, principalmente entre as pessoas com mais de 40 anos ou que têm histórico de glaucoma na família.
Doença misteriosa
Apesar do número de estudos científicos sobre o assunto, o glaucoma não tem suas causas totalmente desvendadas. “Mesmo a hipertensão ocular sendo o principal fator de risco, há várias pessoas com pressão intraocular normal que desenvolvem a doença”, comenta Leticia.
Da mesma forma, alguns pacientes com pressão ocular limítrofe ou alta não apresentam glaucoma. “É imprevisível. Sabemos que a hipertensão ocular potencializa os riscos do problema, mas não temos como garantir se e quando isso vai acontecer”, explica Poli.
Tratamento
A principal forma de tratar o problema é com o uso de colírios para controlar a pressão intraocular. Caso eles não surtam efeito ou o paciente esteja com a doença em um estágio mais avançado, pode-se optar por uma cirurgia a laser ou com incisão para estagnar o processo de degeneração.
Tipos
Há cinco tipos diferentes de glaucoma. Veja quais são:
Primário de ângulo aberto: assintomático, é o mais comum e responde por cerca de 90% dos casos de glaucoma. Em geral, tem ação bastante lenta e a perda da visão é tão gradual que o paciente demora a perceber o problema se não consulta o médico oftalmologista regularmente.
De pressão normal: apesar de o paciente ter níveis de pressão intraocular normais, apresenta desgaste no nervo óptico e manifesta a doença. Não tem sintomas.
De ângulo fechado: de ação muito rápida, é caracterizado pelo aumento súbito da pressão intraocular e pode cegar em menos de uma semana. Pode apresentar sintomas como dor nos olhos, náuseas, visão borrada e vermelhidão ocular.
Congênito: raro, atinge uma em cada dez mil crianças nascidas vivas. É uma doença grave que atinge os bebês e, por isso, os especialistas recomendam que os pais exijam o teste do olhinho, exame capaz de identificar o problema em recém nascidos. Os principais sinais são blefarosespasmo (piscar de maneira exagerada e descontrolada), fotofobia (sensibilidade à luz), globo ocular aumentado e lacrimejamento excessivo. Exige cirurgia.
Secundário: deriva de complicações de outros problemas ou procedimentos médicos, como cirurgias oculares, catarata, lesões nos olhos e diabete.
(Fonte: Gazeta do Povo)
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Até breve...muito breve!
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O problema intriga os oftalmologistas por não ter as causas totalmente desvendadas. “O glaucoma é pior que a catarata, que pode ser revertida por cirurgia. No glaucoma, não há reversão do quadro e o tratamento só freia o processo degenerativo e preserva a visão que resta”, explica Leonardo Poli, médico oftalmologista da Clínica Canto.
A dificuldade para identificar o problema acontece porque o glaucoma compromete a visão aos poucos. “A perda ocorre de modo lento e gradual, começando pela visão periférica até a pessoa não conseguir ver nada além daquilo em que foca os olhos. É um processo tão sutil que pode levar até 20 anos para o paciente perceber que não está enxergando de maneira adequada”, diz Leticia Tecchio, oftalmologista da Clínica Schaefer.
O principal fator de risco da doença é a pressão alta intraocular, um problema igualmente assintomático que costuma pegar muitos pacientes de surpresa: ela somente é identificada em check-ups de rotina com o médico oftalmologista. Também estão no grupo de risco pessoas de mais de 40 anos, negros, quem tem pais ou parentes próximos com glaucoma, quem faz uso frequente de medicamentos com corticoides, diabéticos ou quem tem altos índices de miopia.
Até 20 mmHG é o índice de uma pressão intraocular normal. A partir de 24 mmHG, é considerada preocupante. Uma pessoa que manifesta 35 mmHG de pressão intraocular pode perder a visão em apenas uma semana. Mesmo com grande alteração, o paciente pode não ter sintomas, entretanto, em caso de dor nos olhos, enjoo, vômito, dor de cabeça e visão turva, o oftalmologista deve ser acionado imediatamente.
Pressão alta ocular não é hipertensão arterial. Segundo os especialistas, não há relação entre as duas doenças. “A pressão arterial tem a ver com os vasos sanguíneos no corpo, a ocular, com a pressão do humor aquoso dentro do olho”, diz Leonardo Poli, médico oftalmologista da Clínica Canto.
“Em todas as consultas, fazemos exames específicos para medir a pressão e, em caso de alguma alteração, são feitos exames para detectar o glaucoma”, diz Marcelo Iwamoto, oftalmologista do Hospital de Olhos do Paraná.
Para evitar sustos e identificar cedo o problema, a dica dos especialistas é ir ao oftalmologista pelo menos uma vez ao ano, principalmente entre as pessoas com mais de 40 anos ou que têm histórico de glaucoma na família.
Doença misteriosa
Apesar do número de estudos científicos sobre o assunto, o glaucoma não tem suas causas totalmente desvendadas. “Mesmo a hipertensão ocular sendo o principal fator de risco, há várias pessoas com pressão intraocular normal que desenvolvem a doença”, comenta Leticia.
Da mesma forma, alguns pacientes com pressão ocular limítrofe ou alta não apresentam glaucoma. “É imprevisível. Sabemos que a hipertensão ocular potencializa os riscos do problema, mas não temos como garantir se e quando isso vai acontecer”, explica Poli.
Tratamento
A principal forma de tratar o problema é com o uso de colírios para controlar a pressão intraocular. Caso eles não surtam efeito ou o paciente esteja com a doença em um estágio mais avançado, pode-se optar por uma cirurgia a laser ou com incisão para estagnar o processo de degeneração.
Tipos
Há cinco tipos diferentes de glaucoma. Veja quais são:
Primário de ângulo aberto: assintomático, é o mais comum e responde por cerca de 90% dos casos de glaucoma. Em geral, tem ação bastante lenta e a perda da visão é tão gradual que o paciente demora a perceber o problema se não consulta o médico oftalmologista regularmente.
De pressão normal: apesar de o paciente ter níveis de pressão intraocular normais, apresenta desgaste no nervo óptico e manifesta a doença. Não tem sintomas.
De ângulo fechado: de ação muito rápida, é caracterizado pelo aumento súbito da pressão intraocular e pode cegar em menos de uma semana. Pode apresentar sintomas como dor nos olhos, náuseas, visão borrada e vermelhidão ocular.
Congênito: raro, atinge uma em cada dez mil crianças nascidas vivas. É uma doença grave que atinge os bebês e, por isso, os especialistas recomendam que os pais exijam o teste do olhinho, exame capaz de identificar o problema em recém nascidos. Os principais sinais são blefarosespasmo (piscar de maneira exagerada e descontrolada), fotofobia (sensibilidade à luz), globo ocular aumentado e lacrimejamento excessivo. Exige cirurgia.
Secundário: deriva de complicações de outros problemas ou procedimentos médicos, como cirurgias oculares, catarata, lesões nos olhos e diabete.
(Fonte: Gazeta do Povo)
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segunda-feira, 25 de abril de 2011
Adultos que têm comportamentos infantis
Alguns adultos, em relação ao dinheiro, gastos e compromissos, comportam - se como crianças na fase do egocentrismo, ou seja, quando o sentimento de onipotência é que rege o seu comportamento.
A criança pensa que pode conseguir qualquer coisa de maneira mágica, ela vive em um mundo de fantasias e é o centro das atenções.
Um Adulto pode, inconscientemente, manifestar esse tipo de comportamento para fugir das pressões e responsabilidades do mundo adulto.
Isso acontece quando o adulto onipotente faz compras no cartão de crédito, ou usa o artifício do cheque pré-datado fantasiando que terá uma solução mágica para saldar esta dívida.
A criança é capaz de fazer qualquer coisa para conseguir o que quer, chora para os tios, avós, familiares, e acaba ganhando o objeto de desejo.
O adulto prefere se enganar e depois chora para pagar as contas.
As crianças quando estão com algum problema, seja ele fome, sede ou medo, não tem vergonha de pedir ajuda.
Os adultos demoram a reconhecer que estão com problemas, tentam fugir da realidade, acham que é um pesadelo e que amanhã tudo acabará.
Entretanto, problemas financeiros causam doenças, quanto mais tempo demorar a enfrentar, pior ficará.
Você não é mais criança, enfrente seus medos e tenha uma vida financeira próspera.
(Fonte: Equilíbrio Financeiro)
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A criança pensa que pode conseguir qualquer coisa de maneira mágica, ela vive em um mundo de fantasias e é o centro das atenções.
Um Adulto pode, inconscientemente, manifestar esse tipo de comportamento para fugir das pressões e responsabilidades do mundo adulto.
Isso acontece quando o adulto onipotente faz compras no cartão de crédito, ou usa o artifício do cheque pré-datado fantasiando que terá uma solução mágica para saldar esta dívida.
A criança é capaz de fazer qualquer coisa para conseguir o que quer, chora para os tios, avós, familiares, e acaba ganhando o objeto de desejo.
O adulto prefere se enganar e depois chora para pagar as contas.
As crianças quando estão com algum problema, seja ele fome, sede ou medo, não tem vergonha de pedir ajuda.
Os adultos demoram a reconhecer que estão com problemas, tentam fugir da realidade, acham que é um pesadelo e que amanhã tudo acabará.
Entretanto, problemas financeiros causam doenças, quanto mais tempo demorar a enfrentar, pior ficará.
Você não é mais criança, enfrente seus medos e tenha uma vida financeira próspera.
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