sexta-feira, 6 de maio de 2011

Convite à leitura do Relatório Anual

Bom dia, acaba de sair do forno o Relatório Anual das Fundações Sanepar!

Você já pode acessá-lo na área restrita do site com seu cpf e senha.

O relatório impresso estará em sua lotação ou residência nos próximos dias. Para os que optaram pelo recebimento via e-mail, até sábado o relatório estará disponível em suas caixas de entrada.

Assista ao convite à leitura do Relatório Anual gravado pelo Rauen, Diretor-Presidente das Fundações, acessando o site: http://www.fundacaosanepar.com.br/


QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA SEXTA-FEIRA!  /*-*/ 

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Confira quais são os benefícios de um café da manhã saudável

O café da manhã é uma das três principais refeições do dia, mas, apesar da sua importância para a saúde, a diminuição do seu consumo é uma modificação importante no comportamento alimentar atual.Esta afirmação é da nutricionista Suelen Caroline Trancoso e seus colaboradores da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), em uma revisão publicada na Revista de Nutrição.

A revisão faz uma reflexão sobre essa refeição e a implicação de seu consumo para a saúde.Segundo a nutricionista, após uma revisão de artigos e respectivas contribuições científicas na área da nutrição, pode-se afirmar que o café da manhã, é ainda bastante carente de pesquisas na literatura científica. Contudo, evidências científicas associam o consumo habitual do café da manhã a baixo risco de sobrepeso e obesidade, bem como, melhoria na capacidade de aprendizagem.

Estudos identificam que o perfil dos consumidores frequentes dessa refeição é de não fumantes que praticam atividade física, que controlam o peso e que não fazem uso frequente de álcool. Os autores pesquisados sugerem, assim, uma relação positiva entre o consumo de café da manhã e um estilo de vida saudável, justificando a recomendação de programas de incentivo ao seu consumo.

Um café da manhã saudável tem que ter pão, torradas, chás, frutas, leite e até um pouco de gordura.Vejam alguns exemplos:

- Um suco de frutas + 2 torradas + 1 colherinha de manteiga ou geléia light.

- Batida de duas ou mais frutas + 1 barra de cereal.

- Sanduíche integral com queijo, tomate e alface + 1 copo de suco de laranja.

- Uma xicara de aveia com leite desnatado + 2 colheres com amêndoas, passas e granola.

- Pão árabe tostado com queijo branco + 1 xícara de chá verde + 1 pêra.

- Um copo de leite desnatado + 2 torradas com azeite de oliva, orégano e queijo light.

(Fonte: Revista de Nutrição)

E você, costuma tomar um saudável café da manhã? Comente! 
 
/*--*/ 

Jovens adiam independência financeira

Os jovens permanecem cada vez mais tempo na casa dos pais e estão em busca de prazer e diversão. A constatação parte de uma pesquisa da TNS Research International, que analisou o comportamento de jovens entre 12 e 19 anos das classes A até D.

Segundo o levantamento, ao serem questionados sobre quando deixariam a casa dos pais, os jovens com idades entre 12 e 15 anos responderam que isso aconteceria quando completassem 21 anos. Já aqueles que tinham entre 18 e 19 anos disseram que só sairiam da casa dos pais com 31 anos de idade.

Para o diretor comercial da TNS Research, Jorge Kodja, este é um movimento muito característico da geração Y (referência às pessoas que nasceram entre os anos de 1977 e 1997). “Essa geração é composta por filhos de pessoas que já viveram uma realidade de liberdade sexual, de liberdade individual e até de uma certa liberalidade social que fez com que eles criassem esses jovens de uma maneira muito aberta e acolhedora”, diz o executivo.

Assim, segundo ele, esses jovens não têm tanta necessidade de sair de casa para serem independentes. “Diferente das gerações anteriores, como a geração X ou até a anterior, eles não precisam se desvencilhar da família para ter uma identidade própria, uma vida própria”, ressalta Kodja.

Fator financeiro

De acordo com o diretor, o fator financeiro também pesa bastante na decisão do jovem de permanecer mais tempo morando com os pais. “A vida ficou mais difícil, a concorrência no mercado de trabalho é maior, mesmo nesse momento positivo do País”, diz Kodja.

Segundo ele, a dificuldade de colocação no mercado de trabalho influencia nesta decisão. “Com esta grande dificuldade de colocação, esses jovens acabam efetivamente adiando a saída da casa e a independência financeira”, afirma.

Educação

Segundo o levantamento, a educação é algo muito importante e é bastante valorizada pelos jovens atualmente. “Verificamos, através do estudo, que a educação é uma das coisas a que os jovens atribuem maior valor. Acabar a faculdade, começar uma pós e continuar estudando faz parte do plano deles”, diz o diretor da TNS.

Assim, quanto mais eles estudam para se especializar e conseguir um lugar no mercado de trabalho, por mais tempo é adiada a independência financeira. “Eles estão cientes de que isso vai ter um custo e o impacto disso é a necessidade de estarem protegidos por mais tempo dentro da família”, aponta Kodja.
(Fonte: InfoMoney)

Você adia, ou adiou a sua independência financeira? Comente.. 

QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA QUINTA-FEIRA! 

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Remédios serão adaptados aos pacientes

Medicamentos totalmente adaptados às características, necessidades e reações de cada paciente. Em um futuro próximo, a expectativa é de que essa seja a realidade nos hospitais brasileiros.

Hoje já existem empresas que produzem remédios levando em conta a questão genética, a resposta do indivíduo ao medicamento, a eficácia do produto, o tamanho das doses e os possíveis efeitos colaterais.

“Elas ainda são poucas, mas acreditamos que, em algumas décadas, isso se torne mais comum”, explica o médico geneticista Salmo Raskin.

Atualmente, os pacientes que têm aids ou câncer de mama contam com recursos bem semelhantes para auxiliar no combate das doenças. Isto porque com o exame genético, no caso do câncer, é possível descobrir a quantidade e intensidade necessária de quimioterapia e medicação e, aos portadores de HIV, dá para prever a forma mais eficiente de produção do coquetel anti-HIV.

Efeitos

Para a doutora em genética e antropologia Maria Luiza Petzl-Erler, essa é uma forma de deixar os tratamentos mais eficazes porque, a partir de características genéticas, pode-se dizer por que um remédio faz efeito em certa pessoa com uma dose bem pequena, enquanto em outra tem resistência, causa algum tipo de alergia ou é necessário triplicar a dose para atingir o mesmo resultado. “Ao entender o perfil de cada paciente, oferecemos um tratamento individualizado e atacamos a doença de maneira exata para extingui-la.”
(Fonte: Gazeta do Povo)

Ficaremos na expectativa! Comente esta matéria logo abaixo, 

até breve...muito breve! /*--*/ 

terça-feira, 3 de maio de 2011

Amamente seu bebê. É fácil, gostoso e só faz bem!

Amamentar seu bebê é um gesto amoroso, natural e extremamente saudável.

Veja aqui algumas dicas que poderão esclarecer as questões mais comuns sobre amamentação, contribuindo para tornar este momento ainda mais afetivo e prazeroso para você e seu bebê. Aproveite!

Quais as vantagens da amamentação para o bebê?

• Protege contra infecções e alergias.

• Reduz o risco de diabetes e câncer.

• Dá mais resistência a doenças em geral.

• Reduz a chance de desenvolver problemas ortodônticos e dentais.

• Melhora o desenvolvimento psicomotor, emocional e social.

• Está associada a índices elevados de inteligência.

Quais a vantagens da amamentação para a mamãe?

• Promove regressão uterina mais rapidamente.

• Reduz risco de hemorragias.

• Atrasa a volta da menstruação, ajudando a evitar uma nova gravidez.

• Reduz risco de depressão pós-parto.

• Promove recuperação física mais rapidamente.

• Estimula a ligação afetiva com o bebê.

• O leite materno não estraga e não há preocupação com falta de estoques.
(Fonte: Uol – Ciência e Saúde)

Comente sobre a amamentação logo abaixo,  

QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA TERÇA-FEIRA!  

Maturidade plena

A idade é uma verdade, não ilude
Quem dividiu a vida com prazer
Velho é se drogar de juventude
Ser jovem é saber envelhecer
Velho é quem se ilude
Que a idade é juventude
Ser jovem é saber envelhecer
(Trecho da música “Sentir-se Jovem”, de Juca Chaves)

Precisa dizer mais? Ser jovem é simplesmente sentir-se assim, não interessa o que dizem aqueles quatro dígitos que saltam aos olhos na carteira de identidade. Os tempos mudaram. Os novos tratamentos estéticos e de saúde, o acesso ao conhecimento, ao lazer e à informação e a esperança de vida hoje são maiores e melhores do que eram há duas décadas. Não apenas garantir uma boa aparência, mas também manter a mente saudável é a nova fórmula para se atingir a maturidade plena.

Por que amadurecer precisa ser necessariamente visto como o início do fim? A maturidade pode ser a melhor idade, o caminho mais natural de todos, que tem início a partir do momento em que nascemos. “Envelhecer é o processo de mudanças fisiológicas com início depois da maturação sexual e aceleração a partir da quinta década de vida. É fruto da ação combinada de variáveis genético biológicas, socioculturais e de estilo de vida. Diferentes indivíduos envelhecem em ritmos também diferentes”, define a psicóloga e professora da Unicamp especialista em Psicologia do Envelhecimento, Anita Liberalesso Neri.

A diferença, no entanto, está na forma como se chega lá. De acordo com o psicólogo, especialista em Geriatria e Gerontologia e professor da UnATI/UERJ Wallace Hetmanek, “o envelhecer se dá em diferentes esferas. Além do biológico, podemos destacar o social e psicológico, que está associado às reservas que o indivíduo possui. Reservas estas que serão determinantes para definir o grau de saúde mental que indivíduo mantém e conquista ao longo dos anos, que pode ser reforçada por experiências positivas, boas relações. O envelhecimento pode ser medido do ponto de vista cronológico, ou seja, da idade da carteira de identidade, mas dificilmente será relevante para falarmos de uma população que é muito melhor explicada pelas diferenças do que pelas generalizações”, explica ele.

Maturidade plena. Quem não sonha com ela? Amadurecer plenamente não é somente chegar com saúde física aos 50, 60, 70 anos de idade. É viver o presente, sem pensar no que virá pela frente. Hetmanek diz que “o que há de mais errado na concepção do que é viver plenamente na maturidade é a busca por receitas mágicas ou milagrosas para a manutenção de um comportamento jovem estereotipado, a busca de um corpo perfeito, mais comumente pelas mulheres, e a manutenção de um desempenho sexual invejável, por parte dos homens”. Anita corrobora pois, segundo ela, o envelhecimento ativo “é aquele caracterizado por boa saúde, estilo de vida favorável à boa saúde, atividade e participação social. É viver de forma compatível com os recursos biológicos, sociais e psicológicos disponíveis.”

Envelhecer, amadurecer, embranquecer. Os termos são inúmeros, mas como saber se já chegou o momento? Anita Neri esclarece que “existem diversas idades verdadeiras. A idade biológica é aquela que está no núcleo das células dos vários sistemas do organismo. A social é a da carteira de identidade, que interage com as normas da sociedade. Já a psicológica, amplamente apoiada na comparação social, é aquela que se sente que tem, em função da aparência, da funcionalidade física e mental, do status e da integração social que julga ter”, diz a psicóloga.

Medo, insegurança, dificuldade de aceitação. Os questionamentos são muitos, mas necessários, pois são eles que tornam o envelhecer um processo único. “Digo com segurança que não deveríamos buscar retardar ou adiar o envelhecimento e sim aceitá-lo e se adaptar às mudanças que ele sugere desde que nascemos, que se intensificam após os 30, seguem se acentuando após os 40 e assim por diante. Desta forma, o sofrimento, a da vergonha da idade e a sensação de falta de lugar na sociedade poderão dar lugar a sensação de prazer e desfrute”, finaliza Wallace.
(Fonte: Mais de 50)


"Ser jovem é saber envelhecer" Comente logo abaixo, 

Até breve...muito breve! /*--*/   

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Otimismo não cura, mas ajuda, dizem especialistas

A morte do ex-vice-presidente José Alencar pôs fim a treze anos de luta contra um sarcoma – tipo de câncer que afeta o abdome –, mas não diminuiu o exemplo de superação dele frente à doença. Otimista, Alencar passou por todo o tratamento tentando demonstrar bom humor e ressaltando a esperança na cura. Para muitos, ficou a lição de que pensamento positivo faz uma diferença e tanto na luta contra a doença. Mas será que faz mesmo?

“Com certeza”, responde a psicóloga clínica do Hospital Erasto Gaertner Iolanda de Assis Galvão. Segundo ela, o otimismo é imprescindível para lidar com doenças graves – em especial, o câncer –, mas não é suficiente para alcançar a cura. “Ele é bom quando o paciente, por acreditar na recuperação, luta para se livrar do problema, aceita melhor os procedimentos médicos e se preocupa em seguir à risca os tratamentos.”

A vantagem é que ser otimista atua de maneira eficiente no organismo, rendendo uma resposta fisiológica que ajuda na recuperação. Ter uma atitude positiva em relação à vida faz com que haja maior liberação de endorfina, hormônio que dá uma sensação de bem-estar, melhora o humor, fortalece o sistema imunológico e aumenta a resistência do organismo a doenças oportunistas que comprometem o tratamento, como pneumonia e infecções.

Os otimistas também saem na frente durante o tratamento porque não se isolam, prezam pela continuidade de uma rotina que envolva os amigos e familiares e costumam falar abertamente sobre o problema, o que torna a recuperação menos atribulada. “Muitos pacientes interrompem a luta pela própria vida por causa do problema, deixam de conviver com as pessoas que amam, se blindam para não falar sobre o assunto e passam o resto do tempo só remoendo a tristeza de ter câncer ou outra doença, o que dificulta todo o processo de recuperação ou de ter qualidade de vida”, explica o médico oncologista do Hospital Erasto Gaertner José Clemente Linhares.

Para a psicóloga do Instituto Nacional de Câncer (INCA) Bianca Oigman, outro hábito que colabora para a recuperação é manter a fé. “Em muitos casos, a espiritualidade é o que dá sentido à vida, porque move o paciente a manter a esperança e ter vontade de sobreviver. Mesmo pesquisas científicas mostram que ter fé não cura o paciente, mas, assim como o otimismo, o ajuda a ficar mais confiante e a combater a doença de forma mais incisiva.”

E os benefícios podem ser vistos até quando a doença está em estágio terminal ou mesmo quando não há mais chances de cura. “Há muitos pacientes com doenças crônicas degenerativas que não desistem e, mesmo próximos do fim, encaram a situação com muita coragem, prezando por aproveitar o seu tempo da melhor forma possível”, comenta Linhares.

Os especialistas, porém, recomendam que o pensamento positivo seja sempre acompanhado por disciplina para seguir as orientações médicas à risca. “Todo excesso é ruim. Há casos em que a pessoa se sente tão confiante que acha que vai melhorar sem precisar de tratamento, então negligencia os cuidados com a saúde, o que é muito perigoso”, adverte Iolanda.

Com bom humor e sem falsas esperanças

Mesmo o otimismo fazendo bem, os especialistas dizem que os pacientes não precisam se pressionar para estar bem-humorado sempre. “É comum que um dia ou outro a pessoa fique insegura e sinta-se triste e desmotivada. O problema é quando este sentimento é um estado permanente”, explica a diretora da Sociedade Brasileira de Psico-Oncologia (SBPO) e presidente do Instituto Oncoguia, Luciana Holtz de Camargo Barros.

É importante também que o paciente, seus familiares e amigos evitem falsas esperanças. “Se a doença é terminal, o paciente deve se sentir incentivado a lutar da maneira que é possível, se conformar com o que não pode mudar, minimizar os processos de dor e permanecer motivado a viver bem. Se ele não pode ter a cura, que tenha qualidade de vida”, diz a psicóloga do Instituto Nacional de Câncer (INCA) Bianca Oigman.
(Fonte: Gazeta do Povo)

Você já passou por alguma situação em que o otimismo ajudou na superação? 

Comente, 

QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA SEGUNDA-FEIRA! /*--*/