A epidemia de diabetes está se alastrando pelo mundo. Pelo menos 366 milhões sofrem da doença e o número de casos vem aumentando, de acordo com dados da Federação Internacional de Diabetes.
Uma pessoa morre a cada sete segundos devido a complicações da doença, mostram estudos divulgados em Lisboa, durante o encontro da instituição, uma organização que representa associações de mais de 160 países.
No Brasil, estatísticas oficiais mostram que 7% da população têm diabetes, mas médicos acreditam que este percentual é muito maior. Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, há 500 casos novos por dia.
O tipo 1 — quando o organismo não produz o hormônio insulina — afeta principalmente as crianças e os adolescentes. Já o tipo 2 é o mais comum e ocorre quando o pâncreas não produz insulina suficiente, também elevando o nível de açúcar no sangue.
Envelhecimento e excesso de peso são os principais fatores de risco para a doença, que pode ser controlada com dieta, exercício e medicamentos. E quanto mais cedo o diagnóstico, menos problemas. Os médicos lembram que os altos níveis de glicose causam doenças graves nos rins, cegueira e amputações.
Em junho deste ano, estudo publicado na revista científica "Lancet" estimou que o número global de casos de diabetes duplicou nas últimas décadas. A federação pediu medidas concretas para frear a epidemia e que as autoridades de saúde procurem investir mais na prevenção, no diagnóstico e no tratamento das doenças crônicas, tema de uma reunião que será realizada pela Organização das Nações Unidas nos próximos dias. Para especialistas, o cuidado com o diabetes deveria ser realizado em clínicas de saúde locais.
"O relógio não para", disse Jean Claude Mbanya, o presidente do grupo. "Esperamos resultados em nosso encontro na ONU, e medidas para deter a marcha ascendente do diabetes".
Não para mesmo. Só nos Estados Unidos, em 2000, mais de 11 milhões de americanos foram diagnosticados com diabetes. Até 2050, estima-se que esse número alcançará 29 milhões, ou 7% da população americana, segundo estudo na revista "Archives of Interna Medicine". A despesa com remédios saltou de US$ 6,7 bilhões em 2001 para US$ 12,5 bilhões em 2007, segundo levantamento das universidades de Stanford e Chicago, nos Estados Unidos.
Suspeitar da doença é fácil e ela é confirmada em exames laboratoriais. Médicos explicam que o diabetes tipo 1 é uma doença auto-imune, isto é, o próprio organismo ataca e destrói as células beta responsáveis pela produção do hormônio insulina. Como não há produção de insulina, a glicose não alcança as células e elas ficam sem combustível para produzir energia.
Os diabéticos precisam repor o hormônio para regularizar o metabolismo do açúcar. Os principais são necessidade de urinar diversas vezes ao dia, fome frequente, sede constante, perda de peso, fraqueza, fadiga, nervosismo, alterações de humor, náusea e vômito. Ocorre em qualquer idade, mas costuma ter maior incidência antes dos 35 anos.
Já o tipo 2 é oito a dez vezes mais comum que o 1. O excesso de peso e o sedentarismo são os principais responsáveis. Mas também o fator hereditário é importante. Ocorre com maior frequência acima de 40 anos.
Neste caso, há produção de insulina pelo pâncreas, mas o hormônio é mal absorvido.
As células não metabolizam glicose suficientemente, processo que os médicos chamam de resistência insulínica. Infecções frequentes, alteração visual (visão embaçada), dificuldade de cicatrização de feridas, formigamento nos pés e furunculose são principais sintomas.
Muitos desses pacientes precisam de reposição de insulina. Existe também o diabete gestacional, a alteração das taxas de açúcar no sangue, que aparece ou é detectada pela primeira vez na gravidez. Pode persistir ou desaparecer depois do parto.
(Fonte: Portal G1)
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terça-feira, 20 de setembro de 2011
Imóveis: jovens compram mais, para morar e investir
Os jovens estão comprando cada vez mais imóveis, tanto para morar quanto para investir. De acordo com levantamento da Habitcasa efetuado entre janeiro e março deste ano, 43% dos compradores de imóveis residiam com os pais ou familiares antes de adquirir o bem.
Segundo a pesquisa, este público, que está na intersecção entre duas gerações - os mais antigos da Geração Y e os mais novos da X, entre 27 e 36 anos – está conseguindo adquirir o primeiro imóvel mais cedo, por conta do maior acesso ao crédito.
“Percebemos que, nos anos anteriores, o cliente saía de casa por motivos de casamento, mas agora, com a possibilidade de financiamento, muitos já estão antecipando a saída da casa dos pais”, afirma o diretor da Habitcasa, Maurílio Scachetti.
Além das facilidades de financiamento, o diretor administrativo da Imoplan, Rodrigo Cardozo de Carvalho, aponta outro fator para este aumento das vendas entre as pessoas mais jovens: o aquecimento do mercado imobiliário.
Segundo ele, antigamente, as pessoas costumavam comprar um imóvel para a vida toda, pensando no crescimento da família. “Ou seja, procuravam por um imóvel maior e mais caro”, diz. “Já no cenário atual, percebemos que os jovens estão mais confortáveis em comprar um imóvel de acordo com suas condições e necessidades atuais. Se houver necessidade, a venda deste imóvel e a compra de outro não será um problema”, completa Carvalho.
Segmento econômico
Os jovens costumam comprar mais imóveis do segmento econômico, com valor de até R$ 250 mil. De acordo com dados da Habitcasa, a idade média dos compradores de imóveis deste segmento econômico é de 29 anos, com renda média familiar de R$ 5,2 mil.
Ainda segundo o levantamento, efetuado no ano passado, a maioria dos compradores (76%) de imóveis deste segmento tinha objetivo de morar, enquanto 20% estavam comprando o bem com a finalidade de investir.
“A maioria das transações continua sendo referente à compra do primeiro imóvel”, afirma Carvalho. “Porém, com a grande quantidade de lançamentos, a facilidade para pagamento até a entrega da obra e constante valorização dos imóveis, a quantidade de jovens investidores aumentou significativamente. O retorno é alto e garantido”, continua o diretor da Imoplan.
Mercado imobiliário
De fato, o retorno não tem sido um problema para os compradores de imóveis nos últimos anos. De acordo com o Índice Fipezap, produzido em parceria entre a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) e Zap Imóveis, os imóveis ficaram 87,9% mais caros na cidade São Paulo nos últimos 3 anos. Os alugueis, por sua vez, aumentaram 36,4% no mesmo período.
Só este ano, o imóveis tiveram valorização de 16,6% na capital paulista, enquanto no País a valorização foi de 17%. Entretanto, para Carvalho, mesmo com uma alta tão acentuada, ainda há espaço para mais valorização, ainda que menos expressiva.
“O País está em fase de crescimento e os preços continuarão subindo, mas acredito que o ritmo diminuirá nos próximos anos”, acredita.
(Fonte: Diego Lazzaris Borges - InfoMoney)
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Segundo a pesquisa, este público, que está na intersecção entre duas gerações - os mais antigos da Geração Y e os mais novos da X, entre 27 e 36 anos – está conseguindo adquirir o primeiro imóvel mais cedo, por conta do maior acesso ao crédito.
“Percebemos que, nos anos anteriores, o cliente saía de casa por motivos de casamento, mas agora, com a possibilidade de financiamento, muitos já estão antecipando a saída da casa dos pais”, afirma o diretor da Habitcasa, Maurílio Scachetti.
Além das facilidades de financiamento, o diretor administrativo da Imoplan, Rodrigo Cardozo de Carvalho, aponta outro fator para este aumento das vendas entre as pessoas mais jovens: o aquecimento do mercado imobiliário.
Segundo ele, antigamente, as pessoas costumavam comprar um imóvel para a vida toda, pensando no crescimento da família. “Ou seja, procuravam por um imóvel maior e mais caro”, diz. “Já no cenário atual, percebemos que os jovens estão mais confortáveis em comprar um imóvel de acordo com suas condições e necessidades atuais. Se houver necessidade, a venda deste imóvel e a compra de outro não será um problema”, completa Carvalho.
Segmento econômico
Os jovens costumam comprar mais imóveis do segmento econômico, com valor de até R$ 250 mil. De acordo com dados da Habitcasa, a idade média dos compradores de imóveis deste segmento econômico é de 29 anos, com renda média familiar de R$ 5,2 mil.
Ainda segundo o levantamento, efetuado no ano passado, a maioria dos compradores (76%) de imóveis deste segmento tinha objetivo de morar, enquanto 20% estavam comprando o bem com a finalidade de investir.
“A maioria das transações continua sendo referente à compra do primeiro imóvel”, afirma Carvalho. “Porém, com a grande quantidade de lançamentos, a facilidade para pagamento até a entrega da obra e constante valorização dos imóveis, a quantidade de jovens investidores aumentou significativamente. O retorno é alto e garantido”, continua o diretor da Imoplan.
Mercado imobiliário
De fato, o retorno não tem sido um problema para os compradores de imóveis nos últimos anos. De acordo com o Índice Fipezap, produzido em parceria entre a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) e Zap Imóveis, os imóveis ficaram 87,9% mais caros na cidade São Paulo nos últimos 3 anos. Os alugueis, por sua vez, aumentaram 36,4% no mesmo período.
Só este ano, o imóveis tiveram valorização de 16,6% na capital paulista, enquanto no País a valorização foi de 17%. Entretanto, para Carvalho, mesmo com uma alta tão acentuada, ainda há espaço para mais valorização, ainda que menos expressiva.
“O País está em fase de crescimento e os preços continuarão subindo, mas acredito que o ritmo diminuirá nos próximos anos”, acredita.
(Fonte: Diego Lazzaris Borges - InfoMoney)
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Imóveis: jovens compram mais,
para morar e investir
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Classe D acha que emprego contribui mais que estudo
A recente melhora de vida entre os consumidores da classe D pouco tem a ver com o aprimoramento de sua situação educacional.
Para essa população, foi o emprego, com salário mensal e benefícios, o maior responsável pelo avanço das condições, de acordo com pesquisa da consultoria Quorum.
A percepção é compartilhada por quase 40% deles.
Aos estudos o sucesso é atribuído por cerca de 15% apenas, segundo a pesquisa. O peso da inflação e o acesso a crédito são mais lembrados.
As mulheres e os solteiros são os que mais perceberam mudanças nos últimos três anos. Os homens e o grupo acima dos 45 anos apontam impacto menos significativo.
Metade da renda da classe D é comprometida com despesas básicas. O que resta vai para o cartão de crédito e para as prestações de lojas. Pouco sobra para investir em educação ou lazer.
Cerca de 33% destas pessoas conseguem guardar em torno de R$ 50 por mês, dinheiro que costuma ir para a poupança.
(Fonte: Folhapress)
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Para essa população, foi o emprego, com salário mensal e benefícios, o maior responsável pelo avanço das condições, de acordo com pesquisa da consultoria Quorum.
A percepção é compartilhada por quase 40% deles.
Aos estudos o sucesso é atribuído por cerca de 15% apenas, segundo a pesquisa. O peso da inflação e o acesso a crédito são mais lembrados.
As mulheres e os solteiros são os que mais perceberam mudanças nos últimos três anos. Os homens e o grupo acima dos 45 anos apontam impacto menos significativo.
Metade da renda da classe D é comprometida com despesas básicas. O que resta vai para o cartão de crédito e para as prestações de lojas. Pouco sobra para investir em educação ou lazer.
Cerca de 33% destas pessoas conseguem guardar em torno de R$ 50 por mês, dinheiro que costuma ir para a poupança.
(Fonte: Folhapress)
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Anvisa veta uso e comércio de nove fitoterápicos
Decisão foi divulgada no Diário Oficial.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu proibir 9 produtos fitoterápicos no Brasil. Publicado no Diário Oficial, o veto às substâncias é válido tanto para o uso como para o comércio e distribuição.
Os produtos não poderão mais circular e serem vendidos em todo o território nacional a partir de quarta-feira(14). A proibição também é válida para unidades dos produtos já encontradas no mercado.
O texto da resolução (RE Nº 4.112) no Diário Oficial ainda cita uma apreensão de produtos em Sergipe que não estariam registrados na Anvisa.
A Anvisa já havia proibido, em junho de 2010, a circulação de um kit fitoterápico e de uma pomada indicados no combate ao câncer no Nordeste.
Abaixo os fitoterápicos suspensos pela Anvisa:
1) Chá Sete Ervas (130g)
Empresa: Rouxinol Produtos Naturais (São Paulo)
Indicação: Obesidade, gordura localizada, celulite,colesterol
2) Xarope Flor da Índia (500 ml)
Empresa: Nutri Plantas (Manaus).
Indicação: Boca amarga, cólica de fígado ou rins, prisão de ventre e dores de cabeça
3) Xarope Flor do Sertão (500ml)
Empresa: Elis Natu’s.
Indicação: Hepatite, úlcera gástrica, pedras na vesícula e ácido úrico
4) Flor da Catingueira (500 ml)
Empresa: Bonature Produtos Naturais (Belo Horizonte).
Indicação: Bebida com extratos vegetais e vitamina C
5) Umburana (500 ml)
Empresa: Não consta
Indicação: Infecções dos rins, fígado e vesículas
6) Nutri Plantas (compostas de ervas medicinais 500 ml)
Empresa: Nutri plantas (Manaus)
Indicação: Empachamento, úlcera, azia, boca amarga e dores gástricas
7) Folha Santa (200 ml)
Empresa: Natureza Viva
Indicação: Evita derrame, palpitação no coração, tônico do coração
8)Elixir de Pai João (250 ml)
Empresa: Não consta
Indicação: Dores de Barriga, impotência sexual e perda de memória.
9) Tayu Caroba (Elixir natural composto de 250 ml)
Empresa: Não consta.
Indicação: Depurativo do sangue, elimina cravos, espinhas, tumores e feridas.
(Fonte: Portal G1)
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu proibir 9 produtos fitoterápicos no Brasil. Publicado no Diário Oficial, o veto às substâncias é válido tanto para o uso como para o comércio e distribuição.
Os produtos não poderão mais circular e serem vendidos em todo o território nacional a partir de quarta-feira(14). A proibição também é válida para unidades dos produtos já encontradas no mercado.
O texto da resolução (RE Nº 4.112) no Diário Oficial ainda cita uma apreensão de produtos em Sergipe que não estariam registrados na Anvisa.
A Anvisa já havia proibido, em junho de 2010, a circulação de um kit fitoterápico e de uma pomada indicados no combate ao câncer no Nordeste.
Abaixo os fitoterápicos suspensos pela Anvisa:
1) Chá Sete Ervas (130g)
Empresa: Rouxinol Produtos Naturais (São Paulo)
Indicação: Obesidade, gordura localizada, celulite,colesterol
2) Xarope Flor da Índia (500 ml)
Empresa: Nutri Plantas (Manaus).
Indicação: Boca amarga, cólica de fígado ou rins, prisão de ventre e dores de cabeça
3) Xarope Flor do Sertão (500ml)
Empresa: Elis Natu’s.
Indicação: Hepatite, úlcera gástrica, pedras na vesícula e ácido úrico
4) Flor da Catingueira (500 ml)
Empresa: Bonature Produtos Naturais (Belo Horizonte).
Indicação: Bebida com extratos vegetais e vitamina C
5) Umburana (500 ml)
Empresa: Não consta
Indicação: Infecções dos rins, fígado e vesículas
6) Nutri Plantas (compostas de ervas medicinais 500 ml)
Empresa: Nutri plantas (Manaus)
Indicação: Empachamento, úlcera, azia, boca amarga e dores gástricas
7) Folha Santa (200 ml)
Empresa: Natureza Viva
Indicação: Evita derrame, palpitação no coração, tônico do coração
8)Elixir de Pai João (250 ml)
Empresa: Não consta
Indicação: Dores de Barriga, impotência sexual e perda de memória.
9) Tayu Caroba (Elixir natural composto de 250 ml)
Empresa: Não consta.
Indicação: Depurativo do sangue, elimina cravos, espinhas, tumores e feridas.
(Fonte: Portal G1)
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sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Avós devem participar da educação financeira dos netos
Quando eles foram criados, não existia uma educação financeira formal - nem mesmo existiam canais de comunicação tão ágeis quanto hoje -, mas isso não impediu que eles aprendessem a lidar bem com o dinheiro.
A vivência deles em um País que passou por diversos problemas econômicos no passado já é mais do que o suficiente para que saibam bastante sobre como administrar suas finanças pessoais e para que ajudem na criação das gerações futuras.
"O que os avós de hoje já passaram - crises, hiperinflação, guerras e escassez - fez com que eles aprendessem bem mais do que o que está nos livros", afirmou o especialista em educação financeira Álvaro Modernell, sobre o porquê os avós, cujo dia nacional é comemorado no próximo domingo (26), têm condições de ajudar na educação financeira de seus netos.
Ajuda
De acordo com Modernell, normalmente, a imagem que se tem dos avós na educação financeira dos netos não é nada positiva. "O que se pensa é que os pais educam para os avós estragarem, porque são mais benevolentes", ressaltou.
Porém, isso acontece porque não existe diálogo. O melhor caminho para os avós ajudarem na educação financeira das crianças é "combinar regras". Um exemplo: não adianta nada os pais determinarem uma mesada mensal se os avós derem dinheiro o tempo todo para a criança. Isso não significa que não possam dar o dinheiro, mas que isso seja feito com o apoio dos pais.
Uma outra forma de educar financeiramente é não dar tudo o que a criança deseja, o que todo mundo sabe, mas poucos conseguem fazer. "A criança quer comprar algo?
Então deixe que ela junte e se esforce, para depois ajudar, se ele mostrar que quer mesmo aquilo", afirmou Modernell, para quem é preciso premiar pelo "sacrifício" de poupar.
Enfim, de acordo com Modernell, os avós têm de consultar os pais antes de tomar qualquer atitude, isso se a família se preocupa com a educação financeira das crianças.
Aliado
Modernell ainda ressaltou o que o avós têm a seu favor o que os pais não possuem: tempo livre. Como muitos deles estão aposentados, podem despender mais horas de seus dias para conversar com os netos sobre dinheiro.
"Hoje em dia, nem sempre os pais sentam com os filhos para contar histórias. Os avós podem usar fábulas e ensinar. A Galinha dos Ovos de Ouro, por exemplo, pode passar a mensagem de como a ganância pode prejudicar uma pessoa e a Formiga e a Cigarra, de como é importante poupar", exemplificou o especialista em educação financeira.
Mas nada é tão eficiente quanto contar para as crianças histórias de vida, em que os personagens são os próprios membros da família. Assim, eles aprendem melhor os ensinamentos da educação financeira, porque se envolvem mais.
Princípios
Confira abaixo quais são os princípios de educação financeira que os avós podem passar para os netos, os quais têm relação com sua experiência de vida:
O dinheiro não é o mais importante na vida: quem viveu mais tempo tem mais certeza disso do que quem está em busca do sucesso financeiro, como os pais.
Também sem dinheiro é possível se divertir: muitos pais pensam que levar para uma lanchonete é um programa familiar, mas os avós vão além e se comprometem a fazer um piquenique, que não é só chegar, consumir, pagar e ir embora.
Não é preciso comprar o tempo todo: nem tudo é descartável e é possível construir o próprio brinquedo. A criança passa a valorizar aquilo que não é "comprado em shopping".
O que é caro ou barato: a correria do dia-a-dia não permite aos pais pesquisar tanto os preços, o que os avós podem fazer.
O que a mídia diz não é regra: os avós ajudam a equilibrar o bombardeio que a mídia faz, prezando marcas mais caras, às vezes para produtos que não têm tanta qualidade.
(Fonte: Flávia Furlan Nunes)
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QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA SEXTA-FEIRA!
E um MARAVILHOSO fim de semana! /*--*/
A vivência deles em um País que passou por diversos problemas econômicos no passado já é mais do que o suficiente para que saibam bastante sobre como administrar suas finanças pessoais e para que ajudem na criação das gerações futuras.
"O que os avós de hoje já passaram - crises, hiperinflação, guerras e escassez - fez com que eles aprendessem bem mais do que o que está nos livros", afirmou o especialista em educação financeira Álvaro Modernell, sobre o porquê os avós, cujo dia nacional é comemorado no próximo domingo (26), têm condições de ajudar na educação financeira de seus netos.
Ajuda
De acordo com Modernell, normalmente, a imagem que se tem dos avós na educação financeira dos netos não é nada positiva. "O que se pensa é que os pais educam para os avós estragarem, porque são mais benevolentes", ressaltou.
Porém, isso acontece porque não existe diálogo. O melhor caminho para os avós ajudarem na educação financeira das crianças é "combinar regras". Um exemplo: não adianta nada os pais determinarem uma mesada mensal se os avós derem dinheiro o tempo todo para a criança. Isso não significa que não possam dar o dinheiro, mas que isso seja feito com o apoio dos pais.
Uma outra forma de educar financeiramente é não dar tudo o que a criança deseja, o que todo mundo sabe, mas poucos conseguem fazer. "A criança quer comprar algo?
Então deixe que ela junte e se esforce, para depois ajudar, se ele mostrar que quer mesmo aquilo", afirmou Modernell, para quem é preciso premiar pelo "sacrifício" de poupar.
Enfim, de acordo com Modernell, os avós têm de consultar os pais antes de tomar qualquer atitude, isso se a família se preocupa com a educação financeira das crianças.
Aliado
Modernell ainda ressaltou o que o avós têm a seu favor o que os pais não possuem: tempo livre. Como muitos deles estão aposentados, podem despender mais horas de seus dias para conversar com os netos sobre dinheiro.
"Hoje em dia, nem sempre os pais sentam com os filhos para contar histórias. Os avós podem usar fábulas e ensinar. A Galinha dos Ovos de Ouro, por exemplo, pode passar a mensagem de como a ganância pode prejudicar uma pessoa e a Formiga e a Cigarra, de como é importante poupar", exemplificou o especialista em educação financeira.
Mas nada é tão eficiente quanto contar para as crianças histórias de vida, em que os personagens são os próprios membros da família. Assim, eles aprendem melhor os ensinamentos da educação financeira, porque se envolvem mais.
Princípios
Confira abaixo quais são os princípios de educação financeira que os avós podem passar para os netos, os quais têm relação com sua experiência de vida:
O dinheiro não é o mais importante na vida: quem viveu mais tempo tem mais certeza disso do que quem está em busca do sucesso financeiro, como os pais.
Também sem dinheiro é possível se divertir: muitos pais pensam que levar para uma lanchonete é um programa familiar, mas os avós vão além e se comprometem a fazer um piquenique, que não é só chegar, consumir, pagar e ir embora.
Não é preciso comprar o tempo todo: nem tudo é descartável e é possível construir o próprio brinquedo. A criança passa a valorizar aquilo que não é "comprado em shopping".
O que é caro ou barato: a correria do dia-a-dia não permite aos pais pesquisar tanto os preços, o que os avós podem fazer.
O que a mídia diz não é regra: os avós ajudam a equilibrar o bombardeio que a mídia faz, prezando marcas mais caras, às vezes para produtos que não têm tanta qualidade.
(Fonte: Flávia Furlan Nunes)
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Escovar os dentes também protege o coração
Você sabia que escovar corretamente os dentes faz bem ao coração? Além de evitar as cáries e combater o mau hálito, a higiene bucal pode proteger esse tão importante órgão do corpo humano.Um levantamento feito na Escócia com 11 mil adultos e publicado no British Medical Journal aponta que quem escova os dentes pelo menos duas vezes ao dia pode evitar problemas no coração.
A pesquisa avaliou informações como a prática de atividades físicas, hábitos de fumar e rotinas de higiene para a saúde bucal. Os participantes foram classificados de acordo com a limpeza dos dentes e a frequência de visitas ao dentista.
Foi observado o histórico médico pessoal e familiar em relação às doenças coronárias, bem como coletadas amostras de sangue.
Quando os dados foram ajustados para fatores de risco para o coração, como obesidade, fumo ou histórico familiar, os voluntários que escovavam os dentes com menos frequência tiveram risco 70% maior de desenvolver doenças coronarianas do que aqueles que escovavam.
(Fonte: R7)
Quantas vezes ao dia você escova os dentes? Comente!
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quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Educação financeira
Muitos dos problemas emocionais vivenciados pelas famílias têm como origem as questões financeiras. A maioria da população brasileira não foi e não é educada para o mundo das finanças. Somente recentemente é que as escolas de ensino fundamental e médio se deram conta que falar de dinheiro é necessário.
Pouquíssimas famílias se importam em orientar os filhos no sentido de aprenderem a lidar com crédito, contas a pagar, renda, etc. A separação de casais por divergências na relação com o dinheiro está em crescimento: 50% dos casais que se separam apontam esta causa como a que motivou o fim do relacionamento. Tudo começa no namoro. O encantamento amoroso, a paixão, o querer bem, não podem inibir uma conversa franca sobre dinheiro.
O casal, para ter uma vida completa a dois, precisa, além da afinidade amorosa, também ter sintonia financeira. É necessário decidir qual padrão de vida a ser estabelecido, se há necessidade de conta conjunta, se os dois trabalharão, como serão os gastos gerais, qual o volume de reservas para emergências, etc.
Quando vem o filho, inicia-se uma pequena revolução nas finanças do casal. Se houve planejamento financeiro para este novo momento, as coisas tendem a ser mais fáceis, mas o que se observa é exatamente o contrário: mais gastos incorporados a um casal desorganizado financeiramente.
Quando chegam os filhos é preciso em algum momento falar com eles sobre o tema. O indicativo é que isso ocorra quando os filhos completarem cinco a seis anos. Nesta idade devem manusear o dinheiro, efetuar pequenas compras de produtos que custem alguns centavos. É muito positivo instituir semanadas. Um valor em dinheiro entregue toda semana para a criança gastar no que deseja.
Vale destacar que os pais não podem transferir para a mesada despesas que são de sua obrigação, como compras de livros, mensalidade escolar, uniformes, etc. O valor da semanada deve ser definido dentro do padrão de vida de cada família. O fundamental é que a criança preste conta em que gastou e que os pais acompanhem a vida financeira dos filhos.
Quando adolescentes, é preciso ir além. Mostrar com clareza as fontes de renda (mesmo sem declinar o montante), e quais os gastos prioritários da família. Abordar a importância em manter o nome limpo na praça e para tanto orientar para que sempre paguem em dia as contas assumidas. Educar para esses jovens guardem dinheiro.
Mostrar a importância de ter reservas financeiras para emergências. Falar de seguros, previdência privada, carreira, entre outros, garantirão educação mais completa. Nem todos os pais têm conhecimento sobre tudo, portanto, não há problema algum em buscar ajuda de especialistas e até mesmo matricular os filhos em cursos de especialização no tema.
É cada vez mais necessário educar de maneira completa e forjar cidadãos que tenham dignidade. A boa saúde financeira passa por isso. Educar financeiramente é ajudar a obter qualidade de vida.
(Fonte: Reinaldo Cafeo - JC Net)
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Pouquíssimas famílias se importam em orientar os filhos no sentido de aprenderem a lidar com crédito, contas a pagar, renda, etc. A separação de casais por divergências na relação com o dinheiro está em crescimento: 50% dos casais que se separam apontam esta causa como a que motivou o fim do relacionamento. Tudo começa no namoro. O encantamento amoroso, a paixão, o querer bem, não podem inibir uma conversa franca sobre dinheiro.
O casal, para ter uma vida completa a dois, precisa, além da afinidade amorosa, também ter sintonia financeira. É necessário decidir qual padrão de vida a ser estabelecido, se há necessidade de conta conjunta, se os dois trabalharão, como serão os gastos gerais, qual o volume de reservas para emergências, etc.
Quando vem o filho, inicia-se uma pequena revolução nas finanças do casal. Se houve planejamento financeiro para este novo momento, as coisas tendem a ser mais fáceis, mas o que se observa é exatamente o contrário: mais gastos incorporados a um casal desorganizado financeiramente.
Quando chegam os filhos é preciso em algum momento falar com eles sobre o tema. O indicativo é que isso ocorra quando os filhos completarem cinco a seis anos. Nesta idade devem manusear o dinheiro, efetuar pequenas compras de produtos que custem alguns centavos. É muito positivo instituir semanadas. Um valor em dinheiro entregue toda semana para a criança gastar no que deseja.
Vale destacar que os pais não podem transferir para a mesada despesas que são de sua obrigação, como compras de livros, mensalidade escolar, uniformes, etc. O valor da semanada deve ser definido dentro do padrão de vida de cada família. O fundamental é que a criança preste conta em que gastou e que os pais acompanhem a vida financeira dos filhos.
Quando adolescentes, é preciso ir além. Mostrar com clareza as fontes de renda (mesmo sem declinar o montante), e quais os gastos prioritários da família. Abordar a importância em manter o nome limpo na praça e para tanto orientar para que sempre paguem em dia as contas assumidas. Educar para esses jovens guardem dinheiro.
Mostrar a importância de ter reservas financeiras para emergências. Falar de seguros, previdência privada, carreira, entre outros, garantirão educação mais completa. Nem todos os pais têm conhecimento sobre tudo, portanto, não há problema algum em buscar ajuda de especialistas e até mesmo matricular os filhos em cursos de especialização no tema.
É cada vez mais necessário educar de maneira completa e forjar cidadãos que tenham dignidade. A boa saúde financeira passa por isso. Educar financeiramente é ajudar a obter qualidade de vida.
(Fonte: Reinaldo Cafeo - JC Net)
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