quarta-feira, 20 de abril de 2011

Consumo de ômega-3 durante gravidez reduz risco de depressão pós-parto

O consumo durante a gravidez do ácido graxo ômega-3, encontrado em peixes como o salmão, reduz o risco de depressão pós-parto. É o que aponta um estudo realizado nos Estados Unidos por cientistas da Universidade de Connecticut.

A médica Michelle Price Judge, principal autora do estudo, da Escola de Enfermagem da universidade, já tinha demonstrado anteriormente que o consumo durante a gravidez do ácido docosahexaenoico (DHA), um ácido graxo poliinsaturado da série ômega-3, auxilia o desenvolvimento do bebê. A partir disso, ela quis descobrir o efeito do ácido graxo na depressão pós-parto.

Para realizar esse novo estudo, ela analisou os hábitos alimentares de 52 mulheres grávidas que foram divididas em dois grupos. Metade tomou um placebo e a outra metade consumiu 300 mg de DHA cinco dias por semana entre as semanas 24 e 40 da gravidez. Essa quantidade é similar à de meia porção de salmão.

Os especialistas acompanharam as mães e mediram sua condição emocional por meio de uma escala de depressão pós-parto realizada pela doutora Cheryl Beck, da Universidade de Connecticut e coautora do estudo. Segundo outras pesquisas mencionadas pelos autores, aproximadamente 25% das mães padecem desse tipo de depressão, que afeta as relações familiares e tem consequências no desenvolvimento afetivo da criança.

O resultado do estudo mostrou que as mães que fizeram parte do grupo que consumiu o peixe foram menos propensas a manifestar sintomas relacionados com a ansiedade.

Michelle e sua equipe assinalaram durante o Congresso de Biologia Experimental 2011, realizado em Washington, que seria necessário um estudo maior para entender o porquê e o alcance dos benefícios do ômega-3 para a saúde mental da mãe.
Ainda assim, as especialistas recomendam às grávidas o consumo de peixes ricos nesse tipo de ácido graxo entre dois e três dias por semana, já que são ricos em proteínas e minerais. Outros estudos destacaram o benefício para a saúde mental e ajuda no desenvolvimento cognitivo e visual das crianças.
(Fonte: R7.com)

Está aí a dica para todos, não somente para as grávidas, iniciarem

este hábito de consumo de peixes desde esta páscoa! /*--*/

Até breve...muito breve!

terça-feira, 19 de abril de 2011

Autoestima deve ser desenvolvida durante a infância

Educar e formar uma criança são tarefas desafiadoras. Pais de primeira viagem ou casais que já passaram pela experiência de ter o primeiro filho são diariamente testados. Não basta cuidar do básico, como alimentar, trocar fraldas, ensinar os primeiros passos e palavras. É necessário mais. Entre o manancial de cuidados há os que exigem mais resiliência, como fazer com que o filho conquiste autoestima.

Aparentemente a missão nem é tão cabulosa. Mas fazer com que criança seja confiante para assumir riscos e desenvolva segurança para acreditar na própria capacidade, sabendo aceitar o fracasso, exige muito dos pais. "É no decorrer dos anos que as crianças aprendem as habilidades requisitadas pela nossa sociedade", explica a psicóloga Renata Ayub.

De acordo com a profissional, se uma criança não é estimulada a desenvolver habilidades como estas, elas podem crescer com uma visão distorcida de suas capacidades. "No futuro, provavelmente, ela terá muita dificuldade para aceitar as frustrações, além de acreditar que não é boa o suficiente", explica.

Contrução da autoestima infantil

Uma criança precisa de elogios para desenvolver a autoestima. No entanto, muitos pais pecam ao restringir a somente este detalhe. "Dedicação para entender o filho ainda é a melhor forma de fazer com que ele cresça de forma saudável", diz Renata. Segundo a profissional, ouvir a criança e procurar entender suas necessidades é recomendável. Porém, o alerta sobre a linha tênue entre compreensão e falta de limites não tarda a aparecer. Os pais precisam (e devem) impor limites aos filhos.

A forma mais adequada de executar a tarefa é evitar as críticas em excesso e prezar pela explicação lógica. "Críticas severas podem deixar sequelas e traumas profundos, afinal, as primeiras noções de autoestima das crianças são os olhares que os pais têm sob elas", alerta a terapeuta.

O excesso de cuidados pode ser devastador na vida adulta. Crianças devem aprender desde cedo a lidar com frustrações. Caso pulem esta etapa, as chances de perpetuar a fragilidade diante de dificuldades é enorme. "É extremamente difícil para um pai ver o filho em uma situação de desconforto. Ao mesmo tempo, é igualmente arriscado poupá-los das dificuldades", pondera a profissional. "A reação dos pais diante de determinadas situações vão refletir na forma como ela agirá na vida adulta. Se a criança é superprotegida, jamais acumulará vivências e terá pouco repertório para saber se posicionar".

Evite os traumas

Deixar os filhos cometerem erros pode ser saudável. Antecipar uma escolha da criança limita suas opções e ela certamente não saberá lidar com frustrações, pois sempre teve respaldo dos pais nas situações em que ela deveria agir e pensar por si mesma. Estimular a coragem, evitar comparações com outras crianças e elogiar é sempre recomendado. Assim como manter um diálogo aberto, dar atenção aos seus dilemas (por mais corriqueiros que eles pareçam) também favorecem o desenvolvimento da autoestima infantil.
(Fonte: Uol – Minha Vida)

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QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA TERÇA-FEIRA!

Família unida, contas em dia

Você está endividado e chegou o momento de traçar um plano para reverter a situação.

Se você acredita que pode ou deve resolver sozinho esse problema, saiba que suas chances de sucesso são muito maiores se contar com o suporte da sua família.

Consultores recomendam que as famílias devem se esforçar para deixar o individualismo de lado. Se o casal tem dois carros e não consegue mantê-los, a solução talvez seja vender um dos veículos e partilhar o outro.

Ou talvez a família descubra que não precisa manter os títulos de clubes que pouco frequentam e o pacote mais caro de TV a cabo.
(Fonte: IG)

Você e sua família são unidos?
Quais estratégias vocês utilizam para que as contas fiquem em dia?
 
Até breve...muito breve! /*--*/

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Envelhecer em casa é mais benéfico do que viver em asilos

A perda da saúde e da independência levam muitos idosos a viver em asilos e clínicas onde eles podem receber cuidados o tempo todo, mas um novo estudo mostra que viver em sua própria casa é mais beneficial para a pessoa e pode ser mais barato.

A professora da Universidade de Missouri, Marilyn Rantz, analisou durante quatro anos a qualidade de vida e os custos de idosos vivendo em asilos ou que recebiam cuidados em suas casas.

Baseando seu depoimento nos resultados dessa análise, Rantz afirma que como os idosos querem manter sua qualidade de vida e independência, viver em suas próprias casas é a melhor opção, já que não os obriga a mudar de ambiente. A saúde do idoso é controlada por uma equipe de prestadores de cuidados que prestam serviços adaptados para a pessoa. Assim, essa opção de “envelhecimento” reduz custos e trás melhorias para a saúde física e mental.

O estudo foi publicado no periódico Nursing Outlook.
(Fonte: Uol – Nursing Outlook)

Essa mudança de ambiente para o idoso e seus familiares
é uma difícil missão, afinal, ele não quer sair de seu cantinho,
por onde viveu toda sua vida e fez sua história.

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QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA SEGUNDA-FEIRA! /*--*/

Felicidade no trabalho é possível e está associada à qualidade de vida

Colocar a felicidade como meta no campo profissional é bem comum, mas difícil na avaliação de muitos profissionais que têm sempre críticas a fazer do chefe, do ambiente, de alguns colegas e da correria. Ao contrário do que muitos pensam, contudo, ser plenamente satisfeito com a profissão é possível.

“É uma meta alcançável”, afirma o headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, Weider Silva. “Essa felicidade está lincada com o indivíduo”, ressalta. Para Silva, o campo profissional não está isolado e recebe interferências de outras áreas da vida, como a familiar, a financeira e a afetiva, por exemplo. “Se um lado está desequilibrado, ele afetará o outro”.

A felicidade no trabalho só se estabelecerá, na avaliação do especialista, quando o conjunto de elementos que forma a nossa vida estiver bem. Mas não precisa estar perfeito. “A questão não é ter nenhum problema, mas saber equilibrar todos os que temos”, considera a consultora de Planejamento de Carreira da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Karla Mara Alves de Oliveira.

Para a especialista, o profissional só alcançará a felicidade no trabalho quando ele souber priorizar a qualidade de vida. “Ele tem de tentar relacionar o bem estar dele com o da empresa”, afirma.

Ser feliz

Se você está insatisfeito com o trabalho que tem ou, apesar de gostar do que faz e da empresa onde atua, não se sente plenamente feliz, talvez o problema não esteja mesmo no trabalho. “Às vezes, o profissional acha que está infeliz no trabalho, mas na verdade ele não está bem em outra esfera da vida”, afirma Silva. “Tudo gera impacto”, reforça.

Pensar no que incomoda hoje no trabalho pode ajudar o profissional a resolver alguns nós que impedem que ele se sinta feliz com o que faz ou onde trabalha. Ao identificar os gargalos, ele limpa seu campo de visão e começa a perceber se os problemas estavam relacionados ao seu campo de atuação.

“No trabalho, teremos problemas, enfrentaremos riscos, erraremos e trabalharemos sobre pressão. Mas isso faz parte”, considera Karla. Com isso, considerar esses fatores como motivos para uma possível infelicidade não conta, pois em qualquer lugar onde o profissional esteja ou em qualquer profissão que atue, ele vai encontrar problemas dessas naturezas.

Para se alcançar a felicidade plena no campo profissional, o ideal é aliar todos esses fatores e encará-los do modo mais natural possível. E cada profissional saberá qual a melhor forma de lidar com essas pequenas pedras diárias. Por isso, a felicidade é algo tão particular. “A felicidade está atrelada ao que o profissional quer”, considera Silva.

Os fatores da felicidade

Atingir a felicidade profissional é particular. Mas existem fatores que dão um empurrãozinho para a felicidade aparecer para qualquer um. Fazer o que gosta é o primeiro passo para conseguir alcançar a satisfação na carreira. “Se ele faz o que gosta e não apenas o que tem de fazer, se a remuneração é adequada e se o grupo de convivência é positivo, ele pode ser feliz no trabalho”, afirma Silva.

Além desses, Karla cita como fatores que contribuem para a felicidade na carreira o fato de o profissional ter desafios constantes, se sentir útil, respeitado e reconhecido por colegas e líderes. Contudo, para a especialista, ter relacionamentos respeitosos no ambiente de trabalho, ter perspectivas e segurança são os itens que mais contribuem para a satisfação profissional.

Esses fatores, porém, não são estanques, uma vez que a carreira do profissional, assim como o mercado de trabalho, está em constante mudança. “A felicidade é uma busca contínua”, avalia Karla. “O profissional precisa entender que a felicidade não existe no trabalho em si, mas nele mesmo, no equilíbrio de todos os campos de sua vida”, completa Silva.
(Fonte: Infomoney)

Você já parou para pensar que passamos a maior parte do nosso dia no trabalho?
 
A felicidade é essencial! Seja feliz com o que você faz, com os resultados do seu trabalho!

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sexta-feira, 15 de abril de 2011

Começar a beber mais cedo associa consumo de álcool a estresse

Pessoas que começam a consumir bebidas alcoólicas muito jovens têm mais chances de desenvolverem o hábito de usar esse consumo como uma forma de lidar com o estresse.

Pesquisadores usaram 306 pessoas que estavam participando de um estudo desde a infância para responderem a um questionário quanto ao uso de álcool. Todos os jovens tinham tendência ao alcoolismo, e eles foram entrevistados durante a adolescência e aos 22 anos.

Os participantes que passavam por mais situações estressantes do que o normal e começaram a beber aos 13 anos consumiram duas vezes mais a quantidade de álcool do que outros que começaram a beber quando eram mais velhos.

A pesquisadora Dorothea Blomeyer (do Central Institute of Mental Health in Mannheim, na Alemanha) explica que os participantes agiam de acordo com um padrão que relaciona o consumo de álcool ao estresse – bebendo mais em quantidade de bebida, e não em quantidade de dias. Os motivos que levavam essas pessoas a beber eram problemas sérios, como complicações no trabalho. Pequenos aborrecimentos diários não os levavam a esse comportamento.

Ela acredita que isso pode acontecer porque o álcool causa efeitos fisiológicos em cérebros em desenvolvimento e pode alterar os circuitos de recompensa, fazendo com que o consumo do álcool sob situações estressantes seja mais recompensador e se torne uma forma de lidar com os problemas.
(Fonte: Live Science)

Você já passou por esta situação? Consumiu o álcool
como recompensa em momentos de estresse? Comente.

QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA SEXTA-FEIRA!
E um MA-RA-VI-LHO-SO fim de semana!

Geração moderninha

O que fazem e o que pensam as pessoas que, hoje, passam dos 50 anos.
Aquele senhor que passava as manhãs na praça jogando xadrez. Lembra? A vovó que adorava tricotar em frente à televisão. Manja? E os domingos cercados de netos por todos os lados? Vaga lembrança? Pois é. Os tempos são outros.

Os jogos e passatempos, também. De forma bem diferente do que fizeram as gerações passadas, quem chega aos 50 anos, hoje, rejeita rótulos e regras. Adeptos à piercings, tatuagens e afins, essa nova leva de vovôs está cada vez mais, digamos, moderninha.
Não é só a internet que tem caracterizado o avanço desse público atualmente. Quem vive essa maturidade moderna quer viagens, diversão e boa vida. A palavra de ordem é ação. Segundo a psicóloga e mestre em Psicologia pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) Mariele Correa, a terceira idade, hoje, agrega outras características ao envelhecimento. Sobretudo, a vitalidade.

“O idoso, hoje, começa a ser uma pessoa ativa, cada vez mais presente nos espaços públicos, detentor de um nível der renda razoável, garantido pela aposentadoria. As mulheres, maioria nessa faixa etária, também gozam de autonomia financeira. É o perfil dessa mulher o que mais sofreu modificações recentemente”, afirma a professora.

A pedagoga Nazaré Sady, 59 anos, hoje aposentada, tem exatamente o perfil ao qual a psicóloga se refere. Já percorreu o caminho de Santiago de Compostela,na Espanha, adora tomar banho de cachoeira, pratica Yoga e musculação e ainda quer mais, muito mais. Palavras dela, que sabe, exatamente, o ponto de mutação.

“Tudo começou logo após a minha separação, entrei para um curso de alpinismo e não parei mais. Faço ginástica, viajo todo ano para Europa onde minhas filhas moram, saio à noite para dançar e adoro receber os amigos para um bom vinho. Gosto de superar meus limites, e ainda tenho muitos pela frente. Ainda quero conhecer a África, o Tibet e a Índia”, conta ela.

O mundo está cheio de possibilidades. “Há uma série de importantes acontecimentos nos últimos anos que auxiliaram na quebra de vários preconceitos contra as pessoas de mais idade: hoje a terceira idade é um projeto de vida, a aposentadoria não se configura necessariamente como a morte do sujeito produtivo, o envelhecimento não é a derrocada da realização da sexualidade e diferentes possibilidades de se viver essa fase da vida se abrem para essas pessoas”, explica Correa.

A aceitação do resto do mundo ainda causa controvérsias e desconfortos. Mas, ninguém duvide que, aos olhos deles mesmos, quanto mais diferente, melhor. Tatuagens, piercings e outros apetrechos têm virado moda entre os mais maduros. “Em 2006, resolvi inovar e aderi à tatuagem e ao piercing. Quando cheguei em casa, as filhas resolveram me crucificar, então eu disse à elas: Vocês tem ainda todo tempo de mundo para decidir como vão viver, o meu é agora.

Ganhei um visual moderno, dinâmico e me enchi de energia. A mulher de hoje deve descobrir seu novo papel na sociedade e se reinventar. Abrir a janela da sua vida, redescobrir novos horizontes, sendo plena em tudo que fizer”, aconselha Sady.

Moderno ou convencional, não importa. A grande conquista da maturidade é o respeito às diferenças e escolhas de cada um. "A beleza da vida está exatamente na multiplicidade, na diferença de jeitos de ser. A maior conquista da velhice hoje é essa: ser um campo aberto de experiências possíveis, seja vivendo no ambiente familiar ou religioso; ou rompendo preconceitos e estigmas; explorando a sexualidade ou vivendo a casta viuvez; aprendendo e aprimorando conhecimentos, enfim, cabe a cada um a escolha daquilo que lhe é aprazível e daquilo que se dá conta de viver, sempre respeitando a sua escolha e a do outro", finaliza a psicóloga.
(Fonte: Mais de 50)

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