O frango é fonte de diversas substâncias fundamentais para a boa saúde do nosso organismo. Assim como a carne do boi, a da galinha é rica em proteínas, mas com uma diferença muito importante: a quantidade de gorduras saturadas é muito menor. E são essas gorduras as responsáveis pela maioria dos casos de problemas cardíacos atualmente.
“Todos os aminoácidos essenciais estão presentes no frango. É o arranjo desses compostos que forma diversos tipos de proteínas e enzimas. O humor, a atenção, a concentração e a qualidade do sono são alguns exemplos de nossas funções que são influenciadas pela presença dos aminoácidos, o que mostra sua importância”, explica Maximo Asinelli, médico nutrólogo.
Mas isso é só o começo. O especialista explica que o frango possui grande quantidade de vitaminas, principalmente as do complexo B, como a B2 e a B12. Elas são essenciais para o metabolismo celular, pois atuam em processos energéticos, em funções do sistema nervoso, além de serem importantes para estômago, intestino, pele, cabelo, olhos, boca e fígado.
“A vitamina PP também está presente na carne da ave. Ela trabalha em processos do sistema respiratório e na dilatação dos vasos sanguíneos. Sua falta pode levar à fraqueza muscular, estomatite e lesões na pele, entre outros problemas”, diz Asinelli.
Esses são apenas alguns dos benefícios do frango, que também é uma boa fonte de ferro e fósforo. Mas é importante lembrar: dê preferência ao frango caipira, pois é criado de forma mais natural, sem hormônios e outros produtos sintéticos. Então, sempre que possível, deixe um espaço para esse alimento tão gostoso e, principalmente, nutritivo em seu prato.
(Fonte: Uol - da Redação do Portal “O que eu tenho?”)
Mais alguns ótimos motivos para o consumo do frango,
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quarta-feira, 1 de junho de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
Educação: 68% dos jovens da classe C já superaram formação dos pais
Os jovens da nova classe média brasileira já superaram a formação escolar dos seus pais. Daqueles com idade entre 18 e 34 anos, 68% conseguiram avançar em escolaridade, quando comparados aos pais.
Entre os jovens das classes D e E, o percentual é ainda maior: 72% ultrapassaram os pais em formação acadêmica. Esse cenário mostra que os jovens da classe C já podem ser considerados os novos formadores de opinião do País. A conclusão é do instituto Data Popular, especializado em classes emergentes, que realizou estudo sobre os novos eleitores brasileiros.
O estudo constatou que, na faixa etária analisada, existem 27,1 milhões de eleitores. E, com o acesso à educação, eles passam a definir as escolhas dos demais integrantes da família.
Eleitores emergentes
Considerando os eleitores obrigatórios – aqueles com idade entre 18 e 69 anos –, a nova classe média conta com um contingente de 60,8 milhões de pessoas, ao passo que as classes A e B, juntas, contam com 22,2 milhões de eleitores obrigatórios.
A pesquisa aponta que o perfil das famílias dos eleitores obrigatórios das classes mais altas difere do perfil daquelas da classe média. Boa parte das famílias dos eleitores da classe C (32%) é chefiada por mulheres.
Já das famílias dos níveis mais altos de renda, 25% são lideradas por elas, ao passo que, das famílias de renda mais baixa, classes D e E, 37% são chefiadas por mulheres.
Por região, grande parte dos eleitores da classe média se encontra no Sudeste (48%), seguida do Nordeste (23%) e Sul (17%). A região Centro-Oeste concentra 8% dos eleitores e a região Norte, 4%.
A elite do eleitorado brasileiro também está concentrada na região Sudeste (54%) e Sul (19%). Outros 14% estão no Nordeste, 9% no Centro-Oeste e 4% no Norte.
Os eleitores das classes de menor nível de renda, por sua vez, estão fortemente concentrados no Nordeste (46%) e no Sudeste (32%). Outros 10% deles estão no Sul, 7% no Centro-Oeste e 5% no Norte.
Em qualquer nível de renda, as mulheres superam os homens em número. Na classe C, 51% dos eleitores são mulheres. Nas classes A e B, o percentual é o mesmo. Já na baixa renda, 54% são mulheres.
(Fonte: InfoMoney)
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Entre os jovens das classes D e E, o percentual é ainda maior: 72% ultrapassaram os pais em formação acadêmica. Esse cenário mostra que os jovens da classe C já podem ser considerados os novos formadores de opinião do País. A conclusão é do instituto Data Popular, especializado em classes emergentes, que realizou estudo sobre os novos eleitores brasileiros.
O estudo constatou que, na faixa etária analisada, existem 27,1 milhões de eleitores. E, com o acesso à educação, eles passam a definir as escolhas dos demais integrantes da família.
Eleitores emergentes
Considerando os eleitores obrigatórios – aqueles com idade entre 18 e 69 anos –, a nova classe média conta com um contingente de 60,8 milhões de pessoas, ao passo que as classes A e B, juntas, contam com 22,2 milhões de eleitores obrigatórios.
A pesquisa aponta que o perfil das famílias dos eleitores obrigatórios das classes mais altas difere do perfil daquelas da classe média. Boa parte das famílias dos eleitores da classe C (32%) é chefiada por mulheres.
Já das famílias dos níveis mais altos de renda, 25% são lideradas por elas, ao passo que, das famílias de renda mais baixa, classes D e E, 37% são chefiadas por mulheres.
Por região, grande parte dos eleitores da classe média se encontra no Sudeste (48%), seguida do Nordeste (23%) e Sul (17%). A região Centro-Oeste concentra 8% dos eleitores e a região Norte, 4%.
A elite do eleitorado brasileiro também está concentrada na região Sudeste (54%) e Sul (19%). Outros 14% estão no Nordeste, 9% no Centro-Oeste e 4% no Norte.
Os eleitores das classes de menor nível de renda, por sua vez, estão fortemente concentrados no Nordeste (46%) e no Sudeste (32%). Outros 10% deles estão no Sul, 7% no Centro-Oeste e 5% no Norte.
Em qualquer nível de renda, as mulheres superam os homens em número. Na classe C, 51% dos eleitores são mulheres. Nas classes A e B, o percentual é o mesmo. Já na baixa renda, 54% são mulheres.
(Fonte: InfoMoney)
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Conheça as quatro principais causas da depressão e quatro remédios naturais
Você sabe o que causa a depressão? Segundo o site especializado Mayo Clinic, há vários motivos diferentes mas quatro deles ganham mais importância. Assim como outras doenças mentais, ela pode ter uma única razão ou uma combinação delas.
Confira abaixo as quatro principais causas e cinco remédios naturais:
Hormônios: Mudanças no equilíbrio dos hormônios no organismo pode causar depressão. Essas alterações podem ser causadas, por problemas na tireóide, por exemplo, ou aparecer no período da menopausa, além de outras condições.
Genética: A depressão é mais comum em pessoas com histórico de pessoas depressivas na família. Pesquisadores de todo o mundo estão tentando encontrar os genes que podem estar envolvidos na causa da depressão.
Acontecimentos da vida: Acontecimentos como a morte ou a perda de um ente querido, problemas financeiros e de alta tensão pode desencadear a depressão em algumas pessoas.
Trauma de infância: Eventos traumáticos durante a infância, como abuso ou perda de um pai, pode causar alterações permanentes no cérebro que podem torná-lo mais suscetível à depressão.
Como tratar a depressão de um jeito simples?
Coma peixes de água fria: Aproveite as cápsulas de óleo de peixe feita a partir de peixes de água fria (como o salmão, anchova e sardinha), que contêm ácidos graxos ômega-3 - uma fonte natural de antidepressivos.
Vegetais de folhas verdes: Desde que foi comprovado que pessoas com deficiência em vitamina B ficam em média mais deprimidas, comer alimentos com ácido fólico pode ajudar a combater essa condição. Faça uma boa seleção de frutas, legumes, feijões e cereais.
Exercícios: Melhore o seu humor com exercícios regulares. Pode ser aula de aeróbica, andar apressadamente, ou fazer algum esporte. É que os exercícios, principalmente aeróbicos liberam substâncias químicas no cérebro que ajudam a elevar o bom humor.
Meditação: Bom para tratar a depressão e baixos níveis de stress. Com a meditação, um indivíduo pode melhorar seu humor, bem como combater o stress e a ansiedade. Uma das formas mais simples de meditação é sentar-se calmamente com os olhos fechados, o que permite se concentrar na respiração.
(Fonte: R7)
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Até breve...muito breve! /*--*/
Confira abaixo as quatro principais causas e cinco remédios naturais:
Hormônios: Mudanças no equilíbrio dos hormônios no organismo pode causar depressão. Essas alterações podem ser causadas, por problemas na tireóide, por exemplo, ou aparecer no período da menopausa, além de outras condições.
Genética: A depressão é mais comum em pessoas com histórico de pessoas depressivas na família. Pesquisadores de todo o mundo estão tentando encontrar os genes que podem estar envolvidos na causa da depressão.
Acontecimentos da vida: Acontecimentos como a morte ou a perda de um ente querido, problemas financeiros e de alta tensão pode desencadear a depressão em algumas pessoas.
Trauma de infância: Eventos traumáticos durante a infância, como abuso ou perda de um pai, pode causar alterações permanentes no cérebro que podem torná-lo mais suscetível à depressão.
Como tratar a depressão de um jeito simples?
Coma peixes de água fria: Aproveite as cápsulas de óleo de peixe feita a partir de peixes de água fria (como o salmão, anchova e sardinha), que contêm ácidos graxos ômega-3 - uma fonte natural de antidepressivos.
Vegetais de folhas verdes: Desde que foi comprovado que pessoas com deficiência em vitamina B ficam em média mais deprimidas, comer alimentos com ácido fólico pode ajudar a combater essa condição. Faça uma boa seleção de frutas, legumes, feijões e cereais.
Exercícios: Melhore o seu humor com exercícios regulares. Pode ser aula de aeróbica, andar apressadamente, ou fazer algum esporte. É que os exercícios, principalmente aeróbicos liberam substâncias químicas no cérebro que ajudam a elevar o bom humor.
Meditação: Bom para tratar a depressão e baixos níveis de stress. Com a meditação, um indivíduo pode melhorar seu humor, bem como combater o stress e a ansiedade. Uma das formas mais simples de meditação é sentar-se calmamente com os olhos fechados, o que permite se concentrar na respiração.
(Fonte: R7)
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segunda-feira, 30 de maio de 2011
Como deve ser uma alimentação infantil saudável?
Para uma criança saudável, sem necessidades específicas, uma alimentação saudável deve fornecer quantidades adequadas para o pleno desenvolvimento físico e mental. Essa alimentação deverá incluir alimentos que forneçam energia, proteínas, vitaminas e sais minerais.
Para os bebês, a alimentação mais adequada é o leite materno. Até os 6 meses de idade, o bebê pode e deve se alimentar exclusivamente do leite da mãe. O leite materno é a alimentação infantil mais completa que existe, dispensando até mesmo a ingestão de outros líquidos. Se você não puder amamentar, é importante conversar com um pediatra para que o leite materno possa ser substituído por uma alimentação infantil apropriada.
A partir dos 6 meses de idade, alimentos sólidos podem ser introduzidos gradualmente na alimentação infantil, de modo que por volta dos 12 meses esses alimentos sejam a maior parte do que seu filho come, complementado pelo leite. Nessa transição, é importante seguir o ritmo do bebê, introduzindo alimentos aos poucos, sem forçar, e cuidando para que o bebê não se engasgue. E lembre-se: o que não for comido deve ir para o lixo.
Não congele, guarde na geladeira ou esquente mais tarde. Evite ovos, sal, açúcar, trigo e leite de vaca e não dê para o bebê comidas industrializadas feitas para adultos ou crianças maiores. Incentive seu filho a comer sozinho, mesmo que isso crie uma grande bagunça!
Entre 1 e 5 anos, a criança cresce depressa e é muito ativa. A alimentação deve conter laticínios, fontes saudáveis de proteína, pão, cereais e raízes. Ofereça a maior gama possível de legumes, hortaliças e frutas. Não insista para que a criança coma muito de uma só vez – pequenas refeições e lanches são mais adequados.
E não é uma boa ideia dar muitas fibras, pois o sistema digestório ainda é muito delicado. Evite ovos crus, sementes e nozes (a criança pode engasgar) e não acrescente sal, açúcar ou mel nos alimentos. Bebidas industrializadas causam obesidade e cárie, quem precisa delas?
Para os meninos e meninas de 5 a 12 anos, a alimentação infantil é na verdade muito parecida com a alimentação dos adultos. As crianças podem e devem compartilhar os hábitos e preferências da família. Comer não é só alimentar-se: é prazer, história e cultura! Incentive a variedade, sem pressionar.
Lembre-se sempre de consultar seu pediatra ou profissional de nutrição. Eles podem oferecer orientações preciosas para as necessidades específicas de seu filho.
(Fonte: Redação – Uol)
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QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA SEGUNDA-FEIRA!
Para os bebês, a alimentação mais adequada é o leite materno. Até os 6 meses de idade, o bebê pode e deve se alimentar exclusivamente do leite da mãe. O leite materno é a alimentação infantil mais completa que existe, dispensando até mesmo a ingestão de outros líquidos. Se você não puder amamentar, é importante conversar com um pediatra para que o leite materno possa ser substituído por uma alimentação infantil apropriada.
A partir dos 6 meses de idade, alimentos sólidos podem ser introduzidos gradualmente na alimentação infantil, de modo que por volta dos 12 meses esses alimentos sejam a maior parte do que seu filho come, complementado pelo leite. Nessa transição, é importante seguir o ritmo do bebê, introduzindo alimentos aos poucos, sem forçar, e cuidando para que o bebê não se engasgue. E lembre-se: o que não for comido deve ir para o lixo.
Não congele, guarde na geladeira ou esquente mais tarde. Evite ovos, sal, açúcar, trigo e leite de vaca e não dê para o bebê comidas industrializadas feitas para adultos ou crianças maiores. Incentive seu filho a comer sozinho, mesmo que isso crie uma grande bagunça!
Entre 1 e 5 anos, a criança cresce depressa e é muito ativa. A alimentação deve conter laticínios, fontes saudáveis de proteína, pão, cereais e raízes. Ofereça a maior gama possível de legumes, hortaliças e frutas. Não insista para que a criança coma muito de uma só vez – pequenas refeições e lanches são mais adequados.
E não é uma boa ideia dar muitas fibras, pois o sistema digestório ainda é muito delicado. Evite ovos crus, sementes e nozes (a criança pode engasgar) e não acrescente sal, açúcar ou mel nos alimentos. Bebidas industrializadas causam obesidade e cárie, quem precisa delas?
Para os meninos e meninas de 5 a 12 anos, a alimentação infantil é na verdade muito parecida com a alimentação dos adultos. As crianças podem e devem compartilhar os hábitos e preferências da família. Comer não é só alimentar-se: é prazer, história e cultura! Incentive a variedade, sem pressionar.
Lembre-se sempre de consultar seu pediatra ou profissional de nutrição. Eles podem oferecer orientações preciosas para as necessidades específicas de seu filho.
(Fonte: Redação – Uol)
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Lista é a principal maneira de fugir das armadilhas dos supermercados; saibam outras
Faz tempo que ir ao supermercado deixou de ser a simples ação de comprar comida e produtos de limpeza. Ao pisar no local, o consumidor é bombardeado por cores, promoções, cheiros e produtos que vão desde um pacote de macarrão até um televisor LCD de última geração.
Diante de tantas opções e estímulos, como fazer para manter o foco e levar apenas o necessário, evitando assim os gastos desnecessários em um momento de pressão inflacionária?
A principal dica é ir ao supermercado com uma lista com todos os produtos que você precisa comprar.
“Se o consumidor já vai com uma lista, ele já vai pré-definido, sabendo o que é realmente necessário. A gente sabe que os supérfluos muitas vezes levados têm um custo mais elevado e acabam encarecendo o valor final da compra”, afirma Polyanna Carlos Silva, supervisora institucional da ProTeste Associação de Consumidores.
Outra dica é evitar ir às compras com fome. Com o estômago vazio, o consumidor fica mais suscetível ao impulso de comprar alimentos necessários naquele momento para matar a fome, mas desnecessários em casa.
Polyanna Silva também orienta o consumidor a ficar atento às ofertas, principalmente as famosas “pague dois, leve três”. Segundo ela, é sempre importante confirmar se o valor unitário do produto não é o mesmo na suposta promoção e na compra avulsa.
A supervisora da ProTeste também orienta as pessoas a não comprarem alguma coisa apenas porque está em oferta, mas, sim, por necessidade.
Outro aspecto importante sobre as ofertas, de acordo com ela, é ficar atento à data de vencimento dos produtos. Alguns estabelecimentos diminuem o preço de alimentos que estão perto de vencer. Neste caso, é importante o comprador ver se realmente vai consumir a mercadoria antes do prazo limite.
Uma dica antiga, porém muitas vezes esquecida pelos consumidores, é comparar os preços em diferentes lugares.
Sobre as “armadilhas” dos supermercados que consistem em fazer com que o consumidor se sinta bem e, assim, fique mais tempo no local, Polyanna Silva aconselha as pessoas a irem focadas.
“A gente orienta o consumidor a ir com objetividade ao supermercado, que ele vá sabendo o que vai comprar e usufrua de todo esse conforto que hoje existe”, afirma.
(Fonte: Uol - Economia)
Você costuma ir ao supermercado com uma lista dos produtos que realmente precisa?
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Até breve...muito breve! /*--*/
Diante de tantas opções e estímulos, como fazer para manter o foco e levar apenas o necessário, evitando assim os gastos desnecessários em um momento de pressão inflacionária?
A principal dica é ir ao supermercado com uma lista com todos os produtos que você precisa comprar.
“Se o consumidor já vai com uma lista, ele já vai pré-definido, sabendo o que é realmente necessário. A gente sabe que os supérfluos muitas vezes levados têm um custo mais elevado e acabam encarecendo o valor final da compra”, afirma Polyanna Carlos Silva, supervisora institucional da ProTeste Associação de Consumidores.
Outra dica é evitar ir às compras com fome. Com o estômago vazio, o consumidor fica mais suscetível ao impulso de comprar alimentos necessários naquele momento para matar a fome, mas desnecessários em casa.
Polyanna Silva também orienta o consumidor a ficar atento às ofertas, principalmente as famosas “pague dois, leve três”. Segundo ela, é sempre importante confirmar se o valor unitário do produto não é o mesmo na suposta promoção e na compra avulsa.
A supervisora da ProTeste também orienta as pessoas a não comprarem alguma coisa apenas porque está em oferta, mas, sim, por necessidade.
Outro aspecto importante sobre as ofertas, de acordo com ela, é ficar atento à data de vencimento dos produtos. Alguns estabelecimentos diminuem o preço de alimentos que estão perto de vencer. Neste caso, é importante o comprador ver se realmente vai consumir a mercadoria antes do prazo limite.
Uma dica antiga, porém muitas vezes esquecida pelos consumidores, é comparar os preços em diferentes lugares.
Sobre as “armadilhas” dos supermercados que consistem em fazer com que o consumidor se sinta bem e, assim, fique mais tempo no local, Polyanna Silva aconselha as pessoas a irem focadas.
“A gente orienta o consumidor a ir com objetividade ao supermercado, que ele vá sabendo o que vai comprar e usufrua de todo esse conforto que hoje existe”, afirma.
(Fonte: Uol - Economia)
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sexta-feira, 27 de maio de 2011
Nova regra deve limitar endividamento no cartão de crédito
A partir de 1º de junho, as administradoras vão ter de reduzir de cerca de 80 para cinco as tarifas cobradas sobre cartões de crédito. Também entra em vigor o aumento de 10% para 15% no pagamento mínimo do valor das faturas, subindo a 20% em 1º de dezembro deste ano.
Para lembrar as novas regras aprovadas no fim de 2010, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, abriu nesta terça-feira um seminário na sede da autoridade monetária, com a presença do procurador-geral da República, Roberto Gurgel.
Com as novas regras, foram criados dois tipos de cartões de crédito: o básico, exclusivo para pagamento de compras de bens e serviços, com anuidade mínima, e que deve ser oferecido por todos os bancos; e o cartão diferenciado, que pode ser associado a benefícios e recompensas como bônus e pode ter tarifas mais elevadas.
As cinco tarifas que poderão ser cobradas em todos os cartões são anuidade, emissão de 2ª via, saques em dinheiro, pagamento de contas e pedido de aumento emergencial de limite de crédito.
A mudança está na Resolução 3.919 do Conselho Monetário Nacional (CMN), que sintetizou sugestões de normatização resultantes de mais de dois anos de diagnóstico, apurado pelo BC e outras áreas do governo, em especial do sistema nacional de defesa do consumidor, vinculado ao Ministério da Justiça.
Segundo Tombini, o dignóstico apontou que a falta de regras para os cartões de crédito representava "riscos operacional e reputacional". Isso porque as administradoras de cartões de crédito são empresas não financeiras e estão, legalmente, fora da alçada do BC, que regula as instituições financeiras.
Mas como são os bancos os gestores das administradoras de cartão de crédito a autoridade monetária pode tomar a frente da regularização. "Esse conjunto de regras deixa o setor mais transparente e é uma ação dentro das funções do Banco Central, de assegurar clareza e transparência ao sistema financeiro", disse Tombini.
Antes de deixar o seminário, o dirigente do BC chamou a atenção que ao fixar o piso de 15% para o pagamento do valor da fatura do cartão de crédito, a principal preocupação do governo foi "evitar o endividamento excessivo das famílias".
Ele lembrou que já é de 160 milhões o contingente de clientes bancários no país, e a questão do endividamento será também tratado em ações de educação financeira, programa que envolve outros órgãos governamentais.
(Fonte: Assprevisite / Valor)
Comente logo abaixo sobre esta nova regra.
QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA SEXTA-FEIRA!
Para lembrar as novas regras aprovadas no fim de 2010, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, abriu nesta terça-feira um seminário na sede da autoridade monetária, com a presença do procurador-geral da República, Roberto Gurgel.
Com as novas regras, foram criados dois tipos de cartões de crédito: o básico, exclusivo para pagamento de compras de bens e serviços, com anuidade mínima, e que deve ser oferecido por todos os bancos; e o cartão diferenciado, que pode ser associado a benefícios e recompensas como bônus e pode ter tarifas mais elevadas.
As cinco tarifas que poderão ser cobradas em todos os cartões são anuidade, emissão de 2ª via, saques em dinheiro, pagamento de contas e pedido de aumento emergencial de limite de crédito.
A mudança está na Resolução 3.919 do Conselho Monetário Nacional (CMN), que sintetizou sugestões de normatização resultantes de mais de dois anos de diagnóstico, apurado pelo BC e outras áreas do governo, em especial do sistema nacional de defesa do consumidor, vinculado ao Ministério da Justiça.
Segundo Tombini, o dignóstico apontou que a falta de regras para os cartões de crédito representava "riscos operacional e reputacional". Isso porque as administradoras de cartões de crédito são empresas não financeiras e estão, legalmente, fora da alçada do BC, que regula as instituições financeiras.
Mas como são os bancos os gestores das administradoras de cartão de crédito a autoridade monetária pode tomar a frente da regularização. "Esse conjunto de regras deixa o setor mais transparente e é uma ação dentro das funções do Banco Central, de assegurar clareza e transparência ao sistema financeiro", disse Tombini.
Antes de deixar o seminário, o dirigente do BC chamou a atenção que ao fixar o piso de 15% para o pagamento do valor da fatura do cartão de crédito, a principal preocupação do governo foi "evitar o endividamento excessivo das famílias".
Ele lembrou que já é de 160 milhões o contingente de clientes bancários no país, e a questão do endividamento será também tratado em ações de educação financeira, programa que envolve outros órgãos governamentais.
(Fonte: Assprevisite / Valor)
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Conheça os benefícios da tangerina
Também conhecida como mexerica, é uma fruta cítrica, porém mais adocicada, rica em vitamina C, vitamina A, do complexo B e de bioflavonoides. Pode ser ingerida sem problemas por quem está encarando algum tipo de dieta, pois cada tangerina possui em média 43 calorias.
Além disso, é rica em potássio, mineral importante no processo de contração dos músculos. Por isso, pode ser usada pelos atletas que precisam muito deste mineral durante a atividade física. É eficaz para ajudar a fortalecer o organismo e ajuda a prevenir gripes e resfriados, hipertensão arterial e prisões de ventre.
(Fonte: Agência Estado)
Você consome esta fruta cítrica? Comente,
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Além disso, é rica em potássio, mineral importante no processo de contração dos músculos. Por isso, pode ser usada pelos atletas que precisam muito deste mineral durante a atividade física. É eficaz para ajudar a fortalecer o organismo e ajuda a prevenir gripes e resfriados, hipertensão arterial e prisões de ventre.
(Fonte: Agência Estado)
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