quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Uma geração envelhece e força as empresas a mudar

A geração que revolucionou os costumes depois da Segunda Guerra está se tornando idosa - e isso virou um novo desafio para o marketing. Em nenhum lugar essa geração foi mais influente do que nos Estados Unidos, onde é conhecida como os "baby boomers". Oficialmente, são as pessoas nascidas entre 1946 e 1964. Esse grupo, que levou as vendas de fraldas às alturas nos anos 60, comprou ternos sofisticados nos anos 80 e carros luxuosos nos anos 2000, está se preparando para sua aposentadoria. Os "boomers" mais velhos completam 65 anos este ano. Para acomodar as necessidades de seus melhores clientes, as empresas americanas estão revendo suas linhas de produtos, alterando a sua estratégia de marketing e redesenhando o layout de suas lojas. Mas há um porém: os baby boomers, notoriamente exigentes e rebeldes, não querem ninguém sugerindo que eles são velhos. Então, quando um membro desse grupo liga para a ADT Security Services Inc., por exemplo, com perguntas sobre sistemas de alarme médico, é atendido por operadores especialmente treinados para se mostrarem sensíveis às suas necessidades. No topo da lista: não lembrá-lo da idade. "Os boomers estão acostumados a ser independentes e se irritam se você fala com eles muito devagar", diz Barry Primm, gerente da equipe de saúde domiciliar da ADT, que treina os novos operadores para falarem rapidamente e ir direto ao ponto com seus interlocutores. "Eles só querem resolver o problema, de forma rápida e profissional." Sutilmente, as empresas estão utilizando letras maiores, rebaixando as prateleiras nas lojas para torná-las mais acessíveis e evitando o amarelo e o azul - cores que as pessoas mais velhas não veem com tanta nitidez - nas suas embalagens. "Não fazemos nada que faça os boomers se lembrarem de que estão envelhecendo", diz Ken Romanzi, diretor de operações da América do Norte da produtora de sucos de fruta Ocean Spray Cranberries Inc., que tem como público-alvo a geração saúde. A Invesco Van Kampen Consulting, da Invesco Ltd., sugere aos consultores financeiros que sirvam café em xícaras em vez de copos de isopor (mais fácil de segurar), que utilizem abajures em vez de lâmpadas de teto (menos reflexos) e que desliguem a televisão na presença de seus clientes (o ruído ao fundo prejudica a audição), diz Scott West, um diretor-gerente. Os eufemismos estão florescendo. A ADT, de propriedade da Tyco International Ltd., identifica seu sistema de alarme médico como "Serviços de Companhia" para os consumidores mais velhos. A marca Depend, da Kimberly-Clark Corp., amplamente vista como fraldas para adultos no passado, foi modificada em um novo comercial de TV: "Parece e veste como roupa íntima. Protege como nenhum outro." A fabricante de artigos para banheiros Kohler Co. tratou de utilizar um termo mais palatável para a barra de apoio, ao qual os boomers resistem. Ela lançou uma versão chamada "Belay" - nome da uma técnica de escaladas em rochas -, que é sutilmente camuflada numa parede azulejada do chuveiro. "Quando você diz: Temos lindas barras de apoio, os boomers simplesmente dizem não, porque não querem se identificar como quem precisa disso ", diz Diana Schrage, designer de interiores sênior do centro de design da Kohler. No passado, a maioria das grandes empresas de bens de consumo nunca focava especificamente os idosos, pois as pessoas com mais de 65 anos costumam gastar menos e resistem a experimentar novos produtos. Mas muitas empresas acreditam que a geração dos baby boomers - assim batizados por causa de um forte aumento da natalidade nos EUA do pós-guerra - vai virar a sabedoria convencional de cabeça para baixo. Estima-se que os 76 milhões de boomers já são responsáveis por metade do consumo total das famílias nos EUA. Com a expectativa de vida maior e menores taxas de poupança que seus antecessores, espera-se que eles gastem mais US$ 50 bilhões de dólares durante a década, de acordo com a firma de pesquisa de mercado SymphonyIRI. Em vez de repassar suas riquezas para as gerações futuras, eles devem investir em si mesmos, à medida que mudam de casa e buscam um estilo de vida ativo. "Como uma geração, eles são grandes o suficiente para esperar terem um tratamento especial à medida que envelhecem", diz Sean Seitzinger, um analista que já trabalhou para a SymphonyIRI. "Isso é muito diferente das gerações anteriores." Mas nem tudo é um mar de rosas para as empresas que atendem os idosos. A recessão reduziu o patrimônio de muitos boomers, obrigando-os a poupar mais e a conter despesas. Por sua própria natureza, o grupo demográfico dos boomers irá diminuir a cada ano com a morte de seus membros mais velhos. No entanto, a geração que impulsionou o crescimento dos bambolês, das calças bocas-de-sino e dos microcomputadores continuará a ser um mercado influente à medida que envelhece. As empresas estão agora ajustando as suas abordagens às novas exigências. Os boomers se preocupam muito mais com a aparência de um produto, por exemplo, e não apenas com a sua utilidade. A Kleenex recentemente redesenhou suas caixas de lenço de papel, substituindo os buquês de flores por fotos e imagens mais contemporâneas. A diferença entre o gosto estético dos jovens e dos boomers é menor do que a entre os boomers e as pessoas mais velhas que eles, diz Christine Mau, diretora de projeto da Kimberly-Clark, dona da Kleenex. "Se os boomers agissem como seus antecessores, não teríamos uma tendência tão de vanguarda como a que temos hoje", diz Mau. Carol Roberts, 65 anos, é uma professora aposentada do Estado da Carolina do Norte. Mas isso não significa que ela quer se comportar como uma "cidadã idosa", diz ela. Ela está usando sua aposentadoria para viajar e servir como voluntária em escolas e grupos comunitários. Roberts levanta pesos e faz outros exercícios frequentes para ficar em forma. Ela também quer ficar na moda. "Eu não quero parecer que estou na adolescência ou nos meus 20 anos, mas quero parecer atual", diz ela. "Para mim, é muito importante ter o melhor visual, e não apenas dizer: Tenho mais de 65 anos, portanto minha aparência não importa." (Fonte: Ellen Byron - The Wall Street Journal/Valor Online) Você é desta geração? Comente logo abaixo! QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA QUINTA-FEIRA! /*--*/

Confira 10 dicas para se ter uma boa noite de sono

O dia a dia agitado e estressante, com muitas informações e problemas para solucionar, acaba comprometendo as noites de sono de muita gente. A ansiedade e os maus hábitos noturnos também podem levar à insonia, mal que já atinge cerca de um terço da população mundial segundo Sandra Rosenfeld, escritora do livro Durma Bem e Acorde para a Vida, da editora Nova Era do Grupo Record. "A insônia não é uma doença, mas sim um sintoma de que há algo de errado acontecendo conosco, que pode ser emocional, psicológico, clínico ou até ambiental, e que está interferindo nas nossas noites de sono", diz Sandra. Aquietar a mente é essencial para relaxar, mas muitos insones não sabem como conseguir isso. "A meditação é uma poderosa ferramenta para alcançar esse objetivo. Existem várias formas e técnicas de meditação que ajudam a relaxar, aquietar a mente e faciltar o nosso sono", diz Sandra, que dá 10 dicas de meditação e hábitos noturnos para se ter uma boa e recuperadora noite de sono: 1) Deite, feche os olhos e desvie a atenção dos pensamentos para a sua respiração e para os seus batimentos cardíacos. Perceba como estão suas emoções, como está seu corpo, se há algum ponto de tensão e relaxe, dimuindo o ritmo da respiração até que fique bem lento. Toda vez que o pensamento vier, mude o foco para a respiração. 2) Deite, feche os olhos, inspire lenta e profundamente pelo nariz e expire também profunda e lentamente pela boca. Durante cada respiração, acompanhe o ar entrando pelas narinas, saindo pela boca e o trajeto que ele faz pelo seu corpo. Repita a inspiração e a expiração sempre lenta e profundamente várias vezes. 3) Deitado e de olhos fechados, faça três respirações completas e profundas, inpirando e expirando lentamente pelo nariz. Depois, respire normalmente, observando, soltando e relaxando cada parte do seu corpo. Inicie pelo couro cabeludo, passando pela face, pescoço, nuca, ombros, braços - um de cada vez - músculos das costas e coluna, parte frontal do corpo, quadris, pernas - uma de cada vez - até chegar à pontinha dos dedos dos pés. Finalize fazendo novamente as três respirações, da forma como iniciou. 4) Tome um copo de leite morno antes de dormir. Não é lenda, o leite possui o aminoácido triptofano que relaxa os músculos e induz ao sono. 5) Faça uma caminhada leve ou exercícios leves poucas horas antes de dormir. 6) Mantenha a temperatura do quarto agradável, evite claridade e observe se o colchão e travesseiros estão em bom estado. 7) Tome um banho morno, escove os dentes e vista um pijama. São hábitos que nos condicionam para dormir. 8) Opte por refeições leves antes de dormir, evitando carne vermelha, frituras e gorduras. 9) Evite cafeína, bebidas alcoólicas e fumo de quatro a seis horas antes de dormir por serem estimulantes. 10) Pense nos problemas, soluções e afazeres até duas horas antes de dormir. Depois, se entretenha apenas com o que possa acalmar e relaxar. (Fonte: Terra.com) Quais destas dicas você costuma a fazer antes de dormir? Comente, Até breve...muito breve! /*--*/

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Quantidade de gordura no corpo é definida na infância

O corpo agrega gordura em camadas ou a gordura acumulada se mistura à gordura corporal? "A gordura é depositada difusamente, não em camadas", disse Louis J. Aronne, diretor do centro de controle de peso do hospital New York-Presbiterian/Centro de Medicina Weill Cornell. "Ela se junta a células que já contêm gordura e as expande". Se o ganho de peso ocorre rapidamente, novas células de gordura podem ser criadas, mas elas não se acumulam em camadas. "Se as reservas subcutâneas de gordura não conseguem aceitar toda a gordura, por motivos genéticos, médicos ou qualquer outra razão", continuou ele, "uma parte maior dela acaba no abdômen, onde representa maior risco metabólico por estar na circulação do fígado". Um estudo de 2008 na revista "Nature" descobriu que o número de células de gordura no corpo é definido na infância e início da adolescência, permanecendo constante mesmo após uma perda de peso significativa, tanto para magros quanto para obesos. "Isso explica por que é tão difícil perder peso", afirmou Aronne. "Quando as células de gordura encolhem, níveis de um hormônio presente nelas, a leptina, caem mais rápido do que a redução de massa gorda. Isso engana o cérebro em pensar que você perdeu mais peso do que na verdade tem. Também é interessante que as células de gordura não vivem para sempre, mas a quantidade de alguma forma permanece constante". (Fonte: Folha.com do New York Time) O que você acha deste estudo realizado pela revista Nature? Comente logo abaixo, Até breve...muito breve! /*--*/

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

O que o dinheiro representa para você?

A maioria das informações a seguir foram extraídas e trabalhadas a partir do livro "Psicologia Econômica" (Campus), escrito pela psicanalista Vera Rita de Mello Ferreira. Uma leitura que recomendo a todos que queiram aprender mais sobre o tema. Vejamos algumas informações colhidas a partir de estudos realizados por vários pesquisadores em diversos campos de conhecimento a respeito do dinheiro. O dinheiro pode ser concebido como uma construção social onde seu valor é vinculado à cultura local, crença coletiva ou como o seu simbolismo é passado para as futuras gerações. Também nessa linha, diria sociológica, inclui-se a forma como as crianças percebem o emprego do dinheiro e como os pais transmitem os ensinamentos econômicos a seus filhos. O pensamento psicanalítico, onde Freud, Forman e mais recentemente os estudos de Stephen Lea abordam as investigações sobre a relação do indivíduo com o dinheiro, sua representação cotidiana e as psicopatologias decorrentes disso. "O dinheiro como tormento interno ou como mentor interno". As metáforas também compõem um campo vasto e interessante. Russel Belk cita três linhas nesse sentido: Dinheiro como líquido: ter ou não liquidez, fluxo de caixa. Algo que se move, que ganhamos e depois usamos, tão bem metaforicamente representado pela expressão "sair pelo ralo"; Dinheiro como alimento: tempo de vacas magras ou engordar a conta. Uma necessidade que precisa ser saciada; Dinheiro e sexo: conotação mais masculina, associada à virilidade, a geração de riqueza ou estar sem dinheiro. Na popular gíria "Tô duro". Na sociedade capitalista, o dinheiro é associado ao poder, talento e benção. A falta dele é tida como fracasso, fardo e incompetência. O dinheiro afeta o nosso sentido de identidade: ir à falência ou ter sucesso financeiro tem impacto significativo na autoimagem do indivíduo. O modo como o dinheiro é originado também é fator de avaliação pessoal. Herança, prêmios, salário ou obtenção através de atos ilícitos atribuem ao dinheiro e ao seu portador conotações positivas ou negativas. Podemos nos lembrar de expressões como "filhinho de papai, tem tudo fácil, não sabe o valor da vida e das coisas" ou "ele nasceu virado para lua, pois ganhou aquele tal prêmio". As letras de músicas também estão carregadas de citações sobre o dinheiro e suas implicações. Quem não se lembra dos versos de Paulinho da Viola "Dinheiro na mão é vendaval" ou "Money for nothing" do Dire Straits? E tantos outros compositores cantando as alegrias e tormentos desse pedaço de papel... Temos também as histórias em quadrinhos, recheadas de aventuras que giram em torno de tesouros e piratas e muito mais, onde seu maior representante é o avarento Tio Patinhas. Os significados são muitos, o dinheiro é elemento de interação social e de discórdias, de alegrias e tragédias, de apego e generosidade, benção ou maldição. Tudo depende do modo como você o concebe e lida com ele em seu cotidiano. A sabedoria está no equilíbrio e na busca pela qualidade de vida através do uso consciente e inteligente desse signo. O tema é um convite à reflexão sobre nossas representações mentais sobre o dinheiro e os muitos equívocos que cometemos em consequência delas. É importante saber que "comportamento econômico reflete comportamento psíquico", como nos lembra Vera Rita em uma das passagens do seu livro. Você já parou para pensar no que o dinheiro representa para você? (Fonte: Dinheirama)
Comente este último parágrafo da matéria, ou somente reflita!
QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA TERÇA-FEIRA!

Salada em boa companhia?

Indispensável nas dietas saudáveis e para quem quer perder peso, as saladas –sejam elas de folhas verdes ou hortaliças e vegetais cozidos – podem virar opções altamente calóricas e cheias de gordura, dependendo do molho escolhido para acompanhá-las. “As saladas devem ser inseridas nas refeições pelo prazer de se comer os vegetais, não apenas pelo sabor proporcionado pelos molhos, como muita gente faz”, explica a nutricionista Helena Maria Simonard Loureiro, professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Segundo ela, é importante ficar atento às quantidades utilizadas na hora de temperar, pois a moderação também garante um prato saudável. Veja os acompanhamentos e seus valores nutricionais: É o acompanhamento que tem mais gorduras chamadas “boas”, como as monoinsaturadas e poli-insaturadas, que diminuem o colesterol e o risco de doenças cardiovasculares. Em comparação com o molho pronto de queijo, uma colher de azeite de oliva tem cerca de 15 vezes mais gorduras monoinsaturadas. “Mesmo assim, deve ser consumido com moderação, pois é altamente calórico, muito mais que a maionese, que também contém azeite, porém diluído em ovos”, explica a nutricionista e professora da UFPR Helena Maria Simonard Loureiro. Por conta disso, como explica a gerente do Conselho Regional de Nutricionistas do Paraná, Andrea Bonilha Bortin, a quantidade máxima deve ser a de “um fio” de azeite por porção. Para Helena, o azeite, assim como o molho vinagrete, é perfeito para saladas de folhas como alface, agrião e rúcula, pois agrega sabor a elas. Molho de iogurte natural Um dos menos calóricos – uma colher de sopa de iogurte tem 75% a 80% menos calorias que a mesma quantidade de azeite de oliva. Além disso, é um dos que mais tem possibilidade de mistura com outros ingredientes, como ervas, suco de limão, mostarda e o próprio azeite de oliva, resultando em molhos saborosos. “Tanto o iogurte quanto os molhos prontos de queijo têm cálcio, pois derivam do leite, o que não acontece com outros tipos. Como não consumimos esses acompanhamentos em uma quantidade significativa, os números também são baixos, mas o cálcio está lá”, explica Helena. Tanto o iogurte quanto o molho de queijo e a maionese combinam mais com saladas de hortaliças cozidas, como couve-flor, chuchu e brócolis, pois são mais cremosos e aderem melhor. “Para quem gosta desse molho, o melhor é escolher o iogurte mais natural possível, evitando, assim, os aditivos que os produtos industrializados têm”, complementa Andrea. Vinagrete O vinagre não tem nutrientes, mas o molho vinagrete caseiro, que leva tomate, cebola e pimentão, é fonte de vitamina C, por conta dos vegetais. Também pode levar um pouco de suco de limão, que reforça a vitamina C, e azeite, o que enriquece o molho com as gorduras que fazem bem à saúde. “O vinagrete é uma opção supersaudável de molho, pois tem poucas calorias. Pode não ser rico em outros nutrientes, mas tem pouca gordura, especialmente o feito em casa”, explica Andrea. Caso o molho seja industrializado, preste atenção nas quantidades de sódio e gorduras, que podem ser altas. Pelo sabor, é indicado para temperar saladas de folhas. Molho de queijo Por ser industrializado, é um dos que têm maior quantidade de sódio, elemento presente no sal e que, se consumido em excesso, pode causar hipertensão. São, em média, quase 150 mg do elemento para cada colher de sopa, contra 0 mg encontradas no azeite de oliva. “Como ponto positivo está o fato de que esse molho costuma ter cálcio na composição. Quanto ao paladar, tem sabor forte e, se consumido em demasia, pode deixar o sabor da salada enjoativo”, diz Helena. Segundo Andrea, é bom conferir os rótulos dos molhos prontos e evitar os que são muito calóricos ou ricos em gorduras. Maionese Como contém azeite na composição, tem alguns dos benefícios da substância. Por outro lado, também tem muita gordura saturada, que é maléfica à saúde. Se industrializada, assim como os molhos de queijo, pode apresentar altas taxas de sódio. “Entre os cinco molhos, esse é o mais rico em colesterol, cujos altos índices no sangue são associados às doenças cardiovasculares”, alerta Helena. Uma colher de sopa do molho tem aproximadamente 2,2 g de colesterol, enquanto todos os outros têm valores próximos de zero. A versão light das maioneses industrializadas, apesar de ter menos calorias, costuma apresentar níveis altos de colesterol. (Fonte: Marina Fabri - Gazeta do Povo) E você, qual o molho que mais utiliza em suas saladas? Comente logo abaixo! Até breve...muito breve!! /*--*/

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Compras coletivas, dívidas pessoais

Diante dos inúmeros e-mails que recebi de sites de compras coletivas, não posso deixar de sugerir aos leitores do portal da Mais Ativos para pensar um pouco a respeito disso. Vocês também têm tido suas caixas de entrada abarrotadas de ofertas sugeridas pelos sites? E o que têm achado? As ofertas são variadas e tentadoras, com descontos de até 70% em vários produtos e serviços. Estética, alimentação, hospedagem, saúde... Para quem gosta de consumir, é um prato cheio. Com apenas alguns clics é feita a escolha e o pagamento. Fácil. Rápido. Sem muito tempo para pensar. Os descontos parecem justificar quase qualquer coisa, até aquilo que nem se teria pensado adquirir algum dia. Até parece que o que se compra é o desconto, não o produto anunciado. Se as pessoas conseguissem consumir apenas aquilo que fossem adquirir de qualquer forma, aí sim estariam economizando. Mas é comum surgir a empolgação e consumirem coisas que nem estavam nos planos, aumentando assim o desperdício do próprio dinheiro. Esses sites estimulam a ação de pessoas que têm perfil compulsivo, por tudo ser muito rápido. Diante da tela do computador, como que hipnotizadas, as pessoas param menos para pensar no que fazem. Depois de efetuada a compra, desfazer o negócio fica complicado, e assim uma bola de neve de endividamento e gastos além dos possíveis entra em cena. Fico impressionada de ver como a cada dia surgem novas formas de sermos convidados (induzidos) a consumir. Nem mesmo em nossos lares estamos imunes aos chamados. Sentamos para ver nossos recados pessoais e plin: lá está alguém que nos chama... Adão no paraíso teve apenas um chamado para comer a maçã, mas nós, pobres mortais, as ofertas nos entram pelas orelhas, olhos, caixa de correio, na rua, em casa... Temos que ser lúcidos e fortes para resistir. Temos que ter certeza de onde queremos chegar e como o faremos. Caso contrário, seremos vítimas fáceis das técnicas hipnóticas do marketing que permeiam nossos dias. Porque comprar e gastar dá prazer. Há que se aprender a ter prazer também retendo, guardando. E este exercício se aprende e aprimora dia a dia. Pois sabe-se lá o que inventarão amanhã para nos chamar a consumir? As compras são coletivas. Mas nunca, nunca devemos esquecer que as dívidas são pessoais e intransferíveis e melhor que nem sejam, se adultos quisermos ser! Dia após dia receberemos as colheitas do que semearmos, com juros e correção monetária. Melhor ter o dinheiro em nossa conta para receber estes dividendos não? Boas compras são compras feitas com calma e lucidez. Sempre. (Fonte: Marisa Gabbardo, Psicóloga, para o portal da Mais Ativos) Qual a sua opinião em relação às compras coletivas? Comente, QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA SEMANA!

Cada vez mais cedo

O assunto deixa muitos pais de cabelos em pé e os especialistas garantem que é verdade: as crianças de hoje se desenvolvem muito mais rápido que as de décadas atrás. E a culpa, segundo o médico endocrinologista e membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) Henrique Suplicy, está no peso. “A obesidade acelera o processo de puberdade porque esse excesso de peso leva a uma produção precoce e mais rápida de hormônios, acelerando o processo tanto nas meninas quanto nos meninos”, diz. Para ele, outro fator determinante passa longe da alimentação. “A exposição à sexualidade cada vez mais cedo faz com que as crianças sejam mais precoces. Se elas têm o hábito de ver cenas de sexo na tevê, por exemplo, provavelmente desenvolverão muito mais cedo sua sexualidade.” Hoje, 9 anos é a idade normal para uma menina começar a ter sinais de puberdade, como desenvolvimento das mamas. Entre os meninos, o normal é que a partir dos 10 anos começem a aparecer pelos e aumento do volume dos testículos. “Antes disso, a puberdade é considerada precoce e ela deve ser encaminhada a um endocrinologista.” Pequenos estão acima do peso Se os adultos de hoje mostram problemas de saúde derivados dos novos hábitos de vida, entre as crianças e adolescentes, a situação é ainda mais grave. Os números mostram o tamanho do problema: segundo a pesquisa Vigitel, em 2009, 33,5% das crianças entre 5 e 9 anos tinham excesso de peso e 14,3% eram obesas. Entre os pequenos, a combinação de uma alimentação errada, cheia de salgadinhos, biscoitos recheados, fast food, refrigerantes e guloseimas, com a falta de exercícios físicos regulares pode ser explosiva. “Antes, era raro uma criança sedentária, porque elas brincavam na rua o dia todo e isso exigia que corressem, pulassem e se movimentassem bastante. Hoje, o oposto impera e, por causa da violência, o videogame, a tevê e o computador viraram as principais fontes de entretenimento”, explica Victor Horácio de Souza Costa Júnior, médico pediatra do Hospital Pequeno Príncipe e professor da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). Doenças de adulto O resultado de uma alimentação mais pobre em nutrientes importantes e poucos exercícios ao ar livre é um grande mal para a saúde. “Obesidade nunca vem sozinha e traz uma série de complicações. Hoje, há um número significativo de crianças e adolescentes que sofrem com doenças de adultos, como hipertensão, problemas articulares, diabete, enfarte e AVC, todas em decorrência do excesso de peso”, diz Rosana Radomiski, presidente da Associação Brasileira paro o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso). Por isso, segundo Costa Júnior, o aumento de peso dos filhos deve ligar o sinal de alerta entre os pais e inspirar bastante preocupação. “Crianças obesas têm grandes chances de serem adultos igualmente gordos, gerando complicações da saúde e uma diminuição drástica da qualidade de vida. Ações simples, como se alimentar com qualidade e praticar esportes regularmente, fazem uma diferença e tanto neste sentido.” (Fonte: Gazetado Povo - Rafaela Bortolin) Você se preocupa com a alimentação de seus filhos? Comente, Até breve...muito breve!
/*--*/