segunda-feira, 27 de junho de 2011

Vídeo - Educação Financeira

O vídeo abaixo apresenta como ter tranquilidade na hora do aperto
e a importância do equilíbrio nas finanças.

Para assistir ao vídeo, clique abaixo:


Você se prepara para as emergências financeiras?

Aguardamos a sua mensagem logo abaixo! 

QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA SEGUNDA-FEIRA! 

Uso frequente de analgésicos pode trazer riscos à saúde

Uso frequente de analgésicos pode trazer riscos à saúde


Além dos efeitos colaterais, dor pode se tornar crônica.

O uso frequente de analgésicos para vários tipos de dores como musculares, de cabeça e estômago pode trazer riscos à saúde. Segundo o Conselhor Regional de Farmácia, o uso contínuo de um analgésico pode transformar a dor em um problema crônico.

Abusar do paracetamol, por exemplo, pode causar vômito, náusea, insuficiência do fígado e pressão baixa. Já o ácido acetilsalicílico, pode causar gastrite, diarréia e hemorragia no estômago. A ingestão excessiva de dipirona sódica traz vertigem e asma.

A diretora do Conselho Regional de Fármacia de Araraquara, Maria Regina Terasso, explica que o consumo desses medicamentos é indiscriminado, pois não é exigida a receita médica. Por isso, o uso fugiu do controle. “Geralmente quando tem dor, elas querem o medicamento. Muitas vezes tomam sem a necessidade real. Em 2009, 27,6% das intoxicações no Brasil foram causadas por medicamentos”, disse.

Desde 2009, o consumidor já não tem mais acesso ao analgésico na prateleira das farmácias. Uma norma determina que esse tipo de medicamento deve ficar do lado de dentro do balcão, o que até certo inibe o consumo compulsivo. Apesar disso, eles ainda são os mais procurados entre todos os remédios. “A auto-medicação não é indicada em momento algum. O farmacêutico também pode orientar em caso de sintomas de dengue ou outro tipo de doença que precise do médico”, disse o farmacêutico Antônio Carbinatto.

Caso ocorra intoxicação, a pessoa pode ligar para o Centro de Assistência Toxicológica (Ceatox), antes de procurar um pronto-socorro. É necessário informar a idade e peso do paciente, como foi o contato com o medicamento, há quanto tempo foi a exposição e sintomas apresentados. É importante ter a embalagem em mãos. O serviço funciona 24 horas por dia e o telefone é 0800-0148110.
(Fonte: EPTV)

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Até breve...muito breve! /*--*/ 

quarta-feira, 22 de junho de 2011

10 dicas para sair do vermelho

1) Jamais use o cheque especial ou o pagamento parcial do cartão de crédito. Peça empréstimos no banco, que saem mais baratos;

2) Passe a controlar os saldos de seu cartão de crédito com mais frequência, pelo menos a cada 10 dias, para que deixe de gastar além do esperado;

3) Tenha uma ideia do tamanho de seu problema: a primeira coisa a fazer é anotar TODOS os gastos do mês, inclusive os gastos pequenos, para descobrir de onde cortar;

4) Elabore um plano radical de enxugamento de gastos na maior intensidade possível, para que a dívida seja amortizada de uma vez. Não adianta ir pagando aos pouquinhos, pois os juros voltam a aumentar rapidamente a conta que você já pagou;

5) Quanto mais intenso for o corte de gastos e menor o tempo necessário para isso, menores serão os desgastes no relacionamento familiar;

6) Acabe de vez com a tentação das compras a prazo;

7) Use todos os tipos de poupança que você tem. Não adianta estar com investimentos e perder mais com os juros da dívida. O mesmo vale para bens como terrenos e imóveis à espera de valorização;

8) Fuja de atividades de lazer que custam. Aprenda a valorizar as coisas preciosas da vida que não custam nada, como um passeio ao ar livre ou uma reunião com amigos ou com a família;

9) Enquanto não conseguir quitar toda a dívida, substitua-a por outras mais baratas, como antecipação de restituição de Imposto de Renda ou venda do automóvel e compra de outro parcelado. Use todo o dinheiro da venda para reduzir a dívida.

10) Divida seu plano de ajuste com a família. É importante que todos estejam engajados, para que haja maior co-motivação.

(Fonte: Mais Dinheiro)

Quantas destas dicas você já segue? Comente, 

QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA QUARTA-FEIRA! 

E UM MA-RA-VI-LHO-SO FERIADO! /*--*/   

Procura por medicamentos genéricos aumenta

Alguns médicos não acreditam que eles façam o mesmo efeito dos remédios de marca.

Os medicamentos genéricos estão nas farmácias brasileiras há mais de dez anos e até hoje muitos consumidores tem dúvidas sobre a qualidade dos produtos. Alguns médicos não acreditam que eles façam o mesmo efeito dos remédios de marca. É uma realidade que começa a mudar, de acordo com pesquisa da Associação de Indústrias de Genéricos.

Desde que era criança, Maria dos Prazeres de Almeida, que tem problemas respiratórios, precisa usar um medicamento todos os dias. Uma caixa de vinte comprimidos com marca de laboratório custa R$ 14,36 em uma farmácia. Para ela nem sempre foi fácil comprar. Isso até a chegada dos genéricos. Adquirir um medicamento ficou mais barato.

Até a classe médica está mudando. O número de profissionais que receitam genéricos tem aumentado. As novas pesquisas mostram que esta parece ser uma escada ascendente. O crescimento é recorde para um primeiro trimestre desde o surgimento dos genéricos, em 2001, e acontece sobre uma base de crescimento também recorde. Em 2010, o setor aumentou 33,1%.

De acordo com o médico cardiologista Abel Pereira, os genéricos só não têm o nome do laboratório. Mas, na maioria das vezes, a qualidade e os efeitos são os mesmos.

Os descontos podem ser bem grandes. Para o controle do colesterol, por exemplo, uma caixa de marca com trinta comprimidos custa nesta farmácia R$ 132 e o genérico R$ 61,80. Uma diferença de R$ 70,20. Um antibiótico de marca custa R$ 35,90 de marca e o genérico R$ 13,28. Menos R$ 22,62. Uma cartela com quatro comprimidos para dor de cabeça chega a R$ 4,35 e o genérico R$ 2.
(Fonte: Tem Mais)

E você, compra medicamentos genéricos? Comente!
 
Até breve...muito breve! /*--*/

terça-feira, 21 de junho de 2011

Sair de casa era um desafio

Conviver com outras pessoas pode parecer uma tarefa fácil, mas isso se tornou um pesadelo para a professora aposentada Doralina Rosa da Silva. Quando tinha 35 anos, Doralina começou a sentir que as pessoas ao seu redor estavam agindo de modo diferente, o que fez com que ela passasse a evitar qualquer lugar com aglomerações. Ir a uma loja ou andar de ônibus tornaram-se tarefas penosas, porque ela acreditava que todos ao seu redor queriam lhe prejudicar.

Cerca de dez anos depois do surgimento dos problemas, ela soube que tinha o que se chama “fobia social”. Sair de casa gerava uma enorme ansiedade e a professora só conseguia se sentir à vontade com pessoas muito próximas. Outra característica desse problema é o desenvolvimento de baixa autoestima. “Eu não me sentia amada pelas pessoas ao meu redor”, comenta. Isso também culminou em problemas como depressão e estresse prolongado.

Como seu convívio ficou muito limitado, ela, por conta própria, procurou tratamento com remédio e terapia. “Foi quando notei a diferença”, comenta. Hoje, Doralina diz que consegue entrar em uma loja e conversar com os outros, discutir questões que julga erradas e lutar pelos seus direitos.

Desafios

Essa não foi a primeira vez que Doralina precisou superar um grande desafio. Quando tinha pouco mais de um ano de idade, ela teve poliomielite, que paralisou seus movimentos. Ao ver sua condição, um médico afirmou que ela jamais andaria, mas, aos 7 anos, superou o prognóstico. Ela conseguiu recuperar os movimentos, apesar das sequelas.

Doralina, 46 anos, afirma que ainda enfrenta desafios, apesar de ter avançado muito no tratamento. Em 2002, ela se aposentou por indicação médica, mas quer voltar a trabalhar. O problema é que ainda mão se sente totalmente preparada. Mesmo assim, ela encontra maneiras de ajudar a si e aos outros. “Ainda tenho algumas limitações, mas vou superá-las. Todas as pessoas podem progredir a partir do momento que buscam ajuda.”
(Fonte: Oliver Kovacevich Altaras - especial para Gazeta do Povo)

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QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA TERÇA-FEIRA!

Revisitando o passado – Maneiras eficientes de juntar um dinheirinho

Guarde o troco. Tudo bem se no final do dia não conseguiu economizar todas as moedinhas que ganhou de troco, mas tente todos os dias, tu acabarás ficando bom nisso e quando perceber terá um bom dinheiro para trocar nos mercados próximos a sua casa que fazem festa por esse tipo de trocado, só o que não vale é desistir, tenha um cofrinho em casa e adquira esse hábito.

Guarde os extras. Dinheiro não tem hora errada para chegar, se recebeu algum valor inesperado, invista para que ele trabalhe para você, lembre-se foco é a palavra chave, adquira somente o que realmente precisa ou deseja muito.

Faça uma limpeza em casa e organize um bazar com o que não usa mais. Eu sei isso aqui é chato, chamar amigos para se livrar das coisas que não quer mais e ainda cobrar!! Faça a coisa certa, selecione o que não é mais útil para você, mas ainda está em bom estado de conservação e doe aos mais necessitados, não é uma economia direta para você, mas estarás fazendo um bem maior e ajudando outras pessoas a economizar.

Economize no almoço. Tudo bem, trazer comida de casa todo dia é meio chato e não precisamos fazer isso. O que temos que fazer é economizar, se você olhar ao seu redor, mesmo onde você trabalha, há pessoas que gastam R$ 7,00 para almoçar, outras R$ 15,00, há quem gaste R$ 25,00, então para que exagerar gastando R$ 45,00, isso mesmo, quem sabe, o meio termo não é o ideal?

Sem falar que muitas vezes um convite entre colegas de trabalho para almoçar pode gerar constrangimento, pois a pessoa não tem coragem de dizer que os locais que você freqüenta, são muito caros para acompanhá-lo.

Fuja dos lançamentos de última geração. Que armadilha! Resista ao impulso de comprar lançamentos, eles chegam às prateleiras com preços altíssimos, espere alguns meses, essa é a dica de economia.

Não pague por garantias extra. A sensação de segurança dura pouco, você gasta muito e provavelmente o seu produto só apresentará defeito depois de expirada a garantia estendida.

Envolva a família na economia. Divida com o marido/esposa, filhos pais, a empolgação e emoção de ver a poupança aumentando, discutam projetos em conjunto para esse dinheiro, com apoio deles, tudo é mais fácil.
(Fonte: Finanças Pessoais)

Você envolve sua família na economia? Comente,

Até breve...muito breve! /*--*/

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Hora do remédio

Relógio biológico influencia efeito dos medicamentos, segundo especialistas em cronofarmacologia, ramo científico que estuda a relação entre os tratamentos e os ciclos hormonais e orgânicos.

Há doenças e sintomas que parecem marcar hora para aparecer. E, para tratá-los, também é preciso seguir o relógio, segundo a cronofarmacologia ""ramo da ciência que estuda como doenças e tratamentos são influenciados pelos ritmos biológicos.

Nos últimos 20 anos, a cronofarmacologia mudou a prescrição de alguns remédios, diz o neurologista John Fontenele Araujo, pesquisador da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

"A asma é o exemplo mais clássico. Sabemos hoje que as piores crises são à noite, e que o paciente deve se medicar antes de dormir."

Há outros remédios que já são prescritos levando em conta o relógio biológico, como as drogas anticolesterol (usadas mais à noite) e remédios para artrite e artrose, que também devem ser tomados antes de dormir.

Segundo o pneumologista José Manoel Jansen da Silva, um dos autores do livro "Medicina da Noite" (Ed. Fiocruz, 339 págs., R$ 74), a atenção aos horários pode aumentar a eficácia das drogas e diminuir os efeitos colaterais.

"A ação de um medicamento deve acontecer quando o corpo mais precisa", diz.

PRESSÃO ARTERIAL

É pela manhã que acontece o maior número de infartos e derrames.

Isso porque a pressão arterial sofre uma alteração antes do despertar, causada pelo aumento na secreção de dois hormônios: o cortisol ("hormônio do estresse") e a adrenalina.

Muitas pessoas tomam remédio para controlar pressão alta pela manhã. Mas uma pesquisa canadense, que será publicada no dia 17 no "Journal of the American College of Cardiology", diz que o indicado é que o remédio seja tomado antes de dormir.

Segundo os pesquisadores, da Universidade de Guelph, o remédio será mais eficaz durante o sono, inclusive contra insuficiência cardíaca. O experimento foi feito em ratos, com a droga captopril.

Segundo Regina Pekelmann Markus, biomédica e coordenadora do laboratório de cronofarmacologia da USP, o artigo confirma uma tendência.

"Na Espanha, há médicos que já mudaram a prescrição de remédios de hipertensão. A mudança é para proteger o paciente no pico de pressão pela manhã."

De acordo com o cardiologista Marcus Bolívar Malachias, da Sociedade Brasileira de Cardiologia, o estudo mostra a importância do controle da pressão durante a noite, mas, no caso de drogas com ação de 24 horas, não é preciso mudar a prescrição.

"Os remédios usados uma vez ao dia devem ser tomados pela manhã, a não ser quando o paciente não responde ao tratamento normal."

Hora para antidepressivo depende do caso.

Há pesquisas que relacionam depressão e ritmos biológicos, segundo o neurologista John Araujo. Mas é errado falar que a doença tem um horário para aparecer.

"Muitas pessoas têm crises pela manhã, mas é impossível falar em uma regra. A hora de tomar o remédio depende do caso", diz Fernando Fernandes, do HC.

(Fonte: JULIANA VINES - Folha de S.Paulo)

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