terça-feira, 12 de julho de 2011

10 dicas para uma vida financeira saudável

 1 - Corte os gastos supérfluos imediatamente. Reduza também o quanto for possível nos demais gastos, inclusive no essencial. É preciso reduzir despesas para obter sobras de dinheiro.

2 - Faça um levantamento de todas as suas dívidas. Valores, taxas, vencimentos e condições estabelecidas. Verifique se o que está sendo cobrado faz parte do que você acordou.

3 - Verifique se você possui bens que possa se desfazer. Comece com os menos necessários, mas faça também algum sacrifício. É possível sobreviver sem carro, sim.

4 - Procure os credores. Explique a situação e procure renegociar os vencimentos e a eliminação de multas e taxas por inadimplência.

5 - Avalie se você consegue obter alguma linha de crédito mais barata do que as dívidas que você possui. A ideia é trocar dívidas caras por dívidas baratas.

6 - Se você conseguiu apurar algum dinheiro ou reduzir suas despesas, priorize a liquidação das dívidas mais caras e das menores. As caras porque acabam com seu dinheiro e as pequenas porque prejudicam a sua tranquilidade.

7 - Busque fontes de renda alternativas. Férias e finais de semana na praia são para quem está com as contas em dia. É melhor sacrificar os anéis para salvar os dedos. E os seus talentos? Procure encontrar formas de diversificar suas fontes de renda. E, com seu tempo ocupado, as tentações de gastar terão menos oportunidades.

8 - Estabeleça metas. Depois de conhecer, renegociar e reduzir as suas dívidas, é hora de estabelecer um prazo e um plano para acabar com elas. Coloque tudo no papel que parece ficar mais fácil de resolver.

9 - Certifique-se que seus direitos de consumidor estão sendo respeitados. Cobranças abusivas podem ser inibidas por meios legais.

10 - Por fim, mas não menos importante, lembre-se dos transtornos e prejuízos que as dívidas causam.

(Fonte: Administradores)

Quais destas dicas você costuma seguir? Comente!

QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA TERÇA-FEIRA!  

Melhores coisas da vida são de graça, diz pesquisa

A felicidade não está em uma bela poupança, carros e roupas caras. De acordo com uma pesquisa organizada pela empresa produtora de alimentos Apples, da Nova Zelândia, as melhores coisas da vida são de graça e estão à disposição de todos.

O levantamento pediu que duas mil pessoas dissessem quais eram os prazeres mais importantes. Com 22%, rir conquistou o primeiro lugar, seguido por saborear uma boa comida na companhia de grandes amigos, com 21%. A terceira opção mais votada foi abraço, representando 19%.

Segundo o jornal Daily Express, que publicou a pesquisa, entre as dez alegrias mais citadas estão sentir o sol bater no rosto, ler um bom livro, passear na praia e deitar em uma cama com lençóis limpos.

Outras delícias gratuitas apontadas são assistir ao pôr-do-sol, folhear fotografias antigas e memórias, e cheiro de grama recém-cortada.
(Fonte: Terra – Saúde)

A melhor coisa da vida para você é rir ou saborear uma boa comida? Comente!

Até breve...muito breve! /*--*/ 

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Os Benefícios Econômicos da Liberdade de Expressão

Classificada entre os pilares fundamentais das modernas democracias, a liberdade de expressão atua como válvula de ajuste, calibragem e aperfeiçoamento do sistema a partir das suas variantes operacionais, tais como: a arte, a livre imprensa e todas as manifestações culturais e políticas. Até aqui, quatro linhas que tentam conceituar a aplicação e o valor desse fundamento elementar de qualquer nação que pretenda manter um patamar razoável de civilização.

Contudo, a complexidade do parágrafo anterior pode ser resumida em uma simples afirmação: a liberdade de expressão mantém o senso crítico. Ponto final. E é a partir desse simples entendimento que pretendo abordar o valor econômico que esse estímulo pode trazer.
É no exercício do contraditório, na cotidiana rotina de concordar, discordar, convencer e ser convencido que nasce a verdadeira evolução de toda uma sociedade – como resultado de todo o processo econômico.

Dotada de garantias constitucionais e geralmente acompanhada por forte viés político, a liberdade de se expressar quase sempre é associada às garantias individuais e ao exercício da democracia diante de governos e seus representantes. Mas sua abrangência pode (e deve) ser ampliada, e para tanto gostaria de envolver os ambientes profissionais.

Sei que alguns especialistas em gestão podem torcer o nariz e outros podem decidir encerrar a leitura por aqui. Bem, isso faz parte, e confesso que convivo bem com opiniões discordantes, afinal de contas, não é difícil imaginar no quanto a vida seria chata se todos pensassem da mesma forma.

Ao mesmo tempo, evidentemente, não pretendo misturar estações ao tratar da liberdade de expressão nos ambientes profissionais, imaginando que seriam aceitáveis chefes e empresários escutando com a maior naturalidade os insultos dos seus subordinados ou distribuindo santinhos de campanha para serem votados no “dia da eleição corporativa” para serem então conduzidos aos seus cargos de comando.

Escutar opiniões discordantes com naturalidade e atenção (colocadas com profissionalismo e respeito obviamente) deveria não apenas ser encarado com normalidade, mas também ser um passo desejado. Permitam-me, leitores, o mínimo de utopia. Afinal, quem ganha com o silêncio que nasce do medo de uma demissão ou do temor de ter uma carreira prejudicada por uma avaliação negativa como represália a uma boa, saudável e mais acalorada discussão de trabalho?

Quem ganha com o império do “lugar comum” no lugar do bom senso e do senso crítico? Enquanto escrevo esse texto, me recordo do relato de um amigo, diretor de aquisições e novos negócios de uma empresa farmacêutica, que em todas as oportunidades nas quais argumentava com seu chefe (o presidente) sobre a inviabilidade de determinada ideia, recebia como resposta, acompanhada de um olhar de reprovação, tipo “Não preciso de diretores pessimistas, mas apenas de pró-ativos”.
O presidente em questão simplesmente não se permitia o benefício da dúvida e, como se não bastasse, tentava neutralizá-la na cabeça do interlocutor através de seu arsenal de frases feitas.

Muito se fala nos processos de inovação nas organizações, mas me parece que a possível contribuição da pesquisa científica (essa sim, habituada a lidar com inovação desde sempre e não apenas com o advento da geração x, y ou z ou do surgimento da era da conexão vinte quatro horas ao dia) fica esquecida – justamente onde as descobertas nascem das dúvidas e dos questionamentos sistemática e metodologicamente tratados.

Precisamos com urgência ultrapassar a fronteira da retórica e construir uma vida profissional ou corporativa rica e inteligente, com liberdade para discordar, com incentivo ao livre pensamento, com uma boa dose de dúvida saudável que possa ser expressa, sem temores pela avaliação de desempenho ao final do mês.

Os inteligentes agradecem.
Os limitados e inseguros sofrerão, como sempre acontece em qualquer processo de grande transformação. Mas todos ganharão, e muito. O mesmo raciocínio vale para o ambiente educacional, mas isso é assunto para um próximo artigo. Até lá.
(Fonte: Dinheirama)


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QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA SEGUNDA-FEIRA! 

Dietas iô-iô: pesquisa diz que é melhor ganhar o peso de volta do que nunca emagrecer

Dietas iô-iô: pesquisa diz que é melhor ganhar o peso de volta do que nunca emagrecer

Boa notícia para quem vive de dieta: pesquisadores da Universidade de Ohio descobriram que é melhor emagrecer e engordar do que nunca emagrecer, uma espécie de redenção das dietas iô-iô - aquelas em que se emagrece com restrição alimentar mas os quilos são recuperados assim que o cardápio volta ao normal - tão condenadas pelos especialistas.

Camundongos colocados em uma dieta alternada de pouca e muita gordura viveram 25% mais que aqueles mantidos em uma dieta rica em gorduras e quase o mesmo daqueles mantidos em regime de poucas gorduras. Além disso, o grupo iô-iô apresentou melhor nível de glicose no sangue, um contraste em relação a pesquisas anteriores que mostravam que perdas e ganhos rápidos de peso associados a dietas poderiam dobrar os riscos de morte por ataque cardíaco, mortes prematuras, além de estarem relacionadas a derrames e diabetes.

- O estudo ressalta os benefícios da perda de peso, espero que isso incentive as pessoas a não desistir - diz o coordenador do estudo, Edward List, da Universidade de Ohio University, que apresentou o trabalho esta semana no encontro anual da Sociedade de Endocrinologia, em Boston, Massachusetts.

Os pesquisadores monitoraram 30 camundongos por mais de dois anos. A saúde do grupo na dieta iô-iô piorou nas fases com muita gordura, mas o peso e a glicose voltaram ao normal quando as calorias foram cortadas e eles viveram 2,04 anos em média, comparados com 1,5 anos dos ratos obesos e 2,09 anos dos ratos que viviam em dieta de pouca gordura.

(Fonte: O Globo)


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Até breve...muito breve! /*--*/  

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Dossiê glúten

Proteína encontrada em alimentos como trigo, aveia, centeio, cevada e malte, pode causar problemas à saúde.
O glúten é uma proteína que está naturalmente presente em cereais como trigo, aveia, centeio, cevada, malte e seus derivados.

Qualquer alimento que leve na composição um destes ingredientes, contém glúten.

Ele tem a propriedade de formar, junto com a água e a energia mecânica, aquela viscosidade que caracteriza principalmente os produtos de padarias – como pãezinhos, bolos, biscoitos – e o macarrão.

“É ele que dá elasticidade e ajuda a massa a crescer”, explica a nutricionista Bruna Murta, da Rede Mundo Verde.

“Porém é considerada uma proteína de difícil digestão”, alerta a nutricionista Natália Dourado, coordenadora do 2° Glúten Free São Paulo, evento voltado à alimentação sem glúten, que ocorreu em São Paulo em maio.

Há quem defenda que o glúten pode se tornar prejudicial para o organismo de qualquer pessoa e não apenas para quem sofre de doença celíaca – desordem autoimune causada pela intolerância permanente ao glúten.

Recentemente o tenista sérvio Novak Djokovic, invicto após 38 partidas na temporada, revelou mudanças efetuadas em sua preparação dos últimos meses, entre elas uma dieta sem glúten.

No meio da temporada passada, ele passou a contar com o nutricionista Igor Cetojevic, que detectou que o atleta tinha uma reação alérgica ao glúten e sugeriu novos hábitos alimentares. Cerveja, pão, massa e biscoitos são alguns dos alimentos que Djokovic suprimiu da dieta.

"Agora, não posso mais comer pizza, nem massa, nem pão. Perdi um pouco de peso e acho que isso me ajudou, não só fisicamente, mas também mentalmente", explicou o tenista à agência de notícias AFP.
(Fonte: Yara Achôa, iG São Paulo)

E você, consome muito glúten? Comente! 
 
QUE VOCÊ TENHA UMA ÓTIMA SEXTA-FEIRA! 

Preços dos alimentos continuarão altos até 2012, estima FAO

Os preços dos produtos básicos agrícolas permanecerão altos e voláteis até 2012, segundo a última análise divulgada pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO).

O relatório "Perspectivas Alimentares" cita "a forte queda dos estoques frente a um modesto aumento da produção geral na maioria dos cultivos".

"Os próximos meses serão cruciais para determinar a forma com a qual os principais cultivos se comportarão este ano", afirmam os especialistas consultados pela FAO.

As perspectivas são "promissoras" em alguns países, como na Rússia e na Ucrânia, apesar de as condições meteorológicas em outros países poderem prejudicar os rendimentos do milho e do trigo tanto na Europa como na América do Norte.

"A situação geral dos cultivos agrícolas e dos produtos alimentícios é de tensão, com os preços mundiais em níveis obstinadamente altos, o que supõe uma ameaça para muitos países de baixa renda e com déficit de alimentos", disse David Hallam, diretor da Divisão de Comércio e Mercados da FAO.
Queda nos preços

Os preços internacionais dos alimentos, que no início do ano subiram bruscamente até os níveis alcançados na crise alimentar de 2007 e 2008, caíram 1% em maio, segundo os índices da entidade internacional.

As quedas dos preços dos cereais e do açúcar foram responsáveis pela leve baixa do índice de maio, compensando os aumentos nos preços da carne e dos laticínios, observam os especialistas.

As perspectivas atuais para os cereais em 2011 apontam a uma colheita recorde de 2,315 bilhões de toneladas, com um aumento de 3,5% em relação a 2010.

Para a FAO, espera-se que a produção mundial de trigo fique 3,2% acima da reduzida colheita do ano passado.

As perspectivas preliminares para a produção mundial de arroz apontam também a uma colheita recorde de 463,8 milhões de toneladas, com um aumento de 2% em relação ao ano passado.

As reservas mundiais de cereais ficaram no fim da safra agrícola de 2012 em 494 milhões de toneladas, com uma alta de apenas 2% em relação aos níveis iniciais muito baixos.

Segundo o relatório, o equilíbrio mundial de oferta e demanda de açúcar aponta para algumas melhoras sustentadas pela previsão de uma grande produção em 2010/2011, que possivelmente deverá superar o consumo pela primeira vez desde 2007/2008.

O índice internacional para o preço da carne alcançou um novo recorde com 183 pontos em maio de 2011 e a combinação de uma forte demanda importadora e uma disponibilidade limitada para a exportação apontavam a uma maior firmeza nos preços durante os próximos meses.

O mercado de peixes recuperou-se este ano e a produção em 2011 aproxima-se de um novo recorde, mas os preços se verão impulsionados por uma forte demanda por parte dos países em desenvolvimento.
(Fonte G1)

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quinta-feira, 7 de julho de 2011

Ioga ajuda na recuperação de vítimas de derrame, diz estudo

Um estudo da Universidade de Indiana expôs 19 homens e uma mulher vítimas de derrame, com idade média de 66 anos, a duas horas semanais de ioga adaptada às suas necessidades.

Uma série de itens de equilíbrio medidos pela Escala de Equilíbrio de Berg e pelas baterias de Fullerton melhorou 17% e 34%, respectivamente, até o final do programa. Mas os pesquisadores apontam a recuperação de confiança dos participantes como maior ganho.

- Foi interessante ver o quanto os homens gostaram disso - disse Arlene A. Schmid, professora de Terapia Ocupacional na Escola de Saúde e Reabilitação da Universidade de Indiana. A pesquisa será apresentada durante o encontro da American College of Sports Medicine, em Denver.

As estatísticas sobre derrame mostram que a doença pode quadruplicar os riscos de queda e 80% das pessoas vítimas de derrame terão também algum comprometimento no equilíbrio. De início, os participantes do estudo fizeram posturas em cadeiras, depois de pé e eventualmente no chão. Uma pontuação menor que 46 na Escala de Equilíbrio de Berg indica risco de queda, mas segundo Schmid os participantes começaram com 40 e aumentaram para 47 ao longo do estudo.
(Fonte: O Globo)

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